História Blood and Tears - Imagine Reiji e Shuu - Capítulo 33


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Cordelia, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Richter, Ruki Mukami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori, Yuma Mukami
Tags Blood And Tears, Diabolik Lovers, Reiji, Reiji Sakamaki, Shu, Shu Sakamaki
Visualizações 93
Palavras 2.037
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Yaoi
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


FIM
DO
HIATUUUUUUSSS!

PALMAS PARA MIM! Manoooo!! Que saudade que eu tava de vocês, meus amorzíneos! Ai que saudade de escrever esse nomeeee! Aahhhhhhhhhhhhhhh!

BEM. Vamos ao que interessa

B
O
A

L
E
I
T
U
R
A

S2

Capítulo 33 - A Sombra e A Água


Haru ON

Onde eu to? Aqui é escuro. É frio… eu nem me importo com frio mesmo. Eu posso ir pra casa? Acho que eu to em coma. Eu posso acordar agora?

"Você é tem as sombras agora filha, aja como uma"

Agir como uma sombra? Deve ser difícil… talvez não. Agora eu só preciso saber onde eu estou. Ah! Isso não importa. 

Eu: Vamos botar pra quebrar essa bagaça!

Me levanto do chão e olho para baixo, preto. Olho para o lado, preto. Olho para o outro, preto. Pra cima, também preto. 

Eu: Depois eu preciso ser uma sombra. Bem, vamos, antes de qualquer coisa, retomar o controle de mim mesma.

Fechei os olhos tentando lembrar do contra-feitiço para aquele que meu pai usou.

Eu: Salvum Facere. 

Senti a sensação de ser eu mesma voltar. Mesmo que meus poderes não sejam plenos eu consigo usá-los em coisas simples. Agora será que eu consigo sair daqui? Vamos tentar. Fechei meus olhos preparando-me para pedir um favor a velhas conhecidas.

Eu: Sombras tão inimigas da minha mãe, me elevem mais um vez ao céu que foi sentir vocês tão plenas em mim e me tirem daqui, não posso controlá-las sozinha, mas me emprestem seu poder mais uma vez.

Senti vento em meu rosto e abri os olhos. Eu estava deitada em uma sala enorme. Aquele que Karl que me levou. A porta de vidro da varanda está aberta e o vento passa violento. Eu olho para mim mesma e ainda uso as benditas roupas azuis vitorianas. Eu sei que estou com as roupas que fui raptada usando por baixo. Um jeans escuro, uma camiseta preta e antes eu usava um casaco leve cinza, mas parece que não me raptaram com ele junto. Vida cruel. Vou tirar essa merda é agora.

Lilyth ON

<Minutos Antes>

Olhei para o ser de cabelos alvos a minha frente. Eu tava com fogo nos olhos, mas tava pegando tanto fogo que uma vadia de fogo no rabo ia ter inveja.

Eu: Quem é você?

Karl: Me chame de Karl. Eu sou o pai do seu namoradinho. – Ele está se referindo ao meu homem loiro que é a coisa mais linda, Shu? Tá bom Kiridinho, tenta aí pra ver se eu não rodo uma chinela na tua fuça. – E a sua morte.

Eu: É o que vamos ver. 

Espalhados pelo enorme cômodo estavam armaduras prateadas com espadas, machados e lanças. Eu então  usei os últimos resquícios de força para invocar água de longe para carregar até mim muito rapidamente uma espada. Me levantei num salto e avancei nele com toda minha habilidade limitada. Não sou Haru ou Akiko para saber essas coisas com espaças. 

Ele ri da minha cara enquanto desvia. Elise e Akina levam Haru para algum lugar seguro, a porta da sala do trono estava trancada, então tiveram que levá-la para atrás de alguma coisa. Então eu corto um fio mínimo de seu cabelo e a porta abre violentamente revelando Reiji, Subaru, Laito, Ayato, Kou, Yuma, Azusa, Ruki e Shu. Me desviei de um contra ataque de Karl pulando para trás para perto deles.

Eu: Me tragam o maior ah… – Desviei de uma lâmina voadora. – Reservatório de água que acharem e tragam para mim.

Eles me olharam de desconfiados e eu corri para onde o vampiro albino versão adulta e sedutora para tentar fazer algo que o matasse. É bem difícil isso. 

Eu: Vamos logo meninos, isso não pode demorar muito.

Eu falava baixinho para mim mesma quando a porta abriu novamente e eles estavam com uma enorme… banheira de madeira? Que exagero. Pelo menos usaram essa super força vampírica para algo. Corri para lá e gritei para Akiko jogando a espada para ela.

Eu: Distrai Ele!

Ela pegou a espada e olhou para mim. Ela fazia esgrima quando pequena, mas nunca tinha lutado com um rei vampiro antes. Ela então tomou coragem e me obedeceu. 

Cheguei perto dos meninos que colocavam a grande banheira no chão.

Eu: Não precisava exagerar também.

Yuma: Para de reclamar, a gente trouxe, não trouxe? Então já tá ótimo. 

Eu: Agora não temos tempo para brigar!

Andei até perto da água e coloquei a não nela e fechei os olhos.

Eu: Água, doce água, não tenho controle sobre você, mas por favor, em nome da minha mãe, Serena, a quinta Ninfa Sagrada, me ajude e por favor me empreste seu poder.

A água me ouviu. Ela me envolveu como uma velha amiga e eu senti que estava pronta. Ao abrir os olhos eu estava de pernas cruzadas sentada na água que me elevava bem acima do chão. Algumas gotas faziam a coroa de água que minha mãe usava.

Kou: EITA! FEZ PACTO!

Eu: Se quiserem vir também, pode vir.

Então eu fui com tudo pra cima de KarlHeinz girando numa espiral de água ao meu redor. Estendi a mão direita para frente de mim e água se concentrou lá enquanto fluía da espiral ao meu redor.

Eu: Emundabit.

A água obedeceu ao meu pedido. Ela brilhou com a purificação. Agora é hora de… 

Uma onda de choque maior e feita de sombras repeliu a todos nós nos empurrando com uma força demoníaca e monstruosa. Eu levantei a cabeça com dificuldade e vi as sombras nela. Não tão fortes como uma maga plena, mas tão naturais no cabelos negro dela. 

Eu: Haru!

Haru: Eae?

Ninguém havia visto ela acordar do coma sombrio induzido, ela se comportou como uma sombra… até agora. 

Ela estava com a parte da frente da saia do vestido rasgada em aberturas diagonais até o corpete mostrando a calça jeans escura que ela usava antes de ser levada da mansão. O grande volume do vestido pelos babados foi retirado apenas deixando um leve tecido de seda azul escuro e seu laço enorme na parte de trás foi cortado até ficar fino para ser amarrado no cabelo dela numa trança em seus longos cabelos negros.

Haru: Demorei?

Sorri para ela.

Eu: Agora o bonde tá completo.

KarlHeinz: SOMBRAS!

As sombras subordinadas dele foram pra cima de nós e os pais de Akiko, Elise e Akina dos vampiros.

Lilyth OFF

Haru ON

Meu pai me empurrou até a parede com a mão em meu pescoço apertando-me com uma força descomunal. 

Akuma: Eu te odeio TANTO.

Eu: Ah! Então é recíproco.

Akuma: Eu só queria sua mãe de volta!

Eu: Ela não te quer de volta.

A cara dele foi de coração partido e depois enfureceu-se.

Akuma: NÃO DIGA ESSAS MENTIRAS VOCÊ NÃO TEM COMO SABER! 

Haru: Não acha que não falei com ela? 

Ele olhou para mim baixando a guarda e afrouxando a mão em meu pescoço me deixando respirar mais. Eu usei essa brecha pra amarrá-lo em minhas sombras e comecei a sufocá-lo em sombras. Vi o sorriso sarcástico dele e ele liberou as próprias sombras que KarlHeinz forneceu a ele. Inútil. Agora quem sorri sou eu.

Eu: Opaca Menoriae.

Memória Sombria. O oposto do feitiço que minha mãe usou para curar meus pesadelos. Pai, é hora de lembrar da sua ruína, a mamãe.

Akuma: PARE! AAA! NÃO!

Eu: Agonize mais.

Ele se contorceu suspendidos pelos braços pelas minhas sombras.

Eu: Agonize muito mais.

Ele gritou ainda mais alto com sangue escorrendo de sua boca e seus olhos revirando pelas órbitas começando a ficar vermelhos do sangue que corria mais desenfreado que o normal.

Eu: AGONIZE MAIS, MAIS E MAIS! SINTA DOR! SINTA! 

Algumas pequenas lágrimas escorreram pelos meus olhos pelo amor perdido pelo meu pai, mas agora ele evaporou. Agora ele deve morrer sofrendo.

Eu: Mortem.

Levantei a mão na direção dele ao proferir o feitiço. As sombras o invadiram e explodiram de dentro dele misturadas ao sangue enquanto ele gritava engasgado ao próprio sangue e pelas sombras. O corpo morto e explodido dele caiu no chão e eu que estava acima do chão flutuando pelas sombras aterrissei de pé apenas encarando ele.

Eu: Descanse em paz, Otou-san.

Haru OFF

Lilyth ON

Ele me segurava acima do chão pelo pescoço enquanto me encarava me enforcando lentamente. 

Eu: É de-dessa for-forma que você espe… arhg… espera o perdão dela?

Massaharo: Do que está falando?

Eu: Vo-você quer me matar para tro-trocar minha alma pela dela.

Massaharo: Pelo menos você não é burra.

Eu: Nunca funcionará, e-ela te… agh… despreza.

Ele me jogou no chão com força. 

Massaharo: ESTÁ MENTINDO!

Coloquei a mão no pescoço sabendo que mais tarde aquilo ficaria a marca.

Eu: Você sabe que eu me comunico com ela, não é? Não acha que eu não sei? – levantei a não para cima o golpeando ele com a água. Olhei para o lado e havia uma adaga caída ali perto. – Agora é a hora de você sofrer.

Eu pulei em cima dele agarrando seu pescoço e cortando sua garganta, ele gritou e tentou me agarrar, mas eu usei suas costas de apoio para pegar impulso para pular para outro lugar. Ainda no ar eu fiz a água subir por ele pelas pernas e ir subindo até que chegou nos ombros. Aterrissei no chão e me virei para ele. Ele olhava para mim em súplica.

Eu: Nem adianta. Nem sua maior súplica me fará ter piedade ou misericórdia de sua alma desgraçada. Agora, agonize até morte.

Com um único gesto das minhas mãos a água foi subindo até cobrir completamente sua cabeça e ele agonizando em pânico tentava nadar ou se movimentar enquanto engolia água e o sangue em seu pescoço escorria e se misturava com a água e ele acabava engolindo o próprio sangue e se afogando mais e mais. Para aumentar sua agonia eu diminuí a temperatura deixando ela tão fria quase a ponto de congelar.

Eu: Últimas palavras?

Massaharo: Ahaagh!

Palavras desconexas e atrapalhadas pelas água apenas contribuindo para seu afogamento. Peguei a adaga que ainda estava em minha mão e a lancei no peito dele, a força e a velocidade fizeram ela atravessar seu corpo e seu coração apareceu pendurado na parede sendo segurado pela adaga.

Eu: Sayonara, Otou-san.

Olhei par Haru e ela estava coberta pelo sangue do pai dela. Fomos andando ao encontro de KarlHeinz que observava seus últimos seres de sombra serem mortos por Reiji e Shu. Olhei para Haru que olhou para mim de volta. Preparei o ataque da água purificada em espiral e Haru algo com suas sombras e então avançamos com tudo, ela fez um ataque como o meu.

Nós duas: Dākuu~ōtā!

Ele foi atingido e empurrado para além da varanda de vidro. Nos viramos para os vampiros e então andamos até eles sem expressão alguma. Subaru carregava Akiko em seus braços e Laito ajudava Elise. 

Haru: Já podemos ir para casa?

Akina: É SÉRIO ISSO? VOCÊS ACABARAM DE MATAR DOIS… BAGUI LOKO E UM VAMPIRÃO QUE MAIS PARECIA UM ATOR PORNÔ! E A ÚNICA COISA QUE VOCÊS DIZEM É SE PODEMOS IR PARA CASA?

Haru: Sim. Estou exausta.

Shu veio perto de mim, me puxou pelo braço e me agarrando num abraço e então teletransportando-nos para algum lugar. Quando percebi, nós dois estávamos em seu quarto. 

Shu: Estamos de volta.

Eu: Sim. Estou aqui, agora estou de volta.

Ele veio para perto me abraçando mais. Nunca ficou me abraçando por tanto tempo. Comecei a afagar seus cabelos macios e loiros. 

Eu: Senti sua falta.

Shu: Eu também.

Lilyth OFF

Haru ON

Laito: Esses dois estão bem apressadinhos, não acham?

Eu: Cale a boca. Eles não são você. 

Olhei para Reiji que me olhava de um jeito que eu nunca vi, foi aí que lembrei que ele é sádico e ele me viu matar meu próprio pai sem piedade e não me importar por estar coberta com o sangue dele.

Eu: É sério gente. Vamos para casa? Eu necessito de um banho. 

Akiko: É sempre assim com vocês?

Eu: Infelizmente. Será que tem como tirar férias de ser seqüestrada e quase morta?

Akiko: Seria bom que fosse.

E então eles nos teletransportaram para casa. Eu fui então tomar meu bendito banho para tirar a sensação de ter o sangue do meu pai em minha pele. 

Minutos depois eu saio do banheiro já vestida com um pijama confortável me preparando para dormir quando escuto um grito do andar de baixo e vou correndo para lá…

CONTINUA…


Notas Finais


Eu espero de coração que vocês gostem. Quem será que gritou? O que aconteceu? Veremos no próximo capítulo! Até a próxima, Little Kisses! <3


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