História Body - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Armin, Castiel, Dimitry, Iris, Jade, Kentin, Leigh, Lysandre, Nathaniel, Personagens Originais, Rosalya
Tags Alexy, Amor Doce, Amour Sucre, Armin, Armindoin, Balé, Bloco De Notas, Body, Cabelos Brancos, Castie, corpo, Curvas, Dança, Docete, Escultura, Filosofia, Getleman, Hip-hop, Ken, Kentinho, Ketin, Lysandre, Musica, My Candy Love, Nath, Nathaniel, Paixão, Rosalya, Shape, Sweer Amoris, Vintage, Vitoriano
Visualizações 28
Palavras 2.564
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Droubble, FemmeSlash, Ficção, Luta, Romance e Novela, Seinen, Slash, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa Leitura, Puddin's!

Capítulo 4 - Chamuscante


Fanfic / Fanfiction Body - Capítulo 4 - Chamuscante

Mexi no cabelo, que estava um pouco ondulado hoje. Peguei um gloss rosado, passando-o. Quando terminei, pelo reflexo do espelho, pude ver, em cima do meu criado, os pingentes aleatórios presos pela corrente preta. Percebi meu pulso nu, limpo.

Como eu podia me esquecer?

Fui até lá e peguei a pulseira, levantando até perto dos meus olhos, os pingentes brilhavam com a luz matinal que passava pelo vidro da janela e atravessava as cortinas. Deixei escapar um rápido sorriso nostálgico. Quantas lembranças difíceis, quantas lembranças maravilhosas. Me perguntava se algum dia eu encontraria alguém com uma pulseira igual a minha, alguém que tivesse as mesmas raízes que eu na arte. Alguém que tivesse conseguido.

Olhei no relógio do meu pulso esquerdo: se eu não saísse agora, ficaria atrasada.

Voltei para a cozinha, pegando as chaves. Coloquei a pulseira no bolso lateral da minha bolsa, que joguei no ombro. Saí do apartamento. No corredor, me virei para trancar a porta, mas no momento em que coloquei a chave na fechadura, ouvi um barulho ao meu lado. Me virei e vi uma mulher trancando a porta do apartamento vizinho.

Os cabelos loiros com as pontas tingidas de rosa estavam presos num coque frouxo. O visual despojado: jeans desbotados dobrados nos tornozelos, sapatilhas pretas e uma blusa larga e fina, mais curta na frente, dobrada até os cotovelos.

— Tia? — perguntei, encarando, perplexa, o rosa desbotado dos cabelos dela.

Ela se virou rapidamente, tirou os óculos escuros de armação redonda e me olhou sorrindo, com seus olhos azuis.

— Lynn! — ele comemorou.

Pulou em cima de mim, num abraço apertado e bagunçado; no estilo dela.

— Finalmente, pensei que teria que invadir a noite de Romance Trágico se quisesse falar com você! — falei, sentindo minhas costelas sendo esmagadas.

— Ei, isso é só nas segundas. Terça é noite de noite de série. — ela me soltou.

— Menos mal. — sorri de alívio.

— Estou superatrasada! — ela disse olhando no relógio do meu pulso. — Mas ainda bem que te vi.

Ela enfiou a mão dentro da mochila Carmen Stenfens, e de lá tirou uma chave.

A chave de um carro.

— Dica: não é minha. — ela estendeu a outra mão, com a chave do carro dela.

— Não... Você está brincando. — disse, pegando a chave da sua mão.

— A cidade é grande, a maioria dos jovens tem seu próprio carro. Eu tive uma longa conversa com seus pais, mas eles acabaram cedendo.

— Você é a melhor tia do mundo, sabia? — disse sorrindo.

— E melhor madrinha, melhor vizinha...

— Você é a melhor. — resumi.

Ela sorriu.

— Relaxe, pode trazer quem quiser para cá. Não pretendo ser a tia dedo-duro.

— Relaxe, você. Não pretendo trazer ninguém para cá. — terminei de girar a chave antes de guardá-la dentro da bolsa.

— É assim que tudo começa.

— Tchau, tia, já estou atrasada. — disse indo em direção ao elevador.

— Conversamos depois?

— Sem Titanic? — perguntei, entrando no elevador.

— Sem Titanic. — ela beijou os indicadores cruzados.

— Tchau, solteirona.

As portas do elevador começaram a se fechar.

— Olha só quem fala!

Eu ri.

Quando as portas estavam quase fechando, ela arregalou os olhos e impediu que se encontrassem.

— O que foi? — perguntei.

— Me esqueci de que também tenho que ir embora!

***

Desci do carro, trancando-o logo em seguida.

Um 6790

Guardei a chave dentro da bolsa e comecei a caminhar em direção ao prédio principal. Ainda não era o horários de início das aulas, então os estudantes estavam espalhados pelo campus. Um grupo de artistas rabiscava seus blocos e cadernos debaixo da sombra de um pequeno salgueiro que havia e um dos cantos, um pouco afastada deles, uma garota de cabelos violeta, com material de pintura entre os braços, caminhava. Seu olhar era baixo, mas tinha aquele mesmo brilho nos olhos, aquela mesma expressão artística.

Ouvi risadas de um dos cantos, um grupo de pessoas conversava e ria. Reconheci duas figuras inesquecíveis no meio do grupo: Armin e Alexy. Lado a lado, era fácil distingui-los, mas os traços faciais, o sorriso, a risada. Eram idênticos e diferentes. Alexy levantou o olhar e me viu, sorriu alegre e acenou animadamente. Sorri e acenei de volta. Armin se virou para a mesma direção que o irmão, até seus olhos me encontrarem, ele sorriu. Sorri de volta, antes de voltar a caminhar.

Mas uma visão em particular interrompeu, não meu caminhar, mas meus pensamentos. Havia um canto onde a sombra de uma arvore completava a beleza da paisagem, o meu ponto de vista, o meu ângulo, deixou a visão ainda mais intrigante. As curvas da sombra da árvore eram belamente interrompidas por uma visão ainda mais chamuscante. Por curvas que, com certeza, transmitiam mais calor do que uma arvore de Cerejeira.

Lysandre estava sentado sob aquela sombra, a grama era mais escura à sua volto. O vento bagunçava seu cabelo, mas ele não pareceu incomodado por isso. Nada tirava sua atenção.

Eu não tinha parado de andar, mas os passos eram mais lentos.

O lápis que segurava dava pequenas curvas no bloco de notas, mas sempre seguia uma linha constante, até que precisasse ir para outra; ele escrevia. Será que minha mãe estava certa?

Balancei a cabeça. Reprimi um tentador desejo de me sentar ao lado dele e segui caminho, em direção ao prédio principal.

Sem desvios dessa vez.

Assim que entrei, me deparei com mais um corredor no qual eu com certeza me perderia. Peguei o papel que a diretora havia me entregado. Apesar de não conseguir ler muito bem, me lembrava das palavras dela. Procurar o presidente do Grêmio.

— Ei. — chamei a atenção de um garoto que estava sentado no chão do corredor, de fones.

Ele não pareceu me ouvir, mas quando viu meus tênis Nike parados a sua frente, levantou o olhar vagarosamente, seguindo pela minha calça preta rasgada nos joelhos, depois a blusa branca, até meu rosto. E então — e só então — tirou os fones.

— Olá. — falei.

— Olá.

— Você pode me ajudar?

Ele pausou a música, antes de voltar a olhar para mim, não disse nada, mas seus olhos cinzentos pareciam querer que eu continuasse.

— Eu preciso achar o presidente do Grêmio. — falei.

Ele sorriu de canto, soltando uma risada nasalada. Se levantou, arrumando os jeans escuros e guardando o celular no bolso. Parecia mergulhado em ego e indiferença, mas deduzi que ele não era tão ruim quanto parecia, pois o som que escapava dos fones de ouvido — agora mudos e pendurado ao redor do seu pescoço — era, sem dúvida, Underneath. E isso era bom.

— Por que os novatos sempre acham que eu sei onde o Nathaniel está? — ele arqueou uma sobrancelha, colocando as mãos nos bolsos.

Ele tinha cabelos vermelhos e lisos e usava uma jaqueta preta de couro. Seus olhos eram cinza como as nuvens em um dia de tempestade; não transmitiam o flerte de Armin, nem a tranquilidade de Lysandre.

— E você não sabe? — arqueei também a sobrancelha, com um fino sorriso.

— É claro que eu sei. — respondeu presunçoso.

— E onde é?

— O líder geralmente fica no Grêmio, mas ele tem o péssimo costume de se esconder quando alguém está procurando por ele. — ele falou com um pequeno toque de humor.

— Oh, temos um ninja aqui! — eu disse rindo.

— Mais ou menos isso. — ele assentiu.

— Costuma procurar muito por ele?

— Na verdade, adoro quando ele desaparece. Podia ser definitivo, mas ele ainda não me deu essa alegria. — ele sorriu de canto.

— Bem, agora não é uma boa hora para ele desaparecer. Preciso dele. — dei um sorriso torto. — Onde é o Grêmio?

— Volte para o corredor de onde veio, primeira porta à direita. Pelo visto temos uma Míope. Na porta da sala tem uma placa onde está escrito “Grêmio”.

— Minha visão realmente não é o melhor dos meus sentidos. Mas sem preconceito, legal?

Ele sorriu, com uma sobrancelha arqueada.

— Valeu pela ajuda, garoto do corredor.

— Castiel. — ele falou.

— É um nome de anjo.

Ele sorriu sarcasticamente e, antes que dissesse mais alguma coisa, falei primeiro:

— Eu sou Coleen, mas...

— Posso te chamar de Lynn. — ele completou. — Boa sorte, novata. Agora, me deixe em paz.

Ele voltou a se sentar no chão e se encostar à parede, enquanto pegava e destravava o celular. Colocou os fones novamente no ouvido. O barulho que saia dessa vez era mais alto, talvez fosse SAIL ou algum Heave Metal Violento para Bad Boys. Arqueei uma sobrancelha. Que gentileza...

Acabei quase rindo. Seria mesmo uma pena se eu fosse uma novata ingênua que ficasse atraída por pessoas que fazem pouco caso de mim, mas  — ainda bem — esse não era o meu caso. Esperava que ele percebesse isso logo, apesar da extrema educação, ele usava uma camisa do Aerosmith. Provavelmente era um garoto legal e de bom gosto, por trás daquela pose de Bad Boy.

Ele olhou para cima e arqueou a sobrancelha, mas ignorei sua possível perca de paciência e dei as costas para ele, começando a caminhar na direção que ele havia me guiado: o primeiro corredor.

Alguns poucos minutos de caminhada e me deparei com a porta que, sim, tinha uma placa onde estava escrito “Grêmio”. Bati na porta... Nada.

— Ah... Com licença. — falei mais alto, enfiando a cabeça pelo pequeno espaço que havia aberto da porta.

— Entre! — uma voz masculina e educada falou de dentro.

Ainda sem ver a pessoa que havia falado, abri inteiramente a porta, passando por ela. Lá dentro, havia uma mesa de escritório repleta de papéis cuidadosamente organizados e uma cadeira vazia atrás dela. O notebook estava desligado e não tinha nenhum sinal de alguém por ali.

Havia uma pequena porta ao lado com o nome “Arquivo” escrito na plaquinha metálica. Me aproximei dela, olhando para dentro. Era um cômodo pequeno, com três fileiras de armários. Os vácuos entre os armários funcionavam como estreitos corredores pelos quais era possível circular por aquele lugar, onde parecia haver apenas gavetas repletas de papéis.

Mas não havia ninguém.

— Olá? — chamei.

— Ah!

Quando me virei para o lado, vi apenas uma pilha de papéis caindo em cima de mim, e junto dela, veio um peso maior, que me jogou inteiramente no chão, fazendo com que eu batesse a cabeça. Nem percebi que, quase por instinto, fechei meus olhos. Ao abri-los, vi, ao meu redor, papéis voando, ziguezagueando e dançando lenta e barulhentamente antes de ir ao chão. Mas à minha frente, apenas um par de olhos cor-de-caramelo.

Quando ele pareceu perceber o que tinha acontecido, arregalou os olhos.

— Ah! M-Me desculpe. — ele começou a se levantar.

Enquanto ele saía de cima de mim rapidamente, eu me ergui, sentando-me com a mão na parte traseira da cabeça. Quando ele já estava de pé, esticou o braço, ainda um pouco constrangido. Olhei para ele e peguei sua mão, ele me surpreendeu com sua força, me puxando para cima com uma facilidade impressionante para um presidente do Grêmio. Quero dizer, ele, com certeza, era o presidente do Grêmio. Apesar de a blusa justa — azul-escuro — dar-lhe estilo, o cabelo loiro impecável e a pose responsável não negavam isso.

Em apenas meio segundo, eu estava de pé diante dele, ainda segurando sua mão.

— Eu sou Coleen. — aproveitei que dávamos as mãos e transformei aquilo num aperto.

Ele sorriu gentilmente, ainda meio constrangido.

— Eu sou Nathaniel. — ele disse.

— Desculpe ter entrado desse jeito.

— Me desculpe você. Eu cai em cima de você! — ele disse, logo separando nossas mãos e colocando a dele sobre a testa. — Por favor, me perdoe.

— Ei, está tudo bem. — eu ri. — Não é como se você tivesse quebrado uma vértebra minha. Eu estou bem.

Sorri, tentando convencê-lo. Ele suspirou.

— Que bom que está bem. Eu nunca me perdoaria se tivesse realmente quebrado uma vértebra sua. — ele riu, parecendo melhor.

Sorri, satisfeita.

— Isso seria um grande problema, mesmo. Mas não foi dessa vez. — eu disse rindo.

— Você é a garota nova, não é mesmo? A diretora me disse que você iria me procurar.

— Sou eu, sim. — falei.

— Bem, acho que te devo um tour pela escola. — ele sorriu simpaticamente.

— Tem certeza? Eu posso te ajudar a arrumar esses papéis. Para todos os efeitos, estamos adiantados. A aula ainda não começou e era para eu estar aqui apenas no horário de almoço. — ajustei a alça da bolsa no meu ombro.

— Não vou negar. Adoraria a sua ajuda.

— Legal. — coloquei a bolsa no chão. — Melhor começar logo, não? — arregacei as mangas.

Ele me olhou ainda sorrindo e assentiu.

— Obrigado.

Sorri.

— Okay, que papéis são esse? — perguntei, olhando para o chão.

— As folhas azuis são planejamentos escolares dos professores, as rosas, projetos do Grêmio, e as amarelas são cópias do cronograma da escola.

— Okay.

— Mas cada professor tem três folhas, e elas devem ser separadas.

— Então você pega as rosas e eu as amarelas, depois separamos as azuis juntos.

— Perfeito.

Nos abaixamos e começamos a pegar as folhas. Poucos minutos depois, em cima da mesa dele, havia uma pilha de folhas cor de rosa e outra de folhas de cor amarela. Ele estava sentado na cadeira dele, e eu, encostada à sua mesa, de frente para ele. Nós separávamos as folhas azuis, três de cada professor. Prendíamos as folhas com clipes, para que não se misturassem novamente. Enquanto isso, conversávamos.

— E esse é do professor... Faraize. — entreguei a folha para ele.

— Ele vai ser seu professor de História. — ele pegou a folha.

— Estamos na mesma turma? — perguntei.

— Não tenho permissão para te dizer isso.

— Ah, Nathaniel, você é muito sério. — disse entregando três folhas com o nome da professora Darlaine. — Já pensou em ser mais descontraído?

— Não pode me chamar de sério, li seu Histórico Escolar, lembra? — ele riu.

— Ah, por favor, não comente isso com ninguém. — pedi.

— Eu também não tenho permissão para fazer isso. — ele riu.

Estendi para ele três folhas de um professor chamado Boris.

— Professor de Educação Física, certo?

— Isso mesmo. — ele sorriu, pegando as folhas da minha mão.

Parei de prestar atenção no que deveria estar fazendo, olhando-o colocar o clipe, prendendo as três folhas. Depois disso, separou-as, colocando em cima da sua mesa, ao meu lado. Então, olhou para mim. Provavelmente estava esperando que eu entregasse os três últimos planejamentos de um professor que eu já nem me lembrava do nome. Mas eu continuava olhando as suas mãos, como se ele ainda estivesse fazendo alguma coisa com elas. A verdade é que eu estava imersa nas lembranças.

— Coleen?

Levantei o olhar para ele.

— O que exatamente está escrito lá? — perguntei.

Ele continuou com a mesma expressão facial: em parte confusa, em parte pensativa.

— Nathaniel, é o meu histórico. Você pode me contar.

— Você nunca leu?

— Meus pais nunca autorizaram.

— Talvez tenham um motivo.

— A minha Avaliação Psicológica. — assenti. — Eles não queriam me deixar pior do que eu era. — pisquei, espantando aquela repentina melancolia.

Ele suspirou.

— Quer mesmo saber? — ele perguntou.

Ponderei.

Aquilo me ajudaria em alguma coisa?

Eu tinha certeza absoluta que ainda não era forte o suficiente. Ainda não tinha coragem de encarar aquela garota. De deixá-la para trás.

— Não, não vou te prejudicar por causa disso. — neguei com a cabeça. — É hora de esquecer.

Ele sorriu, se levantando, pegou as três folhas da minha mão e colocou-as junto das outras, em cima da mesa.

— Vamos para o seu tour? — perguntou, com seu sorriso simpático. — Tenho muitas coisas para te mostrar. E, claro, apesentar você ao seu habitat natural. Quero dizer — ele colocou as mãos nos bolso. —, não que você já não tenha estado lá.

— Sou um pouco curiosa, não resisti.

— Vamos?

— Vamos. — sorri.


Notas Finais


Vamos lá gente, quero ver que traz para mim três leitores novos!


Coloquem nos coentários as pessoas que você trouxeram!

Se você chegou aqui por recomendação de um amigo, diga-me o que achou!


Sugestões, Puddin's?


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