História Boys Kissing Boys (Larry) - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias One Direction, Zayn Malik
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Amor, Gay, Harry Styles, Larry, Larry Stylinson, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, One Direction, Romance, Yaoi, Zayn Malik, Ziam, Ziam Mayne
Visualizações 173
Palavras 2.849
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 12 - Twelve


Louis havia começado a faculdade de direito há duas semanas, estava se esforçando, dando o melhor de si e se sentia morto por isso. Sua vida estava como ele temia. Corrida e cansativa como o inferno. 

E ainda tinha Eleanor lhe cobrando atenção, e falando de novo sobre filhos. Os filhos que Louis não queria ter. Não com ela. 

- Se tocar nesse assunto outra vez, tá tudo acabado, ouviu? - ele disse em alto e bom som para que ela ouvisse bem e esquece aquela história. 

Eleanor assentiu com o olhar baixo e depois viu Louis sumir ao atravessar a porta de sua casa. 

Ele estava cada dia mais estranho e distante. Colocava a culpa nos estudos, mas ela sabia que não era só isso. Uma pessoa não pode estar vinte e quatro horas por dia com a cabeça concentrada em estudar. Eles mal se viam agora, e quando acontecia, Louis ficava alheio a tudo que ela dizia, com o olhar focado num ponto fixo, ele mal piscava o olho e as vezes sorria sozinho.

Eleanor achava mesmo que Louis estava com outra garota. 

No entanto, o dono de seus pensamentos tinha um belo par de olhos verdes e covinhas no sorriso. 
Harry simplesmente sumira. Desde o dia que Eleanor e ele se viram em seu apartamento. Louis ligava e ele não atendia, mandava mensagens inutilmente porque todas estavam sendo prontamente ignoradas. 

O anel dele ainda estava guardado na gaveta de seu criado mudo, e Louis o olhava quase todas as noites se perguntando o que fizera de errado para Styles estar agindo daquele jeito. 

Talvez Harry tenha se cansado. Talvez aquela aventura tenha chegado ao fim e ele agora deve ter encontrado uma diversão mais interessante. 

Louis entrou de volta em sua picape preta, um modelo do ano de dois mil e treze. O carro não era lá essas coisas, mas tinha duas cabines e era confortável. Sua mãe lhe deu de presente antes dele se mudar para Nova Iorque. Louis amava aquele carro, por mais simples que ele fosse. 

Dirigiu de volta até o campus. Já que Eleanor tinha feito o favor de estragar o dia deles ele resolveu voltar a faculdade e terminar de assistir o restante das aulas do dia. Não podia se dar ao trabalho de perder aula, precisava se formar e ter um bom emprego o mais rápido possível. Não que ele fosse terminar a faculdade em um ano ou algo parecido, mas reprovar um semestre já seria uma grande puxada se tapete em sua vida, e assim que se formasse Louis pretendia pegar suas malas e voltar a Docanster. Nova Iorque é legal, mas é agitada demais. 

Louis deixou seu velho carro no estacionamento do campus, entre tantos outros carros caríssimos lá estava o seu. Pequeno e simples, mas com um valor afetivo enorme, porque havia sido um presente de sua mãe. 

Um pouco mais a frente, havia um garoto, cabelos negros, barba bem feita, e algumas tatuagens. Estava sentado sobre o capô de uma BMW preta com um cigarro preso entre os lábios. Parecia entediado com a paisagem dos carros a sua volta. 
Louis espremeu os olhos para enxergar melhor, porque aquela silhueta lhe era familiar. 

Zayn. É claro. Com aquela cara de tédio quem mais poderia ser? 

Louis andou até ele. Zayn levantou o olhar ao que viu o menor se aproximar. 

- Louis, que surpresa. Não sabia que estudava aqui. 

- É, eu ganhei uma bolsa integral. 

- Entendi. Você quer? - Zayn ofereceu o cigarro, e Louis aceitou. - Está gostando das aulas? - perguntou ele, por perguntar é claro. Zayn não estava de fato interessado na vida acadêmica de Louis. Ele ainda estava brigado com Liam e não conseguia pensar em mais nada. 

- Para ser sincero. Tudo aqui é muito entendiante. Eu não conheço quase ninguém e fico a maior parte do tempo preso em casa. 

- E o Harry? Vocês saíram algumas vezes. - Malik disse. Louis soltou um risinho fraco se lembrando de Harry. Aquele imbecil. 

- Eu não sei dele. Ele sumiu. 

- Sumiu? 

- É. Não atende as minhas ligações, nem responde as minhas mensagens e até agora eu não sei o que fiz de errado para ele estar me evitando assim. - Louis disse, tragou o cigarro mais uma vez e soprou a fumaça para cima. 

Zayn soltou um risinho fraco, assim como o de Louis. 

- Harry... Harry. - ele suspirou, sorrindo. - O idiota, está fazendo de novo. - voltou a olhar para frente, como se estivesse observando a mais bela paisagem. Zayn estava chapado. 

- O que? O que ele está fazendo? Usando as pessoas? Eu percebi que ele gosta de fazer isso. - Louis disse, um pouco irritado. Zayn riu e balançou a cabeça. 

Harry estava gostando de Louis, por isso estava se distanciando. Ele faz isso porque tem medo de amar, e Zayn sabe disso. Mas talvez ele achasse que estava na hora de seu amigo tomar um rumo na vida, talvez fosse a hora de Harry quebrar aquela casca e se deixar gostar de alguém. O amor foi feito para gente se machucar de vez em quando, ele não pode fugir disso para sempre. Ninguém pode. 

- Hoje a noite vai haver uma festa. - Zayn pegou sua mochila e tirou de lá um caderninho. Anotou o endereço e horário do lugar da festa. - Aqui. - entregou a Louis. - É uma festa de fraternidade. Você vai gostar. Pode tentar amizades novas por lá. 

- Amizade com esses mauricinhos? Dispenso. - revirou os olhos. 

- Não julgue o livro pela capa. Você está julgando todos eles como se tivessem a personalidade do Harry. Seja mais compreensivo. Nem todo mundo tem aquele narizinho empinado e a conta bancária que a mãe dele tem. - Zayn disse e Louis riu, olhou o papel em suas mãos. Harry com certeza vai estar nessa festa. Louis vai entregar aquela droga de anel para ele e depois vai mandá-lo ir para o quinto dos infernos. Agora quem não quer mais contato é ele - Louis. Quem Harry pensa que é para lhe ignorar daquele jeito? Custava responder a droga de uma mensagem? Certamente os dedos dele cairiam por isso. 

- Talvez eu apareça por lá. Eu ainda não sei. Tenho muito o que fazer. - ele disse, indiferente. 

- Sei. Então eu te vejo por lá... Se você for. - Zayn disse, com uma certa ironia na voz. Ele sabia que Louis ia aparecer. Estava escrito em sua testa que estava louco para ver Harry. 

Zayn saltou de cima do capô do carro, apagou seu cigarro no chão e jogou a guimba embaixo de um outro carro. 

- Preciso ir. A gente se ver por aí, Louis. 

- Até mais. - Louis disse, afastando-se do carro que Zayn adentrou, e saiu dirigindo pelo estacionamento do campus. 

• • •

Louis colocou sua melhor roupa naquela noite, e fez questão de usar também seu melhor perfume. Se Harry estivesse mesmo lá - como ele esperava - veria que não vai fazer com ele o que faz com todos com quem fica. 

Louis pegou as chaves de casa e do carro que estavam em cima da cama, depois, andou até o criado mudo e pegou o anel que Harry havia deixado ali semanas atrás. Andou de volta até a porta, passando pela casa e desligando todas as luzes. 

Dentro do carro, ele conferiu o endereço que Zayn lhe passou e então finalmente dirigiu até o local da festa. 

Era num bairro de gente rica, - como ele imaginava - o som estava alto e tinha carros luxuosos estacionados em todos os lugares. Louis devia ser o único estudante de direito naquele lugar, ele não esperava que seus colegas de turma fossem estar num ambiente daqueles, vendo adolescentes beberem e usarem drogas como se fosse seu último dia na terra. 

Louis olhava tudo a sua volta, as pessoas e como elas pareciam insanas. Há quanto tempo aquela festa estava rolando, afinal de contas? Todo mundo já estava bêbado o suficiente para não saber seu próprio nome. 

No canto da parede, um garoto estava deitado no sofá, sem camisa, enquanto duas garotas lambiam vodca em seu abdômen. 

Louis agora se perguntava quando a polícia chegaria ali para acabar com toda aquela baderna, e pelas suas contas, a maioria ali ficaria detido, inclusive ele por ser maior de idade. 

- Louis! Eu sabia que você viria. - Zayn berrou ao seu ouvido, o assustando. 

- Oi, é, eu vim. Faz tempo que isso aqui começou? - perguntou ele. 

- Umas duas horas. Vem, vamos beber. - Zayn segurou o pulso de Louis e saiu arrastando-o, fazendo-o esbarrar nas pessoas, derrubando seus copos de bebida. 

Zayn parecia bêbado o suficiente, e Louis imaginou que Harry estaria ainda pior, mas ele não estava. Não estava nem um pouco bêbado, por sinal. 

Louis passou por ele enquanto era arrastado por Zayn. Harry o viu também, era impossível não ver. Por alguns segundos os dois ficaram naquela bolha só deles e foi como se a música tivesse sido desligada. 

O verde preso no azul. E todas as vozes ao redor não podiam mais ser ouvidas. Louis fechou os olhos e só conseguiu se lembrar das mãos dele, e da boca e de como tudo era intenso. 

- Aqui. É uma dose dupla, você vai gostar. - Zayn disse, tirando-o de seu mundinho particular. 
Louis virou a cabeça para olhá-lo e pegou o copo. Quando voltou seu olhar aonde Harry deveria estar não viu ninguém, além de umas garotas que estavam apostando para ver quem conseguia virar mais chotes de tequila em menos tempo. 

Louis engoliu de uma vez só a bebida que Zayn preparou para si. Aquilo era horrível. Gosto amargo e quente, ele sentia sua garganta queimar, mas ele bebeu, e depois, ele fez de novo, e de novo, até se sentir zonzo e um pouco mais livre. 

- Eu já volto. - ele disse para Zayn, com a voz um pouco embolada, e saiu sem esperar uma resposta. Estava procurando por Harry. Andando apressado por entre as pessoas, olhando por todos os lados, sentindo a cabeça rodar, e de vez em quando, a imagem a sua frente virava um grande borrão nublado. 

Louis continuou procurando pela sala. Harry não estava ali. Harry o viu e foi embora. Ele agora se sentia o maior dos idiotas. 

Voltou para perto de Zayn e pegou uma garrafa de vodca que estava com ele. Louis andou com calma até a piscina da casa e se sentou na borda com as pernas cruzadas como uma borboleta. Não havia ninguém ali, e a música estava mais baixa. Ele tirou o anel de Harry de dentro do bolso e suspirou enquanto o olhava. Aquilo era tão Harry. Louis sorriu sozinho, e teve vontade de jogá-lo no fundo daquela piscina, mas ele não fez. Por mais que estivesse irritado com Harry ele não fez. Além do mais, aquilo não ia fazer diferença para ele. 

Minutos depois, um pessoal começou a se aproximar da piscina e pular dentro, fazendo a água voar por todos os lados e molhar toda a roupa de Louis. Ele olhou para si mesmo. Estava bêbado e encharcado. Era hora de ir embora. 

Se levantou do chão e andou aos tropeços até a porta. Ele a atravessou e desceu os degraus com cuidado, caminhando até seu carro. 

Louis sentiu seu coração diminuir ao se aproximar de seu carro e dar de cara com Harry se beijando com outro garoto, encostado num outro carro. 

Ele nem sabe porquê, mas ficou parado ali, olhando a cena e sentindo lágrimas escorrerem pelas suas bochechas. Louis se sentia um idiota por estar chorando. Por que ele estava chorando? Talvez fosse o álcool. Com certeza era isso, até porque, Harry não significava nada para ele. 

Absolutamente nada. 

Louis deu um passo para trás e em seguida deu meia volta.

- Louis! - ouviu a voz de Harry. - Louis, espera! - disse ele, correndo em sua direção. 

Tomlinson continuava andando, como se não estivesse ouvindo ninguém. 

- Ei, tá surdo? - perguntou ao segurar no braço dele, fazendo-o girar e tombar por cima de si.

Louis espalmou as mãos no peito dele e o empurrou, não tendo sucesso. Harry nem saiu do lugar. 

- Me deixa em paz. 

- Aquilo que você viu, não é nada disso que você tá pensando. - Harry disse, ainda o segurando. Louis estava prestes a cair. 

- Eu não 'tô pensando nada. Não me importo com você, nem com quem você está fodendo. Quer me deixar ir embora? - Louis disse, irritado. Harry revirou os olhos e soltou um suspiro. 

- Você está bêbado, não vou te deixar sair assim. Você veio com quem? 

- Eu vim sozinho, e você não manda em mim. Me larga. - ele disse, tentando puxar seu braço. Harry nem estava fazendo força, mas se o soltasse era provável que ele caísse. - Eu disse para você me soltar, seu idiota egocêntrico. Quem você pensa que é, uh? Só porque você é rico e mora numa mansão você acha que pode usar as pessoas assim? Acha que eu sou a sua vadia? Pois eu não sou, ouviu? - Louis dizia, com a voz embolada, enquanto esmurrava o peito de Harry com sua mão livre, tentando se soltar. 

Cansado do chilique de Louis, Harry o fez se calar com um beijo, prensando o corpo dele num dos carros. Louis cedeu e acabou retribuindo o beijo na mesma intensidade. 

- Está mais calmo agora? - ele perguntou, olhando para ele bem de pertinho. 

- Eu ainda odeio você. 

- Eu sei que odeia. - Harry sorriu. - Vem, eu vou te levar para casa. - ajudou Louis chegar até seu carro, e pegou a chave que estava dentro do bolso dele junto com seu anel e um isqueiro. - Você trouxe. - Harry disse olhando o objeto. 

- Você sabia que estava comigo? - perguntou, e Harry deu de ombros. - Seu cretino, por que o deixou comigo se ia me ignorar depois? 

- Eu não pretendia te ignorar, isso era uma desculpa para te ver de novo. - ele disse, porque Louis não iria se lembrar disso no dia seguinte. 

- Você... 

- Vamos embora. - Harry o interrompeu e o fez entrar no carro, do lado do carona. Em seguida, se sentou no banco do motorista e dirigiu de volta até o apartamento de Louis o ouvindo reclamar durante o caminho até pegar no sono, com a cabeça encostada no vidro do carro. 

Acordar ele foi um problema, era como se estivesse num coma alcoólico, e Harry quase teve que carregá-lo até seu andar, mas com muito esforço Louis acordou, e foi andando até o elevador, com a ajuda de Harry, é claro. 

O cacheado abriu a porta com um pouco de dificuldade, porque tinha que segurar Louis que estava prestes a cair. Quando finalmente conseguiu abrí-la, ele entrou no apartamento simples onde o outro morava e ascendeu as luzes da sala. Deixou Louis sentado no sofá e fechou a porta outra vez. 

• • • 

- Droga, Louis! Quer parar com isso, olha o que você está fazendo. - disse ele, ao ver suas roupas encharcadas. Louis parecia uma criança, jogando água em Harry enquanto este lhe ajudava com o banho. - Tudo bem, já chega. Vem colocar uma roupa. 

- Não, eu quero ficar aqui. Tá divertido. - ele disse, fazendo Harry revirar os olhos e bufar. 

- Sai logo daí, Louis. Eu tô perdendo a paciência com você. - Harry disse, firme. E Louis saiu resmungando como uma criança. 

Harry o ajudou Louis a se vestir, enquanto ele ficava de cara feia. 

- Você é um bêbado insuportável, sabia? Se eu tiver que cuidar de você assim outra vez eu me atiro na frente de um carro. - Harry disse enquanto arrumava os cobertores em cima dele. - Prontinho, está entregue. - Harry se levantou, mas foi impedido de sair, porque Louis segurou sua mão. 

- Fica. - ele pediu, com a voz sonolenta, sentindo suas pálpebras pesarem por causa do sono. 

Harry acariciou a mão dele com o polegar e fez que sim com a cabeça. Deitou-se ao lado dele e ficou lá até que ele embarcasse num sono profundo causado pelo efeito do álcool. 

Quando viu que Louis já dormia profundamente, Harry abriu a gaveta do criado mudo dele, pegou papel caneta e escreveu um bilhete. 

Amanhã quando você acordar e ver isso quero que saiba que te desejo uma dor de cabeça daquelas, só pelo trabalho que você me deu. 

Sorriu enquanto escrevia. 

Precisamos conversar, me encontre na sorveteria do seu bairro, no final das suas aulas. 
E fique com o anel. É o meu presente para você. 

-H.S 

Harry deixou o anel, em cima do bilhete no criado mudo de Louis, fechou as janelas por causa da ventania e deu um beijo leve nos lábios dele antes de atravessar a porta e partir de volta a Soho. 


Notas Finais


VOLTEEEI LARRIES DA MINHA VIDA AAAAAAA eu tô insana depois do clipe de kiwi. Não consigo parar de ver. Socorr.

Tudo bem, deixa eu respirar. Ok. Vamos falar do capítulo.

Mendira não tem o que falar. Eu amei escrever esse capítulo achei que ficou fofinho, apesar da vacilada do Réuri beijando o outro boy. (vou explicar isso no próximo capítulo)

Eu espero que vocês tenham gostado.

Mais uma vez obrigada ❤
Não se esqueça de deixar o seu COMENTÁRIO e se gostou, divulga a história pras coleguinhas Larry XD.
Por hoje é só.
All the love Xx❤


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