História Breath of Life II- Everything is lost - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Caroline Forbes, Damon Salvatore, Davina Claire, Elena Gilbert, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore
Tags Delena, Kalijah, Klaroline, Kolvina, Mistério, Segredos, Stebekah
Visualizações 64
Palavras 2.479
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Hentai, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Depois de mais de um ano sem postar, venho aqui com uma linda cara de pau postar o quarto capítulo da minha fanfic! Finalmente decidi comprar outro computador e recuperar os capítulos do antigo! Não tenho palavras para expressar a emoção que estou sentindo ao escrever essas notas.
Sem mais nem menos, mais um capítulo para vocês
-Enjoy.

Capítulo 5 - Capítulo 4


Fanfic / Fanfiction Breath of Life II- Everything is lost - Capítulo 5 - Capítulo 4

Shot to the heart and you're to blame

Darlin' you give love, a bad name

O clássico Bon Jovi despertava Caroline, fazendo-a encarar o sol em sua janela, lamentando por não ter dormido com ela fechada.

—Bom dia, princesa— A voz que soou perto do ouvido de Caroline a fez gelar—Parece que não conseguiu continuar com aquele joguinho de sedução, afinal?

—Wes, o que você faz aqui? —Questionou Caroline se soltando dele.

—Não se trata do que eu faço e sim do que eu vou fazer. Você costumava amar sexo matinal— Comentou o professor, trazendo-a para mais perto.

—Eu digo, em Mystic Falls.

—Você me ligou, lembra? Vim correndo para cá e nós bebemos, até que você me beijou. O resto você pode deduzir pela nossa falta de roupa— Apontou para si mesmo.

—Merda! —Praguejou, levando as mãos à cabeça. —Acho melhor você sair.

—Como assim? Eu paguei por esse motel! —Exclamou— E achei que ficaria mais.

—Bem, estava enganado— Levantou-se rapidamente antes dele fazer algo— Eu estou indo embora. Não ligue, não mande mensagem, esqueça que isso aconteceu.

—Você gostou, sabe disso— Afirmou, como um meio sorriso no rosto.

Caroline tentava não olhar para o membro do homem enquanto vestia seu lingerie seu vestido vermelho. Ele, por sua vez, a trouxe para perto dele, beijando seus lábios e, aparentemente, sendo retribuído. A estudante de moda colocou os braços envolta do pescoço dele, que sorriu com a desistência dela. Caroline foi o empurrando até a cama e quando o derrubou nela, pegou sua bolsa e saiu correndo.

—Você deve estar de brincadeira comigo— Protestou ele.

Caroline correu pelos corredores do motel, ligando para um táxi que por sorte ainda tinha e torcendo para Wes não aparecer na porta. Depois de tudo o que aconteceu, tudo o que não precisava era de um professor ninfomaníaco atrás dela. Era difícil de admitir, mas mesmo sem poder negar a atração por Wes e a falta de sentimentos por Klaus, sentia falta do carinho que ele fazia para acordá-la. Balançou a cabeça, tirando todo o seu drama de si e entrando no táxi que acabara de chegar.

Tinha outros assuntos para resolver. Katerina era um grande exemplo.

[...]

Já do outro lado da cidade, estava Klaus em seu apartamento, procurando tudo que lembrava Caroline para ele.

Terminar fora a melhor decisão para os dois. Os sentimentos haviam se esgotado e preferia tê-la como amiga do que esse relacionamento que não tinha mais sentimentos, não era nem concreto. Guardou todas as fotos dentro de uma caixa verde junto com todos as lembranças que tinha dela e saiu do apartamento para colocá-las no fundo do seu closet.

O som da campainha o fez despertar da incrível vontade de abrir aquela caixa e colocar tudo de volta onde estava. Levantou-se e olhou pela tela onde mostrava o que as câmeras gravavam e viu uma garota baixinha de cabelos vermelhos, encharcada pela chuva que Klaus sequer percebeu.

—Quem é? —Questionou Klaus pelo microfone conectado a tela.

—Oh, essa não é a voz do Tristan. Me desculpe, errei o apartamento— A voz dela é de sotaque, então ela não é daqui—Pensou ele. Abriu a porta encarando agora os olhos verdes dela.

—Tristan, é o meu vizinho e agora ele deve estar chegando do trabalho— Avisou ele— Por que não entra e espera ele chegar?

—Não quero incomodar— Disse ela, sorrindo vagamente.

—Não é incômodo, eu não vou sair, de qualquer jeito. Ligue para ele, talvez ele se apresse.

—Não, eu posso esperar por ele. —Protestou a ruiva entrando no apartamento— Apartamento bonito.

—Obrigado. Foi decorado pela minha irmã, moro aqui com ela— Explicou— Então, você é namorada do Tristan?

—Não, ele é meu irmão.

—Eu desconfiei— Trouxe uma toalha para ela, que aceitou de bom grado— Tristan não tem bom gosto para garotas.

Ela riu, corando pelo jeito que ele falou.

—É, disso eu sei muito bem. Já aturei tudo o que era garota por conta daquele idiota— Resmungou— a propósito, sou Aurora de Martel.

—Klaus Mikaelson.

Ela sorriu ao ouvir o nome dele, apertando sua mão. Definitivamente visitar seu irmão foi a melhor escolha.

[...]

—O que houve, Elijah? Que casa é essa? —Perguntou Elena chegando na casa rústica, vendo o Mikaelson e sua irmã gêmea.

—É minha, comprei anos atrás com Tatia. Queríamos ter algo em Mystic Falls— Ele parecia desconfortável ao falar da ex esposa e Elena percebeu considerando a conversa encerrada.

—Ok, por que nos chamou? Tenho certeza que não é para falar da decoração— Caroline ditou, chamando atenção para ela e os outros que também estavam na sala de estar da casa.

—Certo, vamos ao ponto— Concordou— Ainda me intrigava porque Andrea matou Hayley, já que elas eram amigas e provavelmente deveria estar ajudando-a com esse plano psicopata então comecei a pesquisar e consegui o atestado de óbito dela.

—Suicídio, nós sabemos— Respondeu Klaus.

—Na verdade, eu olhei o local da morte dela também. O resultado consta como homicídio, mas há locais de luta, como se ela estivesse se batendo contra as paredes até sangrar. —Explicou.

—Então você pensa que a morte de Hayley não foi um homicídio? —Deduziu Stefan.

—Sim, é o que pensamos. Talvez Andrea achasse que ela não era mais necessária— Katherine completou.

—Mas Andrea e Hayley passaram a infância juntas, certo? Como Andrea seria capaz de fazer algo assim com a própria irmã? —Damon se pronunciou.

—Talvez não tenha sido ela— Comentou Elijah, dessa vez criando uma hipótese em sua mente— Nós sabemos que Kaleb era Katerina na época e Andrea apenas dava os recursos, talvez Kaleb tenha feito isso ao invés de Andrea.

—Mas Kaleb não fazia nada sem a permissão de Andrea— Contestou Caroline.

—Outra vez, é apenas uma hipótese. Não sabemos ao menos porque Andrea fez o que fez. Kaleb é um psicopata nato, mas Andrea era só uma garota. Hayley construiu uma vida aqui e em New Orleans, o que os fizeram destruir toda uma carreira promissora apenas para voltar aqui e fazer da vida de desconhecidos um inferno? Existe um motivo para ela fazer o que faz e precisamos saber.

—Entretanto, temos que ser cuidadosos. Se ela perceber o que estamos fazendo...

—Temos muito a perder— Fala Damon e todos percebem que ele se refere ao filho, ninguém aqui melhor que os Salvatore sabem o que é perder alguém— Temos que mantê-los protegidos.

—Sim, mas por enquanto apenas finjam que não sabem o que está acontecendo— Aconselhou o Mikaelson de terno— Vocês são adultos agora. Tem deveres para cumprir.

—Estou faltando muito a faculdade— Resmungou Caroline.

—Stanford está em recesso. —Respondeu Elena e Klaus assentiu.

—Mudei de emprego e agora vou ficar um tempo em Mystic Falls. —Damon disse.

—Eu me viro com Harvard. — Repetiu Stefan.

—Estou bem na faculdade, nem irão perceber. Estou a seis meses na teoria— Caroline tranquilizou todos. Ela era a única faculdade que ainda não estava em recesso. Como se textos a ajudassem a desenhar roupas.

[...]

—Rebekah— Chamou Stefan enquanto ela ia para o seu carro após sair da casa de Elijah. A loira suspirou e virou-se para ele, mesmo que parte do seu cérebro apenas dissesse ignorá-lo e entrar dentro do camaro 2017.

—Sim? —Respondeu com o sorriso mais falso do mundo.

—Ah, eu só queria te agradecer por ter me ajudado no enterro— Ele disse envergonhado por estar incomodando, já que conhecia muito bem o sorriso verdadeiro da ex e sabia que não era aquele.

—De nada— Ditou ela— Era só isso?

—Na verdade... — Obrigou-se a se interromper— Não, era só isso mesmo.

Rebekah deu um sorriso fraco e Stefan retribuiu, se contentando apenas com o “ao menos ele não é forçado” em sua mente e saiu da frente dela, entrando no Mercedes preto que havia comprado dois meses atrás.

Quando quase todos os carros saíam da rua distante em Mystic Falls, Rebekah fechou os olhos e fez uma cara de dor. Sabia que havia magoado o loiro com a frieza e o sorriso falso. Afinal, o dissera uma vez que quando um sorriso falso saísse de seu rosto, era porque não suporta mais a pessoa alvo do gesto, ou seja, não tinha sentimentos por ela. Doía que o deixasse pensar assim, mas após tudo o que ela passou... Era extremamente necessário.

Desligou-se das memórias antes que elas a levassem aquela noite que sempre quis apagar de sua vida e dirigiu-se ao carro, mas quando ia dar partida e tirar o carro do 0km, seu celular falou que havia uma mensagem.

 “Bem-vinda de volta, Rebekah. Pena que não temos mais ninguém com você. Afinal, Stefan ficaria tão feliz em saber, não é? —H”.

 [...]

—Estou maravilhada, Damon! —Freya disse após o sinal tocar definindo o intervalo entre uma sala e outra.

—Obrigado— Agradeceu, verdadeiramente grato pelo elogio.

—Nunca vi uma sala tão focada em escutar o que o professor fala como essa, está de parabéns— Elogiou outra vez. —Depois que meu pai se aposentou e se mudou para o Havaí, eu mudei a escola toda.

—Eu percebi, agora ela é externa —Comentou ele.

—Sim, interna dava muito trabalho. Eu já estudei aqui, sei como burlar as regras de um jeito que papai nunca desconfiaria e sei que foram criadas muito mais desses truques, nunca poderia controlar. —Explicou. —E também diminuiu a má fama que tinha essa escola por conta dos... assassinatos.

—Você deve ter perdido alguns alunos, já que alguns pais colocavam seus filhos aqui para prendê-los. —Mudou de assunto.

—Sim, mas o preço da mensalidade abaixou também e recebemos mais alunos— Constatou a loira— Mas como estão as coisas com você? Quantos anos o pequeno Max tem?

—Fez seis anos recentemente— Disse orgulhoso— É o mais inteligente da turma.

—Tenho certeza que herdou de você.

—Sim, ele está estudando aqui e fiquei feliz em saber que a escola não é mais interna. Não gostaria de perder muito tempo sem ele— Explicou.

—Agradeça as mudanças então.

—É, essa escola realmente mudou.

—Na verdade, tudo mudou. Quando terminaram o ensino médio, vocês estavam todos juntos e agora estão tão... mudados.

—É, tudo mudou mesmo.

[...]

Elena estava indo falar com Davina, que estava indo falar com Freya na Mikaelson High School então foi até lá ver as duas. Quando entrou na escola, estava apressada e acabou derrubando os livros de um garotinho.

—Oh, me desculpe, não te vi— Disse abaixando-se para pegar os livros do menino e colocá-lo na mochila.

—Tudo bem, eu sou muito baixinho para as pessoas me verem, mesmo— Ela riu do comentário.

—Mas é um gênio! —Elogiou ao ver o caderno de Matemática avançada.

—Meus pais vivem dizendo isso, mas eu acho que só faço a minha obrigação.

—Eles são muito sortudos— O garotinho sorriu— Qual é o nome da criança que tem os pais mais sortudos do mundo?

—Maxon Scott Salvatore— apresentou-se.

Elena gelou. Como poderia não ter percebido? Era praticamente a cara de Damon. Porém, ele estava muito diferente da última vez que o havia visto.

—E você está indo para casa sozinho, Maxon? —Perguntou ela.

—Não, a mãe dele está aqui para buscá-lo— Uma voz inesquecível soou atrás dela.

—Mamãe! —Gritou Maxon, indo abraçar Rose.

—Eu não sabia que ele já estava estudando aqui— Explicou Elena encarando a esposa de Damon.

—Sim, Damon não quis fazer ele perder tempo. Max, querido, vai indo para o carro, eu vou procurar seu pai— Rose pediu ao filho que, desengonçado, foi correndo até o automóvel— Como está a vida, Elena?

—Está boa, e a sua? —Perguntou, mesmo sem querer saber.

—Melhor do que nunca. Você sabe, ter Damon com Maxon foi a melhor coisa para mim. Ter uma família unida como a minha, deve ser para poucos. —Rose mantinha a voz normal, mas Elena podia sentir o tom de provocação como uma lâmina em brasa pelo seu coração.

—Fico feliz por vocês, até mais— Despediu-se ela saindo antes que começasse a chorar na frente da morena, mas podia sentir o sorriso vitorioso da mãe de Max atrás dela. Entrou dentro do carro já no estacionamento, pedindo forças a força de Star Wars para não voltar e dar na cara dela. Mas nada do que aquela vadia disse era mentira, afinal. Ela estava casada com Damon e tinha um filho com ela. Um filho que ela nunca iria poder dar a ele, afinal.

Elena esqueceu-se completamente de Davina ou de Freya, assim como nem percebeu quando chegou em casa e entrou no seu quarto. Na verdade, só se deu conta disso quando viu um pacotinho com um pó branco e um bilhete:

“Nunca diga que eu nunca te dei nada—H”.

[...]

—Década ruim— Stefan voltou a responder a mesma pergunta que já lhe fizeram esse dia em uma lanchonete. Só que dessa vez era em uma boate e era com uma garota ruiva de olhos negros.

—Tem alguma coisa que eu possa fazer? —Perguntou ela colocando uma mão em sua perna, apertando-a.

—Eu posso pensar em algumas— Comentou virando-se para ela.

—Minha casa ou a sua? —Questionou.

—Na sua, tenho um irmão com esposa e filhos na minha— Explicou ele.

—Tenho certeza que valerá a pena.

—Vou cuidar para que valha.

[...]

—Qual é, Kol! Só mais uma loja e nós vamos ver Star Wars, eu prometo! —Disse Amélia puxando o amigo pelo braço.

—Você disse isso das três últimas, já chega, vamos perder a sessão.

—O que tem de bom nesse filme, afinal? É só um monte de soldados brancos com um cara diferente de preto e um cara com roupa de judô. —Resmungou ela.

—Você já assistiu por acaso.

—Só os novos.

—Por isso você não gosta, os novos foram um saco. Os primeiros são lendários!

—Não me interessa, vamos passar no Mc Donalds!

—Se você não quer ir, me encontra da C&A daqui a dez horas.

—O filme dura tudo isso?

—Acha que eu vou assistir só uma vez?

E, assim, saiu do campo de visão da amiga com benefício. Chegou praticamente em cima do filme e acomodou-se sem fazer muito barulho. Kol olhou para o lado e viu uma menina baixinha com a mesma pipoca e refrigerante que ele e logo a reconheceu.

—Davina.

—Kol! O que faz aqui?

—Acha que eu perderia Star Wars?

—É, isso era uma coisa que você nunca perderia.

—Nem você, eu amava isso em você.

—Eu amava isso em você também.

Eles continuaram a se encarar até que a abertura começou e eles se concentraram na tela.

[...]

—Ainda não sei como consegue passar despercebida por aqui— Kaleb disse.

—Tenho meus modos, amor. Não se preocupe, ninguém percebeu os gemidos de prazer que eu fiz você dar agora— Respondeu saindo de cima dele.

—Você é perfeita, Andrea. Eu te amo.

—Eu sei.

—O que veio fazer aqui, afinal?

—Vim dizer que não demorará até conseguir sua vingança.

—Os jogos começaram?

—Ah, meu amor, eu planejo fazer muito mais que só jogar! 


Notas Finais


E AÍ GOSTARAM? Terça feira tem mais!


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