História Broken Heart - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Palavras 3.013
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 8 - Mas você resolveu me deixar segura naquele carro.


Fanfic / Fanfiction Broken Heart - Capítulo 8 - Mas você resolveu me deixar segura naquele carro.

Kylie havia me buscado, mas acabei ficando na casa do Justin mais do que podia. O resultado disso foi que papai acabou me deixando de castigo. Ele nem ao menos queria deixar, e eu acabei abusando da vontade dele, o positivo disso era que eu não poderia sair por um final de semana e só, sendo que poderia ter sido pior. Agora eu estou de pé, olhando para as minhas olheiras incansáveis. Graças à Deus que eu não estava de ressaca pelas bebidas de ontem. Eu não tinha conseguido dormir, e o resultado de hoje, domingo, era esse. Tudo o que Justin passou e carrega até hoje se tornou um fardo pra mim também. Eu queria ajudá-lo. Mesmo que ele seja grosseiro e violento, eu pude ver um Justin diferente na festa da Holland. O mesmo que me defendeu e que definitivamente não deveria morrer assim.

Desço as escadas. Papai serve o seu próprio prato com ovos, e quando me vê, abre um sorriso.

— Oi, meu anjo. — seus olhos verdes acompanham a minha descida até eu me sentar no mesmo lugar de sempre. — Não está chateada comigo, está?

— Não. — respondo-o sincera. — Eu não apareci no horário. Mereço o castigo.

— Deus, se sua irmã fosse assim.

— Isso é um insulto. — diz a morena que estava de biquíni.

— Insulto é você estar de biquíni às dez da manhã em um domingo. — rebati com uma risada. Kylie se senta no seu local de costume, começando a se servir com a variedade de coisas que papai colocou a mesa.

— Eu vou em uma festa.

— Vai? — papai pergunta, como se a lembrasse do castigo.

— Sim! É aniversário de Kat, se esqueceu? Selena deveria vir também.

Katherine é a nossa prima, mas eu a detestava. Ela era tão chata e falava tanto que incomodava. Porém, ela era rica e dava festas legais, só por isso as pessoas mantinham contato com ela.

— Não, eu dispenso. — balanço a cabeça. — Prefiro ficar em casa.

Kylie dá de ombros, e eu me concentro em apenas tomar o café da manhã. Minha irmã se vai, e eu fico sozinha, pois papai faz o mesmo que ela por ter que cuidar de coisas empresariais que eu não entendia. O clima estava fresco, e eu só queria pensar em um lugar calmo que eu gostava. Então me pus de pé, indo em direção ao meu quarto para tirar o pijama e colocar alguma roupa adequada para ir à praia. O som das ondas quebrando e a calmaria naquela hora da manhã iria me relaxar como sempre.

Junto algumas coisas essenciais na bolsa e deixo a minha casa. Iria a pé, era 2km de distância e não quebraria as minhas pernas.

Point of View — Justin Drew Bieber

Ashley está tão insuportável hoje que eu deixo a casa para não quebrar um abajur na cara dela. De novo ela veio com aquele papo de que a Selena não era uma pessoa confiável, e que Diana cometeu o maior erro da vida dela ao contar tudo o que era mais importante para a mesma. Eu concordo que isso tinha me deixado irado, mas embora Selena seja mesquinha e metida, ela era uma pessoa gente boa. Eu só não tinha mais certeza que queria sua companhia. A chance daqueles caras acabarem envolvendo-a em uma coisa sem volta era grande, agora que me viram com ela. À princípio, provavelmente vão pensar que ela é só mais uma que eu fiquei em uma noite, porém, se me virem novamente com ela, esse pensamento iria mudar.

O skate era o único transporte que eu tinha, além da bermuda e a blusa que eram as únicas peças de roupa que eu usava. O mar me acalmaria e tiraria aquela vontade enorme de ferir a minha própria irmã. Eu a amo, e sei que ela quer nos proteger de qualquer julgamento, mas eu pouco intrometia nas suas coisas e eu odiava que ela o fizesse comigo.

A imensidão azul e o cheiro salgado me veio à tona. O Texas não tinha tantas praias assim, e muito menos onde eu morava no Canadá, mas eu gostava da que era perto da minha casa. Não tinha tantas pessoas, principalmente de manhã. Deixei o skate de lado junto com a blusa, correndo para o mar. Não havia trago a minha prancha, mas isso não ia me atrapalhar. Nunca atrapalhava.

A minha visão era ótima, pelo menos para identificar pessoas, e com certeza a morena sentada, possivelmente em uma tanga, era a Selena. Franzi o cenho, e tentei continuar nadando, mas sempre que eu a via era como um ímã. Eu precisava ir falar com ela.

— Pensativa? — perguntei risonho, balançando a cabeça para que os pingos do meu cabelo caíssem sob ela.

— Ai, garoto! — Selena passa a mão pelos braços. — Que susto.

Me sento por cima da tanga amarela dela. A Gomez usava a parte de cima do biquíni e um short por baixo. Talvez estivesse lá por mais tempo, e eu não tinha percebido.

— E então? — ela me olha, confusa. — Não me respondeu.

— A noite de ontem me rendeu muitos pensamentos sim. — Selena encolhe os ombros, mas não me olha diretamente. — Tipo… Como a noite acabou.

— Você precisa esquecer isso.

— Eu não posso. — a Gomez diz firme e gira o pescoço para me olhar. Seu rosto estava sereno e os olhos sinceros. — Agora que eu sei, eu preciso ajudá-lo.

— Não quero sua caridade. — soltei uma risada irônica. — Eu vou resolver isso.

— Justin, são fatos. A dívida provavelmente vai além do seu alcance financeiro, e nós dois sabemos que eu posso te ajudar. É só me falar quanto custa.

— Selena, eu não vou conseguir. Vou precisar te devolver, de qualquer forma eu não escapo de uma dívida. — sou sério ao dizer. — Meu trabalho não rende absolutamente nada. Eu só fico em uma loja de discos e CDs, vendendo e fazendo propaganda.

— Então você sabe que o salário não deve ser isso tudo.

— E não é, mas eu não quero ter que dever você. É como me sentir inferior.

Selena pega nas minhas mãos. Foi tão rápido que ela nem parecia ter pensado sobre isso.

— Você não tem que me devolver nada, eu não vou te cobrar. Pegue esse salário e ajude Diana em casa.

— Para com isso, Selena. Eu já disse não. Não vou ser seu projeto de caridade.

Meu sangue esquenta e eu começo a ficar irritado. Me levanto, mas ela também o faz. E mesmo quando me viro, sua mãozinha aperta o meu ombro, me obrigando a parar.

— Você não sabe como eu me senti te vendo apanhar naquele dia. — realmente. O resultado da noite passada me rendeu um olho roxo e o lábio cortado, que ainda era notório. — Era imponência. Eu queria te ajudar, mas você resolveu salvar a minha pele e me deixar segura naquele carro. Eu não consigo parar de pensar nisso, portanto por favor, Justin. Me deixe te ajudar.

Selena coloca as mãos no meu rosto. Ficamos parados olhando para o outro por um bom tempo, até que eu caia na realidade e puxe seus pulsos para baixo, a fim de me afastar.

Suspirei.

— Não é caridade, e eu vou te pagar.

Eu tinha aceitado e isso a aliviou.

— Acho melhor eu ir agora. — Selena balança a cabeça. Naquela altura meu corpo estava tão seco quanto o dela.

— Eu vou pra casa, também. Preciso praticar. — ficamos olhando um pro outro, até que ela sacode a cabeça. — É… O trabalho é pra amanhã. Tínhamos que fazê-lo. E talvez você queira ver a melhor violinista da sua vida em ação.

Rio com a sua prepotência.

— Acho melhor não. Estou sem paciência pra isso.

— E eu tenho cara de quem ligo para “fases de humor de Justin Bieber”? — Selena coloca as mãos na cintura. Era um hábito dela. — Vamos logo.

— Selena… — grunhi irritado.

— Vamos!

Não pude ao menos recusar. A Gomez saiu puxando meu pulso, e eu só tive tempo de puxar meu skate e a blusa, vestindo-a às pressas. Sei que costumo fazer isso com ela. Decidir as coisas sem nem me importar se ela se importava ou não, e agora a situação tinha virado.

[...]

O caminho para a sua casa foi mais demorado que o meu. Selena saltitava e tagarelava. Ela tinha batido a testa em um poste de iluminação e paramos por no mínimo cinco minutos. Eu não pude deixar de rir. Selena com certeza era um mini projeto de gente, totalmente desastrada. Chegamos então na grande casa dos Gomez. A sala era o primeiro cômodo, assim como a minha que mais parece um apartamento de tão pequena.

— E chegamos ao meu castelo. — ela suspira, aliviando a tensão dos ombros. — O que achou?

— É bonito. — respondo, mexendo a cabeça para observar a sua casa.

— Alba não vem aos domingos, então se estiver com fome, eu posso colocar em prática os meus dotes culinários maravilhosos.

— Não, eu dispenso. Um cupcake seu me deu uma baita dor de barriga.

Ela faz uma careta, e concorda.

— Bem, no final da tarde a gente faz um sanduíche, então. — dou de ombros em relação à sua sugestão. — Vamos para o meu quarto.

Selena sobe as escadas e eu a acompanho. Não me parece tanto uma boa ideia ela ficar de costas pra mim com a bunda na minha cara. Selena podia ser insuportável, talvez foi por isso que eu nunca me interessei nela, mas o corpo? Era como uma sereia. E ela era linda. Mesmo com presilhas cor de rosa na cabeça e aquelas roupas importadas.

Ela abre a sua porta, e me dá um grande sorriso.

— O que achou?

— Vai ficar me perguntando isso? — rio. — Eu não ligo para o tamanho nem como foi feita a sua casa, Selena. Vamos fazer a cena do trabalho.

— As vezes eu me esqueço de como você é irritante.

Me jogo em sua cama. Ela pega o livro em perfeitas condições e o abre, mas antes, prende seu longo cabelo negro em um coque. Seus ombros ficam nus pra mim, já que ela se mantém só  com o biquíni. Outra coisa observada era como a sua pele parecia lisa e queimada pelo sol, e a forma com que ela passava o dedo por cima do local. Selena também mordia a ponta da canela com os seus grossos lábios. E isso estava me deixando louco.

— Justin? — ela estala os dedos e eu volto à realidade como um ímã. — Está tudo bem?

— Sim. O que achou aí?

— Eu gosto dessa cena aqui.

Selena me entrega o livro, e mostra a página que ela quis especificar. Sendo que essa não tinha a cena do beijo. Eu a olho de volta.

— O que? Pensou mesmo que eu escolheria uma cena de beijo?

— Tínhamos concordado que seria. — brinco.

— Você vai ter que fazer muito mais do que ser só o bad boy arrogante.

Me deito na sua cama, de bruços pra baixo. Selena estava com as costas apoiadas na lateral de trás da cama, portanto meu rosto fica bem próximo do seu ouvido.

— Então eu tenho alguma chance?

Ela me olha e ri, antes de saltar do chão. E eu sei que foi de propósito. Sei que ela estava gostando de me provocar. E embora Selena seja muito ingênua em alguns casos, ela era bastante esperta em outros. Eu só não sabia qual dos dois ela estava sendo no momento que desfilou até o closet e me fez morder o canto do lábio com força.

A morena volta com o seu violino. Eu me sento, e ela faz o mesmo, ficando na minha frente.

— Me fale uma música. — animada, ela pede.

— Eu não sei.

— Diz logo, Justin. Como você é rabugento.

Eu penso. São várias as músicas que eu gosto, mas eu peço uma em especial. Selena sorri, mostrando literalmente todos os dentes. Ela posicionou o violino, contou aproximadamente até quinze e começou.

“Bem, você só precisa da luz quando está escurecendo. Só sente falta do sol quando começa a nevar. Só sabe que a ama quando a deixa ir. Só sabe que estava bem quando se sente mal. Só odeia a estrada quando sente saudade de casa. Só sabe que a ama quando a deixa ir”

Selena cantava a música bem baixinho, era quase inaudível porque o som do violino sobressaia. Ela era extremamente boa, e colocava tanta concentração que era algo bonito de se ver. Quando acabou, fiquei entorpecido.

— O que achou?

Mas eu não conseguia responder.

— Justin!

— O que? — balanço a cabeça, ela me olha cheia de expectativa. — Você é muito talentosa, sério.

— Obrigada. — respondeu deixando o violino de lado. — Porque pediu para que eu tocasse especificamente essa?

— Eu não sei. — encosto as costas na parede, já que a cama é bem no canto dela. Selena me acompanha, sentando ao meu lado. — Ela simplesmente me faz lembrar da minha vida no Canadá e dos meus pais. Não nos falamos desde o dia em que eu saí.

— Deve ter sido muito difícil deixar um país para vir pra esse, mesmo que você não estivesse sozinho.

— E foi. Mas eu nunca recebi as coisas de mão beijada, então eu já sei como superar as coisas. Meu erro foi recorrer às coisas erradas pra isso.

Ficamos calados. Selena dá um pulo e pega um gato de cerâmica. Nele, ela tira um bolo de dinheiro.

— Me fale quanto é a sua dívida.

— Eu não estou 100% de acordo com isso, Gomez.

Selena me olha impaciente, me incentivando a falar logo. Eu falo, e então ela conta as notas de cem e enfia em um pacote.

— Tenho três cartões de crédito ilimitados. Papai pode me dar mais também. Eu quero te ajudar, não vai ser problema pra mim.

Ela me entrega o envelope marrom. Eu o agarro, e olho pra ela.

— A música que eu estava tocando? Ela se chama Flatline. É de minha autoria. Meu caderno de músicas está cheio delas. Agora eu estou vendendo-a para você.

Selena arregala os olhos, as bochechas ficam ainda mais visíveis com o ato.

— Você tem certeza?

— A música retrata a maior parte da minha dor com tudo o que aconteceu comigo. Acho que merece ser tocada em um bom violino. Aliás, talvez você toque ela em algum lugar, um dia. É sua.

Eu acho que o sorriso da Selena despertava em mim coisas inesperadas. Boas, mas que eu não queria sentir. Talvez eu somente precisasse. Ela me abraça com força, e diz:

— Um dia faremos um dueto então, bad boy. E vamos mostrar para o mundo o que essa voz e essas mãos podem fazer com um microfone e um violino.

[...]

Selena Gomez — PoV

É segunda feira. E eu ouço todos os aplausos após a finalização da cena. Não foi nada demais, durou cerca de três minutos e era apenas uma discussão da Elizabeth e de um guarda real, nada demais. Felizmente fomos os únicos a escolher aquela cena em questão, por isso eu acreditava que tínhamos ganhado total. O sinal bateu e Justin e eu saímos juntos da sala. O pessoal estava olhando, e com certeza já iriam pensar que eu era a nova ficante dele.

— Você quer se sentar com a gente? — ele perguntou assim que chegamos ao refeitório.

— Com vocês? Os góticos da Austin School? Oh, meu Deus! Que honra!

Solto um gritinho histérico. Justin me olha e ri, empurrando o meu ombro com o seu. Ele murmura um “até mais” e caminha todo despojado e com o seu jeito para a mesa. Eu pelo contrário me sento com a minha irmã. Ela sempre pegava o meu almoço nas segundas e quartas, eram os dias que combinávamos de comer algo mais saudável.

— Você viu o Posey e o O’Brien? — estranhei eles não estarem na nossa mesa. Kylie dá de ombros.

— Não sei. Acho que o Tyler foi pra diretoria e Dylan decidiu dá-lo algum tipo de apoio.

Isso significa implorar para o diretor para não suspender o nosso amigo.

— Você parece nervosa, o que aconteceu? — perguntei, assistindo-a digitar a mil por hora no seu celular.

— Você conhece um tal de Jaden?

— Todos conhecem. Eu o vi na festa da Holland.

— Ele é ridículo! — disse, exasperada. — Jaden conhece um cara, que tem uma irmã que conhece um cara, que conhece um cara que namora com uma garota e disse que eu não tenho o melhor par de seios do colégio. Eu estou em segundo lugar, Selena! Segundo!

— Por que se importa com ele? Você já ganhou tantas vezes o Miss Texas e a garota mais linda do colégio, além de ser a rainha do baile ano passado e provavelmente esse ano também. — tento confortá-la com o seu título valioso.

— Jaden é popular na cidade inteira, Selena. É inadmissível que esses seios caríssimos e naturais tenham ficado em segundo lugar. A garota do primeiro lugar é uma ninguém! — Kylie estava nervosa, e eu me segurava para não rir de seus dramas. — Sei que não aprova porque ano passado não foi exatamente o seu ano, e dessa vez você quer ficar quieta no seu canto, mas eu farei o que for preciso para encontrar esse garoto e fazê-lo mudar de ideia. Vê se pode. Kylie Gomez não perderá nenhuma votação, meu bem!

Apenas dela citar sobre o meu passado me fez engolir em seco. Toda aquela Selena não existe mais. Eu sou uma garota renovada que se importa com a opinião das pessoas e eventos como o meu aniversário que tem cupcakes horríveis e ponche sem álcool.

Eu tinha aula de educação física agora, mas eu era a única garota que estava a caminho do vestiário simplesmente por me atrasar demais. Entro em uma cabine e começo a trocar de roupa, até que ouço um choro arrastado e alto. Acabo de colocar a blusa da aula e saio da cabine. Antes que eu batesse na porta e perguntasse, seja lá quem fosse, o que estava acontecendo, ela se abre revelando quem estava lá dentro.

Era Ashley. Ela estava sentada em cima do vaso com um teste de gravidez. E eu sabia que aquele sinal no pequeno objeto não indicava boa coisa, muito menos os seus olhos tremendamente vermelhos. 


Notas Finais


Desculpa pelo atraso, anjos. Mas pelo menos eu vim!
Foi o primeiro POV do Justin, e eu achei esse capítulo importante porque já mostra a amizade de jelena. E não, eles não se esqueceram da aposta, só que agora tiveram coisas mais importantes pra tratar.
Esse final vai ser uma válvula de escape pra amizade ashlena que vai ser desenvolvida lentamente. A Selena vai se mostrar, para o Justin é pra Ashley, alguém que eles precisavam.

É isso! Vocês podem ouvir como a Selena tocou a música, Let Her Go, nesses links:
https://youtu.be/vJhORtZctiM
https://youtu.be/vBU3ohBrIcU


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