História Bunny And Flower. - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Anti Mimimi, Assassinato, Killerbunny, Psicopatia, Sociopatia, Tortura Psicológica, Yoongi!fem
Visualizações 11
Palavras 1.076
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Hentai, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Pois bem, eu sei que quase todos não se importam com as notas inciais, mas se eu não escrever a coisa não vai funcionar.
Eu já venho com um planejamento de fazer uma fanfic assim, com violência, estrupo, mortes, cenas pesadas e afins. Já vi muitas histórias sendo excluídas por abrangerem esses tópicos citados, mas uma coisa é simples: Se não gosta.... isso mesmo, não leia e deixa as pessoas que gostam, lerem.

Eu aqui, quase não vejo histórias desse tipo, e eu como leitora árdua sinto falta, fanfics não são apenas histórias clichês ou de outros gêneros, mas sim de diversos outros. Eu acho muito legal a gente sair um pouco da zona de conforto e tentar escrever ou ler coisas novas, claro, se você não curte realmente e não se sente à vontade, ninguém vai te obrigar a absolutamente nada.
Só espero do fundo do meu coração que ela não seja denunciada ou coisa parecida. Mesmo se tiver apenas eu de leitora, fico feliz do mesmo jeito. Eu estou escrevendo com todo o cuidado do mundo para que ela ficasse de um jeito bacana.

Minha escrita é variada e poucas pessoas gostam dos meus estilos, então, por favor, aceito sugestões, críticas serão bem-vindas e desejo-lhes uma boa leitura.
PS- Os capítulos serão narrados em primeira pessoa, apenas o prólogo será em terceira.

Capítulo 1 - Prólogo


Me responda com franqueza: Com você se sentiria após ter matado os seus pais? Bom, o que eu aprendi nos livros e filmes, é que nós sentimos um arrependimento monstruoso e na maioria dos casos, podemos cometer suicídio. Aprendi também que cada pessoa consegue demonstrar vários sentimentos ao dia.

Menos eu. Eu os matei e sinceramente, faria de novo, só que mil vezes pior.

- KillB.

 

[Samcheongdong – Seoul]

 

Mãos grossas e ásperas passeavam pelas coxas de Minju, que permanecia imóvel. Ela não sentia mais a ardência em seu pescoço ou em sua intimidade, o cheiro de nicotina se tornava inexistente e os gemidos roucos eram abafados pelas lágrimas que escorriam de seus olhos.

Você quer mais, sua vadia? Ele dizia a cada estocada bruta, sem nem ligar para o pequeno sangramento que escorria.

Mesmo fraca, fingiu um orgasmo e tremeu, ao senti-lo gozar dentro de si.

Um tapa foi dado bem em seu rosto e sua nádega direita.

Até que deu para o gasto. E se levantou, erguendo suas calças e as abotoando. Deixou um pequeno rolo de dinheiro na cabeceira ao lado da cama e apenas saiu daquele motel barato.

 

Foi ao entardecer que Jeon Minju acordou. Uma faxineira a cutucava enquanto a observava com dó.

Com dificuldade, tratou de vestir-se de volta e pegou o dinheiro, colocando entre o seu decote. Mancando, foi até a recepção, entregou uma quantia para a mulher e decidiu que não conseguiria pegar um taxi.

Enquanto andava pelas ruas, tentou ignorar os olhares reprovadores e fez o possível para esconder o seu rosto; ninguém podia reconhece-la.

 

Ao finalmente chegar em casa, tratou de se livrar de todas as suas vestes e correu para o chuveiro. Queria chorar por ser tão estupida ao ponto de não conseguir um emprego, de ter que trair o seu marido e principalmente, mentir para sua filha de apenas três anos, que via apenas duas vezes na semana. Perdeu a guarda da pequena Jiwoo quando foi descoberta com drogas e outras coisas a mais em seu porão.

Depois de chorar todas as lágrimas e grunhir com as dores em seus machucados, Minju sai do banho apenas enrolada em um roupão e deita-se na cama de casal. Abraça o travesseiro de seu marido, podendo sentir um leve cheiro doce e antes que pudesse se culpar ainda mais, pegou no sono.

 

 

Visto que estava cansada, acordou em plena madrugada com braços abraçando sua fina cintura. Era Junghyun. Com cuidado afastou os braços do mesmo e sentiu uma leve tontura ao se levantar rápido demais da cama.

Mas ela precisava trabalhar.

 

Cinco dias depois.

 

Chorando aos prantos e sem saber o fazer, Minju segurava o pequeno teste em seus dedos, e tentava se lembrar quando não fizera o uso de preservativos durante o seu trabalho. A sua sorte era que havia transado com o seu marido a dois dias atrás e poderia encobrir dizendo que estava grávida dele. Poderia usar a famosa desculpa da camisinha furada.

Ela, pelo seu trabalho deveria abortar a criança, mas olhando no remédio em sua mão, pensou em como seu marido iria ficar feliz em ter um filho, já que não era pai legítimo de Jiwoo. Jogou o pote de comprimido no lixo do banheiro e segurou as lágrimas teimosas. Pegou seu celular e logo mandou uma mensagem para Junghyun, pedindo para que chegasse mais cedo.

Estou grávida. Disse assim que ouviu a porta de entrada ser aberta. Temia pela reação.

Um barulho de algo caindo no chão fora ouvido, provavelmente as chaves do carro e logo foi segurada pela cintura em um abraço caloroso. Ele não poderia estar mais feliz e acariciou a barriga que não demonstrava nenhuma saliência.

 

Com os meses se passando, o Jeon mais velho trabalhava de forma mais árdua e se contava para manter a notícia em segredo – assim como foi lhe pedido por sua esposa –. Impediu que a mesma fizesse qualquer tipo de esforço e chorava sempre que passava por uma loja de bebês.

Mas o que ele não desconfiava, era que ela só foi parar de se prostituir com quatro meses de gravidez.

Com seis meses de gravidez, ela estava encantada com o novo quarto e já conseguia aceitar mais o fato de que teria um filho, e ele seria muito amado, sem nem desconfiar de toda a verdade.

E foi com oito meses que Jeon Minju deu à luz; um garotinho de poucos fios negros e olhos arregalados. O que mais intrigou a todos ali, naquela sala media toda iluminada, foi o modo como a criança não chorou ao nascer, apenas ficou com o olhar fixo nos objetos de metais que o médico utilizara para realizar os procedimentos da cesárea.

— Qual é o nome do campeão? — Disse o médico, depois de deixá-lo no colo de sua mãe.

— Jeon Jeongguk.

 

 

 

Conforme os anos se passaram, o pequeno Jeon se mostrava uma criança quieta; quase não chorava e raramente sorria. Seus pais, preocupados o levaram para a uma pediatra.

— É normal algumas crianças demorarem para se desenvolverem. No caso de Jeongguk, é provável que ele seja uma criança mais fechada, mais tímida que as outras, mas nada para se preocuparem, pais.

E realmente foi assim, até seus sete anos de idade.

Era intervalo na escola aonde estudava, e enquanto as outras crianças brincavam de correr e pular, Jeon estava sentado em um galho de árvore que ficava ao lado do escorrega. E se enxergássemos bem, veríamos em suas pequenas mãos, um estilingue.

Assim que arrancou um leve galho afiado, fez questão de encaixar e mirá-lo bem rente ao olho do pequeno e inocente, Lee Junhyung, fazendo o galho perfurar a bola do seu olho direito. Chocado, ele guarda o objeto no bolso de seu uniforme e desce da árvore, indo até ele.

Enquanto as crianças estavam chorando e chamando pelas professoras, Jeon só tentava segurar a risada e controlar a vontade de enfiar aquilo mais a fundo.

 

Obviamente ele ficou cego de um olho, e com quinze anos acabou cometendo suicídio. Por que?

Ele era um idiota. Francamente, quem ficava se queixando pelos corredores que ninguém o queria? Vai se foder. Era o que queria dizer quando o assunto sempre vinha à tona.

E para sua sorte, ele não fora descoberto por ninguém, e por isso, nada o impediu de continuar. Como alguém iria desconfiar de um dos melhores alunos da escola?

Bando de babacas. Jeon ria todas as vezes que pisava para fora do portão. 



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