História Bunny Boy - Capítulo 68


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Sistar
Personagens Jimin, Jungkook, Soyou, Suga, V
Tags Assassinato, Assassino, Jikook, Jimin, Jungkook, Suga, Suspense, Vkook, Vkookmin, Vmin, Yoongi
Visualizações 25
Palavras 800
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Shounen, Suspense, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


E que comecem as teorias

Capítulo 68 - It's me


Fanfic / Fanfiction Bunny Boy - Capítulo 68 - It's me

Era uma tarde fria como qualquer outra, estava nevando do lado de fora e, o pequeno Tae apenas observava atento cada coisa que acontecia do lado de fora; as crianças correndo, a neve caindo, os adultos tentando abrir passagem com várias pás de neve. TaeHyung queria brincar também, ele queria ser normal como todas as outras crianças de seu bairro então, sem seus pais saberem, o garotinho saiu pela porta dá frente, sem fazer barulho algum.

Sua ação mal pensada poderia ter o colocado em situações desgastantes s perigosas, TaeHyung jamais sairá de casa desacompanhado dos pais, mesmo que agora tivesse seus oito anos de idade, ainda mantinha a mesma rotina de quando tinha cinco. Acordar, ir assistir desenhos, ir a escola e a noite, ir observar o rio Han. Sem amigos, o garotinho apenas queria ser normal, ser como todos os outros, mas para seus pais, isso era algo difícil pois se lembravam com clareza os presságios que haviam recebido no hospital.

O menino correu pela neve assim que pisou fora do portão de casa, para ele, aquilo era o paraíso! E nem ao menos se importava com o fato de estar sem seu cachecol e touca; ele apenas queria explorar o maravilhoso mundo que ficava do lado de fora dá porta.

O menino então correu, correu sem olhar para trás, TaeHyung não ligava para a gripe que teria ou a bronca que iria levar de seus pais, ele apenas queria brincar um pouco com as outras crianças, ele apenas queria poder ter o que contar aos meninos dá escola, algo que não envolvesse apenas assistir desenhos na televisão.

Quando TaeHyung se aproximou das outras crianças sentiu um pouco de medo, ele não sabia se aquilo era o certo a se fazer então apenas se sentou no chão coberto de neve e começou a passar a mão na mesma, apenas para poder ter a certeza do que estava fazendo. Um garoto um pouco maior que TaeHyung se aproximou lentamente e então se agaixou em sua frente o olhando um pouco confuso.

- Hey, qual o seu nome?

- Uh? TaeHyung.. e o seu?

- Hoseok.. você se mudou a pouco tempo?

- Não, eu sempre morei aqui..

- Nunca te vi antes.

- Meus pais não me deixam sair, hoje foi uma excessão... Quer dizer, eu saí sem eles verem, estou um pouco confuso.

- Não se preocupe, eu e meu irmão podemos te levar até a sua casa! Assim eles não irão brigar com você.

- Hoseok!

O menino sorridente logo se virou, tendo a visão de um garoto de uns doze anos vindo em sua direção. O mesmo possuía os cabelos descoloridos, seus olhos eram bem mais puxados que os de Hoseok e sua face era realmente "doce". O maior se aproximou e olhou os meninos com um sorriso no rosto.

- Fez um amigo? Parabéns.

- Podemos levar ele em casa? Os pais não sabem que ele saiu.

- Os nossos também não, por isso eu vim aqui. A mamãe disse que está voltando do mercado, temos que ir logo.

- Para onde é sua casa Tae?

- Ah.. para lá.

O menino se levantou do chão e apontou a direção, por sorte, era na mesma direção dá casa dos irmãos que acabara de conhecer. Os três meninos foram rápido, a mãe estava de carro e o mercado nem era tão longe assim.

Ao chegarem na casa de Kim, o menino abriu a porta e deu de cara com a mãe que o olhou um tanto aliviada — mas ao mesmo tempo, irritadiça.

- Kim TaeHyung, por que você saiu?

- Mãe eu...

- Sabe como eu e seu pai ficamos?

- Mas mamãe...

- TaeHyung o que eu já te disse?

- Eu sei mas.. não aconteceu nada, eu até mesmo fiz amigos..

- Entra agora e me espera na sala.

- Certo mãe...

Os meninos permaneceram em silêncio, o pequeno TaeHyung entrou em casa, se despedindo dos mesmo e então sua mãe se curvou um pouco em direção aos meninos.

- Obrigada, por trazerem ele em segurança.

- Mas senhora.. essa é uma vizinhança segura, moramos em um condomínio.. não é tão perigoso e a rua está cheia.

- Ainda sim, ele não é acostumado a sair.. quer que eu os leve em casa?

- Não.. nós moramos no final dá rua... Não brigue com ele, só estava tentando se divertir um pouco. Vamos Hobi.

- Sim, vamos.

Os meninos se viraram e começaram a correr, a mulher o acompanhou até sua vista não os ver mais e os dois corpos pequenos sumirem em meio a neve branca.

A mulher então entrou e foi até o filho que estava sendo inspecionado pelo pai, enquanto o mesmo o interrogava. O garoto estava a ponto de gritar de tanta raiva e desespero e, quando finalmente o dispensaram, ele apenas correu para seu quarto e se trancou no mesmo. Estava aborrecido, cansado de ser sempre rotulado como o bebê indefeso dá mamãe.



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