História Captivity - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Hailey Rhode Baldwin, Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Criminal, Jailey, Máfia, Romance
Visualizações 83
Palavras 1.192
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hellowww meus amores, sentiram saudades?
AAAh eu senti, desculpa a demora para atualizar captivity, mas com a função do Enem e as provas finais do meu curso, tava difícil arrumar tempo.
- O capítulo não está revisado, então me desculpem por qualquer erro.
- Desculpem pelo tamanho também, escrevi ele todinho hoje, e tenho que correr para o curso kkk. Prometo que o próximo vai ter mais emoção.
Aproveitem a leitura <3

Capítulo 4 - Your worst nightmare


Fanfic / Fanfiction Captivity - Capítulo 4 - Your worst nightmare

Acordei sentindo minhas pálpebras pesarem devido à noite mal dormida. O colchão não era um dos melhores e as horas sem dormir também resultava em possíveis olheiras deploráveis.

Meu pensamento foi confirmado ao me olhar no pequeno espelho que tinha em cima da cômoda e observar meu rosto levemente inchado por causa das lágrimas de ontem à noite.

Alguém bateu na porta e provavelmente era Justin, suspirei antes de caminhar até a mesma e abri-la.

- Bom dia – ele cumprimentou – Parece que conseguiu dormir.

- Não vejo nada de bom – respondi de mau-humor, extremamente irritada com a calma daquele cara.

Ele engoliu em seco antes de continuar falando:

- Você tem roupas naquela cômoda – apontou – Tome um banho e se vista, depois vem tomar café.

E saiu do quarto.

Fechei a porta com mais força do que deveria e caminhei até a cômoda.

As roupas eram decentes e eu agradeci mentalmente por isso. Ser sequestrada, mantida em cativeiro por um completo estranho e usar roupas indecentes já era demais.

Estava calor, era verão em San Francisco e eu ainda usava o vestido sujo da noite passada. Tantas coisas haviam acontecido que nem me tocava mais nisso.

Peguei o short mais cumprido daquela cômoda e uma regata, junto com um conjunto de lingerie branca de renda.

Eu espero que quem tenha escolhido essas roupas seja uma mulher.

Sai do quarto e pude observar Justin no sofá olhando para televisão, pelo menos até o momento que ele notou a minha presença.

- Preciso de uma toalha de banho – falei.

- No armário do banheiro tem tudo que você precisa – respondeu.

Assenti e fui para o banheiro.

Realmente, no armário tinha tudo que eu precisava, shampoo, condicionador, sabonete e a toalha.

Meu banho provavelmente demorou mais que o normal porque já sentia minhas mãos levemente enrugadas, mas naquele momento não me importava, eu realmente precisava da sensação maravilhosa que é água sobre o meu corpo.

Sai do banheiro já vestida e com os cabelos molhados.

- Fique à vontade para tomar seu café – Justin indicou a mesa enquanto mexia em seu celular.

Só então me toquei que a minha bolsa de ontem à noite não estava mais comigo, provavelmente deveria estar com aqueles idiotas.

Caminhei em direção a mesa, como eu não gostava de tomar café de manhã, me sentei e me servi de suco, junto com um pedaço de bolo, que parecia ser comprado.

Só quando comecei a comer que percebi o quanto estava com fome. Não comia a horas, mas devido a adrenalina meu estômago não havia reclamado.

Ouvi o celular de Justin tocar, mas continuei virada de costas para ele enquanto comia.

- Bom dia – Ele cumprimentou a pessoa da outra linha – Como você está? – Perguntou, pelo seu tom de voz, provavelmente não era os capangas – Você vai melhorar, eu tenho certeza – uma pausa – Eu sei que vai, estou fazendo o meu máximo – confirmou – Não irei poder aparecer aí por algumas semanas, sinto muito – disse – Não vamos falar sobre isso, é para o seu bem – pausa – Tenho que desligar, amo você.

Ele encerrou a ligação e o silencio continuou por alguns segundos até ouvir seus passos em direção a cozinha.

- Uma senhora irá vir aqui uma vez por semana para limpar a casa e lavar as roupas – avisou.

Tentei disfarçar a minha felicidade ao ouvir tais palavras, a senhora poderia ser minha salvação.

- Ela trabalha para Brian desde que ele era um garoto, sabe de tudo que está acontecendo, então não pense que ela poderá lhe ajudar – comunicou fazendo com que toda a esperança que eu tinha fosse por água baixo.

Bufei. De repente o meu café da manhã não descia mais.

- Você não vai mesmo me dizer o que querem comigo? – Perguntei o olhando.

Por mais que eu detestasse admitir, ele era bonito, na verdade ele era muito bonito, vestia uma regata devido ao calor e seus músculos cobertos pelas centenas de tatuagens eram um destaque em seu corpo. Mas nada dos seus atrativos mudava o fato dele ter me sequestrado.

- Eu só estou fazendo o que me pediram – falou – E lembre-se do que eu disse, sem perguntas.

Como ele queria que eu não fizesse perguntas? Até onde eu percebo, corria perigo nas mãos dele.

- Eu não vou machucar você – Justin pareceu ler meus pensamentos, enquanto se sentava no sofá de costas para mim.

Esperei ele continuar, mas ele não falou mais nada. Não acreditei em suas palavras, Justin era um mafioso assim como Archer e Maicon, na primeira oportunidade me faria mal, eu sentia isso.

[...]

As horas dentro daquela cabana passavam lentamente, eu preferi ficar no quarto que a partir de agora era considerado como meu. Não queria ficar no mesmo ambiente que Justin.

Eu tinha tantas perguntas sem resposta e odiava não saber o motivo de estar ali, o que meus pais fizeram para deixar Brian tão irritado a ponto de me sequestrar?

Eu sempre odiei sentir medo, porque o medo demonstrava fraqueza, mas naquela situação era impossível não sentir.

Só Deus sabe o quão mal eles são, o quão sem sentimentos eles podem ser.

Na hora do almoço Justin me chamou. Comemos em silêncio e depois voltei para o quarto, onde estava até agora.

Já tinha revisado tudo discretamente, mas não havia nenhuma saída além da porta que ficava trancada o dia e a noite inteira. Todas as janelas estavam trancadas com grades, era impossível de sair daquele lugar.

Já estava anoitecendo quando ouvi batidas na porta.

- O que você quer?

Justin entrou no quarto com o telefone na mão, me estendendo o mesmo. O olhei confusa.

- Ligação para você.

Peguei o celular e visualizei no visor o nome “Brian” e automaticamente um calafrio passou por todo o meu corpo. O que ele queria?

Levei o aparelho até meu ouvido e suspirei antes de falar:

- Alô?

- Sophia – saudou, seu tom de voz me lembrava alguém ruim, como aqueles assassinos que olhamos em seriados de televisões – Espero que esteja se adaptando.

Senti a ironia em cada uma das últimas palavras.

- Você deve ser quem está por trás disso tudo – comecei, tomando coragem de falar – O que você quer comigo?

- Acho que perderia a graça se eu falasse para você agora – se divertiu – O que acha de um jogo?

- Eu não quero jogar. Quero sair daqui – bufei enquanto me levantada, me mantendo afastada de Justin que observava tudo – Eu não conheço você, não há motivos para me manter em cativeiro como se eu fosse uma prisioneira.

Ele gargalhou, como se eu tivesse acabado de contar uma piada muito engraçada.

- Eu conheço você Sophia, isso já basta – disse assim que parou de rir – Estou louco para conhece-la pessoalmente. Vi algumas fotos e pensei que seria ótimo me aproveitar do seu corpinho antes dele ser enterrado.

Engoli em seco, sentindo meus olhos marejarem imaginando o que ele podia fazer comigo. Não, eu nunca deixaria que encostasse em mim. Nem que eu morresse antes.

- Você é louco – conclui.

- Não querida, eu sou seu pior pesadelo.

E desligou, me deixando com um misto de medo, confusão e ódio. 


Notas Finais


E o pesadelo começa a partir do próximo.
Ain to até com pena da Sofi, infelizmente ela vai sofrer nas mãos de Brian.
Mas não se preocupem, não vai ser por muito tempo, dica: Justin
Não se esqueçam de comentar amores <3
xoxo


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