História Céu Obscuro - Capítulo 20


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Categorias Katekyo Hitman Reborn!
Personagens Haru Miura, Kyoko Sasagawa, Kyoya Hibari, Personagens Originais, Tsunayoshi "Tsuna" Sawada
Tags Gokudera, Haru, Hitman, Italia, Katekyo, Katekyo Hitman Reborn!, Reborn, Revelaçoes, Romance, Tsuna
Visualizações 10
Palavras 854
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Que dias corridos. Ufa! Escrevia de pouquinho em pouquinho mas consegui! Chegando um capitulo fresquinho.

Capítulo 20 - A traição do Céu


Fanfic / Fanfiction Céu Obscuro - Capítulo 20 - A traição do Céu

A frustração e o sentimento de fracasso rodeava todo o seu corpo. Ele bufava alto enquanto olhava o mapa das Austrália preso à parede até soca-lo várias e várias vezes. Não conseguia se concentrar para ver os arabescos perfeitamente e isso revirava o seu estomago. Ele havia falhado. O braço direito do chefe havia falhado.

O jovem loiro o observava cabisbaixo na sua costumeira cadeira da biblioteca, com o livro de letras douradas em mãos. Sua missão parecia não ter mais sentido.

-Gokudera-kun! Conseguiu alguma coisa? –indagava Iemitsu entrando rapidamente na biblioteca.

O jovem apenas o encarou e socou novamente o mapa.

-Não se cobre tanto garoto. –disse Leo. –Para usar suas habilidades é necessário calma e concentração.

-Eu sabia que havia algo errado no aeroporto! – disse ele fervendo. –Mas veio o ataque e não puder ler o que os arabescos queriam me dizer. DROGA! DROGA! DROGA!

-Não se culpe tanto. Foi a escolha do Tsuna. –disse Iemitsu ressentido. –Ele escolheu confiar a um grupo de estranhos, ele deve assumir os riscos.

-Não diga estas palavras! Não sobre o seu filho!

-Leonardo, não me venha com sermão.

O homem respirou fundo. –Tsuna já passou por muita coisa! Está é apenas mais uma delas, assim que ele sair será um dos melhores chefes da máfia!

-Se ainda estiver inteiro. –E Iemitsu sai da sala.

-A sensação deve ser horrível, sentir-se traído pelo próprio filho. –comentava Claudio melancólico. –Só posso imaginar como meu pai sentiu-se quando tudo o que aconteceu. Não é à toa que não quer olhar no meu rosto novamente.

-Bem, de certa forma, você e Tsuna estão sendo influenciados por fatores externos.  Enfim, tem alguma pista Claudio?

-Não! –ele larga o livro na mesa com força. –Não achei nada sobre o ancião por eles sugeridos. É uma emergência! Não temos tempo para ficar lendo!

-É a única fonte que possuímos!

-Não! Não é a única! – e Gokudera, até o presente momento silencioso, sai correndo pela porta.

***

-Estava me perguntando quanto ia demorar a aparecer. –dizia Masao ao Gokudera que estava diante da entrada da mansão.

-Sabe o que preciso?

-Entre.

Masao levou Gokudera para a sala que Fabricio estava com a Lavina. A garotinha veio correndo quando o viu e se jogou nos braços dele. O rapaz o cumprimentou com um acenar de cabeça enquanto olhava vários livros em uma mesa.

            -Se é ajuda que precisa para achar Sawada-san, já estamos nessa parte.

            -Por que não me diz logo a localização desse ancião?

            -Porque estamos esperando reforços. A Epifania foi em peso para a Austrália, qualquer um que tente chegar perto será arrasado.

            -A Vongola dará o reforço a vocês. Precisamos partir.

            -Está certo. Será a Vongola a nos dar reforço, mas não a do seu tempo.

            -Perda de tempo!!!

            -Você está nervoso e não está raciocinando corretamente. Não podemos deixar que ninguém do passado possa ser ferido, assim como Sawada-san foi! –explicava Masao.

            -Justamente. As ações de vocês com certeza, já modificou o presente. E afinal é o nosso Décimo que o corre perigo!

            -A Vongola não irá aceitar que os guardiões de Sawada-san entrem nesta missão. Não podemos arriscar!

-Se o décimo for totalmente corrompido, nós, os guardiões fracassaremos em nosso papel.

-Não. Meu tio não aceitará isso.

-Chame ele que conversarei! Com certeza o farei entender, já que o conheço melhor que ninguém.

-Ele mudou em muitas coisas senhor. Lembre-se que ele não é mais um adolescente de 17 anos.

-Pode ser. Mas possuímos a mesma essência em nossas decisões.

-Ok. Verei com ele. –disse Fabricio.

***

            -Espero que Tsuna esteja bem na Itália. Estou preocupada, já que não se recuperou totalmente. –comentou Nana enquanto lavava os pratos.

            -Ele está bem querida.

            -Eu queria ele aqui. Para acompanhar o crescimento do seu irmão.

            -O tratamento que ele irá fazer na Itália o recuperará logo e ele voltará para a casa em um piscar de olhos.

            -Deveríamos ter ido junto!

            -Acalme-se. Além do mais não iria fazer bem para o bebê um voo longo agora.

            -Ele ficou de me ligar mais tarde. Estou ansiosa.

            Mais tarde, Iemitsu entra no quarto de Tsuna o observando cada detalhe.  Com uma das suas mãos, pegou o retrato de Tsuna e seus amigos e sentou-se na cama. Iemitsu lembrou-se de todo o ressentimento que seu filho sentia por ele ser um pai distante e coloca-lo a força na Máfia. Recordou-se de quando lembrou que seu filho havia desaparecido e sendo substituído por um clone.

            Uma ponta de arrependimento surgia no peito do homem. Ele deveria ter deixado seu filho ter uma vida normal. Agora ele estaria bem, apenas estudando e tendo suas conquistas. Agora já era tarde demais, o que lhe restava era tentar seu filho e traze-lo perto da normalidade.

***

            O celular começa a vibrar no bolso de Gokudera o tirando da sua leitura de arabescos.

            -Olá Gokuder-kun. – era Fabricio. –O meu tio concordou! A Vongola deste tempo irá junto aos nossos. Logo te passarei mais informações de quando partiremos. – e ele desliga.

            Gokudera aperta o celular com força e escuta Scarlet cochichar em seu ouvido. – Este é um caminho sem volta.



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