História Cold Boy 4 - Capítulo 20


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Original, Sexo, Violencia, Yaoi
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Palavras 3.018
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Saga, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa noite, amores!
Muito obrigada a todos que leem.
Boa leitura!

Capítulo 20 - Noting the Situation


Como Amélia tem se mostrado bem melhor em todas as questões que estavam a deixando um pouco tensa e magoada, eu resolvi dar um incentivo e fazer algo que ela faz um longo tempo que não faz, muito longo mesmo e a pedi para trazer em casa o seu namorado e os seus amigos para jantar. A ideia surgiu desde do jantar que tivemos aqui em casa com Murilo e Cristian. Acho que iria ser uma coisa boa para ela, e também para Uber, para conversar melhor com o namorado dela e ter um momento para o aceitar melhor como genro.

E, claro que Uber não iria deixar de aproveitar desse momento, mesmo que Amélia fosse totalmente contra nesse requisito. Com todo o histórico que Uber tem de tratar o pobre rapaz, não posso tirar a razão do receio dela, mas também achava que era algo necessário de se acontecer, como se fosse uma espécie de evolução que precisa ser feita, para que Uber acalme um pouco os seus ânimos.

Na verdade, Amélia trouxe todos seus amigos, incluindo a Lari e o rapaz chamado Lu, junto com o seu namorado, e o problema era que como Anderson é namorado dela, Uber iria ter uma conversa com ele, a sós, sob a minha supervisão é claro e quando me refiro a sós, digo sem a presença de Amélia e seus amigos.

Foi a condição que Uber impôs para deixar que ela trouxesse seus amigos para cá e fizesse uma festinha no seu quarto, aproveitando a noite deles como quisessem. A verdade era que tudo isso nada mais era do que uma simples desculpa, vinda da parte de Uber, para ter algum tipo de contato mais sério com o rapaz, um jeito de averiguar se tudo está dentro dos conformes dele.

Devo dizer aliás, que ele é bem esperto, conseguir encaixar uma situação na outra foi algo bem esperto da parte dele, que com certeza valeu a tentativa para alcançar o que ele tanto queria e apesar de não gostar, Amélia concordou, pois já estava tudo combinado e sendo como é, nunca que ela iria querer desmarcar esse tipo de compromisso com eles.

Tudo o que Uber quer no entanto, é a proteger. Se certificar de que pode confiar no rapaz e tal, coisas simples e normais para pais protetores como ele é. Mas admito que Amélia tem razão em seu receio, pela forma como Uber age às vezes e por isso mesmo, me prontifiquei para manter tudo sobre controle, a pedido da mesma que diz que consigo lidar mais com a fera obsoleta que Uber consegue ser quando quer.

Eu não sei da aonde que ela tirou essas ideias, mas concordei e na verdade, nem era preciso ser requisitado por ela, já iria o fazer de qualquer jeito, por principalmente conhecer o seu jeito e saber como age, e como pode acabar soando ameaçador com o seu jeito de ser. E de agir em geral, mas acredito que tudo vai ser bastante calmo, estou aqui para isso.

E indo bem como os planos de Amélia, ela comprou alguns doces, e salgadinhos e trouxe seus amigos para cá. Lu parecia estar mais calmo, e acho que a situação entre ele e sua família deve ser ter sido resolvido já que Amélia não comentou mais nada e Lari está como sempre, animada ao mesmo que reservada na nossa frente, como sempre foi. E o podre do rapaz está claramente nervoso, apesar de tentar esconder.

-Espere um pouco na cozinha com seus amigos. — Uber pediu a ela, com os olhos diretamente grudados em Anderson, o olhando assim até parece que é algum tipo de inimigo.

-Vê se não maltrata ele, papai. — Pediu ela, protegendo seu namorado.

Com o seu olhar grudado no jovem, o mesmo acabou se acuando, não podendo ficar em silêncio, e para tentar anemizar, ele nos cumprimentou, apesar que engoliu em seco ao final de suas simples palavras.

-Olá, senhores. — Tentou forçar um sorriso, mas sua expressão nervosa não combinava nada com a forma como tentava agir, só para transparecer uma calma que não existe nele.

-Não precisa de toda essa formalidade, Anderson. — Dispenso eu. Agradeço pela educação dele, mas prefiro que mantenha certas coisas a distância, como essa formalidade de emprego.

-Sejam bonzinhos com ele. — Pediu, olhando diretamente para Uber, seu pai por certo era a sua maior preocupação.

-Pode deixar Amélia. — Garanti, lhe piscando levemente.

-Vem amiga, me conta a fofoca do dia. — Lari pegou o braço de Amélia e a puxou consigo para a cozinha, Lu foi atrás. Ficamos sozinhos com o rapaz.

-Peço desculpas se isso parece um pouco abrupto. — Digo eu, tomando já a dianteira da conversa, tentando apaziguar as coisas.

-Tudo bem...

-Sente-se. — Apontei para o sofá e o mesmo se sentou.

-Obrigado.

Uber e eu sentamos juntos no mesmo, ele ficou na minha frente e eu log atrás e o mais perto possível para segurar a onda. Ele é calmo e consegue ser sensato na maior parte da vida, dos momentos, mas só quando quer e quando se trata de Amélia, ele deixa de querer.

-Não quero que pense que estamos o pressionando de alguma forma, meu companheiro e eu só queríamos conversar com você. — Começo, usando o modo mais calmo por assim de dizer.

-Anderson, você deve estar ciente das coisas que aconteceram na vida de Amélia!?

-Sim, ela me contou.

-Essas é uma das razões pelas quais nos preocupamos tanto com ela e com quem se relaciona. — Uber disse, um tanto insensível, eu diria.

-Você gosta mesmo dela? — Indaguei, seriamente.

-Gosto... Gosto muito. — Diz ele, sem deixar qualquer sinal de mentira no ar, pode ser um amor entre jovens, mas é claramente verdadeiro.

-Se gosta tanto, sabe que tem que a respeitar.

-Claro que sim, senhor.

-Não precisa ter esse tipo de formalidade comigo, garoto. — Uber lhe disse, fugindo de suas palavras.

-Ok...

-Seja mais manso, Uber. — Requisitei, falando baixo perto do seu ouvido.

-Naquele dia que você veio até aqui, sem a nossa permissão, por que você veio?

-Bem, eu estava com problemas em casa. — Respondeu, começando a se acuar novamente.

-Que tipo de problemas? — Uber indagou, apesar de eu achar que sua pergunta era um tanto invasiva demais.

-Meus pais estão se divorciando, tem brigado muito. — Seu tom ganhou um simples ar de tristeza. Realmente os jovens de hoje têm mais problemas do que pensamos. — Eu só queria alguém para conversar e Amélia sugeriu que eu ficasse aqui, então eu vim. Mas eu sempre a respeito, em todas as decisões que toma.

-Seus pais sabem que vocês namoram? — Indagou ele.

-Sim, mas não ligam muito para isso, ou para qualquer coisa. Eles trabalham muito.

-Sinto muito em ouvir isso. — Realmente os problemas familiares estão em todos os lugares, só nos esquecemos disso enquanto vamos ficando mais velhos, e vemos o tempo passar.

-O que eu realmente preciso saber aqui é se você tem responsabilidades para saber que relacionamentos, mesmo na sua idade não é brincadeira. — Uber continuou no mesmo modo duro, protegendo Amélia. Era o seu jeito de cuidar dela.

-Ela é minha primeira namorada.

Entendendo bem a situação e não querendo que o mesmo tivesse uma má impressão, resolvi ir ao ponto mais importante, que era o foco principal da conversa, de forma mais educada que poderia agir. Não quero assustá-lo, mais do que o Uber acaba fazendo, apesar do bom sentido e boas intenções de Amélia.

-Escute Anderson, nós aprovamos o relacionamento de vocês, só nos preocupa saber que você sabe que ela realmente gosta de você e que ainda são jovens para certas coisas.

-Nós sabemos, eu sei. — Diz ele, entendeu bem o que eu queria dizer.

-Amélia comentou comigo outro dia que você falou com ela sobre sexo. — Comento, abordoando o assunto que é o mais delicado e só mostra o quanto, a forma como ele arregala os olhos, e fica até sem jeito. Me pergunto se ele é mesmo tão tímido assim, deve ser assim só na nossa frente, por causa do jeito do Uber e tal.

Ele olhou para os lados e até chegou a apertar os dedos, de constrangimento, ou vergonha.

-Foi só um... Um comentário. — Diz para se retratar e se justificar na mesma hora.

-Apesar da nossa opinião, vocês já têm quase dezoito anos e precisam manter em mente que se derem esse passo, precisam ter informações, tirarem dúvidas e principalmente se cuidarem, e mais importante, nunca se pode pressionar ela a fazer algo que não queira. — Era tudo o que eu achava mais importante dizer a ele, não com uma forma de pressão, só com uma forma simples de dar um conselho para o jovem, assim como eu dou para Amélia.

-Eu não tenho certeza se conseguiria a pressionar a nada e também, nunca iria fazer algo do gênero. Eu e ela conversamos sobre isso e decidimos que vamos esperar e também, ela está mais preocupada com os estudos e me diz para fazer o mesmo. — Confessa o mesmo, bem constrangido ao que parece. — Ela tem uma personalidade bem forte, mas eu gosto muito dela e a respeito muito, assim como respeito vocês.

Como já imagina a relação entre eles não é da forma que Uber pensa que é. Amélia bate de frente com ele até, e claro que não iria o fazer com o namorado, ainda mais por ele ser tão claramente tímido.

-Agradeço muito por nos dizer isso.  — Digo eu, com toda a educação e calma possível.

Uber continuou conversando com ele, fazendo algumas simples perguntas, mas sempre se mantendo no limite, por provavelmente, eu estar perto dele, se não, não duvido que ele iria ser mais duro com o pobre rapaz. Sorte do mesmo que isso não aconteceu e a conversa pode se desenrolar naturalmente, coisa que era bastante precisa para que tudo se mantivesse nas mais da sua devida paz, para uma simples conversa normal entre ele e o seu cunhado.

Na verdade, até cheguei a os deixar sozinhos para conversarem só eles, apesar de ter ficado um pouco preocupado, mas até onde sei não aconteceu nada demais. E quando eu voltei para a sala, tudo estava normal, até os ânimos estavam mais calmos. Entretanto, o rapaz continuava bastante nervoso.

Mas o assunto estava terminado já, tudo o que precisava ser conversado foi feito, com isso, estava pronto para ir chamar Amélia, mas ela mesma e seus amigos voltaram para a sala, com ela na frente. Olhou diretamente para Uber e depois para mim.

-Já terminaram? — Indagou a mim.

-Sim. — Respondi.

Anderson chegou para perto, timidamente. Não sei sobre o que eles conversaram pelo tempinho que fiquei fora, mas pelo que vejo, o rapaz não foi massacrado por Uber e nem nada do gênero, mas é provável que Uber tenha feitas muitas perguntas, coisa que constrange qualquer um, ainda mais um rapaz como esse.

-Eles foram bonzinhos com você? — Ela indagou a ele, sem medo de saber.

-Sim.

Sorri para eles.

-Podem ligar um pouco de música se quiserem, mas não ponham muito alto. — Permiti. Lari e Lu deram uma rápida comemorada e em seguida, me agradeceram em coro.

-Obrigado, senhor Frey.

-Obrigado, senhor Frey.

-Nada de senhor por gentileza. — Ri baixo, pode estar mais velho, mas sempre odeie essa conversa de senhor.

-Está bem. — Lari e Lu concordaram em coro.

-Vão lá, mas tentem não fazer muito barulho para incomodarem os vizinhos. — Recomendei visto que não quero ter reclamações por conta de barulho, eles são bem chatos aqui com isso.

-Pode deixar, Frey. — Amélia pegou a mão de Lari e seus amigos seguiram para o seu quarto, junto com o seu namorado Anderson, que sorriu timidamente para mim e seguiu com todos eles para o quarto. Assim que entraram, ligaram uma música baixa e fecharam a porta para terem privacidade.

Suspirei, me sentindo melhor por Amélia e pôr os amigos delas, assim como para o namorado. Espero que dê tudo certo para eles como casal, mas que também eles sejam responsáveis como dizem que podem ser. Afinal, mesmo que digam coisas assim, é complicado manter tudo na prática.

Olhei para Uber pelo canto dos olhos, ele estava sentado no sofá, olhando para o nada com uma expressão bastante séria no mesmo. Eu segui para perto do sofá e sentei ao seu lado. Ele continuava com a mesma expressão impassível e séria no rosto. Olhei bem em seu rosto e procurei nas suas feições algo que desse sinal do que estava sentindo, o que estava passando por sua cabeça. Por certo eram muitas coisas, que não simplesmente me serem ditas se eu não perguntasse sobre.

-Se acalmou um pouco?

-Talvez eu estivesse errado. — Comentou, ainda olhando para o nada.

-Sobre o rapaz? — Quase estranhei que dissesse algo do gênero, ainda mais vindo dele.

-Sobre Amélia. — Respondeu e me olhou. — A maturidade dela me impressiona.

-Fala assim, mas você também é assim. — Observo, pois acho que é uma coisa que nunca viu em si mesmo. — Ela puxou você.

-Ainda assim, não consigo deixar de me preocupar. — Argumentou na simplicidade do seu jeito de agir.

-E acho que nunca vai conseguir, faz parte de ser pai, Uber. — Digo eu, como um simples conselho a ser dado para um pai bastante preocupado com a filha, mas apesar dessa preocupação, tanto eu, como ele sabemos que Amélia está indo perfeitamente bem, acho que até melhor do que esperávamos que conseguisse ser.

-Eu acho que sim... — Diz, ainda hesitante ao meu ver.

-Ela está indo para a idade adulta, Uber. — Apesar de ser algo óbvio, ainda precisa ser dito. —Só nos resta agora dar apoio, carinho e orientação.

-Ficar me contando coisas que lê em livros de psicólogos não resolve. — Murmurou de mal humor.

-Eu não estou falando coisas que li, estou falando de coisas que eu acho de verdade.

-Eu não sei, fico preocupado com essas coisas.

-Não me admira que fica, mas você não pode ficar deixando que tudo isso o consuma.

-Gostaria que fosse tão fácil assim manter o equilíbrio.

-Nenhum pai consegue ser perfeita, mas você é um bom pai, Uber.

-Você também é.

-Só por sua causa, Uber. — Lhe lembro.

Eu provavelmente nunca seria pai, agiria como pai sem Uber para me mostrar o caminho.

-Só você mesmo para me dizer essas coisas.

-É algo engraçado, é!?

-Não. — Replicou.

-Falo sério, Uber.

-Eu sei que sim.

-Eu me preocupo muito com ela, mas ao menos sei que ela está melhor.

-Fala em questão a Clarisse?

-Sim, fiquei preocupado que ela ficasse se sentindo mal por causa do que a mãe fez e como ela teve coragem de a procurar como se nada tivesse acontecido.

-Eu também fiquei preocupado, mas como você mesmo disse, ela é mais forte do que pensamos, acho que até mais do que nós. — De fato, muitas vezes, mesmo após todo o esse tempo, Amélia sempre acaba me surpreendendo e sempre é de um ótimo jeito, um que me dá cada vez mais orgulho de ter ela como minha filha também.

-Você já me disse isso uma vez. — Relembra ele e sim está certo, eu disse sim, em momentos mais complicados que vivemos nesse ano que está sendo mesmo uma montanha-russa de turbulências que não todas são boas.

-E tem que se dizer mais vezes, porque é verdade. — E vou dizer quantas vezes outras forem necessárias para que ele sempre lembre delas.

-Eu sei.

-Então não tem porquê argumentar comigo. — Digo eu, finalizando essa parte do assunto.

Uber olhou para trás, em direção ao corredor assim que o barulho deles começou a ficar mais alto. Estava pronto para pedir para eles diminuírem o som de conversa, mas eles mesmo começaram a falar mais baixo, provavelmente, depois que Amélia deve ter dito alguma coisa.

Ele voltou a olhar para frente, e soltou outro grande suspiro, ainda um tanto preocupado.

-Espero que eles se comportem.

-Tem um monte de adolescentes lá dentro. — Menciono, indo pela lógica que eles não podem fazer o que tanto Uber teme que façam, simplesmente por se preocupar que um descuido possa trazer consequências futuras, algo que apesar de achar que ele leva um pouco a sério demais, não creio que seja tão errado assim.

Mas acabou que eu estava errado, Uber consegue ser um pouco mais paranoico do que isso.

-Por isso mesmo. — Rebateu de volta, com suas preocupações de sempre e exatamente por o ver assim, tão fora do seu normal que não pude me conter e acabei rindo dele.

-Ah, você não tem jeito.

Uber relaxou com a minha risada, como se de alguma forma o tivesse feito se sentir melhor, a ponto dele pegar a minha mão e se debruçar levemente sobre mim, apagando seu olhar de preocupação e dando lugar a um de pura malícia e desejo.

-Não tenho e aliás, eu acho que vou me aproveitar disso mais tarde.

-Jura é? — Eu segui o embalo dele, e me animei.

-Acho que sim. — Mordeu de leve o lábio inferior.

-Acha? — Franzi o cenho, me fingindo de ofendido.

-Com toda a certeza. — Uber tomou meus lábios, dando o seu ultimato para meu entendimento. Eu levei a mão até o seu rosto e relaxei ao máximo, continuando com o nosso beijo prologando ao nosso contato que não teve só o tocar de nossos lábios, mas também de nossos corpos por um breve momento.

Ao quebramos o contato, nos entreolhamos.

Uber ficou sério de novo, mas estava claramente mais calmo do que antes, menos tenso por assim se dizer. Ele soltou a minha mão e levantou. O encarei, questionando com o olhar se não iria fazer o que eu estava pensando que iria.

-Vou comprar uma pizza. Volto logo. — Avisou, procurando por o seu casaco.

-Para eles? — Franzi o cenho, perguntando.

-Para nós. — Replicou ele. Vestiu um casaco, deu uma piscadela e saiu sem olhar para trás. Eu sorri para o nada ao perceber que ele está me dizendo do seu jeito que se acalmou, fiquei um tanto aliviado por ele, e também por Amélia, e animado por mim mesmo, por algo que nós poderemos ter mais tarde, depois que Amélia e seus amigos tiverem seus momentos.


Notas Finais


Até o Próximo!


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