História Consequência e Consequência - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Suga
Tags Caryl Tudinho Beth Morta, Hopega, Sope, Sopedediversões, Tem Spoiler Porra, Uno É Top Demais, Yoonseok
Visualizações 69
Palavras 5.108
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção, Mistério
Avisos: Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oi jackson wang falando em inglês e panfletando got7 no ema meu novo conceito

boa leitura wz

Capítulo 1 - .o ladrão; único



— Que tipo de jogo não tem regras? É ridículo! — Hoseok protestava, talvez pela trigésima vez só naquele dia, sobre o tal Uno que Yoongi tinha proposto jogarem. Sendo um Uno comum, Hoseok não reclamaria tanto, mas Yoongi o tinha encontrado na rua e se gabado de ter muita sorte o caminho todo de volta para casa, então Hoseok precisava apontar algum defeito.


— Claro que tem regras, Seok, veja — Disse, calmamente, puxando do final do baralho das cartas coloridas um papel branco e amassado e desamassando-o para que pudesse ler em alto e bom som: — Única: As cartas do monte de compras pertencem ao monte de compras, portanto, não dê uma de espertinho e roube-o, pois consequências terão de ser enfrentadas depois. Divirta-se!

— Me dê isso aqui, você só pode estar de brincadeira comigo — Esbravejou, roubando o papel da mão de Yoongi para confirmar suas suspeitas.

Pôde ler claramente as palavras que Yoongi tinha pronunciado em letras visivelmente escritas à mão e, contrariado, convenceu-se de que algum idiota, provavelmente o mesmo que tinha perdido o jogo pela rua, havia inventado aquela última carta, como uma brincadeira de mau gosto para pregar uma peça em alguém.

— Então está bem, vamos jogar — Hoseok, aceitando sua derrota.

Yoongi, vitorioso, sentou-se no chão ladrilhado de casa, pronto para organizar todas as cartas de modo que pudessem jogar o quanto antes, mal podia esperar para ver a cara do amigo quando perdesse. Era comum, afinal, durante as sextas-feiras de jogos, que Hoseok saísse emburrado de sua casa depois de uma dolorosa perda. Ainda que não fosse motivo de orgulho para o mais baixo, admitia que gostava de se sentir superior ao menos quando jogavam, já que Hoseok conseguia se sair melhor em grande parte do resto. Enquanto a vida dos dois tornara-se uma grande competição, as noites de sexta-feira eram seu desempate.

Sete delas, escolhidas às cegas, estavam em mãos; Um cinco amarelo encarava o teto, aguardando que o jogo enfim começasse; E todo o resto empilhado no tal monte de compras, para casos especiais.

Hoseok, sempre ansioso mais do que deveria, já tinha dado uma boa olhada em seu pequeno baralho, preparando uma estratégia. Tinha um bom jogo em mãos.

Yoongi, por outro lado, mais tranquilo que o normal, também analisava suas cartas, enquanto alternava o olhar entre elas e Hoseok, coisa que adorava fazer sempre que jogavam. Com tanta prática, podia dizer com certeza quando precisava temer o que o amigo estava tramando ou então quando estava em desespero. Essa, sim, era uma ótima estratégia e talvez a melhor de todas, pois Hoseok nunca nem mesmo chegou a desconfiar.

— Como você acha que será o placar para essas três partidas, caro colega? — Zombou o mais baixo, imitando em gestos alguém de porte elegante. As mãos seguravam as cartas com o mindinho levantado, sinal de graciosidade. Seu rosto havia se transformado na careta que sempre costumava fazer quando queria demonstrar civilidade de sua parte, obrigando Hoseok a balançar a cabeça negativamente para não rir de tal atitude.

— Bom, prezado companheiro, creio que o jogo está a meu favor e, se me permite desfrutar de tal vocabulário para me expressar, você está fudido — Entrou na brincadeira, fuzilando-o com os olhos transbordando de ganância, parecendo realmente confiante até mesmo para a avaliação de Yoongi.

— Se assim diz tão cordialmente, camarada, quem sou eu para negar, não é mesmo? Ao contrário disso, sou da opinião de que quem está ferrado mesmo é você — Retrucou, no mesmo tom.

Nem mesmo as cartas aguentavam toda aquela enrolação, então Hoseok deu-se por vencido nas provocações e resolveu propor algo maior do que apenas a dignidade dos dois com um desafio. Dessa vez, sem nenhuma gracinha estranha, falava como ele mesmo para Min Yoongi, seu amigo-rival. — Então vamos apostar alguma coisa, oras!

— Hm, eu gosto. O que você sugere? — Yoongi, tão interessado nas palavras do outro estava que deixou suas cartas no chão mesmo, quase se esquecendo de que estavam prestes a usá-las para jogar.

— Se eu ganhar, quero dois favores teus, podendo ser o que eu quiser — Depois de um certo suspense pensando, disse, sugestivo.

— Como eu vou saber que você não vai me pedir pra assaltar um banco, por exemplo? — Ainda que estivesse curioso com tal sugestão, não sabia ao certo o que Hoseok pretendia com um prêmio daqueles, então precisava ser cuidadoso. Estava seguro de seu jogo, mas qualquer cuidado era pouco.

— Vai ter de acreditar em mim — Balançou os ombros, indiferente, enquanto sua expressão sustentava maldade.

— Está bem, eu aceito. Também quero a mesma coisa — Concordou, mesmo ainda sem ter a menor ideia do que faria com esses dois favores; pensaria em alguma coisa.

Com um aperto de mão e um “que vença o melhor” murmurado, o trato fora oficializado.

[…]

A partida estava, de certo modo, até mesmo igualada. Hoseok tinha uma carranca emburrada no rosto e duas cartas nas mãos desde que Yoongi jogara aquele maldito pegue mais quatro cartas em contrapartida da própria jogada, jogando fora também qualquer resquício de beldade que restava em Hoseok, ao passo que Yoongi, com suas três cartas na mão, não demonstrava reação nenhuma, tão concentrado que estava em seu jogo.

Era a vez de Hoseok, que se permitiu sorrir quando vira a carta vermelha que Yoongi deixara no chão, verificando as suas próprias para ter certeza se estava vendo certo. O jogo estava sem dúvida nenhuma já ganho, bastava Yoongi não desviar-se do objetivo do amigo.

— Uno! — Hoseok gritou, empolgado, assim que despejou sua penúltima carta.

Yoongi, contraditório, deixou mais uma vermelha no monte, sabendo por que Hoseok estava tão animado, não precisava ser nenhum gênio para tal.

Hoseok, satisfeito, virou a última de suas cartas para Yoongi, mostrando mais uma da cor vermelha, podendo ser facilmente deixada no monte. Mas Hoseok precisava aproveitar o momento, queria que Yoongi mostrasse sua revolta interior diante de si para se deliciar ainda mais com seu feito.

Sorrindo malicioso, mesmo sabendo que ainda teriam duas partidas para frente e que precisaria vencer pelo menos mais uma, enrolou para pô-la onde deveria, observando Yoongi perder, indiretamente, seus cabelos.

Ao invés do que Hoseok planejava, não pôde fazer sua dancinha da vitória para Yoongi sentir a derrota na própria pele. Estava ocupado demais tentando encontrar Yoongi para fazê-la por conta do escuro que se propagara repentinamente.

— Yoongi? — Sussurrou, receoso, não tendo a melhor das intuições. — É sério, Yoongi, não tem graça. Aprende a perder, caramba!

Nenhuma resposta ou mesmo qualquer barulho; Estava o maior e mais completo silêncio. Não quis dizer mais nada, temendo o pior. Sabia que era ridículo sentir-se tão acuado por causa de uma coisa tão simples quanto falta de luz, mas não pôde evitar.

E então, o silêncio tornou-se um zumbido. Ainda bem distante, se aproximava vagarosamente e de maneira discreta, muito parecido também com aplausos. Hoseok se concentrou nos sons.

As luzes se acendem, revelando uma espécie de programa muito bem iluminado e com muitos convidados. A platéia estava lotada, ao mesmo tempo que, no palco, atrás da única bancada ali presente, decorada com botões e três microfones distantes, encontravam-se somente Hoseok, no extremo lado esquerdo, Yoongi, do lado direito, e um desconhecido sorridente e boa pinta no meio dos dois.

Os dois garotos estavam confusos, olhando em volta daquele lugar imenso e tentando entender o que se passava, até que o outro resolveu intervir com algumas batidinhas discretas no microfone na sua frente.

— Testando. Um, dois, três — Disse, suavemente, sem parar de sorrir nem mesmo por um segundo. — Estão me ouvindo, certo, pessoal?

A platéia vibrava como resposta.

— Certo, certo. Silêncio, por favor, vamos conversar com nossos convidados — Anunciou, enfim virando-se para encarar os únicos desorientados do lugar. — Podem se levantar, meninos, e apresentem-se.

Hoseok foi o primeiro a tomar iniciativa. Levantou, mais curioso que preocupado — como deveria estar —, estudando o ambiente. Yoongi, diferentemente, hesitava, perguntando-se o que estaria fazendo num lugar como aquele tão de repente, se há menos de um minuto encontrava-se na própria casa.

— Tudo bem, eles estão se habituando ainda, gente, é normal. Vamos, então, nos apresentar — Articulou, de forma simpática e acolhedora, para a platéia, que parecia estar adorando o show. — Sabem por que estão aqui, meninos?

Ambos negaram com a cabeça.

— Pois bem, vocês, há pouco tempo, jogavam um jogo desenvolvido por nós, o OUN. Acho que vocês perceberam que o OUN não tem regras, com exceção do roubo — Dessa vez, seu timbre era sério. — Sem querer entrar em muitos detalhes, um de vocês descumpriu essa regra, e é por isso que estão aqui, para descobrirmos quem foi essa pessoa.

Hoseok e Yoongi tentaram dizer alguma coisa, mas palavras faltavam-lhe naquele momento. Na verdade, simplesmente não conseguiam proferir coisa alguma.

— Serão feitas oito perguntas para vocês de assuntos diversos, podendo ter mais de uma resposta por pergunta. Ao final do jogo, a platéia quem analisa e vota em quem eles acham que roubou no jogo — Prosseguiu, ainda de forma severa, como alguém configurado para dizer aquelas palavras e somente aquilo. — Caso acertem, vocês não poderão retornar de volta para o seu mundo e ainda sofrerão as consequências que merecem por terem desobedecido à única regra do jogo. Do contrário, estão livres.

“Não será permitida qualquer mentira da parte de vocês. Há um dispositivo programado para impedir que vocês falem, caso vocês mintam ou revelem a verdade antes da hora. O direito de saber só caberá a platéia ao final das perguntas, após a votação. Vocês estão de acordo?”

Consentiram, em conjunto.

— Sendo assim, eu sou Benjamin Olocart, podem ser muito bem-vindos ao C&C, Consequência e Consequência — Anunciou o homem, totalmente mudado, agora parecendo o mesmo que tinha testado o som. Os presentes aplaudiram em uníssono, enquanto uma música afetuosa tocava ao fundo, cenário digno dos programas de variedades que os dois garotos costumavam assistir quando entediados. — Por favor, apresentem-se.

— Oi, eu sou Hoseok — Hoseok, sem jeito, em frente ao microfone, observando toda aquela gente sentada e atenta a cada movimento seu.

— Yoongi.

— Não tem dificuldade, meninos, se souberem a resposta, apertem os botões de cor vermelha que estão na frente de vocês e respondam a pergunta — Explicou. — Hoseok, Yoongi, agora que já estão ciente das regras, algumas palavras antes de começarmos?

— Seok, só queria deixar claro que o jogo mudou, mas a aposta ainda está de pé — Yoongi pronunciou-se, calmamente.

— Você quem sabe — Hoseok, igualmente tranquilo. — Eu já ganhei uma vez mesmo…

— Ora, uma competiçãozinha extra nunca é demais — O apresentador alfinetou, dando de ombros, ainda sorridente. — Prontos?

Os meninos assentiram.

Repentinamente, as luzes apagaram e o telão atrás dos dois, ainda mais chamativo, e que antes decorava o nome e a logo do tal C&C, tornou a estampar a futura pergunta.

— Como todos sabem, o famoso Luhan, ex-membro do grupo masculino EXO, está namorado — Recitava Benjamin, com as sobrancelhas subindo e descendo em tom malicioso. — Qual é o nome da sua namorada?

— O quê? — Yoongi indagou, sem acreditar no que seus ouvidos diziam ouvir, enquanto Hoseok apertava o botão vermelho à sua frente, satisfeito.

— Eu ainda não disse as opções, Hoseok, está tão certo de sua resposta assim?

Hoseok aproximou-se vagarosamente do microfone, fitando Yoongi com o olhar. — Luhan não tem namorada nenhuma.

— Está certo disso, Hoseok? Não poderá voltar atrás após a sua confirmação — O sujeito bacana advertiu, para logo depois mudar sua expressão e completar: — Caraca, eu amo demais esse jogo!

Era perceptível o tanto de sucesso que o cara fazia com as pessoas e o motivo dele. Bastava um único comentário seu para que todos reagissem. Estava um ambiente amistoso até, se deixarmos de lado o fato de que nossos protagonistas podem estar se preparando para sofrer as tais consequências.

— Estou certo disso — Hoseok não tirava os olhos do colega nem por um mísero segundo.

— Isso é uma palhaçada, falo mesmo. Que tipo de pergunta é sobre relacionamento de famoso? Vai se fuder! — Yoongi retribuía o olhar de Hoseok, mas furioso.

— Min, querido, se você não concorda com o nosso jogo, nós podemos acabar com isso em um minuto, da maneira mais difícil, claro, mas o pessoal não gostar muito disso — O apresentador, fazendo com que todo o “pessoal” despontasse em lamentos. — Tá vendo?

— O Yoongi concorda né, Yoon? — Interferiu Hoseok.

— Ah, que seja também! Ainda acho a pergunta totalmente inútil…

— Pois bem, a resposta está absolutamente… — Fez suspense. Os presentes aproximavam-se em expectativa; era a primeira pergunta do jogo, afinal, e talvez aquela que definiria as rédeas dali pra frente. — Exata!

Sem muita euforia, aplausos e mais aplausos tomaram rapidamente a atenção do programa. As quatro opções da pergunta no grande telão atrás dos meninos apareceram; a letra d) Luhan não tem namorada, exatas palavras de Hoseok, piscavam em verde, indicando que a resposta estava correta. Yoongi assistia a tudo aquilo insatisfeito, tão injusto…

— Próxima pergunta; essa não tem certo ou errado, vai de vocês — fez uma pausa dramática; a pergunta já encontrava-se no grande telão — O amigo da sua frente aparece com um corte de cabelo novo horrível. Sua reação?

Uma por uma as opções foram aparecendo à medida que Benjamin as lia:

“A) Não comento nada. Se perguntar, digo que ficou bom, pra quê machucá-lo?

B) Vou falar que ficou ótimo, claro. Nada melhor do que  ganhar uns pontos com ele.

C) Elogiar é sempre mais fácil.

D) Digo a verdade. É meu amigo, não o quero passando vergonha.”

Hoseok mal precisou ponderar alguma coisa para responder, (inutilmente) apertou o botão e anunciou sua resposta: A.

O tempo passava e Yoongi ainda estava pensando nas suas possibilidades. Perguntava-se onde esse tipo de pergunta levaria alguém da platéia até a resposta certa e de que maneira poderia burlar esse sistema. Talvez se respondesse a letra C chegariam rapidamente à conclusão de que fosse ele o ladrão, pois escolheu o meio mais fácil para fazer as coisas. Com a letra B seria taxado de ganancioso, também levando todos a acreditarem que fosse o ladrão.

— Yoongi? — Chamou-o atenção o dono do show. — Você tem dez segundos.

Optou, portanto, pela última opção e talvez a mais plausível. Sua verdadeira resposta tinha um quê de maldade, é verdade, — faria questão de ele mesmo zoar Hoseok pelo corte de cabelo — mas não deixa de ser sua reação. — Letra D, diria a verdade.

Benjamin agradeceu a resposta, enquanto a platéia, mais uma vez, organizadamente, aplaudia. Anunciou, então, a próxima pergunta.

— Na série The Walking Dead, o personagem Daryl Dixon é conhecido por se mostrar sempre introvertido e distante dos outros, apesar d'a realidade ser outra. Com uma personagem, no entanto, Daryl se sentiu à vontade para se abrir e até criou laços com tal, fazendo com que os fãs da série desconfiassem que havia algo de amoroso envolvido. Qual é o nome dessa personagem?

“A) Beth, irmã de Maggie

B) Judith — ou bravinha, como ele a apelidou

C) Carol, desde o desaparecimento da sua filha, Sophia

D) Michonne, se identificando completamente com a mesma”


Yoongi, dessa vez, foi o primeiro a apertar o botão vermelho e responder a pergunta:

— Letra A, Beth.

Hoseok, incrédulo, foi obrigado a rebater, impedindo que Benjamin anunciasse a resposta correta. — O quê? Pelo amor de Deus, Yoongi, é perfeitamente notável a relação do Daryl com a Carol. Eu estava do teu lado quando vimos todas as reações dele ao reencontrar com a Carol, eles têm uma puta conexão!

Benjamin tinha cutucado a ferida dos dois e sabia muito bem disso, mal tentava disfarçar o sorriso satisfeito que tinha no rosto. Hoseok quem havia apresentado a série para Yoongi, maratonando cada um dos noventa e nove episódios junto do outro. Péssima ideia, pois todo episódio era uma discussão diferente. E a maior de todas era a incógnita Daryl. Até chegaram a considerar que ele fosse gay, baseado nas HQs, mas descartaram a chance de ser possível quando o produtor negou que as seguiria fielmente.

— Não seja tolo, Seok, Carol é como uma mãe para o Daryl — revirou os olhos só de pensar na possibilidade de envolvimento entre os dois — Beth foi a primeira pessoa que ele confiou contar as coisas da vida dele antes do apocalipse! Ele PRESENCIOU a morte da Beth e foi talvez o que mais sofreu com ela, depois da Maggie, claro. Ele quase não tinha mais vontade de viver depois dela, se afastou ainda mais de todo mundo e ficava andando tristonho/irritado pelos cantos... Até chorou! Quando foi que você viu Daryl chorar senão na morte do irmão?

— Todos ficaram tristes com a morte da Beth, seu imbecil! Ela representava o que restava de beldade no grupo, a esperança. Embora eu ainda ache que ela não tinha utilidade nenhuma além de cuidar da Judith… E é verdade, Daryl ficou cabisbaixo com a morte da Beth, mas quem foi atrás dele pra ajudar? Quem é que tá sempre se preocupando com o Daryl e perguntando se tá mesmo tudo bem? Quem foi a primeira pessoa a perceber quem ele era de verdade, ao invés daquele caipira grosso, como todos o chamavam? A Carol, porra!

— Tá bom então, Hoseok, vamos deixar Benjamin decidir quem está certo — Convencido, Yoongi deu-se por vencido da discussão para a certeza. Estava certo de sua resposta e não via a hora de esfregar isso na cara de Hoseok, que podia ter ganhado uma partida do UNO — ou OUN, que seja —, mas não aquele show, ainda que o programa não tivesse exatamente um vencedor.

— Sinto lhe decepcionar, Yoongi, mas essa é uma daquelas perguntas sem resposta, parte da opinião de cada um — O apresentador, calmamente, se divertindo com a situação. — Próxima pergunta!

“No jogo Clash Royale, cada partida tem seu próprio tempo, podendo variar dependendo do rumo do jogo. Qual das alternativas é considerada impossível de acontecer em relação a duração?”

Hoseok sorriu com a pergunta. Também tinha sido ele a apresentar o jogo a Yoongi, então não teria dificuldades em respondê-la. Benjamin lia as opções, enquanto Hoseok se ocupava em atentar-se à reação do amigo, que parecia considerar cada uma delas antes de dizer alguma coisa.

A) Dois minutos de partida normal Um minuto de elixir em dobro

B) Três minutos de partida Três minutos de desafio

C) Três minutos de partida Um minuto de morte súbita

D) Quatro minutos de partida Um minuto de morte súbita”


Hoseok, como esperado, foi o primeiro a apertar o botão. — Letra D, quatro minutos de partida mais um minuto de morte súbita.

— Você concorda com isso, Yoongi? — Alfinetou o mais velho entre os três, procurando provocar mais alguma discórdia.

— Yoongi acha que a melhor lendária do jogo é a Sparky, ele não tem direito nenhum de opinar sobre qualquer coisa — Provocou Hoseok, propositalmente. Sabia que Yoongi podia ser bem calmo diante de qualquer situação, menos se alguém discordasse de suas ideologias. Por exemplo, a relação da Beth com Daryl ou que a Sparky era, sim, a melhor lendária do jogo.

Objetivo concluído, senhor Olocart.

— De novo essa história, Seok? — Bufou o branquelo, fazendo jus à sua fama de quem não aceita ser contrariado. — A Sparky tem o maior dano em área do jogo todo! Não é fácil acabar com ela, é a melhor carta do jogo, sim!

— Claro que não, mano Primeiro que a Sparky só causa dano terrestre, qualquer aéreo acaba com ela. Segundo que ela não vale o elixir que custa, não mesmo! A melhor carta do jogo é o lenhador, aceita.

— Meninos — Fingiu companheirismo o Olocart. — Acalmem-se, vocês são muito competitivos. A pergunta foi só para o senhor Min, você concorda, pequeno?

— Sim, é a D mesmo.

— Ótimo, pois a resposta está perfeitamente exata — Anunciou, como um sinal para que o público irrompesse em aplausos sincronizados. — Farei mais duas de reação, tentem não se matar à toa.

“Trabalharemos a hipótese de que os dois mantêm uma relação maior do que só amizade, se é que vocês são mesmo amigos. A sogrinha deixa de ser uma tia bacana que oferece biscoito pra você quando vocês estão em suas noites de sexta jogando para se tornar uma sogra exigente. Acaba que ele te pergunta o que você acha dela, sem escapatória para não comentar nada. Sua reação?”

“A) Diz que achou legal, superficialmente, sem entrar em muitos detalhes

B) A verdade e nada mais que a verdade, mas com jeitinho para não magoar

C) Dizer a verdade é sinônimo de briga

D) É sempre bom ganhar pontos com a chefia, então não poupa elogios’’


Hoseok seria, mais uma vez, o primeiro a responder. Yoongi, como da última pergunta, estava ocupado ponderando, então o outro logo apertou o botão vermelho. Aproximando-se do microfone, mas, pelo contrário, não foi capaz de pronunciar palavra alguma. Sua boca abria, gesticulando que diria alguma coisa, mas nada saía. Ao lado do botão vermelho, um outro botão da cor amarela piscava freneticamente.

Tsc, tsc — fez o apresentador, em negação — Menino, eu não expliquei no começo do jogo que mentiras não seriam toleradas? Esse negócio amarelo que não para é o seu dispositivo da mentira. Você, por acaso, tá tentando enganar alguém aqui?

Hoseok mordeu os lábios. Não sabia como reagir a uma bronca dessas. Pensou um pouco e finalmente aproximou-se do microfone para falar:

— Letra D — Disse, soando quase como uma pergunta.

Yoongi virou-se para visualizar melhor a alternativa D e por que Hoseok mentiu para esconder essa verdade.

— Pera aí, tudo que você disse da minha mãe até agora era pra ganhar pontos com ela? — Yoongi, indignado.

— Talvez...

Filho da puta! Beleza, eu já desconfiava; minha mãe é muito chata mesmo — Admitiu, para o alívio de Hoseok. — Letra A.

“Certo, meninos, vamos continuar trabalhando essa hipótese. Dessa vez, vocês marcaram um encontro e você acordou tarde e chegou atrasado. Chegando lá, você…”

A) Pede desculpas e inventa um problema pessoal como justificativa

B) Inventa um problema familiar no hospital, diz que pegou trânsito, bateu o carro e não para por aí

C) Diz a verdade. Prefere perder pontos com ele a perder sua confiança”

— Só têm três opções — Observou Hoseok, curioso.

— Sim, eliminamos a terceira para os últimos participantes do jogo. Não deu muito certo.

— Como assim? — Yoongi, igualmente curioso.

— Meninos, eu faço as perguntas por aqui e vocês têm quinze segundos para responder.

— Hm — Yoongi ainda desconfiava, mas deu o braço a torcer, também não fazia diferença uma opção a menos. Sem precisar pensar muito, apertou o botão e continuou: — Letra C.

Hoseok bufou em resposta. Era completamente injusto ele não ter podido dizer o que queria na questão anterior enquanto, para ele, Yoongi claramente mentia descaradamente. É verdade que o baixinho não escondia o motivo de sempre quando chegava atrasado, mas aí era porque Yoongi não se importava com o que Hoseok acharia disso, pelo menos era o que Hoseok achava.

— A.

“Certo, meninos, chegamos agora na parte mais crítica do jogo e aquela em que nós refletimos um pouco. No jogo passado, o pessoal deve se lembrar que abordamos o tema cores como principal e eu concordo com os organizadores quando eles dizem que esse é um caso que se encaixa muito bem também. Por exemplo, o preto e branco sempre foram taxados como cores contrárias. Sendo um conhecido por sua pureza, suavidade, paz; e a outra, como temor, o mal, melancolia. Nem preciso explicar qual é qual, né?”

O homem fez uma pausa no seu discurso. Os meninos, curiosos, perguntavam-se onde é que ele queria chegar com aquilo tudo.

“Mas, ao contrário do que muitos pensam, essas duas cores opostas encontram-se 'num único tom de cor, o cinza. E, por mais que seja uma cor injustiçada, porque a grande maioria prefere aquelas cores mais chamativas e vibrantes, como é o caso do azul, e também por ser associado a coisas não tão boas, ele também tem o seu significado. Afinal, o cinza é onde estão os dois extremos das cores, reunindo-se nele a noite e o dia. A pergunta é: qual o significado do cinza?”

Yoongi preparava-se para apertar, de prontidão, o botão vermelho à sua frente, quando fora interrompido pelo mais velho.

“Ainda não, menino, não acabei… Beleza, vocês podem até me dizer o que os psicológicos, ou seja lá quem entenda de cores, dizem, como ‘tédio, seriedade e blá blá blá’, mas a minha pergunta não foi essa. Eu quero saber a sensação que vocês sentem quando veem um cinza, qual o valor simbólico que ele tem sobre você.”

Finalizado o monólogo, Yoongi e Hoseok se encaravam, os dois tentando decifrar o que Benjamin teria dito e o que queria dizer com aquele papo estranho de cores.

— Eu ainda penso em tédio — Yoongi quebrou o silêncio.

— É, mais ou menos por aí mesmo — Hoseok concordou.

— Vocês não entenderam nada do que eu quis passar, né? — Benjamin, frustrado, observou aos dois balançarem a cabeça confirmando suas suspeitas.

— Não nos culpe, ninguém liga pro cinza! É a cor mais entediante de todas! — Yoongi justificou-se, fazendo com que, mais uma vez, Hoseok concordasse.

— Ok, vamos, sem enrolação, à última pergunta: Quem foi Rutherford-Bohr?

— Não tem nenhuma alternativa? É só isso? — Yoongi, confuso. — Quer dizer, eu 'tava esperando um super plot twist como última pergunta e tal…

— Acho que a professora de química falou disso outro dia — Pensou alto Hoseok, se arrependendo no minuto seguinte.

— Não se preocupa, Seok, eu já sabia a resposta dessa. Engraçado… — seu tom agora era de ironia — Não era você que me dizia pra parar de dormir em sala de aula, porque era lugar pra aprender? Benjamin, querido, Rutherford Bohr foi o cara que aperfeiçoou o modelo atômico da última geração, não estou certo?

Benjamin mordeu os lábios, contrariado. — Yoongi, sua resposta está… errada.

Yoongi virou-se para encarar melhor Benjamin. As sobrancelhas estavam juntas formando sua expressão de confusão, enquanto os braços cruzados demonstravam sua indignação. Sua mente trabalhava muito rápido à procura de onde teria errado, não podia ser.

— Na verdade, Rutherford Bohr não foi uma pessoa. Esse foi o nome dado ao modelo atômico de Rutherford, quando aperfeiçoado por Bohr.

Hoseok pôs-se a rir. — Ah, mas ele estava se gabando tanto…

— Você respondeu alguma coisa, por acaso?

— Meninos, agora não é hora de brigar. Principalmente porque a plateia irá votar e decidir o futuro de vocês.

O homem caminhou vagarosamente até o centro do palco e dirigindo-se a plateia explicou as regras da votação em detalhes, sempre repetindo seus “por mais que vocês já estejam familiarizados”.

Uma espécie de intervalo comercial fora anunciado. Enquanto as pessoas discutiam suas possibilidades, Benjamin havia sumido de vista e nossos protagonistas aproximaram-se um do outro para conversar.

— Hobi, sério, e se por acaso essa gente toda acertar? O que vai ser da gente, cara? — Yoongi, inquieto, roía as unhas de aflição.

— Como assim? Provavelmente a gente morre, sei lá que tipo de punição eles têm! — O misto de confusão dentro de Hoseok fora convertido em calmaria por um instante. E então ele percebeu as próprias palavras. — Meu Deus, a gente vai morrer!

Desta vez, os sussurros entre os dois transformara-se em um grito, ecoado por todo a ambiente e ouvido inclusive pela plateia.

— Tem algo a temer, Hoseok? — Olocart reaparecera misteriosamente atrás dos dois, que pularam com o susto e voltaram para seus lugares. As cabeças baixas, já aguardando o pior. — Senhoras e senhores, guardem os dispositivos embaixo de seus assentos, pois o momento mais aguardado do show chegou. Todos vocês votaram e seus votos estão sendo computados de prontidão pelos nossos técnicos, fiquem tranquilos.

Sua piscada de olho fora muito bem recebida pela plateia, que parecia ter entendido a referência, apesar de tamanha suspeita para Yoongi e Hoseok. Todos observaram curiosos quando um outro homem, baixinho e cabisbaixo, entrou no palco para entregar um pequeno controle para o Benjamin.

— Vocês sabem o que isso significa, certo?

Benjamin apontou o objeto para o grande telão sem pressa, parecia divertir-se com o clima de expectação em que todos encontravam-se.

Ao apertar o primeiro botão, os rostos receosos de Yoongi e Hoseok ocuparam a tela, um de cada lado. Em volta, duas cobrinhas cinzas rondavam suas feições e  os números com a porcentagem dos votos transitavam do 100 ao 0 rapidamente.

Outro botão foi apertado. As cobrinhas pararam de rondar, como ordenado; a de Hoseok, 78%, maior que a de Yoongi, 22%. Os dois suspiraram aliviados, enquanto a plateia, entendendo o recado, eclodia em lamentos.

Mais um botão e o gráfico desaparecera, dando espaço ao que parecia ser a casa de Yoongi quando os dois ainda jogavam o Uno. Yoongi estava organizando as cartas, ao passo que Hoseok mantinha sua atenção toda à caixinha do jogo. Yoongi alterava o olhar das cartas à Hoseok, precisava estar atento caso Hoseok descobrisse o que faria. Um 4 fora deixado no chão, próximo ao joelho de Yoongi, e finalmente as cartas estavam sendo distribuídas.

“Então vamos apostar alguma coisa, oras!”, a voz de Hoseok.

“Hm, eu gosto. O que sugere?”, Yoongi, deixando o próprio jogo no chão, acima daquele 4 de antes.

Hoseok virou-se para encarar o amigo. Seu olhar sustentava decepção, mas também alívio. Ninguém morreria hoje, afinal.


— É, meninos, eu até diria para vocês voltarem, porque o enigma foi tão grande que apenas 22% acertou, mas sei que vocês não vão desejar estar aqui de novo tão cedo. Apesar de tudo, agradecemos a vocês o programa de hoje. Perdoem a despedida breve, é por causa do horário mesmo, Koyti não vai gostar nada disso — Benjamin, mandando mais uma de suas piscadelas para a plateia. Achou graça da própria piada e acenou para os dois. — Tchauzinho!


As palavras de encerramento de Benjamin ainda ecoavam para Yoongi quando as luzes apagaram-se de repente. Ao abrir os olhos novamente, suspirou atenuado; estava em casa. Hoseok, à sua frente, mantinha as mãos na cintura, pedindo uma explicação.


— Em minha defesa-


Fora interrompido. — Sua defesa uma ova! Cara, a gente podia ter morrido!


— Ei, não grita comigo, eu sou péssimo em uno — Justificou-se, envergonhado.


Hoseok achou graça. — Percebi mesmo, até roubando você consegue perder!


Yoongi tinha todos os motivos para ficar ainda mais irritado, afinal, Hoseok havia ferido sua dignidade agora. Mas, pelo contrário, acabou por se juntar a Hoseok e rir. De fato, seu forte não era o uno.


— Que horas são? — Hoseok, verificando seu relógio de pulso sem nem mesmo esperar por uma reação do outro. — Caraca, nós ficamos três horas lá!


— Melhor de três?


— Você acha mesmo que eu vou correr o risco de jogar com você e voltar pra lá? — Indignou-se, já tomando o baralho em mãos. — Melhor de três, a aposta ainda está de pé. Eu cuido do monte e nada de roubar dessa vez!


Yoongi sorriu.


Nossa, como ele adorava um desafio.




Notas Finais


iai, o que acharam? viajei muito?

୭̥*ೃ momento textão analisando as perguntas que pareceram sem sentido na hora mas fazem todo sentido ୭̥*ೃ

seguinte, galera, eu usei o pouco de cérebro que ainda me restava pra pensar nas perguntas e esse foi o resultado + as dicas que eu deixei pelo caminho:

as perguntas foram desenvolvidas pensando totalmente na pessoa que roubou o jogo, já que eles sabiam quem tinha sido, descartando quais seriam a reação do acompanhante, porque a eles não interessavam. o objetivo é exclusivamente que as pessoas presentes descubram a resposta. as pessoas ali presente não estão ali por acaso. o ladrão é analisado desde o momento em que o roubo é detectado até o final da partida, onde eles já tem uma pequena noção de como ela é.

1. pergunta literalmente aleatória sobre vida de famoso; cara, em nenhum programa que se preze esse é o tipo de pergunta que fazem. e é justamente por isso que ela estava lá. yoongi é alguém que detesta futilidade, principalmente porque hoseok vive empurrando essas coisas do tipo namorada do luhan (eu esculhambei na hora que pus que ele não tem namorada, mas não precisa me atacar;-; eu sou yaoi shipper poxa) pra ele. pensando nisso, os organizados resolvem escancarar essa verdade como uma dica. e também que ele não sabe perder. funcionou: nessa primeira pergunta, o palpite da maioria já era yoongi.

2. pergunta de reação tirada da capricho; yoongi mostra novamente o quão insatisfeito ele está com o nível das perguntas, mas ele também quer responder à altura. além do mais, ele tenta não dar bola fácil sobre quem roubou, então é cuidadoso com a resposta, ao contrário do hoseok, que tava levando o jogo como um jogo propriamente dito. o povo ainda acredita que é yoongi.

3. pergunta de opinião pessoal e divergente; o objetivo era, de fato, que eles brigassem. mostraria como yoongi não gosta de ser contrariado e, mais do que isso, que gosta de vencer acima de tudo (tanto, que interrompe a discussão a fim de que benjamin dissesse que ele estava certo e ele se deliciasse com isso para hoseok). a plateia é indiferente a essa pergunta.

4. pergunta de conhecimento mesmo (um conhecimento inútil, mas conhecimento deles); mesmo objetivo que a anterior, mas é olocart quem provoca a discussão, não como deveria, porque quem provoca dessa vez é hoseok, trazendo dúvidas para o jogo. a galera começa a desconfiar que yoongi é só um ótimo e esperto jogador.

5. reação; objetivo: mostrar que yoongi escolhe o caminho mais fácil e que beneficie a si mesmo. os organizadores só não contavam que hoseok fosse mentir com um uma pergunta tão simples, mudando o foco do jogo. na verdade, hoseok mentiu porque não queria que yoongi soubesse a verdade, achou que ele ficaria bravo ou coisa do gênero, completamente avulso ao jogo.

6. mais reação; por trás da resposta de yoongi está sua honra. ele não quer perder pontos com hoseok, porque, para os organizadores, ele é alguém que quer se mostrar superior. essa foi uma avaliação errada dos mesmo, pois yoongi realmente se importa com hoseok (seu problema é só com os jogos, é muito competitivos). ainda assim, tudo aponta para hoseok, que escolheu mentir. ninguém ignora mais a possibilidade de ser hoseok.

7. pergunta longa e reflexiva; uma pergunta curiosa que procurava mostrar o pensamento deles, como funcionavam suas mentes, através de uma coisa simples como a cor cinza. os dois, pelo contrário, estão indiferentes a isso, não vão tão além quanto deveriam. não é um erro dos organizadores, visto que simboliza a simplicidade no modo que eles vêem as coisas. o problema foi só que os dois tiveram a mesma resposta.

8. pergunta pegadinha e, por tê-los feito criar expectativas para depois pensarem que não era nada de mais, perigosa; quem reparava mais nos pequenos detalhes? hoseok lembrava-se que tratava-se de química. yoongi, por outro lado, sabia até um pouco mais a fundo, do tema. mas os dois não perceberam o que tinha por trás da pergunta. hoseok fez questão de debochar yoongi por ter errado e todos ainda acreditavam que era ele, levando assim, a 78% apostar nele.

e foi isso. queria eu ter desenvolvido tudo isso melhor pra ficar um negócio foda de mistério, mas por enquanto é isso aí mesmo ;v

obrigada por ler wz não se esqueçam de entrar na tag pra ler os outros hinos que estão sendo postados (ainda mais agora que o prazo para postagem do projeto estendeu hehe participem também)


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