História Consequências de uma paixão - Capítulo 38


Escrita por: ~

Postado
Categorias Teen Wolf
Personagens Allison Argent, Isaac Lahey, Lydia Martin, Malia Tate, Mieczyslaw “Stiles” Stilinski, Scott McCall, Theo Raeken
Tags Scallison, Stydia
Visualizações 274
Palavras 2.895
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi amores!

Gente, eu fiz uma cagada com a história, rs. O triângulo amoroso de scallison com a Malia era uma ideia antiga minha, eu tinha ela desde o começo da fanfic, e eu tinha planejado algumas cenas nos primeiros capítulos para scalia como amigos mas eu acabei não conseguindo retirar o foco de stydia. O plano da traição veio junto com o triângulo amoroso, mas infelizmente eu não soube desenvolver isso direito. Peço desculpas, e digo que o capítulo de hoje tem foco scallison, sem stydia.

Teremos um salto no tempo nesse capítulo, ele é pequeno e bastante significativo.

Boa leitura!

Capítulo 38 - Desejosos


Fanfic / Fanfiction Consequências de uma paixão - Capítulo 38 - Desejosos

 

Terceira Pessoa

Três meses depois...

Para Stiles e Lydia, o tempo passou muito rápido. Faltava apenas um mês para o fim das aulas, e o relacionamento estava tão perfeito que nada os atrapalharia.

Apenas a triste relação dos amigos.

Scott e Allison continuavam separados e se evitando na escola.

Aquilo mexia com Stiles e Lydia, pois eles não andavam mais juntos e sempre escutavam a lamentação dos melhores amigos sobre o ocorrido.

Argent jamais se perdoaria por ter feito algo como aquilo, se reprimia ao extremo, se sentia quebrada, sabendo que algo faltava nela.

Era ele, era o Scott.

McCall também estava triste, porém, de uma certa maneira existia um tempo para se sentir melhor. Ele e Malia estavam muito amigos, passavam bastante tempo um com o outro, inclusive nos trabalhos escolares.

As vezes andavam juntos nos corredores do colégio causando uma fofoca ou outra, mas nada que os reprimissem. Eles não se importavam.

A amizade agradava ambos, e os faziam se sentir bem com relação à qualquer coisa que passassem, até porque eles desabafavam um com o outro.

Scott parou a moto na calçada da casa de Malia, retirou o capacete e sentiu os olhos arderem com o sol quente daquela tarde.

Desceu da moto, e andou em passos largos até a porta, tendo a certeza de que a amiga estaria atrasada por a conhecer tão bem.

Eles haviam combinado de ir ao cinema, a programação favorita dos dois quando estavam juntos.

McCall bateu na porta três vezes seguidas, esperando impaciente.

– Malia, vamos logo! – Ele gritou, soltando um suspiro alto quando não foi respondido.

Depois de alguns minutos, finalmente a morena abriu a porta, recepcionando o amigo com um sorriso enorme.

Ela usava um vestido verde e solto, que ia até o meio de suas coxas, combinando com seu tom bronzeado de pele. Scott arqueou as sobrancelhas para a visão, surpreso por ver ela com aquele visual inusitado.

– Só estamos indo no cinema – ele esclareceu, a olhando com certa dúvida.

Malia fez um biquinho adorável enquanto encarava o amigo com uma expressão óbvia.

– Não gostou? – Ela perguntou séria, fazendo o garoto se afobar.

– Não é isso! Claro que gostei, mas nunca te vi com esse tipo de roupa – Scott deu de ombros, fazendo Hale revirar os olhos enquanto saía da casa.

– Você está bonita – ele elogiou, arrancando um sorriso da morena que se agachou e guardou a chave em baixo do tapete, logo depois se voltou para ele, que também sorria – vamos.

Os dois andaram sem pressa para a moto, mesmo que tivessem receio de perder o filme por chegarem atrasados.

– Conversou com a Lydia? – Scott questionou, olhando de relance para a amiga.

– Sim, nos acertamos – ela respondeu.

Uma semana atrás...

Lydia estava sozinha na biblioteca. Era aula vaga de sua turma e Stiles estava com o time de lacrosse treinando no campo.

A ruiva estava sentada em uma das diversas mesas do lugar repleto de livros, que estava vazio no horário das aulas.

Martin lia com atenção ‘’O Homem Invisível’’ se concentrando nos detalhes da história quando escutou seu nome em um murmúrio baixo.

Ergueu os olhos para a frente e enxergou Malia.

A garota estava com as mãos nos bolsos de trás da calça e seu olhar transbordava receio, que Lydia acreditou ser muito mais por ela do que pela garota em si.

Encarou a morena relutante, observando ela suspirar e trocar o peso do corpo de um pé para o outro.

– Podemos conversar? – Ela perguntou, fitando Lydia.

A ruiva arqueou as sobrancelhas, curiosa e confusa com a situação. Em algum lugar dela, Martin conseguiu sentir um resquício de medo, porém apenas assentiu com a cabeça.

Hale se aproximou e puxou uma cadeira que estava de frente para a ruiva, se sentando com as mãos no colo.

– É sobre o Stiles.

Lydia engoliu seco no instante em que escutou a pronúncia. Sabia que seria uma conversa difícil justamente por ser com Malia, mas ainda assim se sentia tentada a entender o que a garota queria.

Muda, a ruiva acenou de novo com a cabeça, decidida a escutar quieta até que sentisse vontade de argumentar.

– Eu queria... – a morena lambeu os lábios enquanto desviava o olhar, denunciando como estava nervosa – eu queria me desculpar.

Lydia arqueou as sobrancelhas, extasiada pela confissão repentina da garota.

– Se desculpar? – Martin questionou, perdendo o controle de sua boca.

– Eu errei com você. Descontei minha raiva pelo o que Stiles tinha feito e na hora me pareceu certo, mas depois eu vi que não era. Sei que vocês se gostam, e prometo que vou respeitar isso. Até porque não sinto mais nada por ele.

Lydia estava com a boca aberta, estarrecida por escutar aquilo de Malia, mas principalmente surpresa por uma atitude tão corajosa e sincera estar vindo dela.

Piscou repetidas vezes, parecendo processar tudo o que a Hale havia dito. A morena a encarava em repleta expectativa, crente de que aquilo funcionaria.

Martin engoliu seco, fitando Malia que estava com os ombros acuados no corpo parecendo temer algo, ou até estar envergonhada.

– Eu... – Lydia começou, mas a voz morreu.

– Só quero que me desculpe – Hale interviu, esclarecendo sua intenção – estou arrependida.

Lydia encarou a garota, e enxergou arrependimento em tudo nela. A maneira que seus olhos pareciam pedintes, em conjunto com seu corpo que estava encolhido na cadeira.

A ruiva sentiu compaixão, e admirou o ato corajoso.

– Eu desculpo se você me desculpar – ela disse em um tom de brincadeira, fazendo Malia rir brevemente.

– Mesmo? – Hale perguntou esperançosa, observando um sorriso esboçar os lábios grossos de Lydia.

– Sim, mesmo.

Malia e Lydia sorriram uma para a outra, sentindo que um peso enorme tinham saído delas, e aquela nuvem negra que sempre as cercava havia ido embora.

Naquela tarde...

Depois que Malia contou de uma maneira resumida que tinha se acertado com a ruiva, ela e Scott finalmente foram para o cinema.

Praticamente correram dentro do shopping sabendo que estava atrasados para o filme.

Porém, suspiraram aliviados quando repararam que existia uma fila grande para ver o lançamento daquela semana.

Já haviam comprado os bilhetes, por esse motivo entraram e aguardaram tranquilos.

Porém, Scott parou de respirar quando ele e Allison cruzaram olhares. Ela estava ali, ela realmente estava ali.

Argent estava na fila também, virada de lado, sem coragem para retirar os olhos do garoto por quem era apaixonada.

O tempo havia parado, tudo estava congelado ao redor deles. Suas peles queimaram e suas mãos formigaram implorando o mínimo contato possível, simplesmente para sentirem um ao outro novamente.

Scott estava tão encantado por ela que sequer reparou que ao lado dela, um loiro alto e forte a acompanhava.

Era Isaac, seu amigo.

Os olhos da garota brilharam, e ela foi puxada para a realidade quando os braços de Lahey a tocaram, indicando que era a vez deles entrarem na sala. Ela desviou os olhos tristes e andou, sumindo atrás da porta.

– Scott? Nossos ingressos – Malia chamou tocando no amigo, indicando com a cabeça o homem do cinema que estava com a mão esticada.

McCall piscou confuso, e então colocou a mão no bolso procurando os pequenos papeis, tentando esquecer que a Allison estava ali.

...

A sala estava muito cheia, e Scott não conseguiu ver onde Allison tinha sentado. Porém, de uma certa maneira, ele achou melhor daquele jeito.

Mesmo se esforçando, parecia que seus olhos insistiam em procurar ela uma hora ou outra, mas por sorte sempre sem sucesso.

Ele sequer reparou no filme, se sentindo atormentado pela Argent o tempo todo mesmo sem saber onde ela estava.

Apenas o fato dela respirar o mesmo ar que ele já o deixava em alerta.

Quando o filme acabou, Scott continuou sentado, e acabou procurando novamente pela ex-namorada nas pessoas aglomeradas.

Novamente não a encontrou, e acabou suspirando de alívio.

Scott McCall

Infelizmente acabei procurando por Allison no shopping, não a encontrando. Que mania infernal! Eu juro que tentei, me esforcei para não fazer aquilo, mas pareceu automático.

De qualquer maneira, foi melhor assim.

Só doeria mais olhar para ela e perceber quanta saudade eu sinto.

As vezes eu sinto que a minha ficha sobre a traição ainda não caiu, parece tão surreal pensar algo assim que acabo desacreditando.

Porém, eu sei que é verdade, e na maioria das vezes acho que eu não quero aceitar e por isso finjo que não aconteceu.

Malia desceu da moto, me despertando dos meus devaneios. Permaneci sentado, e observei ela retirar o capacete e me olhar com carinho e preocupação.

A conhecia o suficiente para entender que ela sabia o porque de eu estar cabisbaixo, e não demorou para ela falar comigo.

– Você também viu ela, não viu?

Suspirei, e acenei cabisbaixo, dando a confirmação.

– Quer entrar para conversar? – Ela ofereceu, atraindo meu olhar.

Enxerguei uma certa pena em seus olhos, e senti uma pontada de alegria por ter a certeza de que ela se importava comigo.

– Não, melhor eu ir embora – respondi tardiamente, sendo surpreendido por um abraço brusco.

Ela me envolveu com seus braços de uma maneira rápido e violenta, mas seu contato era delicado e muito quente.

Apoiei a moto com meus pés, envolvendo sua cintura com minha mão enquanto a outra segurava o guidão.

Ela suspirou na curva do meu pescoço, e eu sabia que estava preocupada. Malia não gostava de me ver mal, e eu sentia a mesma coisa em relação à ela.

Ela se afastou, e por um segundo me surpreendi com a proximidade de nossos rostos.

– Está tudo bem – menti, e eu percebi seu olhar em meus lábios.

Senti uma corrente de sensações percorrer meus músculos, agitando algo dentro de mim. E antes que raciocinasse, ela se aproximou ao extremo.

Não acreditei a princípio, mas ela realmente estava me beijando.

Seus lábios macios fizeram contato com os meus em um selinho quase infantil, e então sua boca se moveu sobre a minha.

Observei ela de olhos fechados, e me permiti corresponder.

Estávamos realmente nos beijando, e por mais que estivesse assustado, sentido meu coração martelar em meu interior, não consegui parar.

Ela beijava bem, e o seu hálito era gostoso. Porém, também me senti pesado, como se fizesse aquilo por obrigação.

Não é que eu não me sentisse atraído por ela, até porque Malia é linda e muito interessante, mas um detalhe mudava absolutamente tudo.

Malia não era a Allison.

Aquela boca, a pele macia e bem cuidada, o carinho, não era nada comparado à Allison.

Aquilo só comprovou como eu sempre vou ser apaixonado por ela, e jamais conseguirei ter interesse em outra mulher.

Me distraí com meus pensamentos, e acabei errando os movimentos, estragando o beijo.

Nos separei, sentindo que não queria aquilo, tendo a certeza de que desejava ser apenas amigo dela, para sempre.

Ela respirou alto, inalando pesado.

Abri os olhos de rompante e encarei suas íris escondidas nas pálpebras. Depois de segundos ela finalmente me olhou, e pareceu feliz de uma certa maneira.

Mesmo sem entender o porquê dela ter feito isso, permaneci em silêncio entendendo o que eu sentia.

Não conseguiria brigar com ela de maneira alguma, e também não sentia raiva. Estávamos solteiros e aquilo não precisava significar alguma coisa.

– Scott, desculpa. Eu precisava fazer isso.

A confusão se multiplicou em mim, e antes que eu perguntasse ela disse:

– Eu e Theo brigamos, e acabei achando que poderia estar gostando de você. Eu precisava te beijar para saber, desculpa.

O que? Minha amiga é tão maluca.

Acabei soltando uma risada. As vezes Malia tinha umas ideias muito estranhas, como essa de agora.

Isso acabou sendo útil, afinal, eu tinha a certeza de que Allison é a única mulher que eu quero ter.

– Porque você está rindo? – Ela perguntou parecendo irritada, e eu mordi o lábio inferior para controlar.

– É que isso foi uma ideia muito boa, Malia – respondi com ironia, e ela também acabou rindo.

– Você não vai ficar bravo, não é? – Ela questionou com receio.

– Não, está tudo bem – respondi, a puxando para um novo abraço – obrigada por ser minha amiga.

– Obrigada por ser o mesmo Scott de sempre.

Sorri para ela, e então nos afastamos.

– Me faz um favor?

– Claro – respondi.

– Vai logo atrás da Allison! Eu sei que você já esqueceu o que aconteceu, então anda logo!

Ela parecia impaciente, e estava mandona. Malia me conhecia tão bem quanto Stiles, e por coincidência ela havia dito a mesma coisa que ele no dia anterior.

Que saco, Scott! Você nem lembra mais do que aconteceu, e ainda por cima falou dela ontem sem perceber. Vai logo atrás dela, Lydia me disse que ela ainda gosta de você!

Será que eu era tão óbvio daquele jeito?

– E o que eu digo quando olhar para ela? Não acha que vai ter um clima esquisito entre a gente?

Malia revirou os olhos.

– Scott, anda logo!

Eu odiava quando Malia começava a mandar em mim, mas sinceramente, achei que ela tinha razão. Pelo menos um pouco.

Eu não suporto mais ficar tão afastado de Allison, nem amigos nós ficamos depois daquilo.

E mesmo que ainda esteja chateado, assim como Stiles e Malia me disseram, ela se arrependeu e nunca deixou de gostar de mim.

O baque da traição foi gigantesco, como um abismo enorme que me sugou para o chão. Mas o tempo passou, e isso mudou algo em mim.

Aumentou a minha necessidade dela.

– Só vai na casa dela, depois você decide o que fazer! – Malia falou mais uma vez, impaciente.

Suspirei me dando por vencido, me ajeitando a moto enquanto colocava o capacete.

Olhei para ela, mas fui interrompido antes mesmo de falar.

– Você vai saber o que fazer, agora vai!

Bufei, odiava ser mandado.

Acenei com a cabeça e então liguei a moto.

...

Merda, merda, merda!

Porque eu fui escutar a Malia?

Agora estou igual um imbecil parado na frente da casa da Allison, sequer sei se ela está mesmo ai ou ainda está na rua.

Não consigo parar de andar nessa calçada. Estou de um lado para o outro igual um louco, sentindo meu corpo agitado borbulhar em meu interior.

O que eu vou falar? Puta que pariu, eu vou embora.

Andei até a moto, alcancei o capacete mas perdi a coragem de sentar no banco no mesmo instante.

Porra, eu quero muito isso. Eu quero ela de novo.

Mas como vou fazer isso aqui, e agora? Meu Deus o que eu estou fazendo aqui?

Eu sou um covarde, imbecil! Se Stiles estivesse aqui ele estaria me batendo, tenho certeza.

Estaria falando para eu ir até a porta e bater nela, esperar Allison atender e então dizer que a queria de volta.

Mas e se ela não querer mais? Mesmo que ainda goste de mim talvez ela não queira...

Para de pensar nisso, burro!

Larguei o capacete no banco da moto, passando as mãos pelo cabelo, tentando me encorajar.

Ela me amou, me amou muito, isso é meu único incentivo.

Suspirei elevando o peito, me concentrando.

Tudo bem, tudo bem, você vai ir até lá! Escutou? Não seja um covarde.

Remexi meus ombros e balancei a cabeça, como se me preparasse para alguma competição. E então andei até a porta.

Meus pés pegaram fogo em contato com o chão.

Pareceram, de uma maneira irônica, desejar congelar meus ossos para me fazer desistir daquela ideia que parecia tão maluca.

Porém, não consegui parar. Algo em mim, algo muito maior, tomava conta do meu ser, dos meus atos.

Era ela, com certeza era ela.

Todo o amor que sentia por Allison.

Subi os degraus da área, e então encarei a madeira da porta.

Estremeci, receoso, sentia que algo podia dar errado, mas eu não consegui me controlar.

Eu preciso dela, preciso muito.

Minha mão bateu na porta cinco vezes seguidas, estrondando a madeira, sendo mais violento do que eu pretendia.

Meus dedos se agitaram freneticamente nas minhas mãos enquanto meu corpo transbordava expectativa.

Ninguém apareceu, decidi bater de novo, mas antes que levantasse a mão, a porta foi escancarada.

Allison estava ali, com seu famoso pijama curto e indecente, que a deixava linda e muito sexy.

Seu cabelo estava bagunçado e solto.

Ela tinha olheiras nos olhos, porém, nunca a tinha visto tão linda. Eu poderia olhar para ela sem parar se ela permitisse.

Seu rosto estava espantado, e ela arregalou a boca por me ver ali.

– Scott?! – Ela perguntou surpresa.

Salivei para ter certeza que minha voz sairia, e ignorei meu coração palpitando.

– Você quer ir na praça amanhã? A gente pode conversar um pouco.

O quê?! Não acredito que foi isso que eu disse!

Porra, não era para ter sido isso!

Ela pareceu chocada com o convite tanto quanto eu. Desejei me declarar e acabei a convidando para sair, que belo imbecil!

Achei que pudesse ter errado no convite tosco, mas quando ela sorriu eu me senti maravilhado com a situação.

Ela exibiu os dentes brancos e lindos, e antes que me desse conta, também estava sorrindo.

Meu Deus! Como ela é linda!

– Claro, passa aqui de tarde – ela respondeu da forma doce e conhecida.

Ela aceitou! Meu sorriso aumentou em meu rosto, enquanto eu apenas acenava com a cabeça.

Desejei beijar ela, tocar seu corpo e matar toda a saudade, mas me contentei com seu sorriso lindo.

– Boa noite, Allison – disse por fim, sabendo que já tinha passado tempo demais enquanto eu a olhava.

Ela sorriu tímida, e me respondeu:

– Boa noite, Scott.


Notas Finais


Eu queria ter descrito melhor o término scallison e toda essa situação, mas eu estou ''poupando'' minha escrita, porque vou precisar dar tudo de mim mais para a frente.

Façam suas teorias, haha! Próximo tem stydia e scallison juntos!

Até!


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