História Contra o tempo - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~TintaBranca

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Romance
Visualizações 6
Palavras 1.298
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Minha primeira história com alguém junto comigo, tô tão ansioso e feliz ao mesmo tempo
Espero que você leitor goste de ler

Capítulo 1 - Começo da investigação


Estava em casa no meu dia de folga quando o meu celular começou a tocar, peguei ele de cima da mesa e atendi

-Alô?

-Alô é o Charlie?

-Sou eu sim, algum problema?

-Sim eu tenho um problema, mas não posso falar por telefone, você vai ter que vim aqui na delegacia

-Certo - desliguei o telefone sem esperar resposta

Não tenho problema nenhum em trabalhar no dia da minha folga, afinal a única coisa interessante nesse mundo chato é resolver mistérios que ninguém consegue achar uma solução e esse é o único objetivo pelo qual eu sou um investigador

Depois que desliguei o telefone, peguei uma máscara descartável preta e fui andando até a delegacia que não fica muito longe de minha casa, chegando lá Johnny o chefe da delegacia me recebeu na porta

-Até que enfim você chegou, me acompanhe - disse Johnny andando até a sala dele

Chegando na sala de Johnny, nós sentamos e ele começou a falar desesperado

-Charlie temos um caso imp...

Antes dele terminar a frase e me mandar fazer algo, eu o interrompi e comecei a falar

-Primeiro eu não trabalho sem tomar uma xícara de café antes, então nem fale comigo

-Tem certeza? Você dorme muito pouco e ainda bebe café desesperadamente

-Se você quer o caso resolvido é melhor me entregar um café expresso sem questionar

Sem dizer mais nenhuma palavra Johnny apertou um botão em cima de sua mesa pedindo o que eu mandei, poucos minutos depois uma mulher chegou com meu café

-O café não é grande, porém dá pra ouvir o que você tem a dizer e ver se eu estou interessado em resolver - falei enquanto a mulher que me trouxe o café foi embora sem dizer nada

-Como eu estava te dizendo antes de ser interrompido, hoje de manhã recebemos uma denúncia de um orfanato aqui nos Estados Unidos ser queimado com várias crianças dentro

-E onde é que o meu problema se encaixa nisso, chame outro detetive ou policial para resolver isso

-Se fosse apenas isso eu chamaria outra pessoa, mas no local do crime alguns fotógrafos acabaram tirando essas fotos - ele pegou algumas fotografias da gaveta e me entregou

Comecei a olhar cada foto e uma das coisas que dava pra ver perfeitamente foi que todas elas as pessoas tinham uma marca de cruz preta na testa, outro detalhe que dava pra ser percebido é que todos nas fotos trabalhavam no orfanato

-Percebeu algo estranho?

-Não ainda, me leve ao local do crime

-Certo, espere lá fora vou chamar alguém pra te levar no local

Me levantei e fui pra fora da delegacia, esperei poucos segundos enquanto as pessoas passavam me encarando por estar com uma máscara descartável preta

-Você é o Charlie? - disse uma mulher loira mais velha do que eu com terno saindo da delegacia

-Sim

-Estranho achei que você era mais velho, qual sua idade?

-Dezoito anos, mas pra alguém que faz muita pergunta você não me disse nem seu nome

-Sou Luciana, sua colega de investigação

-Não preciso de colegas, trabalho melhor sozinho e com um copo de café

-Já me avisaram que você gosta mais de café do que de pessoas, então toma - ela me entregou um copo médio cheio de café - podemos ir agora?

-Podemos ir sim novata, cadê o carro?

-É esse celta preto na sua frente - ela pegou uma chave do bolso e fez o carro apitar

Entramos no carro, eu no banco traseiro e ela no banco do motorista, ficamos quase a viagem toda calados até ela começar a me encher de perguntas

-Desculpe perguntar, mas como você sabia que eu sou novata?

-Você me perguntou qual era meu nome

-Só por causa disso você deduziu que eu era novata?

-Exatamente, todos na delegacia sabem que o único que usa máscara preta naquele lugar sou eu

-Falando nisso, qual motivo de você ser tão estranho?

-Qual seu padrão de coisa estranha?

-Não sei exatamente,mas você usa uma máscara descartável, tem os olhos cansados e pelo que eu percebo bebe café descontroladamente

-Então eu sou seu padrão de coisas entranhas?

-Talvez, não sei exatamente, tô muito confusa

-Ok vou te explicar só uma vez porque tenho minhas manias, então preste atenção

-Tudo bem pode falar, tô ouvido

-Gosto de resolver enigmas que muitos acham incompreensíveis afinal eu tenho um sangue de justiça percorrendo sobre em meu corpo, bebo café porque não vejo necessidade de dormir afinal você apenas perde seu tempo

-Mas isso deixa seu corpo fraco e fácil pra doenças invadirem

-É por isso que eu uso máscara, evita que eu tenha contato com fumaça ou respiração contaminada de outra pessoa

Ela me encarou pelo retrovisor do carro e viu que não estava brincando, então deu uma risada leve e comentou -Não consigo entender se você é louco da cabeça ou muito inteligente

-Não se preocupe apenas dirija, afinal de conta ninguém sabe meus motivos

Sem fazer nenhuma pergunta a mais, chegamos até o orfanato, saímos do carro e um policial veio correndo até a gente

-Vocês são aqueles que vieram resolver o caso?

-Sim, esse é o Charlie e eu sou a colega dele Luciana

-Então você é o famoso Charlie?

-Sou eu sim, porém não tô aqui pra conhecer pessoas e sim pra resolver um caso

-Tudo bem, trabalho em primeiro lugar, me acompanhem - disse o policial passando por de baixo da faixa de segurança

Seguimos ele e entramos dentro do orfanato, o lugar estava carbonizado e totalmente destruído, tinha um cheiro desconfortável de carne queimada

-Acharam algo que não estava destruído no meio desse local? - perguntei olhando o teto e vendo uma sombra de pessoa caminhando

-Tudo foi destruído completamente

-Tirando a gente, tem alguém aqui dentro?

-Apenas a gente, toda área foi devidamente cercada pra ninguém conseguir entrar aqui antes do senhor

-Algum problema Charlie? Você está encarando o teto - perguntou Luciana me observando cuidadosamente

-Tem alguém no segundo andar

-Impossível, todos os guardas estão cercando o local

-Verdade Charlie e ainda por cima como alguém chegaria lá em cima? A escada está destruída, qualquer movimento a gente ouviria

-Talvez a janela, provavelmente entrou escondido e escalou pelos fundos quando ninguém estava olhando

Todos os dois me olhavam de forma estranha como se eu fosse louco da cabeça ou algo do tipo

-Já que você não fazem nada eu vou checar o local - subi a escada correndo enquanto ela quebrava a cada passo que eu fazia

No segundo andar, percebi que tinha um pano saindo por uma porta, corri até a lá e quando cheguei não tinha nada e nem ninguém

-Charlie você está bem!? - gritou Luciana do primeiro andar

-Estou sim, não achei nada vou descer

-Como? Você destruiu a escada por completo

Sem dizer nada pulei do segundo andar até o primeiro fazendo uma fumaça subir

-Não é porque você tem uma máscara que pode fazer as pessoas a sua volta morrer de contaminação - disse Luciana enquanto tossia junto com o policial

-Vamos embora - sai sem olhar pra trás enquanto Luciana me seguia

Entramos no carro e Luciana começou a dirigir, poucos segundos depois ela novamente puxou assunto comigo

-Alguma ideia do que está acontecendo Charlie?

-Não ainda

-Eu estava pensando, talvez aquela pessoa que você disse ter visto pode ser o criminoso, afinal quem comete o crime sempre volta ao local

-Talvez, mas esse criminoso não deve ser assim, algo dentro de mim diz que ele é mais inteligente

-Então o que seria aquele vulto que você viu?

-Talvez alguém indignado com o que aconteceu e está apenas resolvendo o caso com suas próprias mãos

-Então o que você acha que devemos fazer?

-Por enquanto ficar quietos, fazer qualquer outro movimento pode ser fatal

Voltamos para a delegacia e de lá fui andando até minha casa pensar algum tipo de plano


Notas Finais


Próximo capítulo, vai ser na visão da Alessandra tô tão ansioso pra ver como vai ser


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