História Contra o Tempo (Dramione) - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Draco Malfoy, Hermione Granger
Tags Dramione, Potterpornz
Visualizações 111
Palavras 2.400
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Romance e Novela, Terror e Horror
Avisos: Canibalismo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 14 - Capítulo 13


Japão, agosto de 2004.

Era noite e passara o dia todo lendo. Hermione procurara por um meio de acabar com o caos do futuro, mas tudo o que conseguira foi se irritar com a falta de ideias. Talvez fosse por isso que havia deixado Draco levar a situação até aquele momento.

Draco Malfoy ficara no quarto apenas durante a manhã. Hermione havia acabado de deixar um dos livros que lia de lado quando a porta do quarto se abriu. O loiro entrou e foi direto até o banheiro, trancando a porta à suas costas, sem nem direcioná-la o olhar.

Ele era estranho. Uma hora de um jeito e na outra de outro. Ela não conseguia entendê-lo.

Mesmo curiosa para saber onde ficara durante o dia, não o questionou depois que ele saiu do chuveiro, com os cabelos loiros encharcados e com o abdômen pouco trabalhado à vista. Ela desviou o olhar rapidamente.

Sabia que não precisava mais dele ali e se perguntou se ele também sabia daquilo. Poderia se cuidar. Mas, novamente, não falara nada. Ainda que negasse a si mesma, não reclamaria de acordar mais uma vez com as suas caricias.

Hermione se estapeou para tirar de sua cabeça aqueles pensamentos, se esquecendo de que ele estava no quarto.

— O que está fazendo, Granger? — Malfoy perguntou. Estava estático, parecendo assustado com a sua ação.

— Nada — respondeu.

Hermione também pensou em sugerir as camisetas masculinas dentro de sua bolsinha, mas não falou nada. Era comum ela ter aquele tipo de roupa ali, ainda mais quando era designada para uma missão. Normalmente elas vestiriam bem Harry e Rony.

Descontente com a resposta, ele franziu a testa e aproximou-se dela.

— Você tá bem? — perguntou parecendo preocupado. Por que ele estava preocupado?

Raiva é o que ela sentia. Não dele, mas dela mesma por simplesmente não saber o porquê se sentia daquela maneira

— Melhor do que nunca! — respondeu grosseiramente.

Não queria ser grossa com o homem, mas sentia-se estressada com tudo. Com aquela missão estúpida, com suas reações à Malfoy e aquela perseguição. Seu maior medo depois da revelação de Takeshi Ren era que voltar ao passado seria realmente a causa de tudo aquilo.

— O que você tem, Granger?

Hermione não o respondeu. Ainda deitada na cama, virou-se para o outro lado evitando ter de olhar para ele. Draco também não insistira e ela agradeceu mentalmente por isso. Ouviu outra vez a porta do quarto bater e soube que estava sozinha novamente.

Fechou os olhos, esvaziando a mente e dormiu.

X

Quando acordou ainda era noite. O relógio em cima da porta do banheiro marcava quase meia noite e Draco Malfoy ainda não havia voltado. A raiva com a qual foi dormir voltou ao lembrar-se dele. Quando voltasse, se voltasse, pediria gentilmente que arrumasse outro quarto.

Não podia aguentar mais um segundo daquelas sensações que ela não sabia explicar e nem admitia o que era.

Demorou mais um tempo para que a porta finalmente se abrisse e Malfoy entrasse por ela. Hermione abriu os olhos o vendo a encarar. Tentou abrir a boca para falar o que tinha que falar. Precisava dizer, precisava se livrar daquilo logo. Sentia que ia explodir se ficasse ao lado dele por mais um segundo.

Mas ela não disse. Apenas o observou tirar a camisa e se sentar no chão. Lá no fundo ela torcia para que ele se deitasse ao seu lado, para que acariciasse a sua cintura na manhã seguinte, assim como fizera, e falasse com ela a noite toda. Mas Hermione não pediria novamente para que ele se deitasse com ela.

— Aonde foi? — ela perguntou.

Malfoy a encarou novamente.

— Por que quer saber? — Uma de suas sobrancelhas se arqueou.

— Só estou puxando assunto, Draco. — Hermione nem percebera as palavras que saíram da sua boca.

— Desde quando nos chamamos pelo nome, Granger?

Hermione bufou. Ele havia a chamado de Hermione na noite anterior.

Ela não respondeu. Virou-se e tentou voltar a dormir. O problema é que Hermione não conseguia parar de fazer sua mente trabalhar naquele momento. O que fariam dali pra frente e como se livraria daquelas sensações, aliás, o que elas eram. Mais uma vez ela cogitou o desejo pelo homem. Nunca houvera realmente achado Draco Malfoy atraente, mas admitia que os anos haviam sido bons com o garoto, deixando-o na medida certa de beleza. Ele não era mais o garoto magricela que era na escola, assim também como não era um homem cheio de músculos ou gordo demais. Ela podia dizer que ele era normal. Sexy. Seu físico atraia, com certeza. A vista do abdômen de Malfoy havia despertado algo, não só a vergonha de secá-lo, e esperava que ele não houvesse percebido.

Estava perdida em seus pensamentos sobre Malfoy para perceber os minutos se passando. Talvez houvesse se passado mais uma hora para Hermione senti-lo deitar-se atrás dela.

A pele do braço dele deslizou pela parte descoberta pelo vestido de suas costas enquanto entrava debaixo do mesmo cobertor que ela usava e, ainda que soubesse que ele não fazia aquilo por querer, ela se arrepiou. E era isso que a irritava. Aquele arrepio sempre que ele a tocava.

Respirou fundo.

— Por que não foi para outro quarto hoje? — perguntou um tanto hesitante.

— Por que não pediu para que eu fosse? — ele tornou com grosseria.

Hermione se virou novamente para encará-lo.

— O que você tem?

Draco riu.

— O que você tem, Granger?

Hermione revirou os olhos.

— Eu não tenho nada!

— Não?

Hermione respirou fundo. O que ela tinha? Queria de todo o seu coração saber. Não aguentava mais sentir-se daquela maneira ao lado do homem. Sabia que ao continuarem a missão seu corpo e seu espírito jamais ficariam em paz ao lado dele se continuasse daquela maneira.

Ela precisava fazer algo. Talvez aquilo fosse algo do momento, iniciado por sua falta de caricias e pelo tempo que havia ficado sem tocar outro alguém. Desde que acabara com Rony, havia levado uma vida solitária. Não gostava de admitir que estivesse caindo em depressão aos poucos, mas era exatamente isso o que acontecia. Ficar em sua casa, isolada de todos e nunca sair, apenas quando era realmente necessário ou para trabalhar, apenas fazia com que ela se acentuasse. Mesmo que Hermione sempre soubera disso, ela não fez nada para mudar seu percurso e deixara-se viver daquele modo.

Ela cutucou a boca. Ainda encarava Draco Malfoy quando se aproximou um pouco do homem. Draco não se afastou e passou seus olhos por toda a extensão do rosto da mulher calmamente. Ela podia sentir o ar quente da respiração dele em seu rosto. Era calmo e ela não sabia como ele conseguia, sendo que ela já ficava fatigada apenas ao seu aproximar. Ela passou os olhos por toda a extensão do rosto do homem. Pousou seu olhos sob os cinzas e depois demoraram-se pela a sua boca. Sem pensar, aproximou mais seu rosto do dele, deixando seus lábios tocarem-se delicadamente.

Talvez se tivesse parado por um segundo e pensado não haveria feito o que fizera, mas Hermione precisava se livrar daquela sensação. E tudo aquilo era desejo. Desejo em tê-lo por uma noite, e ela precisava saciá-lo.

A mulher se apoiou nos ombros e levantou-se minimamente, apenas para que suas bocas se encaixassem e suas línguas tivessem espaço. O que começara com um beijo delicado, tornara-se voraz. Draco levou sua mão até a cintura da Hermione, puxando-a mais para si e fazendo o seu corpo ter várias reações. Hermione sentiu as mãos do homem subirem e descerem por suas costas até pararem pouco acima de sua bunda. Em outra ocasião, teria ficado lisonjeada pelo gesto. Ele estava respeitando os limites, mas naquele momento ela não os queria.

Ainda o beijando, Hermione passou suas pernas ao redor da cintura de Draco, ficando em cima do homem e fazendo o ferimento de sua barriga dar uma leve pontada. Ela sentiu a excitação de Malfoy entre suas pernas e segurou um sorriso.

Ele parou o beijo e se afastou alguns centímetros. A mão dele ainda estava pousada delicadamente sobre a parte inferior de suas costas.

— O que está fazendo? — perguntou ofegante. Ele pegou uma das mexas do cabelo dela, colocando-a atrás de sua orelha.

— Você sabe o que eu estou fazendo.

— Hermione... — começou, mas foi interrompido pela mulher.

— Draco, faremos isso hoje e amanhã nós fingimos que nunca aconteceu, ok? — Os dois se encararam por longos segundos antes de ele erguer a cabeça alguns centímetros e capturar os lábios da mulher novamente.

Uma das mãos do loiro foi para trás da nuca de Hermione, enquanto a outra continuou o caminho de mais cedo, descendo por sua bunda e coxas, até encontrar a pele exposta da perna da mulher. Hermione se arrepiou e sentiu seu corpo esquentar. Ele a subiu novamente por baixo do vestido e apertou sua bunda. Em resposta ela aprofundou o beijo e rebolou lentamente, sentindo-o ainda mais excitado.

Seria apenas aquela noite e no dia seguinte aquelas reações parariam.

Malfoy levou as mãos até a cintura dela novamente e a apertou, virando Hermione delicadamente na cama e consequentemente quebrando o contato de seus lábios. Draco tomou seus lábios novamente e lentamente desceu beijos por seu pescoço. Mordiscou-lhe a orelha, fazendo Hermione gemer. Suas mãos deslizaram calmamente pela pele aveludada dela até chegarem à barriga, ao mesmo tempo em que os lábios dele desciam por sua clavícula. Ela fechou os olhos, apenas sentindo o prazer de tê-los ali.

Mesmo se quisesse parar, àquela altura não conseguiria.

Draco abaixou as alças de seu vestido deixando os seios pouco fartos à amostra. Lentamente ele descia beijos até lá. Hermione se contorceu embaixo dele quando o sentiu envolver seu mamilo com os lábios. Enquanto trabalhava com a língua em um de seus seios, o homem acariciava a lateral do outro a fazendo arfar.

Malfoy não se demorou no local por muito tempo, voltando a beijá-la por alguns minutos. Ele deslizou as mãos por sua pele até a virilha, acariciando sua intimidade por cima da calcinha.

Hermione arfou entre o beijo.

Ele parou o beijo novamente. Olhou para a calcinha da mulher e riu pelo nariz antes de deslizá-la por sua perna.

— O que está rindo? — Hermione questionou ofegante.

— Você não estava usando fio-dental ontem. Tem planejado isso há muito tempo? — ele brincou, correndo seus olhos por todo o rosto da mulher. Hermione podia sentir a respiração calma de Draco em seu rosto.

Ela virou os olhos.

— Tire esse vestido, Granger — Draco pediu gentilmente, dando espaço para que ela o retirasse. Hermione o obedeceu e tirou o vestido, jogando-o no chão e voltando a se deitar em seguida.

Estava completamente nua na frente de Draco Malfoy. Nunca na vida imaginara aquilo, estar nua na frente de seu piro inimigo de infância era tão arrepiante e bom. Não sentia a vergonha, aliás, não sentia outra coisa além de excitação.

Ele a observava, traçando cada linha de seu corpo. Ela percebeu os olhos de Malfoy fervendo desejo. Hermione mordeu o lábio inferior provocadora.

Draco sorriu pervetidamente e inclinou-se, levando a boca até a sua barriga, dando leves beijos na região. Ele parou brevemente na fina pele que cobria seu ferimento e acariciou o local com os dedos.

— Ainda dói? — perguntou em um sussurro, parecendo preocupado.

Hermione também olhou para a cicatriz.

— Apenas se eu fizer muita força — contou.

Draco sorriu.

— Então eu farei todo o trabalho hoje.

Hermione não se opôs. A frase vinda da boca de Malfoy era instigante e ela queria se contorcer e implorar para que ele a satisfizesse, mas apenas sorriu e prosseguiu o observando, ignorando completamente a parte sugestiva da frase.

Draco continuou a acariciar o lugar por alguns segundos. Ele o beijou e continuou a descer delicadamente. Hermione sentia seus lábios macios em seu corpo, fazendo com que um arrepio subisse por sua coluna sempre que eles a tocavam.

Quando chegou à sua intimidade, Malfoy passou seus dedos pela carne de sua vagina. Hermione gemeu sentindo os dedos a acariciarem. Quando experimentou o toque da língua do homem, ela se contorceu e gemeu.

Malfoy usou as mãos para abrir mais as pernas da mulher, descendo uma delas delicadamente em seguida. Quando a penetrou com um dedo, Hermione gemeu mais alto. Ele fazia movimentos suaves e deixava com que toda a sua saliva a molhasse. O entra e sai era ritmado e apenas a fazia se contorcer mais. Ela jamais havia experimentado algo como aquilo, ainda que já tivesse dormido com outros homens.

Após alguns minutos, Hermione sentiu-se no céu. Todos os seus músculos se contraíram e, com um gemido mais alto que os outros, se contorceu pela última vez antes dele retirar-se do meio de suas pernas.

Malfoy subiu beijos por seu corpo novamente, voltando pelo caminho que havia feito. Beijou-a calorosamente, apertando sua cintura. Hermione passou as mãos pelo seu peito nu.

— Draco — ela gemeu entre o beijo.

Ele sorriu como se soubesse exatamente o que ela queria. Estava provocando-a, ela sabia.

— Por favor — pediu sem fôlego.

Draco Malfoy tirou as roupas de seu corpo rapidamente. Com a ajuda de uma de suas mãos, ele encaixou o pênis nela. Hermione chamou seu nome em um gemido, enquanto ele arfava.

— Ei, se doer me avise, tudo bem? — Ela concordou com a cabeça, sabendo que ele se referia ao ferimento ainda pouco cicatrizado.

Ele começou em um ritmo lento, que foi sendo intensificado a cada estocada. A pressão de seus quadris fazia com que Hermione se contorcesse embaixo dele. Ela rebolava vez ou outra e, conforme faziam o seu próprio ritmo, os gemidos se misturavam no quarto.

A mulher sentiu a explosão em seu ventre e seus músculos se contraindo mais de uma vez. Não se lembrava quantas vezes havia chegado ao ápice quando Malfoy finalmente chegou ao seu.

Draco caiu ao seu lado ofegante. Ele a encarou por longos segundos e aproximou-se mais de Hermione. Malfoy tocou sua cintura com uma das mãos e a alisou suavemente. Os mesmos movimentos que fizera naquela manhã. Ofegante, Hermione fechou os olhos, sentindo os dedos de Draco contra a sua pele. Quando os abriu, notou que o homem mantinha os seus fechados. Hermione o observou por alguns segundos antes de depositar outro beijo em seus lábios.

Esperou pelos arrepios. Esperou pelo coração acelerado, mas eles não vieram, comprovando sua teoria de que tudo fora apenas um desejo passageiro. Mesmo assim, ela permitiu que ele continuasse a alisando até que finalmente dormisse.


Notas Finais


E entãaaao?

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