História Contract By Marriage - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Emeraude Toubia, Justin Bieber
Personagens Emeraude Toubia, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette
Tags Casamento, Contrato, Drama, Romance, Tragedia, Traição, Violencia
Visualizações 39
Palavras 1.556
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - O Contrato


Fanfic / Fanfiction Contract By Marriage - Capítulo 1 - O Contrato

P.O.V'S Justin Bieber

Seattle, Washington, EUA

24 de junho de 2016

Sexta-feira, 11:40 AM

Empresa Black Diamond 

   Minutos atrás havia recebido uma ligação da secretaria de meu pai, notificando-me que o mesmo tem assuntos para tratar comigo. Embora, imaginasse sobre o que ele queria tratar, sentia-me nervoso. Levantei-me da cadeira e me pus a caminhar para fora da sala, atravessei o corredor e subi os dois lances de escadas que, davam-me acesso ao andar onde localizava-se a sala de Jeremy. Passei pela secretaria dele e adentrei sua sala, sem ser anunciado.

   Atrás de sua extensa mesa de vidro temperado meu pai encontrava-se com o olhar fixo em alguns papéis, dispostos por sua mesa. Pigarreei chamando-lhe a atenção, e então, ele ergue seu olhar. Encarou-me por longos, incontáveis e torturantes minutos, até enfim, sinalizar para que me sentasse logo em sua frente. Me locomovi até lá em passos lentos, sentando-me logo em sua frente. O mais velho cruzou as mãos sobre a mesa, mantendo seu olhar duro sobre mim, e a postura rígida.

   - Mandei chama-lo para tratarmos de assuntos importantes – Jeremy informou-me, soando sério, até demais – Como sabe em pouco tempo você irá ocupar o meu lugar aqui na empresa. E com tal feito, suas responsabilidades aumentaram, razoavelmente – prosseguiu, e eu mantinha-me curioso e confuso. Sem saber onde ele chegaria com aquele papo – Antes que você assuma o cargo de presidente, irá casar-se com a filha dos Callahan – assim que ele proferiu tais palavras, fiquei indignado.

   - O que? – perguntei incrédulo com o que acabará de ouvir, meu pai me olhou sério – Não vou me casar com alguém que mal conheço. Eu sou muito novo para me casar pai, isso é ridículo – falei me levantando, Jeremy fez o mesmo.

   - Primeiramente abaixe o tom de voz – advertiu-me, enfurecido. Bufei com aquela palhaçada – E sim, você irá se casar com ela, a menos que não queira ser o presidente dessa empresa – disse em tom de ameaça. Ele mais que ninguém sabia que aquele sempre foi meu objetivo.

   - Por que eu preciso me casar para assumir o cargo? – perguntei passando as mãos no rosto, nervoso – Posso muito bem assumir o cargo sem precisar me amarrar a uma mulher.

   - Porque com esse casamento conseguiremos mais reconhecimento para a empresa – meu pai falou indiferente, como se me casar com alguém que eu não conheço não fosse nada demais – Além de que, eu e o pai dela estamos fechando negócios. Negócios esses que serão lucrativos para ambas partes. Por isso decidimos que casar vocês dois será um bom negócio.

   - Pai, estamos falando da minha vida – esbravejei em um tom elevado, recebendo um olhar de repreensão – Sou eu quem terá que me casar com alguém que não conheço, sou eu quem terá que conviver com alguém que nem ao menos gosto. Pra você só o que importa são os negócios e os benefícios que esse casamento te trará?

   - Você não precisa passar sua vida toda ao lado dela Justin – Jeremy disse tentando manter-se calmo – Serão apenas três anos – completou, ri sem humor com aquela coisa ridícula.

   - Eu não vou me casar com ela – impus minha última palavra.

   - Ótimo, deixarei que Henrique ocupe o cargo de presidente – declarou voltando a se sentar, o olhei incrédulo – Já pode se retirar – falou.

   - Tudo bem pai – concordei, dando-me por vencido. Jamais deixarei o filho da puta do Henrique tomar o lugar que é meu por direito – Eu me caso com esse garota, mas saiba que estou fazendo isso, não por você, mas sim por mim e pela empresa. Jamais deixaria um cargo tão importante nas mãos de Henrique.

   - Então, apronte-se porque conheceremos sua futura esposa hoje – decretou, suas palavras soando firmes e um tanto indiferentes.

   - Pois bem – falei lhe dando as costas e indo em direção à porta, mas antes de sair me virei – Antes que me esqueça. Não pense que irei respeitar essa garota como minha mulher. 

   Após proferir tais palavras, e deixar expressões de completa indiferença no rosto de meu pai, sai de sua sala. Ainda digerindo todas as suas palavras e o acaba de acontecer. Essa situação é um tanto ridícula e digna de indignação da minha parte. Passar três anos casado com uma desconhecida era uma ideia patética. Meu pai que não pense que irei respeitar essa garota.

(...)

Restaurante Le Caviste, 12:20 PM

   Jeremy e eu havíamos chegado ao restaurante há pouco mais de cinco minutos. Estávamos os dois sentados em uma mesa mais reservada, esperando pela chegada dos Callahan. Impacientemente balançava as pernas embaixo da mesma, em demonstração do nervosismo. Confesso que estava um pouco ansioso para conhecer a filha dos Callahan. Espero que ela seja pelo menos bonita, é o mínimo que peço, já que estarei me casando a força. Cinco minutos depois, somos despertados pelas duas pessoas que apresentam-se em nossa mesa.

   Ergo o meu olhar para encarar melhor a pessoa, então, meus olhos caem diretamente sobre uma morena. Lábios carnudos preenchidos pelo batom vermelho sangue, acompanhados de belos olhos castanhos brilhantes e cabelos negros relativamente grandes. Seus traços eram bem marcados, sem deixar de serem finos e delicados. Seu corpo perfeitamente desenhado, com belas curvas sendo coberto por um vestido vinho bem grudado. O que ressalta seu belo corpo. A morena abre um sorriso ao notar meu olhar preso sobre ela. Jeremy se levanta, e faço o mesmo.

   - Sr. Callahan – meu pai cumprimenta estendendo sua mão, o senhor a pega de bom grado – E você dever ser Pandora, estou certo? 

   - Sim, senhor – respondeu com formalidade.

   - Sem formalidade, por favor – meu pai respondeu simpaticamente, fazendo-me revirar os olhos internamente – Apenas Jeremy, já basta. Esse é o meu filho, Justin – apresenta-me.

   - É um prazer conhece-lo, Justin – a morena disse educadamente, tomando seu olhar para mim – Pandora Callahan – apresentou-se estendendo sua mão em minha direção, peguei a mesma.

   - O prazer é meu – falei, sendo educado. Embora, não estivesse animado com aquilo – Sr. Callahan – estendi minha mão em sua direção, após soltar a mão de Pandora. Apertamos as mãos e voltamos a nos sentar.

   - Então Jeremy, recebeu a cópia do contrato? – Sr. Callahan perguntou, e meu pai assentiu pegando em sua maleta algumas folhas de papel – Ótimo, estamos de acordo com os termos?

   - Estamos – concordou passando o contrato à mim – Basta que os dois assinem.

   - Certo – o homem respondeu.

   Peguei o contrato das mãos de meu pai e comecei a passar meus olhos pelas letras manchadas ali no papel branco. Li brevemente o que estava escrito ali, inclusive o parágrafo que informava o prazo do casamento. Três anos, exatos três anos. Nada mais, nada menos que isso. Bufei baixo sem ter muitas opções e recolhi a caneta na mão de meu pai assinando no devido lugar. Em seguida passei o contrato para Pandora, que o tomou delicadamente de minhas mãos e assinou com rapidez. Repeti o mesmo processo com o contrato que ficaria com o senhor Callahan. E ali ficou selado meu destino durante os três anos seguintes.

   - Foi um prazer fechar negócios com você – Sr. Callahan anunciou, ao guardar os papéis – Então, acho que agora podemos ter um almoço calmo, sim?!

   - Correto – concordou meu pai.

   Chamamos o garçom e fizemos nossos pedidos, enquanto esperávamos me ocupei em mexer em meu celular. Os dois mais velhos entraram em assuntos sobre o contrato, e os negócios que fechariam no decorrer dos anos. Eu me mantinha alheio a todas aquelas conversas, ainda me sentia  um pouco atordoado pelos ocorridos anteriores. De relance olhei para Pandora que mantinha seu olhar fixo ao pai e ao Jeremy. Me permiti reparar um pouco nela, ela é uma morena linda. Embora, não fosse o tipo de mulher com quem costumo sair. Na maioria das vezes, saia com mulheres altas e loiras, além do fato de todas elas serem meras interesseiras. Mas, ela não. Ela é diferente, digamos assim.

   Minutos de conversa e o garçom chega com os pedidos, interrompendo o papo entre os dois homens. Com habilidade o garçom preencheu todas as taças com um vinho rosé, deixando a garrafa acomodada ao meio da mesa. Em silêncio me coloquei a comer, havia pedido Magret de Canard, que nada mais é que, peito de pato frito, servido com salada e batatas. Um prato típico da culinária francesa, prático e saboroso. E já era do meu feitio comer tal prato, um dos melhores da culinária, em minha opinião.

   - Devo-lhes informar que os preparativos para o casamento já estão prontos, e que eles se casam amanhã mesmo – Sr. Callahan pronuncia, fazendo-me engolir o vinho e olhar para o mesmo, surpreso.

   - Mas tão rápido? – perguntei incrédulo, meu pai e o senhor concordam – A quanto tempo planejam isso? – questionei, curioso.

   - Quatro meses – meu pai se pôs a responder, o olhei, lançando um olhar de completa indignação – Quanto mais rápido se casarem, melhor será para ambos – afirmou.

   - Você é inacreditável, pai – afirmei, balançando a cabeça em negação, mas rapidamente me esquecendo de tal assunto – Creio que já precisamos ir – informei olhando as horas.

   - Creio que sim – meu pai concordou levantando-se – Foi um prazer fechar negócios com você Callahan. E um prazer conhece-la, Pandora – disse gentilmente sorrindo para a morena.

   - O prazer foi meu Jeremy – respondeu se levantando – Justin – despediu-se beijando minha bochecha.

   - Pandora – despedi-me do mesmo modo.



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