História Crazy Love - Capítulo 12


Escrita por: ~ e ~RebecaSuzuki

Postado
Categorias ASTRO, Bangtan Boys (BTS), G-Friend
Personagens Eunha, Eunwoo, Jimin, Jinjin, Jungkook, MJ, Moonbin, Personagens Originais, Rocky, Sanha, SinB, Sowon, Umji, Yerin, Yuju
Tags Astro, Gfriend, Yuju
Visualizações 19
Palavras 1.659
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Primeiramente, me desculpem pela longa demora da continuação
É que a co-autora aqui teve um semestre extremamente agitado, mas agora voltei com mais novidades para esta fanfic
Já aviso que este capítulo contém cenas fortes, porque eu quis deixar a história o mais realista possível, retratando a triste realidade que muitas mulheres passam. Leiam com carinho esse capítulo como forma de refletir a importância que nós mulheres temos na sociedade
Deixem suas impressões nos comentários

Capítulo 12 - I knew you were trouble


POV Yuju 

Eu não sabia que meus instintos em relação ao meu primo Katsu estariam tão certas, mas também não fazia ideia de seu lado perverso e obsceno. Quando Katsu me disse que iria me levar para passear, achei que me levaria para comer ou algo do tipo. Mas, para minha surpresa, ele me levou até a sua casa.

― Sinta-se à vontade ― Ele me disse, generoso, e eu agradeci delicadamente, já que eu era a convidada

― Obrigada

― Agora siga-me ― Foi a sua ordem. Senti seu semblante tornou-se mais sério e seu olhar mais estreito, entretanto, o segui mesmo assim.

Ele me levou ao seu quarto, e logo que adentramos o local, me disse:

― Vamos beber ― E me ofereceu um pouco de cerveja

― Você sabe que eu não tomo bebida alcóolica

― Por isso, experimente... ― Falou, com um sorriso malicioso no rosto. Ele estava muito estranho

― Já disse que não! ― Me defendi. Eu nunca fui bobinha, ou pelo menos achava que eu não era ingênua por ser determinada. Então, emendei:

― Por que está me tratando assim? ― Gritei. Nunca vi alguém tão insuportável quanto o Katsu.

― Porque você não me obedece, garota! ― Ele respondeu no mesmo tom, jogando uma lata em minha direção. Eu estava sendo forçada a beber, não podia acreditar nisso.

Tentei ignorar a latinha ao meu lado, mas ele insistia e seus olhos me fuzilavam de tal forma que me assustava, e eu queria logo me livrar daquilo e me esquivar da pessoa a minha frente, que cada vez mais se aproximava de mim, segurando meu braço com uma força extrema a ponto de me machucar, como se fosse quebrar

― É isso que você quer? Me ver bêbada? Então é isso que você vai ter! ―Berrei, sem nem me dar conta do quão alto saiu a minha voz― Estava tão angustiada que nem pensei no que estava fazendo, nem falando. Tomei o conteúdo de uma vez só, e quando eu achava que aquilo acabaria, Katsu me sugere que eu tome mais uma. Como naquele momento de tensão eu nem estava raciocinando direito, e apenas queria ir embora o quanto antes da casa dele, decidi que tomaria duas a mais. Contudo, a pior parte estava por vir.

POV Katsu

Eu sabia que ela cairia na minha conversa. Aquela trouxa realmente achou que eu a deixaria ir para casa depois de me fazer companhia bebendo três latas e só. Ela se acha esperta, mas mal sabe que o mais esperto aqui sou eu. Óbvio que eu sabia que ela era uma fracote quando se tratava de bebidas alcóolicas. Imaginei que nem meia lata aquela garota aguentaria, quanto mais, duas inteiras. E era a minha chance de tê-la só para mim. Na minha cama

Nada melhor do que conquistar uma mulher ingênua... e seu corpo

Assim sendo, a chamei para que viesse comigo, e arrastei-a para a cama.

― Venha, Yuju, vamos ficar juntos hoje.

― Tá... ― Ela estava grogue, e meio inconsciente, o que significava que tudo estava correndo como planejado. Não hesitei nem um instante e coloquei meu corpo fortemente contra o dela. Ah, finalmente, estava conseguindo o que eu desejava.

Cada vez mais eu ia apalpando a garota por completo, até que, em certo instante, a fiz gemer e estremecer.Minutos depois ela já estava consciente uma vez mais e protestando para mim:

― Não! Para!

― Por que parar quando estamos num momento tão agradável? ― A fitei com um sorriso torto, e independente de sua fala, eu continuei a tocá-la, e sentir que estávamos corpo a corpo, tocando em sua cintura

― Me solta! Não me toque mais! ― Ela me atacou com suas palavras, soltando-se de meus braços ― Isso é assédio, sabia?

― Chame como quiser ― Respondi, indiferente. Eu não estava nem aí para o “politicamente correto” ― Eu chamo de prazer.

― Me solta! ― Quanto mais ela insistia, mais eu a segurava para não fugir. Mesmo assim, a teimosa da Yuju conseguiu se soltar, e foi correndo em direção à porta.

― Onde você pensa que vai? ― Eu fiz uma pergunta retórica a ela, com firmeza.

― Ir embora, óbvio! Não fico mais nem um segundo com um cara como você

Eu a peguei no colo e a coloquei de volta na cama. Depois, lhe disse, autoritário:

― Agora que você me insultou eu não vou deixar você ir embora mesmo! ― Enfatizei a última palavra, uma vez que eu queria que ela soubesse da minha decisão.

― Seu... ― Ela estava nervosa, enquanto eu gargalhava por dentro. Então, ela achava mesmo que ia se livrar de mim. Mas, eu detestava ser contrariado, ainda mais quando estava prestes a ouvir coisas indesejadas de uma pirralha. Bati nela com toda força, deixando uma marca vermelha em sua maçã do rosto do lado direito. Ela grunhiu de raiva por conta da situação e foi neste momento que eu me lembrei do que faria em seguida

― Estava quase esquecendo... ― Daí peguei uma fita e tapei sua boca e seus pés. ― Pronto, querida. Agora você não vai dar mais nem um piu. Você vai ser minha

Ela reagiu no mesmo instante, mas eu a adverti, divertindo-me com a cena, ao ver a expressão dela

― Não adianta espernear, menina ― Eu afirmei, sorrindo torto a ela ― Eu vou te deixar aqui comigo e pronto!

Imediatamente, lembrei que ela tinha o celular na bolsa

― Ah, e isso fica comigo ― Disse, tentadoramente fitando a minha prima e apontando o objeto para ela. ― Agora não tem escapatória, Yuju. Você está em minhas mãos.

Ela não sabia como aquilo terminaria, obviamente, no entanto eu sabia exatamente o que faria com ela. Ela era minha refém, e eu sempre consigo o que quero.

POV Yuju.

“Ele é louco”, só pode. É o que se passa em minha mente agora. Vou revelar a você leitor, tudo o que eu penso sobre Katsu: ele não passa de um psicopata. Eu achava que ele me faria feliz, mas nem tudo é como imaginamos. No final “não confie em sua própria família”, é o tipo de ditado que se enquadra exatamente a essa minha situação, que vai de mal a pior. Sempre fui uma garota difícil de confiar nas pessoas à primeira vista, e no único momento em que eu resolvo dar um voto de confiança para alguém, essa pessoa me trata como se eu fosse um brinquedo, ou um animal de estimação. Quero embora daqui, e nunca mais vou voltar a confiar em alguém tão cedo.

Eu já estava presa na casa de Katsu há exatamente uma hora e sentindo-me horrorizada. Eu queria que tudo aquilo não passasse de um simples pesadelo, mas a realidade às vezes pode ser bem mais dura e cruel do que se imagina. Eu precisava de um plano de fuga.

Apesar das duras ameaças que Katsu continuava fazendo contra mim – aquilo afetava diretamente o meu psicológico – eu continuava firme, pensando em como escaparia daquele inferno que meu primo chama de “casa”

Eu gemi, e ele milagrosamente tirou a fita da minha boca

― Já que você foi uma boa garota, vou deixar você um pouco mais livre ― Foram as suas palavras ― Com a condição de que faça o que quero

Ele queria “ficar comigo”, entretanto, eu obviamente não aceitaria. Não agora que eu sabia de suas intenções perante uma garota

― E o que você quer?

― Que você me faça companhia, meu bem. ― Respondeu-me. Aquilo me deixava agoniada, e a “alegria” dele me dava asco. Pense comigo: eu estava sendo presa, mantida pelo meu próprio primo nada amoroso e ainda tinha que escutar ele me chamar de “meu bem”. Mas, de outro lado, estava aí a oportunidade de que eu precisava. Bingo! Finalmente a sorte estava do meu lado.

― Claro, eu te faço companhia, oppa. Por que não bebemos um pouco? Você parece bem cansado.

― Agora tá pegando o espírito da coisa, hein! Sabia que um dia você ia parar de ser inocente e gostar de encher a cara. Vamos beber! ― Ele comemorou, e eu permaneci quieta, embora estivesse contentíssima por dentro. Fisgou de cara meu plano e nem sabe... Acha que eu sou idiota?

Para que não desconfiasse, comecei a tomar cerveja, mesmo a contragosto. Já meu primo, aquele alcoólatra bebeu até cair no chão frio do quarto. Minhas pernas ainda estavam amarradas. Por sorte, consegui ir até uma estante próxima e pegar uma tesoura para cortar. Fiquei trêmula por um instante, uma vez que fez um pouco de barulho, no entanto, não aconteceu nada – ainda bem! –, já que o cidadão estava tão mal que nem abrir os olhos conseguia.

Depois de estar totalmente livre, peguei minha bolsa e meu celular, que antes estava confiscado. Como não podia abusar da sorte, saí de fininho do local, a passos leves e firmes. Apressei-me ao ver que já estava segura e chegando em direção à saída daquela casa.

Chamei um táxi que logo percebeu a minha aparência, mas eu lhe disse para não se preocupar comigo e me levar depressa para o meu lar. No táxi, vi que no meu celular tinha uma mensagem da Yerin, perguntando sobre a minha volta, à qual aquele sem coração do Katsu respondeu dizendo que não sabia quando eu voltaria, aposto que seja porque ele mesmo não sabia até quando desejaria abusar de mim daquela forma.

Todavia, eu sentia que agora poderia me acalmar, pelo menos por enquanto, porque o pior já havia passado, e em pouco tempo eu estaria perto da minha família uma vez mais. Mas só não minha “família” por laços de sangue, e sim, aquela que eu amo, e que me ama também.

Isso é o que mais importa, porque tem a ver com coração, e isso, é o que Katsu nunca teve. Nem para si mesmo.


Notas Finais


À autora, obrigada por sempre confiar em mim
Aos leitores, mais uma vez me desculpe por demorar tanto para atualizar


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