História Cretino Irresistível - Camren adaptation - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui, Personagens Originais
Tags Camilacabello, Camren, Camreng!p, Laureng!p, Laurenjauregui
Visualizações 91
Palavras 2.948
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


E ae, pouco retorno tira o estímulo de continuar. Peço desculpas a quem está acompanhando.
Cap exclusivo ~RegianeOliver

Boa leitura...

Capítulo 8 - Capítulo 8


Lorenzo POV

Na tarde seguinte, enquanto cruzávamos a avenida South Michigan, eu encarava a janela, imaginando se meu dia poderia piorar. Eu odeio ficar parado no trânsito. O escritório ficava a apenas dois quarteirões e eu estava seriamente considerando sair do carro e andar a pé.

Já passava das quatro da tarde e tínhamos percorrido apenas três quarteirões nos últimos vinte minutos. Perfeito. Fechando os olhos, encostei a cabeça no banco e relembrei a reunião que acabara de ter.

Nada em particular deu errado, muito pelo contrário. Os clientes ficaram entusiasmados com nossa proposta e tudo ocorreu sem maiores complicações. Mas acontece que eu não conseguia escapar do meu mau humor. Chris ficou me lembrando a cada quinze minutos que eu estava me comportando como um adolescente temperamental e, quando chegou o momento de assinar os contratos, eu queria dar uma surra nele.

A toda hora ele ficava me perguntando qual era o meu problema e, francamente, não posso culpá-lo. Até mesmo eu tinha de admitir que vinha sendo um cretino nos últimos dois dias. E, vindo de mim, admitir isso é uma grande coisa. E, claro, Christopher tinha de dizer, no final da reunião, que meu problema era falta de sexo. Se ele soubesse...

Fazia apenas um dia. Apenas um dia desde o incidente no elevador que me deixara duro como pedra e com um desejo de tocar cada centímetro da pele dela. Se você visse o jeito como eu estava agindo, realmente iria pensar que fazia meses que eu não transava. Mas não, um dia sem tocá-la já era suficiente para me transformar em um lunático.

O carro parou novamente e eu pensei que iria gritar. O motorista baixou o vidro que separava a cabine e o banco de trás e sorriu pedindo desculpas.

– Desculpe, sr. Jauregui. Sei que o senhor deve estar indo à loucura aí atrás. Faltam apenas quatro quarteirões, será que não prefere ir andando? – olhando pela janela escurecida, notei que paramos bem em frente a uma loja da La Perla. – Posso estacionar bem ali...

Saí do carro antes que ele pudesse terminar de falar.

De pé na calçada esperando para atravessar a rua, percebi de repente que não fazia ideia de por que eu entraria naquela loja. O que pensava que iria fazer? Iria comprar alguma coisa ou estava apenas me torturando?

Entrei na loja. O assoalho era feito de madeira cor de mel, o teto estava preenchido por luminárias redondas agrupadas ao longo do grande saguão. A iluminação fraca banhava todo o interior com um brilho suave, iluminando as mesas e prateleiras cheias de lingeries caras. Algo naquelas delicadas rendas e sedas despertava um desejo muito familiar em mim.

Passando os dedos por uma mesa que ficava perto da porta, percebi que já tinha chamado a atenção da equipe de vendas. Uma loira alta se aproximou.

– Bem-vindo à La Perla – ela disse, olhando-me de cima a baixo como uma leoa admirando um filé suculento.

Lembrei que uma mulher nesse ramo saberia quanto meu terno custara e saberia que minhas abotoaduras eram feitas de diamante puro. Seus olhos praticamente se transformaram em cifrões.

– Posso ajudar a encontrar alguma coisa? Talvez um presente para a esposa? Ou namorada? – ela acrescentou, deixando escapar um flerte insinuado na voz.

– Não, obrigado – respondi, de repente me sentindo ridículo por estar ali. – Estou apenas olhando.

– Bom, se mudar de ideia é só me chamar – ela disse, piscando o olho antes de se virar e voltar para trás do balcão.

Observei enquanto ela se afastava e me arrependi imediatamente por não ter nem tentado conseguir seu telefone. Merda. Eu não era um total cafajeste, mas uma linda mulher numa loja de lingerie tinha acabado de flertar comigo e nem me ocorreu flertar de volta. Deus. O que havia de errado comigo?

Eu estava prestes a ir embora quando algo chamou minha atenção. Passei os dedos por uma cinta-liga de renda preta pendurada numa prateleira. Nunca tinha percebido que as mulheres realmente usam essas coisas, até começar a trabalhar com ela. Lembrei de uma reunião em nosso primeiro mês trabalhando juntos. Ela cruzou as pernas debaixo da mesa e sua saia levantou um pouco, revelando a delicada alça que prendia a meia. Foi a primeira vez que percebi seu gosto por lingerie, mas não foi a primeira vez que precisei passar o almoço trancado na minha sala, batendo uma e pensando nela.

– Encontrou algo que gostou?

Eu me virei com um sobressalto por ouvir uma voz atrás de mim. Merda.

Era a srta. Cabello.

Mas eu nunca a tinha visto dessa maneira antes. Ela estava bem-vestida como sempre, mas completamente casual. Usava uma calça jeans preta bem justa e uma camiseta regata vermelha. Seu cabelo estava preso num rabo de cavalo muito sexy e, sem a maquiagem e os óculos que às vezes usava no escritório, ela não parecia ter mais de vinte anos.

– O que você está fazendo aqui? – ela perguntou, enquanto seu sorriso falso desaparecia.

– Isso não é da sua conta.

– Estou apenas curiosa. As calcinhas que você roubou de mim não são suficientes? Você precisa começar uma coleção própria? – ela me encarou e fez um gesto com a cabeça em direção à cinta-liga que estava em minhas mãos.

Rapidamente larguei a peça.

– Não, não, eu...

– O que você faz com elas, exatamente? Guarda em algum lugar como lembrança das suas conquistas? – ela cruzou os braços sobre o peito, fazendo os seios se apertarem um no outro. Meus olhos caíram diretamente em seu decote e meu pau acordou dentro da calça.

– Deus – eu disse, balançando a cabeça – por que você tem de ser uma megera o tempo todo? – podia sentir a adrenalina percorrendo minhas veias e meus músculos ficando tensos enquanto eu literalmente tremia de desejo e raiva.

– Acho que você desperta o melhor de mim – ela disse.

A srta. Cabello se inclinou para frente e seu peito quase encostou no meu. Olhando ao redor, percebi que estávamos chamando atenção das outras pessoas na loja.

– Olha – eu disse, tentando me recompor – que tal se você se acalmar e abaixar o tom de voz? – eu sabia que tinha de sair dali logo, antes que algo acontecesse. Por alguma razão doentia, brigas com essa mulher sempre acabavam com sua calcinha indo parar no meu bolso. – O que você está fazendo aqui, afinal? Por que não está no trabalho?

Ela revirou os olhos.

– Eu trabalho com você já faz quase um ano, então você deveria se lembrar que eu me encontro com meu conselheiro do MBA a cada duas semanas. Acabei de sair de lá e pensei em fazer umas compras. Talvez você queira colocar uma pulseira de rastreamento no meu tornozelo para poder me seguir o tempo todo. Ou talvez nem seja preciso, já que conseguiu me encontrar mesmo sem isso.

Encarei-a de volta, lutando para encontrar algo para dizer.

– Você está sempre bravinha comigo.

Ótimo, Lo. Muito esperto.

– Venha comigo – ela disse, agarrando meu braço e me puxando para os fundos da loja.

Viramos num canto e entramos em uma cabine de prova de roupas. Ela obviamente estivera ali por algum tempo: havia pilhas de lingerie nas cadeiras e montes de rendas emaranhadas nos cabides. Havia música tocando nos alto falantes acima, e fiquei aliviado por saber que não precisaria manter a voz baixa quando a estrangulasse. Ela fechou a grande porta espelhada em frente a uma poltrona de veludo e ficou me encarando com um olhar feroz.

– Você me seguiu até aqui?

– Por que eu faria isso?

– Então você estava simplesmente passeando por uma loja de roupas femininas? Por acaso isso é mais um dos seus passatempos pervertidos?

– Vai se foder, srta. Cabello.

– Sabe, ainda bem que você tem esse pau grande para compensar essa boca suja.

Comecei a me inclinar para frente e sussurrei:

– Tenho certeza que você adoraria minha boca também.

De repente, uma intensidade tomou conta de tudo. O peito dela subia e descia rapidamente e seu olhar focou minha boca enquanto ela mordia os próprios lábios. Agarrando lentamente minha gravata, ela me puxou para perto. Abri a boca e senti sua língua macia.

Agora já não dava mais para me afastar, então passei uma mão em seu queixo e a outra em seus cabelos. Tirei a presilha que segurava o rabo de cavalo e suas madeixas macias caíram ao redor da minha mão. Agarrei os fios com força e puxei sua cabeça para melhor acomodar meu beijo. Eu precisava de mais. Precisava dela por inteiro. Ela gemeu e eu puxei com mais força.

– Você gosta disso.

– Céus, sim.

Ao ouvir aquelas palavras, eu não me importei com mais nada: onde estávamos, quem éramos ou o que sentíamos um pelo outro. Nunca em minha vida eu sentira uma química tão forte com alguém.

Quando estávamos juntos daquela maneira, nada mais importava.

Minhas mãos deslizaram por sua lateral e eu agarrei a bainha da sua camiseta, levantando-a e tirando-a por cima da cabeça, interrompendo nosso beijo por apenas um segundo. Sem ficar para trás, ela puxou meu casaco dos meus ombros e o deixou cair no chão.

Meus polegares faziam círculos em sua pele enquanto eu movia as mãos até a cintura de sua calça jeans. Após um rápido movimento, a calça também caiu no chão e a srta. Cabello a chutou para longe, com suas sandálias. Beijei-a, descendo por seu pescoço até chegar aos ombros.

– Céus... – gemi. Olhando para cima, pude ver seu corpo perfeito refletido no espelho que ia do chão ao teto.

Já tinha fantasiado sobre a srta. Cabello nua mais vezes que gostaria de admitir, mas a realidade, em plena luz do dia, era ainda melhor. Muito melhor. Ela vestia um sutiã preto e uma calcinha preta de renda que cobria apenas metade de sua bunda. O cabelo escorria por suas costas. Os músculos das longas e tonificadas pernas se flexionaram quando ela ficou na ponta dos pés para poder alcançar meu pescoço.

Aquele visual, junto à sensação de seus lábios molhados em mim, fizeram meu pau pressionar firmemente contra o confinamento das minhas calças. Ela mordeu minha orelha com força e suas mãos pousaram nos botões da minha camisa.

– Eu acho que você gosta de um pouco de força também.

Abri minhas calças e cinto, jogando-os para o chão perto da minha cueca, e então puxei a srta. Cabello para a poltrona de veludo.

Um tremor percorreu meu corpo quando minhas mãos se moveram ao redor de suas costelas até o fecho do sutiã. Seus seios se apertaram contra mim e a beijei ao longo do pescoço enquanto meus dedos desabotoavam e puxavam as alças para trás. Afastei o corpo levemente para permitir que o sutiã caísse entre nós e, pela primeira vez, eu tive uma visão completa de seus seios completamente nus. Perfeitos. Nas minhas fantasias, eu já fizera de tudo com eles: tinha tocado, beijado, chupado, fodido, mas nada se comparava à realidade de apenas olhar para eles.

Seus quadris avançaram sobre mim, e nada além de sua pequena calcinha nos separava. Enterrei meu rosto em seu peito e suas mãos agarraram meus cabelos, puxando-me para mais perto.

– Você quer me saborear? – ela sussurrou, olhando para mim com olhos gelados. Então puxou meus cabelos com força suficiente para afastar minha cabeça de sua pele.

Eu não consegui pensar em nenhuma resposta espertinha, nenhum comentário que a fizesse parar de falar e simplesmente me foder. Eu queria sim experimentar sua pele. Queria mais do que qualquer outra coisa que já desejara na vida.

– Sim.

– Então peça com educação.

– Foda-se a educação. Me solte.

Ela gemeu, inclinando-se e permitindo que eu chupasse um mamilo perfeito, o que a fez puxar meu cabelo novamente. Céus, aquilo era bom.

Muitos pensamentos voaram em minha cabeça. Não havia nada neste mundo que eu quisesse mais do que me enterrar dentro dela, mas sabia que, quando tudo terminasse, eu odiaria a nós dois.

Ela, por me enfraquecer, e eu, por permitir que a luxúria tomasse conta do meu bom senso. Mas também sabia que não seria possível parar. Eu me transformara em um viciado, vivendo apenas para a próxima dose. Minha vida perfeitamente construída estava desmoronando ao meu redor, e tudo que eu queria era senti-la por dentro.

Deslizando minhas mãos por seu corpo, deixei meus dedos percorrerem o cós de sua calcinha. Um arrepio surgiu em sua pele e eu fechei os olhos ao segurar o tecido, tentando me convencer a parar.

– Vá em frente e rasgue... você sabe que quer fazer isso – ela murmurou em meu ouvido e então mordeu minha orelha.

Meio segundo depois, o cós não era nada além de um tecido rasgado no canto do provador. Agarrando seus quadris, eu a levantei e segurei a base do meu pau com a outra mão, então a puxei para baixo. A sensação foi tão intensa que eu precisei segurar seus quadris no lugar para não gozar imediatamente. Se eu me perdesse agora, ela iria jogar isso na minha cara mais tarde. E eu não permitiria essa satisfação a ela.

Quando senti que tinha o controle de volta, comecei a mover seu corpo para cima e para baixo. Nós ainda não tínhamos estado nessa posição – ela por cima, cara a cara – e, mesmo odiando admitir, nossos corpos se encaixavam com perfeição. Abaixando as mãos até suas pernas, agarrei uma em cada mão e envolvi meu quadril com elas. A mudança de posição me colocou ainda mais fundo dentro dela, e precisei enterrar meu rosto em seu pescoço para não soltar um gemido alto demais.

Eu estava ciente dos sons e vozes ao nosso redor enquanto as pessoas entravam e saíam dos outros provadores. Mas pensar que poderíamos ser pegos a qualquer momento apenas deixava o sexo ainda melhor.

Ela soltou um gemido, arqueando as costas, e sua cabeça pendeu para trás. A maneira como ela mordia os lábios insinuava uma falsa inocência que estava me deixando maluco. Mais uma vez, observei por cima de seu ombro a imagem de nós dois no espelho. Nunca tinha visto algo tão erótico em toda a minha vida. Ela puxou meu cabelo mais uma vez, guiando minha boca de volta para a dela, nossas línguas se enfrentando, igualando o movimento de nossos quadris.

– Você fica linda em cima de mim – sussurrei em seus lábios. – Vire-se, você precisa ver uma coisa – eu a levantei e a virei para que pudesse enxergar o espelho. Com suas costas contra meu peito, ela se inclinou para trás em mim.

– Oh, Céus – ela disse. Sua respiração ficou pesada quando encostou a cabeça no meu ombro, e eu não estava certo se era por causa do meu pau entrando nela ou por causa da imagem no espelho. Ou as duas coisas. Agarrei seus cabelos e forcei sua cabeça a levantar.

– Não desvie os olhos, quero que você veja tudo – rugi em seu ouvido ao encontrar seu olhar através do espelho. – Quero que você assista. E amanhã, quando estiver toda dolorida, quero que se lembre de quem fez isso.

– Pare de falar – ela disse, mas eu podia sentir seus arrepios e sabia que ela adorava cada palavra. Suas mãos subiram e se esticaram para trás procurando meus cabelos.

Toquei cada centímetro de seu corpo e beijei toda a parte de trás de seus ombros. No espelho, podia ver a mim mesmo entrando e saindo de dentro dela e, por mais que não quisesse essas lembranças na minha mente, eu sabia que nunca me esqueceria daquela visão. Então, movi uma mão até seu clitóris.

– Oh, merda – ela sussurrou. – Por favor.

– Desse jeito? – perguntei, pressionando e circulando.

– Sim, por favor, mais, por favor, por favor.

Nossos corpos estavam agora cobertos por uma fina camada de suor, que fazia seu cabelo grudar levemente na testa. Seu olhar não se afastou mais enquanto continuávamos a nos mover um contra o outro, e eu sabia que estávamos muito perto do clímax.

Eu queria encontrar seus olhos no espelho, mas então imediatamente entendi que isso mostraria mais do que eu pretendia. Eu não queria que ela visse tão claramente o que estava fazendo comigo. As vozes ao nosso redor continuavam, completamente alheias ao que estava acontecendo naquela pequena cabine. Se eu não fizesse alguma coisa, nosso segredo não duraria por muito tempo.

Os movimentos dela se intensificaram e suas mãos apertaram ainda mais meus cabelos, então eu pressionei minha mão contra sua boca, abafando seus gritos quando ela gozou vigorosamente em cima de mim.

Abafei meus próprios gemidos em seu ombro e, com mais algumas estocadas, explodi num orgasmo intenso dentro dela. Seu corpo caiu sobre mim e eu me recostei contra a parede.

Eu precisava me levantar. Precisa me levantar e me vestir, mas não achava que minhas pernas bambas conseguiriam me sustentar. Eu estava perdendo qualquer esperança de que o sexo se tornasse menos intenso, e de que assim eu pudesse superar minha obsessão.

A razão começou a voltar devagar para minha mente, junto à frustração de ter mais uma vez sucumbido à fraqueza.

Eu a tirei do meu colo antes de me abaixar para alcançar minha cueca. Quando ela se virou e olhou para mim, eu esperava ver raiva ou indiferença, mas havia uma vulnerabilidade em seus olhos. Então ela desviou o olhar. Vestimos nossas roupas em silêncio. A cabine do provador de repente parecia quieta demais e pequena demais, e eu podia ouvir cada respiração dela.

Ajeitando minha gravata, apanhei a calcinha rasgada do chão, guardando-a em meu bolso. Fui abrir a maçaneta, mas parei. Estiquei o braço e passei a mão ao longo da renda que estava pendurada em um dos ganchos na parede.

Olhei a srta. Cabello nos olhos e disse:

– Compre a cinta-liga também – e, sem olhar para trás, saí do provador.


Notas Finais


Sei que é chato ficar pedindo, mas 10 coments e eu volto. I promise!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...