História Crime Scene - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Crime Scene, Imagine Bts, Longfic
Visualizações 71
Palavras 1.023
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), FemmeSlash, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá pessoas.... nossa, nem sei o que dizer! Muito obrigada mesmo pelos comentários e favoritos. Eu fiquei muito inspirada, de verdade!
Ainda não tenho dias exatos pras postagem, mas caso tenha se interessado não deixe de favoritar e receber as notificações. ^_~
Boa leitura!

Capítulo 2 - Capítulo Dois:


Fanfic / Fanfiction Crime Scene - Capítulo 2 - Capítulo Dois:

CAPÍTULO DOIS:


“Todo rei precisa de uma rainha, eu preciso de uma cobaia”


Acordo com sons de barulhos vindo de perto de mim. Será que é mais uma briga de meus pais? Mas essas vozes não são deles. Tento abrir meus olhos, mas os mesmos estavam pesados demais, me sinto desconfortável e uma dor extremamente forte me faz dar um  gemido fraco.

- PARE, POR FAVOR! NÃO! EU JÁ FUI HOJE! EU JÁ FUI HOJE! NÃO! – a voz gritava desesperada e, mesmo sentindo a dor descomunal, me forço a abrir meus olhos. Minha visão ainda era turva, me sentia tonta e enjoada.

Fecho e abro meus olhos diversas vezes. A dor era incomoda demais. Porém, eu precisava saber o que estava acontecendo. Eu estava numa espécie de quarto, pequeno e sem nenhuma janela a não ser por um pequeno buraco num canto alto de uma das paredes, o que ajudava a sair uma frisa de luz. Eu estava jogada no chão, num quarto que não possuía nada além do pequeno buraco e a porta de ferro; não tento abrir a porta, é inútil, está trancada.

Passou-se um bom tempo em silêncio e, eu, agora já recuperada, conseguia me movimentar e olhar tudo ao meu redor com clareza: estava mais do que óbvio que eu havia sido sequestrada por aquele assassino alto e assustador, não sei quanto tempo se passou desde que o mesmo me desmaiou, esse lugar é um circo dos horrores. O que eu preciso é de algo para tentar me proteger, mas o que? Meu celular, não tenho mais. Nem grampo ou presilhas tenho. Tenho sorte de ao menos estar com roupas!

Ouço o barulho de uma porta de ferro trincando perto de mim, o medo de ser a minha porta era agonizante; e ele se tornou real quando minha porta foi aberta com um barulho estridente. Com o susto, me encolho agarrando minhas pernas tentando me proteger do que poderia estar entrando pela porta. Vejo o rastro de uma silhueta escura. Tinha uma máscara preta em seu rosto, uma figura aterrorizante.

- Levanta logo ou quer que eu te arraste? – disse irônico e pelo jeito se tratava de uma mulher

Fiz o que ela disse, me levantei ainda segurando na parede e continuei parada olhando pra baixo, minhas mãos tremiam com medo de algo pior acontecer

- Venha logo, não tenho o dia todo – exclama puxando-me pelo braço direito. Atravesso a porta e tudo que encontro é um enorme corredor com diversas portas exatamente iguais e todas fechadas, tento registrar algo, mas o andar rápido e violento faz com que minha cabeça volte a latejar. Tudo que consigo registrar é: foram cerca de cinco viradas para a esquerda e três para a direita ao todo até ela entrar numa sala, fechar a porta e ficarmos presa dentro de algo que parecia um banheiro cheio de chuveiros – Tome um banho vou dizer quando é pra sair – explicou se encostando na porta sem parar de me encarar

Caminhei ainda meio desnorteada até um dos chuveiros, do lado da válvula possuía um pequeno porta sabonete enferrujado e sujo, começo a tirar as minhas vestes, mas paro e viro-me para a mulher

- V-Você vai ficar aqui? – era óbvio meu desconforto, já podia sentir minhas bochechas queimarem com a vergonha.

- Por quê, princesa?! Quer que eu lave sua costa? – neguei com a cabeça me virando de frente a parede, ela não disse mais nada e eu também não. A água era muito gelada, não pude deixar de soltar um gemido de desconforto quando a mesma bateu em meu colo, meu corpo estava quente, parecia que ia ter uma hipotermia a qualquer momento. Depois de me acostumar comecei a me ensaboar, a vergonha ainda era tremenda, mas tentava não pensar muito; quando fui lavar meu cabelo, um fino grito saiu do fundo da minha garganta. Eu havia, sem querer, mexido na ferida da minha cabeça e agora a mesma sangrava e doía intensamente

Me ajoelhei no chão

- O que está fazendo? Já terminou seu banho? Tsc! – sinto a água ser desligada e um puxão forte me levantar, bombeio pra um dos lados tonta devido a dor, a pessoa abaixa a cabeça tentando olhar meu rosto – Você abriu seus pontos imbecil! Venha, acabou o tempo – diz me puxando em direção a porta, tento me soltar

- E-Espera... minhas r-roupas – sussurro tentando voltar, mas ela continua me puxando corredor a dentro – Minhas roupas! – falo mais alto e a mesma me dá um puxão mais forte

- Você demorou demais, sem elas vai facilitar as coisas – responde simplesmente e fico sem entender, a dor passando aos poucos, mas a cada passo que eu dava era uma fisgada mais forte e só piorava com o andar rápido.

Paramos numa das portas de ferro, ela usou uma das inúmeras chaves e assim que a porta foi aberta, a mesma me jogou sem pena alguma no chão sujo e logo fechou a porta. Tentei levantar, mas estava tonta demais. Não conseguia me manter em pé.

- Vai ficar deitada nesse chão imundo? – uma voz grossa ecoou pelo quarto e rapidamente sentei me encolhendo num canto qualquer, olhei em volta e um vulto parado do lado da porta me olhava. Sim, minha visão estava embaçada – Pelo jeito seu curativo foi desfeito, não?! Está sangrando sem parar, consegue me ouvir? Você está com uma cara péssima – solta uma pequena risada ficando de pé

- Quem... é você? – pergunto forçando minha vista pra poder enxergar o individuo, olho em sua direção e o mesmo não está mais lá. Quando percebo que ele já estava ao meu lado.

- Saber quem sou não é necessário agora, ao invés disso, lhe contarei o que farei – de repente, sinto uma dor aguda em minha barriga, era uma seringa com algum liquido, passando para a área afetada uma ardência bem forte – Irei te machucar bebê, muito, muito, muito. A partir de agora, você será meu mais novo brinquedinho. Sinta-se honrada, são realmente muitos poucos os que têm esse privilégio.

Ele era um sádico maldito, psicopata lunático, eu sabia que o que ele havia injetado em mim era uma espécie de droga, o que eu não queria saber era o que aconteceria depois que eu acordasse.


Notas Finais


Este foi o segundo capítulo pessoal, espero que tenham gostado. Voltarei em breve com o terceiro. Obrigada por não desistirem de mim ainda! ^_^
Até!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...