História Criminal Love - Capítulo 8


Escrita por: ~ e ~CrowsUchiha

Postado
Categorias Naruto
Personagens Deidara, Hiruzen Sarutobi, Itachi Uchiha, Kakashi Hatake, Kisame Hoshigaki, Konan, Orochimaru, Pain, Personagens Originais, Sakura Haruno, Sasori, Sasuke Uchiha, Shikaku Nara, Yahiko, Zabuza Momochi
Tags Akatsuki, Amor, Drama, Ecchi, Hentai, Itachi Uchiha, Itakonan, Kisame Hoshigaki, Konan, Policial, Romance
Visualizações 255
Palavras 5.742
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Josei, Luta, Musical (Songfic), Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Alô, alô terezinha õ//
Aqui quem fala é a @CrowsUchiha ( Patty)
E eu estou aqui para postar mais um capítulo para vocês.
1º Quero avisar que ele ficou enorme e eu não decidi dividi-lo então paciência. Onegai!
2º Quero me desculpar por estar postando esse horário, mas é que este capítulo tomou todo o meu dia eu realmente me empolguei um pouco escrevendo-o e até o momento é o meu favorito dentre todos que já escrevi.
Sem mais delongas
Por favor ignorem os erros!

Boa Leitura! ~*

Capítulo 8 - Olhares...


Fanfic / Fanfiction Criminal Love - Capítulo 8 - Olhares...

"Nunca foi apenas uma troca de olhar corriqueira. Um enroscar de olhos acidental. Tinha algo ali pulsando entre nós".

 

Resabinar

 

 

“Quem nunca notou que o caminho de volta costuma parecer mais curto que o de ida?” ·.

Mito isso não passa de um grande mito uma ilusão originada por nossas expectativas que acontece tanto quando percorremos um trajeto a pé quanto de carro ou avião.

 

Concretamente, quando iniciamos uma viagem temos uma atitude otimista de chegar ao local que faz com que resulte parecer ser mais longo que o previsto. No entanto ao voltarmos pelo contrário, costumamos pensar que o trajeto será longo e de novo nós, nos equivocamos.

Bem isso é o que diz  Niels van de Ven psicólogo da Universidade de Tilburg (Holanda) pode até ser verídico, mas desta vez prefiro colocar a culpa na boa companhia. Não que minha companhia de Ida não tenha sido agradável. Kisame é uma boa companhia, mas não se compara a companhia de Konan. Não só pelo fato de ela ser uma mulher atraente, mas também pelo fato de a conversa finalmente estar fluindo bem pela primeira vez.

Não sei porque, mas gostei do fato dos sorrisos dela pelo caminho serem devido a mim e não a Kisame, aliás falando nele, ele diz que eu perdi o jeito de falar com as mulheres, mas não é esta a questão a questão é que eu tenho tendência a estragar as coisas mesmo. É que eu, realmente, crio uma barreira para qualquer inquilino novo, que tenta causar sentimentos doces no meu peito.

Não é que eu seja frio e calculista eu sou como qualquer outra pessoa eu também tenho sentimentos a diferença é que com o passar do tempo e com tudo o que me aconteceu no passado eu aprendi a bloqueá-los, mas eu ainda os tenho como qualquer outra pessoa então isso explica o fato de eu sempre estragar as coisas falando do que me resta que é o trabalho.

Sou um homem de poucas palavras carrego comigo o simples pensamento “Quem muito fala pouco faz” então prefiro fazer mais e falar menos. Sou reservado não costumo me abrir com qualquer  pessoa até porque não tenho motivos para isso ninguém tem nada a ver com os meus problemas. E bem... Se eu abrisse o jogo com todos que conheço as pessoas normalmente teriam medo de mim, não que isso não seja bom porque de certo modo até é, mas não é o que eu busco pelo menos não entre meus amigos. No entanto do departamento para fora é outra  história eu até prefiro que o medo exista de algum modo preciso dele e confesso que gosto de ver o medo no olhar dos meus inimigos.

 

 

Chegamos ao departamento poucos minutos depois e voltamos a nossos afazeres a deixei em sua mesa antes de seguir para a minha sala e o resultado dos exames do IML estava sobre a mesa passei por eles os pegando e sentando em minha cadeira ligando meu notebook enquanto rolava meus olhos pelos exames que só me davam informações irrelevantes para concluir que no fim das contas não havia digitais.

— Só perca de tempo — digo jogando os exames para o lado voltando minha atenção para o relatório de 50 Páginas. Confesso que não estava nenhum pouco a fim de ler aquilo tudo, mas fazer o que né trabalho é trabalho.

Sequer notei as horas passarem. Konan bateu na porta avisando que estava saindo assenti com a cabeça enquanto desligava e colocava meu notebook dentro da bolsa pegando meu casaco e então saímos juntos. Ofereci uma carona que fora negada e nos despedimos seguindo assim caminhos diferentes.

 

 

Cheguei em casa jogando minhas coisas de qualquer maneira no sofá indo direto para a cama. Amanhã teria que ir à casa do Zabuza ver se tinha algo por lá e como não acharam nada nos exames do IML a perícia também iria ao apartamento e esses idiotas chegam cedo e eu infelizmente terei que ir com eles e não posso me dar o luxo de chegar depois deles porque eles mexem em tudo e eu quero dar uma olhada antes de ter tudo revirado então mesmo sem sono fechei meus olhos tentando relaxar o corpo e sequer notei quando foi que adormeci.

 

 

E mais uma vez lá vem ele o crepúsculo matutino fenômeno diário e comum iluminando aos poucos a bela cidade de Tokyo trazendo consigo a claridade e a rotina monótona da cidade. Ouço o despertador tocar e levanto o braço relutante para desligá-lo. Ao contrário de ontem hoje eu não teria tempo para mim, teria que adiantar o que desse caso ainda quisesse ir ao futebol.

Caminhei a passos sonolentos direto para o banheiro realizando minha higiene matinal, seguido de um banho para finalmente acordar. Às  vésperas de uma folga parece que o corpo sente que está prestes a descansar e fica mais pesado, porém não seria agora nem hoje somente amanhã.

Sai do banheiro olhando o relógio e vi que perdi mais tempo do que realmente precisava no banho sequer ia conseguir tomar café da manhã.

— Droga! — praguejo enquanto me visto adequadamente para o trabalho fraque cinza e camisa branca (Como na foto) ouvi o barulho do elevador e me apressei pegando minhas coisas e jogando uma gravata preta sobre os ombros já que não ia ter tempo para dar o nó, então andei a passos largos até o elevador enquanto verificava se não havia esquecido nada. Logo o alarme do meu carro ecoou pelo estacionamento e eu me olhei  pelo reflexo do vidro estava um pouco desajeitado, mas bonito  pelo menos no meu ponto de vista.

 

 

Durante o percurso ao apartamento de Zabuza me questionei sobre meus horários, pois estava começando a me atrasar com frequência e como já disse isso não é nenhum pouco do meu feitio. Definitivamente eu não estava sendo eu mesmo nos últimos dias.

— Deve ser estresse — murmuro enquanto adentro o estacionamento do prédio que já tinha uma boa movimentação de carros.

Por um momento fui barrado pelo porteiro que logo concedeu passagem ao ver o distintivo. Assim que desci a rampa notei a movimentação da equipe de perícia começando a sair de seus veículos.

— Parece que cheguei bem na hora apesar dos pesares — sorri minimamente enquanto estacionava o carro. O alarme ecoou forte pelo estacionamento quase vazio chamando um pouco de atenção dei de ombros e segui rumo a guarita do porteiro.

— Bom dia — digo firmemente ao homem que se encontrava sentado desleixadamente por lá.

— Bom dia — disse o homem arrumando sua postura, me olhando.

— Sou o investigador Uchiha — digo apresentando minhas credenciais por tempo suficiente para que ele pudesse ver — E quero que o senhor esteja ciente que toda a área do estacionamento será interditada com intuito de uma investigação, entendido?

— Si-Sim — ele assente não escondendo a curiosidade no olhar.

— Ótimo — digo dando lhe as costas e pegando um cigarro o acendendo — Ninguém entra e ninguém sai, estamos combinados?  — digo com o cigarro no canto da boca.

— Sim senhor,  mas o que digo às pessoas que tentarem adentrar ou sair do local? — ele questionou curioso.

— Diga-lhes que está havendo uma investigação policial — paro de falar por um momento para soltar a fumaça — E que se alguém achar ruim que venha tirar satisfações comigo, estarei à disposição — digo enquanto entrego um cartão de visitas a ele — Basta me ligar e eu virei. Agora se me der licença — digo saindo e observando a fachada do prédio enquanto termino meu cigarro. De longe noto os cabelos rosados em uma das varandas conheço aqueles cabelos em qualquer lugar.

Cunhadinha - foi a única coisa que pensei enquanto apagava o cigarro e o jogava em uma das lixeiras próximas.  Sem mais delongas segui para o elevador apertando o botão.

Adentrei o elevador  apertando o numero do andar desejado e encostei as costas sobre uma das paredes do pequeno elevador senti algo vibrando no bolso e atendi prontamente.

— Itachi... — digo ao atender.

— A onde diabos você está? — disse Kisame do outro lado da linha.

— Não posso falar agora... — foi tudo o que consegui dizer antes da ligação cair, suspirei e guardei novamente o telefone no bolso.

Quando a porta finalmente se abriu tudo o que vi foi um andar claramente mais movimentado que o normal já que as pessoas trombavam uma nas outras. Sai do elevador desviando de algumas pessoas e adentrei ao apartamento de Zabuza por debaixo das fitas amarelas da polícia que interditavam o pequeno e modesto apartamento. Olhei ao redor atentamente procurando por qualquer coisa que pudesse me ajudar, no entanto não havia nada. Andei para os outros cômodos e mais uma vez nada. Segui então para o quarto indo direto para o guarda roupa abrindo as gavetas e para a minha surpresa a última delas estava recheada de revistas pornôs.

— Pervertido filha da mãe — digo rindo.

— Você não pode mexer nas coisas — diz uma voz conhecida logo atrás de mim.

— Na verdade eu posso sim — digo sem ao menos me virar — Não se preocupe cunhada não vou atrapalhar seu trabalho.

— Itachi-san — ela diz surpresa e então me viro para olhá-lá.

— Sakura-chan — a comprimento, sorrindo minimamente.

— Gomem eu não te reconheci — ela disse corada.

— Não me reconheceu? — digo franzindo o cenho.

— É que você raramente solta os cabelos — ela diz pegando uma das mechas do meu cabelo.

— Ah — murmuro, dando de ombros — Saí atrasado de casa.

— Você se atrasando? — ela disse arqueando uma sobrancelha.

— Pois é não tenho sido eu mesmo ultimamente, mas então o que você tem para me contar? — digo mudando de assunto.

— Sobre? — ela franziu o cenho.

— Sobre as investigações — digo revirando os olhos — O que mais seria?

— Ahm... — ela murmura — Pensei que era sobre Sasuke-kun — ela disse em um tom quase inaudível.

— Sasuke me odeia e isso já é trivial.

— Pensei que...  — a interrompo.

— Não quero ser grosso Sakura, mas vamos falar do que realmente interessa?

— Como quiser... O senhor que está responsável pelo caso? — ela me questiona, mesmo já sabendo a resposta.

— Sim — assinto.

— Certo... Até o presente momento não foi encontrado nada fora do habitual. Nós iremos realizar o procedimento mais detalhado com propofol, no entanto sabe que isso leva tempo não é?

— Sei — digo suspirando — Quanto tempo mais ou menos?

— No mínimo umas duas horas.

— Só tudo isso? — rio ironicamente — Certo, apenas faça seu trabalho.

— Lhe informo qualquer coisa — ela  disse dando me as costas — Seu telefone continua o mesmo?

— Sim — Assenti caminhando até ela — Certas coisas nunca vão mudar.

Nada mais foi dito e então seguimos caminhos diferentes. Ela para a cozinha e eu para a saída. Pelo andar da carruagem eu já sabia que seria uma longa manhã o que pode ser mais chato do que esperar?

Irritado e disperso caminhei rumo à saída do apartamento e assim que sai meu corpo encontrou-se bruscamente ao de outra pessoa e em um ato automático minhas mãos prenderam-se aos braços da pessoa a minha frente evitando que ela se movesse ou caísse se fosse o caso, após alguns segundos desci meus olhos que logo encontram os claros dela. Por um tempo nada foi dito apenas permanecemos ali trocando olhares.

— Desculpe te machuquei? — digo a soltando.

— Não — ela sorriu — Você não me machucou não eu estou bem.

— O que faz aqui? — a questiono curioso.

— Eu moro aqui — ela disse rindo.

— Hmm — murmuro pelo menos alguém se salva nesse lugar.

— Fui buscar coisas pra tomar café da manhã — ela disse levantando a sacola que tinha em mãos.

— Aaah — murmuro dando-lhe espaço para prosseguir — Bon Appetit — digo divertida mente deixando a mostra o pouco sotaque inglês que ainda me resta.

— Arigato — ela agradeceu sorrindo enquanto passava por mim — Você não quer entrar?

— Eu? — franzo o cenho.

— Sim você — ela riu — Me faz companhia no café da manhã?

— Não... Eu não quero te incomodar Konan.

— Não é incômodo algum, por favor, faço questão — ela disse antes de entrar e deixar a porta aberta.

— Tudo bem então — concordo adentrando ao apartamento  e fechando a porta. O apartamento era modesto, mas muito bem decorado e o melhor de tudo possuía o cheiro dela por todo o cômodo cheiro que me deixa extasiado soube naquele exato momento que havia acabado de cometer um erro.

— Você não precisa ficar parado como uma estátua — ela disse rindo e retirando as coisas das sacolas.

— Gomem — me desculpo.

— Você pode falar para mim? — ela disse ainda de costas.

— Falar? Falar o que? — digo confuso.

— Qualquer coisa — ela riu.

— Como assim? — franzo o cenho.

— Eu não sabia que  você tinha sotaque — ela diz sugestiva.

— Ah, não esquece isso eu estava brincando — digo sorrindo minimamente.

— Eu gostei do seu sotaque só ainda não identifiquei.

— Gostou? — digo arqueando uma sobrancelha.

— Sim gostei — ela assentiu me olhando — Por favor, fale mais gosto da sua voz.

— What do you want me to say, baby? (O que você quer que eu diga querida?) — digo calmamente deixando ainda mais claro o sotaque.

— Oh, my Good! (Meu Deus do Céu!) — ela disse imitando o meu sotaque e rindo.

— What is it, little one? Why the astonishment? (O que foi pequena? Por que o espanto?) — digo me aproximando da cozinha e me apoiando na bancada a olhando.

— Are you really British or is that just charm? (Você é realmente Britânico ou é só charme?) — ela disse ainda em tom divertido enquanto começava a preparar o café.

— No, I'm really British, honey. Congratulations! You're right! Can I stop talking like this? (Não eu sou realmente Britânico, querida. Parabéns! Você acertou. Posso parar de falar assim?) — digo a observando atentamente evidentemente não consegui não notar as curvas majestosas de seu corpo.

— Sim pode, mas você deveria falar mais vezes assim.

— Deveria? — franzo o cenho.

— Sim eu acho esse sotaque Sexy — ela disse tentando abrir um dos potes de doce de leite.

— Let me help you (Deixe-me ajudá-la) — digo estendendo a mão.

Ela caminha até mim e me entrega o pote e sem nenhum esforço o abro o entregando de volta retribuindo o sorriso.

— Thank you, my boo! (Obrigado, meu amor) — ela agradeceu voltando a seus afazeres.

— Hmmm — murmuro — Então... Tecnicamente eu sou um homem sexy? — digo sorrindo de canto.

— Quanta modéstia. — ela ri — Não se faça de desentendido Uchiha. Você é sexy e você sabe muito bem disso — ela disse virando-se e nossos olhos se encontraram  e para a minha surpresa ela sequer chegou a corar e ali naquele exato momento eu tive a certeza de que ela realmente era diferente de todas as outras mulheres com quem já havia me deitado ou saído. Gosto disso, gosto dessa sinceridade, dessa atitude independente. E bem como eu havia suspeitado ela tem muitas das qualidades que eu sempre procurei em uma mulher.

 

"Ela me faz pensar em deixar-me envolver
É o tipo de mulher que eu preciso
Ela tem o seu próprio jeito
Há algo nela…
É o tipo de mulher que consegue fazer tudo sozinha
Olho para ela e me sinto orgulhoso
Há algo nela

Há algo muito sexy neste tipo de mulher
Que nem sequer precisa da minha ajuda

Sem dúvidas
Há algo nela
É o tipo de garota que está na minha cabeça

Ela vai roubar meu coração
Não há dúvidas…
Garota…
Você é tudo o que eu preciso"

 

Miss Independent -  Ne-Yo ( ♫ )

 

— Obrigado... Miss Independent! — digo sorrindo.

— Miss Independent? — ela diz  franzindo o cenho.

— Sim — assinto — Não é o que você é? — a questiono.

— Sou? — ela disse arqueando uma sobrancelha.

— Claro que é — confirmo — Você  é aquele tipo de mulher forte e independente que consegue fazer tudo sozinha. Que sequer precisa da ajuda de alguém.

E com isso eu consigo finalmente e pela primeira a vez a ver corar.

— Você está falando isso por educação — ela disse desviando o olhar, voltando a atenção para o café da manhã.

— Não, não estou — digo dando a volta no balcão, parando ao lado dela.

— Você pensa isso sobre mim? — ela disse me olhando ainda corada.

— Sim — assinto retornando o olhar.

— Sabe... Ninguém nunca me falou isso.

— Sério? Você já devia estar acostumada ou enjoada com esses elogios — digo meio incrédulo.

— Na verdade não estou acostumada com elogios — ela sorri corada.

— Você deveria — digo enquanto  pego uma das torradas.

— Não — ela disse me repreendendo e batendo na minha mão.

— Gomem — digo me desculpando,  mas sem devolver a torrada.

— Itachi... Sai daqui — ela ordenou risonha — Sente-se e espere como bom menino que é, eu já vou servir.

— Menino? — digo rindo e sentando-me como ordenado — Não sei se levo isso como insulto ou elogio.

— Elogio é claro — ela disse enquanto servia a mesa, se sentando também a minha frente.

Nós olhamos por mais alguns minutos e como algo sincronizado como um espelho ela refletiu o meu gesto juntando uma mão á outra abaixando levemente a cabeça.

— Itadakimasu — dissemos em uníssono antes de finalmente começarem a tomar café.

— Que sincronia — ela disse rindo enquanto se servia.

— Se fosse combinado não teria dado certo — digo também rindo.

— Me desculpe se não estiver a seu gosto — ela disse mordendo o lábio.

— Que isso — digo enquanto bebo um pouco do café — Está perfeito, você sempre acerta.

— Acerto? — ela parecia surpresa.

— Uhum — murmuro, assentindo enquanto começo me servir das demais coisas que havia na mesa.

— Imagina então se eu soubesse — ela sorriu sugestivamente

— Você gostaria  mesmo de saber mais sobre mim? — a questiono curioso.

— Na verdade eu gostaria sim — nossos olhares se encontraram e fixaram-se um ao  outro.

 

"O seu olhar
Cruza o meu olhar
Me mandou os seus sinais
Te quero mais"

 

Quer Saber — Ana Carolina ( ♫ )

 

— O que exatamente você quer saber?

— Tudo — ela respondeu de imediato.

— Tudo? — digo surpreso — Tudo bem... Pergunte!

— De onde você é? — ela começa.

— Londres — respondo impassível.

— Porque veio para o Japão?

— Problemas familiares — digo desviando o olhar.

— Você tem parente aqui?

— Não, mas, por favor, podemos não entrar no assunto familiar? — a olho suplicante.

— Claro — ela sorriu minimamente — Mas... Por quê?

— Ahm... — murmuro — Digamos que eu não me dou bem com meus familiares.

— Entendo. Com que frequência você visita Londres?

— Sequer me lembro de quando foi a última vez que fui para Londres. — digo rindo.

— E ainda tem o sotaque? — ela riu

— Sim, mas é pouco ele o “Sotaque” — digo fazendo sinal de aspas com as mãos — normalmente aparece só quando estou nervoso.

— Hmmm — ela murmura enquanto bebia o café — Então... Você estava nervoso anteriormente? — ela riu me olhando.

— Não apenas falei para descontrair e só o carreguei mais porque você disse que gostava.

— Sim eu realmente gosto já lhe disse a minha opinião sobre ele.

— Yes, I recall... You told me you thought he was sexy. Believe me, I'll remember this. (Sim, eu me lembro... Você me disse que achava que ele era sexy. Acredite em mim, eu vou lembrar-me disso) — digo sorrindo de canto dando uma piscadinha a ela e assim o clima descontraído voltou e o café se seguiu animado cheio de risadas e conversa. Agradecemos a comida mais uma vez ao fim da refeição e enquanto ela tirava a mesa decidi que ia fumar então me direcionei rumo a saída.

— A onde você vai? — ela me questionou.

— Eu vou fumar — digo mostrando-lhe o maço de cigarros e o isqueiro.

— Você fuma? — ela parecia frustrada.

— Sim, por quê? — digo parando no meio dá sala.

— Nada, mas você pode fumar aqui dentro se quiser é só abrir a janela — ela disse apontando para a janela que havia na sala.

— E acabar embriagando seu apartamento com o meu cheiro ruim? Não que isso melhor deixar como está mesmo cheirando maravilhosamente bem como você — digo virando-me novamente rumo a saída.

— Itachi — ela me chama.

— Hmmm — murmuro parando novamente e virando me para ela.

— Você não cheira mal — ela disse secando as mãos vindo em minha direção — Muito pelo contrário você cheira muito bem. Aliás, qual é o seu perfume? — ela questionou enquanto se aproximava de mim.

 

"Enquanto ela adentrava a sala
Eu podia sentir a aura de sua presença

Ela veio até mim devagarinho
Com os olhos do desejo
Eu me senti preso em sua armadilha de pecado

E então aconteceu
Ela me tocou"

 

 

Dangerous – Michael Jackson ( ♫ )

 

— Coffee Seduction — respondo parado no meio da sala com as mãos nos bolsos a olhando.

— Eu gostei — ela disse parando a minha frente levando as mãos por debaixo do meu fraque sobre a camisa na divisão perfeita entre a minha barriga e o meu peito.

Nossos olhos mais uma vez se encontraram naquela manhã eram como imãs. E mesmo com o tecido da camisa  eu podia sentir as mãos suaves e macias dela que agora já subiam suavemente até o meu pescoço. Senti um arrepio percorrer por toda as minhas costas me entorpecendo e enviando sensações desconhecidas e deliciosamente agradáveis para todo o meu corpo quando ela finalmente tocou  o meu pescoço que estava desnudo, devido aos primeiros botões da camisa estarem desabotoados.

 

"Ela faz os pelos das minhas costas se arrepiarem
Apenas um toque... E eu entro em erupção
Como um vulcão"

 

 

Sexy Love — Ne-Yo ( ♫ )

 

— Não posso deixá-lo sair assim —  ela disse descendo os olhos e as mãos em direção aos botões os fechando com cuidado e delicadeza, sorrindo assim que terminou de fazê-lo.

Eu estava extasiado demais para dizer ou fazer algo eu apenas  a acompanhava com olhos. Estava tendo uma visão e tanta dela mesmo sendo poucos centímetros mais alto que ela isso me dava uma breve visão de cima. E agora assim tão perto eu podia ver melhor os mínimos detalhes em seu rosto, da sua pele alva, da sua boca rosada que eu confesso que eu estava louco para beijar.

E quando aquele sorriso se formou em seus lábios eu tive a certeza. Dentre todas as curvas que aquela mulher tinha as curvas que se formam em seu rosto quando ela sorria era sem sombra de dúvidas as mais bonitas.

— Obrigado! — agradeço tentando ficar impassível aquela mulher e aquele sorriso.

— Eu ainda não terminei — ela disse levando a mão suavemente por debaixo do meu cabelo em direção à nuca.

E novamente o toque dela me trazendo sensações únicas e desta vez todo o meu corpo estremeceu e eu lutava  internamente para manter as minhas mãos nos bolsos. Senti algo escorrer pelo pescoço e era a gravata. Aquela que joguei de qualquer jeito sobre os ombros enquanto saia de casa, todo esse tempo e sequer lembrei de dar o maldito nó.

E naquele momento tudo o que eu via era somente ela. Nós estávamos próximos como nunca e eu sei que eu não teria chance melhor do que está para beija-lá. Aquele era o momento certo, o local certo estava tudo a meu favor, mas eu nada fazia estava preso nas minhas próprias dúvidas e incertezas mesmo assim a um passo eu não sabia se queria ou não, se devia ou não...

 

"Se tá tão difícil agora
Se um minuto a mais demora
Nem olhando assim mais perto
Consigo ver porque tá tudo tão incerto"

 

Problemas — Ana Carolina ( ♫ )

 

Ela levantou à gola da minha camisa passando a gravata envolta do meu pescoço deixando-a em posição uniforme e começou a fazer o nó delicadamente. O toque era tão suave e gentil que eu sequer o sentia, mas para falar a verdade eu já não estava prestando atenção em mais nada estava em completo torpor. Não demorou muito e estava feito o perfeito nó ela puxou a gravata levando-a em direção a  minha garganta.

— Pronto! — ela disse sorrindo abaixando a gola da camisa — Agora sim você está perfeito —  ela diz enquanto passava a mão por cima dá gravata ao mesmo tempo em que mordia o lábio. Os dentes brancos dela a mostra em uma mordida fazendo os lábios rosados ficarem marcados e ali com aquele simples gesto ela me ganhou, eu perdi o pouco de juízo que ainda me restava.

Minhas mãos rapidamente saíram de meus bolsos se prendendo a cintura dela a puxando para perto e então ela gemeu.

— I-tachi — ela gemeu baixo o meu  nome.

 

"Eu apenas não posso pensar
Em qualquer outra coisa que eu prefira fazer
Depois de ouvir você cantar
Cantar meu nome como você faz"

 

 

Sexy Love — Ne-Yo ( ♫ )

 

Aquilo foi como música para os meus ouvidos. E tudo o que eu pude pensar foi: “Eu poderia ouvi-los por uma noite inteira”. Sem pensar em mais nada minha mão direita subiu percorrendo todo o braço direito dela em um toque suave passando pelo ombro e finalizando no queixo o segurando suavemente com os dedos polegar e indicador em um carinho suave fazendo assim com que ela me olhasse.

 

"Eu estava em um ponto que não dava pra voltar
Na profunda escuridão, na loucura da paixão,
Eu me senti tomado por um desejo irracional"

 

 

Dangerous — Michael Jackson ( ♫ )

 

Dane-se eu não ia mais perder tempo carinhosamente aproximei meu rosto do dela e nossos olhos já não se encontravam mais, pois já estavam fechados só esperando o toque dos lábios. Eu já podia sentir o cheiro doce de rosas que vinha dela. De repente minha respiração se tornou sôfrega quando uma das mãos dela subiu em direção a minha nuca se perdendo  no  meio do meu cabelo em um carinho suave e completamente envolvente. Estávamos a milímetros de distância nossas bocas ficaram levemente entreabertas prontas para receber umas às outras quando um barulho ecoou pelo cômodo nos acordando de nossos súbito inconsciente trazendo consigo a minha  sanidade.

O que eu estou fazendo? — esse pensamento me fez parar, mesmo ali a milímetros dela.

— Desculpe — sussurrei ainda próximo a ela ainda levando a mão que estava no queixo dela ao bolso do fraque pegando o celular o atendendo prontamente.

— Itachi — digo frustrado.

— É a Sakura a onde você está?

Senti a mão direita dela descer para o meu ombro em um carinho suave passando por toda a extensão de meu braço quando ela finalmente e infelizmente me deu as costas afastando-se e eu não sei porque, mas aquilo, vê-la frustrada daquela maneira me deixou muito irritado.

— O que você quer? — o meu sotaque se tornou involuntariamente presente.

— Os exames estão prontos — ela respondeu rispidamente do outro lado da linha.

— Estarei ai em 5 minutos — disse em pronta resposta desligando o telefone antes mesmo que ela pudesse dizer algo do outro lado da linha — Konan — a chamo.

— Tudo bem — ela disse sem sequer me olhar.

— Olha me desculpa... — as palavras morreram na minha boca eu não consegui continuar.

— Não se preocupe — a voz dela estava baixa.

— Eu realmente não sei o que deu em mim Konan — digo indo em direção a porta abrindo-a — Por favor, me desculpe — me desculpo mais uma vez antes de sair.

 

 

Adentrei ao apartamento de Zabuza xingando a mim mesmo.

— You ... Bitch ... You ... Shit. Itachi ... You idiot, ass, idiot, asshole, coward. Fuck you, you big son of a bitch. (Você… Puta… Você... Merda. Itachi... Seu idiota, burro, idiota, imbecil, covarde. Foda-se, seu grande filho da puta)

— Uau quanto tempo eu não ouço você falando desse jeito? — disse Sakura surpresa.

— Hmmm — murmuro, revirando os olhos — E então? — digo a fitando.  

— O que houve? Você está nervoso quer uma água? — ela questionou preocupada.

— Eu estou bem Sakura — digo suspirando pesadamente tentando soar cortês.

— Tem certeza? — ela franziu o cenho.

— Tenho — digo impassível.

— Tudo bem então. Os resultados saíram, no entanto não foi encontrado nada pela casa inteira — ela disse desapontada.

— O que? — digo incrédulo — Você está brincando comigo não é?

— Gomem — ela desculpou-se — Mas não, esta é a verdade não foi encontrado nada. E pra piorar este prédio não possui câmeras de segurança.

— WTF?? — desta vez o sotaque se arrastou mais  do que o necessário e ela riu.

— E porque você não me disse isso por telefone? — digo irritado.

— Você não deixou desligou na minha cara — o sorriso que antes haviam em seu rosto logo sumiu dando espaço agora a uma cara emburrada.

— SHIT!! (MERDA!!) — praguejo irritado.

— Sinto muito — disse a rosada começando a sair.

— Tudo bem — digo respirando fundo na tentativa de me acalmar — Obrigado por seus serviços.

— Disponha — ela disse saindo.

Por um momento fiquei ali olhando a porta do apartamento de Konan pensando em entrar tomá-la repentinamente em meus braços e finalmente beijá-la como tanto queria. Sim eu realmente pensei nesta possibilidade, mas de que adianta chorar o leite derramado? Oportunidade perdida.

— Já era — digo em meio a um suspiro enquanto vou em direção ao elevador adentrando o mesmo. Ouvi o barulho de fechadura e então subi meus olhos e pude ver Konan fechando seu apartamento. Levantei o braço em direção a porta do elevador o segurando. Não demorou muito e ela adentrou o mesmo sorrindo.

— Obrigado! — agradeceu assim que adentrou.

— Disponha! — digo passando uma das mãos sobre o rosto.

— Está tudo bem? — questionou Konan me fitando.

— Sim — assenti retribuindo o olhar — Só estou um pouco irritado.

— Irritado? — ela sorriu divertida mente.

— Yeeah! — digo rindo.

Como pode alguém me fazer mudar tão rapidamente de humor? Como se fosse em um simples piscar de olhos.

 

"Quando eu te tenho
Eu me sinto tão bem
Você me fez sentir de novo
O que eu já nem me importava mais
Você me faz tão bem"

 

Você Me Faz Tão Bem — Detonautas ( ♫ )

 

Caminhamos juntos para fora do elevador e ainda havia  vestígios de sorrisos em nossos lábios.

— Você quer uma carona? — questionou a olhando — Já que estamos indo para o mesmo lado.

— Não obrigado — ela sorri — Mais tarde terei que voltar em casa para me arrumar para o jogo e provavelmente você também isso irá lhe atrasar.

— Na verdade não ira me atrasar em nada — digo desativando o alarme do carro — Mas se prefere assim.

— Nos vemos na delegacia? — ela me questionou e eu apenas assenti com a cabeça seguindo para o carro.

 

 

 

 

Não demorou muito até que finalmente cheguei à delegacia, no entanto Konan já estava lá, mas é claro afinal moto é mais rápido que carro, passei por ela cumprimentando-a apenas com um acenar de cabeça. Ao chegar na minha sala Kisame já estava lá me esperando.

— Aonde você esteve? — ele me questionou assim que entrei.

— Porra — praguejo — Porque está todo mundo me perguntando isso hoje?

— Eita moça — disse Kisame — Calma não precisa ficar nervosa — ele disse debochadamente e eu sabia que era porque eu estava de cabelos soltos.

— Vai à merda — digo enquanto me sentava na minha cadeira.

— O que houve com o bom humor de ontem?

— Foi pescar então melhor tomar cuidado atum — digo sorrindo de canto.

— Filho da Puta! — disse Kisame também rindo.

Logo dei início a minha rotina de trabalho pegando meu notebook o ligando.

— Fiquei sabendo que você foi ao prédio do Zabuza e aí como foi lá? — questionou Kisame curioso.

— Quem te contou? — o olho.

— Konan — ele diz sorrindo maliciosamente.

— Hmmm — murmuro — Não tinha nada demais lá. Na verdade não havia literalmente nada.

— Como assim?

— O local não tem câmeras de segurança e no apartamento não foi encontrado nada nem mesmo com bendito Propofol.

— Isso não é bom fica difícil de saber o que é — ele suspirou sentando-se na cadeira a minha frente.

— Talvez, mas tenho minhas suspeitas.

— Suspeitas? — ele me questionou, intrigado.

— Sim — digo sem olha-lo.

— Quais? — ele franziu o cenho me olhando.

Ouvi alguém bater na porta e olhei na direção da mesma era Konan.

— Pode entrar Konan — digo a fitando .

— Sua agenda de hoje não há reuniões, no entanto o Sr. Hatake já ligou duas vezes.

— Hmmm — murmuro — Sei do que se trata. Quando ele ligar novamente repasse a ligação, por favor?

— Sim senhor — ela assentiu sorrindo — O senhor precisa de algo?

— Não, Obri... — fui interrompido por Kisame.

— Fala logo demônio — disse Kisame exaltado.

— Falar o que Baiacu? — o olho.

— Baiacu não pow ai pegou pesado é constrangedor — disse Kisame sorrindo de canto fazendo com que Konan risse.

— Tá bom foi mal aí o Pacu — digo provocativo e novamente risadas são ouvidas na sala, mas desta vez vindas de Konan e Kisame.

— Você está todo engraçadinho hoje, né? — disse Kisame em meio a risos — Mas sério me diz ai.

— Dizer o que Pirarucu? — digo franzindo o cenho.

— Puta que pariu Itachi vai tomar no cú para com isso — disse Kisame irritado e dessa vez eu não me aguentei cai na gargalhada junto a Konan.

— Tá bom... Tá bom parei — digo enquanto tento controlar o riso — O que foi?

— Você disse que tinha suspeitas quais são? — questionou Kisame impaciente.

— O de sempre meu caro — digo recompondo a compostura.

— Não entendi — disse Kisame franzindo o cenho.

— Calcanhar de Aquiles, meu amigo.

— Ainda não entendi — ele arqueou uma sobrancelha, me olhando.

— Qual o fraco de todo homem Kisame? — o questiono retornando o olhar.

— Sei lá porra isso não varia de homem pra homem? — questionou Kisame confuso.

— Não — nego balançando a cabeça negativamente.

— Então não sei — ele diz dando de ombros.

— Qual o fraco de todo homem Konan? — digo a fitando

— A mulher!? — ela disse sorrindo.

— Exatamente — digo sorrindo minimamente — E claro que isso era evidente em relação à Zabuza. Ele era um mulherengo de mão cheia e deve ter se envolvido com a mulher errada sé é que você me entende.

— Como você sabe? — questionou Kisame passando uma das mãos sobre o queixo.

— Na verdade eu não sei é só um chute — digo dando de ombros.

Conversamos mais um pouco durante alguns minutos e depois cada um seguiu para seus aposentos para efetuar seu trabalho já que hoje sairemos mais cedo que o habitual devido ao futebol.

Estava terminando um relatório quando comecei a ouvir uma agitação diferenciada nos corredores do departamento e lógico que eu já sabia o significado. Chega de trabalho era hora de se divertir. Um sorriso se formou em meus lábios enquanto eu finalmente guardava  meu notebook saindo da minha sala e sendo levado pela aglomeração de homens agitados que passavam. Eles sequer pareciam policiais naquele momento em meio a gritos, risos, conversas e até mesmo, música. Sobre o que mais poderia ser se não fosse o motivo da felicidade?

O Futebol!

 

"A bandeira no estádio é um estandarte
A flâmula pendurada na parede do quarto
O distintivo na camisa do uniforme
Que coisa linda, é uma partida de futebol

A chuteira veste o pé descalço
O tapete da realeza é verde
Olhando para bola eu vejo o sol
Está rolando agora, é uma partida de futebol"

 

 

É uma Partida de Futebol — Skank ( ♫ )

 

 

• Escrita por: @CrowsUchiha


Notas Finais


Bom é isso eu espero que vocês tenham gostado porque eu realmente amei escrever este capítulo ele ficou EXATAMENTE como eu queria :3
Digam-me o que acharam, opiniões, sugestões e idéias sempre são bem vindas, desde que educadas.
O próximo capítulo é por conta da minha parceira linda, maravilhosa @Pipoca-Singer ^-^
Então até o próximo õ//
2BJOS! ~*

Desculpem qualquer erro... Please!

—> Links Músicas <—

1. https://www.youtube.com/watch?v=J5XXa2sThnE —> Miss Independent — Ne-Yo ( ♫ )’
2. https://www.youtube.com/watch?v=pvE66Ord_Vc —> Quer Saber — Ana Carolina ( ♫ )’
3. https://www.youtube.com/watch?v=Z6pfsn46KoI —> Dangerous — Michael Jackson ( ♫ )’
4. https://www.youtube.com/watch?v=ljOoP0gCXq4 —> Sexy Love — Ne-Yo ( ♫ )’
5. https://www.youtube.com/watch?v=2Nt8aRLQM8Y —> Você Me Faz Tão Bem — Detonautas ( ♫ )’
6. https://www.youtube.com/watch?v=7Ie4oL17Nwc —> É Uma Partida de Futebol — Skank ( ♫ )’


• • •

—> Curiosidades <—

1. Crepúsculo Matutino: O "crepúsculo matutino" é proveniente da iluminação das camadas superiores da atmosfera pelo Sol, quando embora escondido, está próximo do horizonte. O crepúsculo matutino acontece com os primeiros raios de sol do dia. (Amanhecer)

2. Fraque: O fraque é um traje criado para eventos diurnos compostos por calça cinza listrada, colete de abotoamento duplo na cor cinza claro.

3. Sei que vocês podem me questionar sobre o modo como ele desejou Bom Apetite a ela já que ele é Britânico, mas segundo o que pesquisei o modo “Bon Appetit” é uma possibilidade meio que em tom de descontração, brincadeira que era o que eu queria expressar naquele momento.

4. Sobre o sotaque de Itachi. Isso pode ser um pouco complicado, mas vamos lá o modo de falar do americano e do britânico é diferente enquanto o americano junta mais as palavras o britânico é mais calmo, suave e pronuncia melhor as palavras. Eu particularmente gosto, por isso dei o sotaque a ele.

5. Itadakimasu: É uma expressão utilizada antes de qualquer refeição. A palavra, traduzindo de forma simples e direta, significa “receber”, porém, há todo um sentimento por trás dela, um sentimento de gratidão pela comida.

6. Sobre o perfume do Itachi eu sei que eu poderia escolher um melhor importado e tudo mais, no entanto Coffee Seduction é o meu favorito em todo o mundo então me julguem.


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