História Crônicas de uma mulher da vida - Capítulo 1


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Categorias Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Colegial, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Misticismo, Orange, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oiiee
Bora lá

Capítulo 1 - Rotina


   P.o.V Nath On

Olá,eu sou a Natasha, mas prefiro ser chamada só de Nath, tenho 14 anos, longos cabelos castanhos e olhos com um tom de mel, algumas sardas no rosto e um corpo proporcional, nada de muito alarmante, levo uma vida bem comum até, o ponto alto de minha vida é quando eu não preciso ser a filhinha perfeita.

Acordei com a merda do despertador tocando, me levantei fazendo um certo esforço,calcei minhas pantufas e fui tomar meu café. Meus pais cochicharam algo,mas não dei muita importância. Fiz minha higiene, vesti uma calça preta, uma camisa branca,meu allstar e um cordão(Ah, pera, acorda) era obrigatório o uso de uniforme, então o vesti(era uma saia xadrez vermelha e azul com uma camisa branca gravata, da mesma cor da saia, e um paletó azul) aquilo era tudo bem patético. Assim que terminei chamei por Natália, minha irmã, tínhamos mais dois outros irmãos mas ambos agora moravam em São Paulo,despedi de meus pais e então pegamos um táxi, ao chegarmos no colégio,fui ao encontro de Pablo e Jack, meus dois melhores amigos, eram morenos altos e bem gatos, Pablo possuía um pelo par de esmeraldas ao invés dos olhos e cabelos castanhos dourados levemente encaracolados de um jeito bagunçado o que o dava um ar angelical, enquanto Jack era dono de um olhar penetrante, seus olhos cinza pareciam ser capaz de ver sua alma e os seu cabelo preto na altura do queixo completava todo o visual, ambos me viam somente como irmã, mas logo eu mudaria aquilo.

-Bom dia, Nath!!!- Ambos falaram me abraçando.

Nath- Bom dia pra vocês também.-disse retribuindo o abraço na qual estava me esmagando já.

Percebi que alguns olhares nos rondaram, quando separamos o abraço pude ver que eram olhares femininos,as garotas de minha escola não gostavam muito de mim, e menos ainda por andar sempre ao lado de Pablo e Jack.

Jack- Então, quem quer matar aula?

Pablo- Só bora!

Nath- É vamos – fui interrompida quando ia passando por eles, ambos não me deixaram passar, olhei para eles confusa.

Pablo – Só nós iremos – disse ele se referindo somente aos dois.

Jack – É Nath, suas notas não estão assim tão boas.

Nath – Sério isso? – perguntei incrédula.

Jack – Não queremos que nossa irmãzinha fique reprovada. – Ele disse em um tom irônico com o famoso sorriso de lado dele.

Bufei, mandei se danarem e fui para sala de aula onde encontrei minha melhor amiga Priscilla, passei a aula conversando, fui até chamada atenção algumas vezes bateu o horário e era intervalo, fui para o pátio e achei os dois sentados em um banco e sentei no colo de Jack e ele começou a reclamar do meu peso, Pablo estava desenhando, logo Priscilla e Bruna vieram até nós, Priscilla era morena, cabelo castanho claro e olhos azul piscina, Bruna era bem branquinha, tinha o cabelo preto e olhos castanhos. Priscilla comentou algo sobre as provas , Jack e eu estávamos Marijuana- Nirvana, chamaram nossa atenção pelo fato de estar sentada no colo dele, (revirei os olhos, eu não aguentava mais aquela frescura toda) sai de cima dele e o mesmo ria.

Nath – Ue, o que foi?

Jack – Nadinha não neném. – Ele ainda ria, aquele sorriso...

Bruna – Nath, pode vir aqui comigo por um instantinho?

Nath – Claro, porque não? – disse indo em direção dela, vi que Pablo me olhou com uma expressão de alívio e sussurrou um “obrigado”... Bruna havia parado em frente a uma cerejeira, ali era de longe um dos meus lugares favoritos no colégio, ela não estava com uma cara muito boa.

Bruna – Assim Nath... não é de hoje que eu gosto do Pablo e você já deve ter percebido – já, já tinha sim, não certeza absoluta mas desconfiava, sempre quis saber mas nunca imaginei que ela iria me contar daquela jeito de maneira tão brusca, justamente ela que era bemmmm tímida – Pois é, mas ele não está dando nenhuma atenção pra mim, eu tento, tento e nada. E já que você é a melhor amiga dele, assim... – já sabia no que aquilo daria.

Nath – Não. – falei tentando não alterar o tom de voz.

Bruna – Mas você nem sabe o que iria pedir...

Nath – Sei, sei sim. Você quer que eu te ajude a ficar com ele. E a resposta é não. – aqueles assuntos me deixavam um pouco alterada por motivos desconhecidos, quando qualquer menina tentava se aproximar deles eu ficava assim. Até shippava eles, mas não seria eu a fazer o esquema.

Bruna – Você gosta dele, né?

Nath – Não, credo. Eu só não gosto de fazer esquema, se é que me entende...

Ela ia falar algo, mas foi interrompida quando o sinal tocou, ela fez uma careta e foi em direção a escadaria, fiz o mesmo, entrei em sala e estava tudo uma bagunça como sempre... já que hoje não era dia de inspeção. A aula seguiu tranquilamente, olhei para o lugar onde os garotos costumavam sentar e estavam vazios, eles ainda estavam cabulando aula, afff, fui até o professor.

Nath - P-Professor ... – fiz uma voz de dor. O mesmo virou para mim assustado.

Professor: O que houve Natasha?

Nath: Eu não estou me sentindo muito bem...

Professor: Vamos, eu vou lhe acompanhar até a enfermaria.

Ele passou alguma coisa na lousa para a classe e fomos, no corredor uma inspetora nos parou.

Inspetora – O que está acontecendo aqui?

Professor: Bom, Natasha disse que não está se sentido muito bem – enquanto ele falava a mulher de idade já parecia analisar meu corpo, como se procurasse o motivo do meu “mal estar” – então estou a levando até lá .

Inspetora – Bom, pode voltar a sua classe eu cuido daqui.

Professor – N-Não, não será necessário. – foi a vez dele de ser analisado, admito que até eu estranhei a atitude dele.

Inspetora – Sendo assim... – Ela seguiu seu caminho.

Quando estávamos a caminho senti as mãos do professor nas minhas costas, senti que ele lentamente ia descendo, quando chegamos na escada a mão dele já estava em minha bunda, não disse nada, não sabia como reagir, afinal o professor era um gostoso, ruivo, alto e de olhos castanhos, e por debaixo de seu terno dava para perceber que seu corpo era perfeitamente esculpido. Em um dos vãos da escada ele me virou de frente para si e apertou minha bunda, eu olhava para ele o admirando-o, mas um tanto constrangida com a situação.

Professor – Eu sei que você está se sentindo ótima, e não precisa fazer visitinha nenhuma a enfermaria, então aceite isso como um presentinho, mas você irá ficar me devendo um favor, e eu vou cobrar,certo? – ele tinha um sorriso malicioso e ainda mantinha sua mão em minha bunda.

Nath - S-Sim, senhor. – ia me virando mas ele me puxou pelo pulso.

Professor – Mais uma coisinha antes de ir, me chame somente de Nickolas.

Ele soltou meu pulso e saiu andando, fiquei imóvel por alguns instantes, tentando absorver toda aquela informação, fui andando até a biblioteca e lá estavam eles escondidos nas última estantes da mesma, ri ao pensar o quanto previsível eles eram, quando notaram minha presença começaram a rir, me sentei junto a eles e o restante do dia passou com nós jogando conversa fora, quando tocou o horário da saída, fui pegar minha coisas, chamei minha irmã, pegamos um táxi e fomos pra casa, chegando na mesma, falei com mamãe. E fui tomar um longo banho...

Estava no banho quando veio alguns pensamentos de tudo que aconteceu, eu e o professor, ou melhor Nickolas, nossa que homem, ri dos meus pensamentos altamente impuros, o qyr ele quis dizer que cobrará o favor? Confesso que só pensando fiquei bem excitada, estava levando em consideração a ideia de que...

Mãe – NATASHA!!! Sai desse banheiro, tá demorando muito. Tá querendo pegar resfriado?

- Na verdade era outra coisa que estava querendo pegar mas...

Nath – Já vou sair, pera...

Me saquei parcialmente, e fui para meu quarto estava exausta...me joguei em minha cama e peguei meu celular e mandei mensagem para meus amigos, mas não tive resposta de nenhum, então joguei o celular para o lado e fechei os olhos por um tempinho. Quando escuto meu celular tocando, ri ao ver quem estava me ligando...

Ligação On

Nath – Ora... ora, quem é vivo sempre aparece... 


Notas Finais


Beijinhoss


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