História Crossing Lines - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias The Walking Dead
Personagens Aaron, Abraham Ford, Carl Grimes, Daryl Dixon, Enid, Eugene Porter, Gabriel Stokes, Glenn Rhee, Maggie Greene, Michonne, Morgan Jones, Negan, Paul "Jesus" Monroe, Personagens Originais, Pete Anderson, Rick Grimes, Ron Anderson, Rosita Espinosa, Sasha, Tara Chambler
Tags Alexandria, Asa Butterfield, Felicity Jones, Negan, Rick Grimes, Sienna Nichols, Theo Nichols
Visualizações 122
Palavras 2.250
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, caros leitores do Spirit. Como vão?

Venho aqui hoje trazer uma proposta de fanfic que espero agradar vocês. Crossing Lines é o meu primeiro projeto da categoria The Walking Dead, com estreia prevista para o dia 8 de dezembro.
O Prólogo abaixo é um "capítulo-teste" a partir do qual saberei se devo prosseguir ou não com a história. Então, antes de irmos direto ao ponto, quero deixar algumas observações básicas a respeito de Crossing Lines:

- Sienna Nichols, Theo Nichols e todos os personagens que não fazem parte do universo TWD são de minha inteira propriedade intelectual, bem como o enredo dessa fanfic;
- Crossing Lines será baseado tanto nas HQs quanto na série da AMC;
- Só esclarecendo que, sobre o DC de Sienna Nichols ser Felicity Jones, qualquer semelhança com outra fanfic da categoria TWD é mera coincidência. A atriz é uma personalidade pública, isso significa que ela não pertence à minha história, ou à da outra autora e nem a você. Meio óbvio, né? Mas tem gente que infelizmente ainda precisa ler esse tipo de aviso;
- Essa fanfic vai ser shipp Rick e Sienna sim, porque sim. Falei e tá falado (Hahahaha!);
- Quem não gosta de criança em fanfic, sinto informar, mas Theo Nichols é um dos personagens centrais da trama. Eu amo muito meu bichinho e irei protegê-lo;
- Comportamentos misóginos, situações de violência psíquica e manipulação não serão romantizados nessa fanfic;
- Somente o "Prólogo" vai ser narrado em terceira pessoa, os demais capítulos virão em POV;
- Por último, quero deixar bastante claro que, na fase jovem, a personagem Sienna Nichols não apresenta muitos valores e firmeza moral. Suas atitudes e decisões, em grande maioria, são duvidosas, portanto, ela não é um exemplo a ser seguido. Você foi avisado, a classificação etária da fanfic é +18.

Agora vamos ao capítulo,
boa leitura!

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Crossing Lines - Capítulo 1 - Prólogo

1º dia da pandemia mundial — Richmond, Virgínia.

¨

Sienna sabia que deveria ter dito não como resposta quando, certa vez, prometeu a Theodor que encontraria seu pai. Ela sabia que deveria ter dito não, mais precisamente, quando o filho cobrou aquela promessa no dia em que completou oito anos de idade. Mas olhando para aquele rostinho amado, com bochechas coradas pela empolgação e olhos grandes, esmeraldinos, vidrados na mais eufórica expectativa, ela se permitiu sentir alegria e um pouco de esperança por Theo tê-la finalmente convencido a dirigir as 100 milhas ao sul do estado da Virgínia, sentido Richmond, cidade onde havia nascido e também deixado assuntos do passado mal resolvidos.

Aquela decisão, obviamente, fora recebida com a mais absoluta amargura pelo seu pai, mas a própria Sienna era parecida demais com o velho comissário Edmund Nichols para fingir incompreensão ou espanto quando o nome Jason N. Egan voltou a ser assunto naquela família. Não era segredo que a identidade do pai de Theo pesava sobre o teto dos Nichols como uma nuvem negra e tempestuosa. Às vezes, Sienna achava que o impacto que Jason causou em suas vidas amortecera, até mesmo, o baque que foi a morte precoce da sua mãe que, certa noite, na véspera de Natal, se admitiu adúltera e, movida pelo calor de uma discussão com Edmund, pegou o carro para lança-lo de maneira acidental contra um veículo de carga pesada em um cruzamento movimentado e parcialmente coberto pela neve.

Na época, com dezessete anos, Sienna passou a detestar todos os aspectos do inverno; os dias longos e cinzentos, o branco da neve que, na sua mente pueril e traumatizada, estava diretamente relacionada à morte e ao luto. Sendo o pai um galardoado comissário de polícia daquele condado da Virgínia, a jovem tivera que passar por todos os preconceitos e julgamentos de uma cidade provinciana, chegando inclusive a se distanciar de Edmund e, consequentemente, de todas as memórias da falecida mãe.

Fosse por ódio, ressentimento ou mesmo dor pela perda brutal e irremediável da figura materna em tão significativo momento de sua vida, Sienna se deixou moldar pelos comentários depreciativos a respeito da mulher que a ensinara a amar o mundo e a si própria. Ficou irreconhecível. Ela acordava com a revolta, dormia com a revolta e se alimentava de revolta. O pai havia diversas vezes tentado trazer a antiga Sienna de volta. Mas, por sua vez, Edmund também continuava enlutado, além de profundamente consumido pela traição da esposa, e estava criando um verdadeiro inferno para si mesmo. Autoritário, carrancudo e decisivamente mais triste, no ofício, Edmund passou a ser agressivo e ostensivo, chegando a receber o apelido de “mão de ferro” pelo modo fulminante com que comandava o departamento de polícia de Richmond.

Como última tentativa de recuperar a filha, Edmund alistou Sienna na academia de polícia. Contudo, ela tinha o desejo nulo de seguir a carreira do pai. Preferiu apostar na faculdade de Direito, profissão essa pela qual havia se decidido secretamente, uma vez que Edmund era o número 1 da lista negra de quase todos os juristas e defensores públicos da cidade.

E foi justamente quando conseguiu a sua admissão na universidade de Direito que Sienna conheceu Jason N. Egan. Já na casa dos trinta e cinco anos, ele atuava como treinador de beisebol de um tradicional colégio público de Richmond. Não fora o pior e muito menos o melhor cara com o qual Sienna escolhera se envolver ao longo da juventude. Embora sua personalidade possessiva e manipuladora a sufocasse, ela se tornou praticamente codependente dele. De fato, aquele foi um caso raro de paixão fulminante. Sienna estava cega de atração e simplesmente não se importava com os defeitos de Jason, na verdade, ela achava que seus desvios de comportamento eram até mesmo adequados para um homem que transbordava libido e masculinidade.

Ela havia se assumido afetivamente carente logo no primeiro encontro com Jason, quando o avistara em um pub irlandês mal encarado de Richmond, entornando pints e mais pints de cerveja Guinness, o olhar escuro, perdido e profundamente misterioso. Aliás, Sienna havia se distraído justo com aquele olhar, depois de constatar, é claro, que ele não carregava nenhuma aliança no dedo. Em seguida, ela reparou no seu sorriso. Era um sorriso de dentes brancos e alinhados, abertamente malicioso.

Por sua vez, Jason a havia enxergado sozinha no canto oposto do bar, extremamente desejável e inofensiva, sendo sondada por outros homens. A jovem parecia uma corça cercada por lobos famintos. No entanto, ele a vira ignorar quatro ou mais cantadas inapropriadas e, na última investida, a garota de imensos olhos arredios e verdes como a Ilha Esmeralda* conseguiu a façanha de render um cara mais atirado e potencialmente embriagado, mas que era duas vezes o seu tamanho. Jason N. Egan gargalhou pela habilidade da garota franzina com cabelos platinados, tingidos, e entornou seu caneco de Guinness para, em seguida, se aproximar dela.

Forçando a descendência irlandesa, ele não escondeu sua presunção, tampouco o linguajar chulo, o interesse direto pela mais jovem que retrucava cada desaforo seu com uma inusitada oferta que faria os dois acabarem na cama naquela mesma noite.

O sexo, que era incrível, em muito pouco tempo foi deixando de ser apenas casual. Havia algo em Jason que a fazia jogar toda cautela para o espaço, além dos preservativos, já que transavam em todos os lugares, no banco traseiro do carro dele, nos vestiários depois dos treinos de beisebol e no chalé em Williamsburg que descobriu pertencer a uma mulher chamada Lucille, a mesma que batera na porta de Sienna, um mês mais tarde, reclamando o título de esposa do homem.

Jason era casado há três anos com Lucille, embora estivessem afastados por consequência de uma crise conjugal e a mulher vivesse grande parte do seu tempo confinada em um quarto de hospital, tratando de um quadro de anemia profunda.

Para agravar o seu dilema, um dia após a conversa com Lucille, a mais jovem fizera um teste de gravidez e o mesmo havia acusado que esperava um filho de Jason. Logo, quando o exame de sangue, no consultório médico, confirmou, de fato, a gravidez, Sienna fora tomada por um desespero incontrolável que, aliado à raiva, a fizera pensar inevitavelmente que estava repetindo a sina de sua mãe, levando-a a contar toda a verdade sobre o filho que carregava para a esposa traída.

Sienna pelo menos fazia ideia de que a vida um dia trataria de lhe cobrar caro por aquela sua atitude mesquinha. Mas ainda assim negava, veementemente, para si que se rebelar contra Lucille tinha qualquer coisa a ver com querer Jason de volta, mesmo que no fundo ela esperasse uma ligação dele, vislumbrando uma mudança, uma transformação de caráter que fosse.

Acontece que, de Jason, ela nunca mais teve notícias, nem sequer uma mensagem dele reivindicando a paternidade da criança. Edmund, que até então parecia assistir a reviravolta na vida da filha como um espectador tremendamente alienado e passivo, apoiou a decisão de Sienna levar aquela gravidez adiante. Ele inclusive havia recuperado o instinto paternal que lhe faltara nos últimos tempos, não que admitisse Jason como pai de seu primeiro neto. De todo modo, os dois lados, antes bipolares, invertidos cada um à sua maneira, se somaram e tornaram-se unidos pela chegada de Theo. Aquela nova vida imediatamente renovando o sentimento de esperança nos corações de pai e filha.

Junto do nascimento da criança, surgiu uma inesperada proposta para que Edmund cumprisse os últimos anos de sua carreira no departamento de polícia da capital federal. A transferência do pai motivou Sienna a retomar a faculdade. Uma vez em Washington, ela começou a trabalhar como assistente jurídica de uma renomada empresa de advocacia, nunca medindo esforços para ser uma aluna de destaque acadêmico e mãe devotada de um recém-nascido.

Aos poucos, Sienna foi deixando de ser aquela garota imatura e rebelde da cidadezinha de Richmond para se tornar uma mulher adulta responsável e advogada brilhante da Comissão de Direitos Humanos com acesso exclusivo à Casa Branca.

Durante o processo, Jason ficara relegado a patamares muito inferiores de sua consciência. Entretanto, Sienna sabia que quando atingisse idade suficiente, Theo iria perguntar sobre seu pai.

E como temia, ela assistiu esse dia chegar com o coração partido. Theo estava com seis anos quando Sienna lhe contou uma verdade modificada sobre Jason, uma verdade que a própria criou para si mesma havia anos: que seu pai era um grande treinador de beisebol que teve que ir embora antes de Theodor nascer e que ela não sabia ao certo onde ele estava naquele momento.

Ela pegou a única fotografia que guardava do pai de seu filho, um registro desbotado, em preto e branco, que jazia dentro de uma velha caixa em seu armário. Nela, o homem portava um taco de beisebol em mãos; Sienna se lembrava de ter feito aquele registro com uma câmera polaroide durante um de seus treinos na temporada do campeonato estadual. Ela perguntou a Theo se ele queria ficar com a foto, oferecendo para emoldura-la, mas o garotinho negou e a colocou de volta na caixa, perguntando em seguida:

“Você acredita que um dia iremos encontrar o meu pai?”, seus imensos olhos intensamente verdes estavam tristes, porém sem conter nenhuma lágrima.

“Se o procurarmos, talvez.”, Sienna respondeu, não como se realmente quisesse buscar por Jason algum dia, mas para evitar que seu filho saísse frustrado daquela conversa.

“Promete fazer isso, mamãe? Promete me ajudar a achar o meu pai?”, tornou Theo, dessa vez ainda mais determinado.

“Sim, meu amor. Prometo fazer de um tudo para vê-lo feliz nessa vida.”, Sienna assentiu várias vezes com a cabeça, mas desejando, intimamente, que tivesse forças para suprir a ausência de Jason, a ponto de o homem não passar de uma simples lembrança, uma fotografia desvanecida...

 ...Um mero estranho na vida de seu filho.

 Só que agora, depois de exatos dois anos, lá estava ela, cumprindo exatamente o oposto, lançada ironicamente nas mãos do destino, correndo para perto do homem de quem, nos últimos tempos, lutou para manter distância.

“Pai, estamos a cinco quilômetros de Richmond. A via principal de acesso à cidade está completamente congestionada, parece que houve um acidente grave... Acho que vou pegar uma rota secundária. Ligo para você mais tarde, aproveite a brisa de Hamptons. Theo e eu te amamos!”

“Amamos você, vovô Eddie!”

Sienna tirou o aparelho celular do viva voz, conferindo pelo retrovisor o sorriso de satisfação do filho que, pelo menos nos últimos quinze quilômetros de estrada, vinha insistindo em deixar a mensagem para o avô Edmund; sua falta já sendo sentida pelo garotinho de quem o comissário recentemente reformado se tornara inseparável com o passar dos anos.  

“O vovô deve estar ocupado demais com seu barco em alto mar”, Theo fez a observação, sabendo que velejar era o grande passatempo do avô em Hamptons, assim como também se tornara o seu quando aprendera as primeiras noções de navegação com Edmund no último verão. “Não acha que vamos levar muito mais tempo se formos por uma rota secundária?”

“Bem, eu suponho que sim, menininho”, a mãe brincou, afetuosa, uma mão bagunçando os fios lisos e escuros da criança que se pusera em meio aos bancos da frente do veículo na tentativa de averiguar o que acontecia na estrada. “Mas a menos que queira esticar essas suas pernas compridas e começar uma boa caminhada, não vejo melhor alternativa para se chegar a Richmond”.

Theo rejeitou a proposta da mãe franzindo as sobrancelhas e fazendo uma careta exagerada, a seguir, acomodou-se novamente no encosto do banco traseiro do carro e passou o cinto de segurança, conforme os veículos à frente deles tornavam a se locomover em uma marcha lenta.

O pouco de quilômetro que Sienna conseguiu avançar foi o suficiente para constatar, com absoluto estranhamento, que um verdadeiro cenário de guerra estava sendo formado naquela altura da estrada. O Exército montava um forte esquema de barricadas, policiais federais autuavam os passageiros para dar início a um processo de evacuação das pistas e agentes da FEMA também podiam ser vistos por ali, trabalhando em estreita cooperação com as autoridades locais.

“Meu filho e eu estamos a caminho de Richmond, oficial”, Sienna tentou argumentar, quando um dos federais alcançou seu veículo, o inspecionando como se ela e o filho fossem suspeitos de algum crime contra o governo. “Aliás, não fui notificada sobre nenhum tipo de treinamento nessa área”.

“Sienna Nichols, de Washington D.C.?”, taciturno, o agente procurou confirmar os dados dos documentos que ela entregara em suas mãos assim que solicitado. Ao acenar positivamente, o homem mirou Theodor no banco traseiro do SUV e depois tornou os olhos para a mulher que, naquele instante, já demonstrava certa angústia. “Não é um treinamento, Sra. Nichols. A cidade de Richmond se encontra em estado de sítio. A senhora e o seu filho devem retornar para Washington, lá receberão as devidas orientações sobre quais abrigos procurar, caso a situação se intensifique em todo o estado da Virgínia”.

Com aquela última afirmação, Sienna teve um pressentimento ruim, ainda que não desconfiasse que Richmond ficaria definitivamente para trás, assim como todo o restante de sua vida e que jamais veria o rosto de seu pai outra vez.

Mas o destino, como um bom sádico que era, ainda vinha arquitetando seu plano e tramando sorrateiro para que Sienna Nichols tivesse o seu reencontro com Jason N. Egan...

E esse momento chegaria para ela da maneira mais inesperada, cruel e aterradora.

Uma Nova Ordem Mundial estava começando.


Notas Finais


Devo continuar ou paro por aqui?
Lembrando que o capítulo de estreia sairá dia 08/12.

E Crossing Lines já começa com "casos de família" sim, minha gente! Hahaha
Pra quem desconfiou pela sinopse, agora não restam mais dúvidas. Sienna Nichols teve um filho com o Negan, vulgo Jason.

Previram a treta que vai dar isso?
Eu sim...

Sobre a minha escolha pelo nome Jason, tem tudo a ver com o personagem do JDM em "The Good Wife", Jason Crouse. Quanto ao sobrenome "N. Egan", claro que vocês já manjaram a sacada, né? Colocar "Negan" logo de cara estragaria o plot da fanfic. Aliás, eu realmente gosto de pensar em "Negan" como um codinome e jogar com as possibilidades. A ascendência irlandesa foi uma delas. É comum, naquela cultura, vermos sobrenomes com a terminação variante "Egan" (Ex.: Dunegan, Finnegan, McEgan), portanto, senhoras e senhores, eis que temos o nosso homem!

Ah, e Ilha Esmeralda* é uma referência à Irlanda também.
Negan ainda vai "brincar" muito com essa relação dos olhos de Sienna lembrarem a sua terra ancestral. Evidente também que ele vai destacar essa mesma característica no filho que, verdade seja dita, tem quase nada em comum com o pai.

Escolhi como tema musical da fanfic a canção "Better Love" do Hozier, em breve farei uma playlist pra Crossing Lines. Por enquanto, segue o link da música no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=Wm4CrOfbHMI

Pra quem ficou curioso com o DC dos personagens complementares desse capítulo:

- Mark Harmon como Edmund Nichols: https://imgur.com/mhWGOel
- Asa Butterfield como Theo Nichols: https://imgur.com/3aQDygD
- Jessica Chastain como Lucille: https://imgur.com/k6IEhqM

Por enquanto é só,
agradeço imensamente a quem leu até aqui.

Espero que possamos nos ver em um novo post em breve.
Beijos e até mais.


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