História Criminal Faction (Imagine Kim Taehyung) - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, V
Visualizações 32
Palavras 668
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oi pessoal >_< é a primeira vez que estou começando com esse negócio de fanfic e tal kskfdflasç, não quero enrolar muito então vou deixar pro final.

Capítulo 1 - Kim Taehyung, podemos ir?


Fanfic / Fanfiction Criminal Faction (Imagine Kim Taehyung) - Capítulo 1 - Kim Taehyung, podemos ir?

                                                                                             

                                                                                               1.

                                                                                              [...]

O buraco e a tristeza que estava dentro de meu peito era inexplicável. Entrar em meu apartamento e encontrá-lo vazio sem meu avô assistindo qualquer besteira apenas me causava uma imensa vontade de chorar, provavelmente o seu velório foi uma das piores experiências que já tive em minha vida.

Mas eu estava reagindo bem; Ainda conseguia vender belas rosas na floricultura onde trabalho, ir ao shopping e comprar algumas roupas, ir na sorveteria, onde meu grande avô sempre me levava quando eu era apenas uma criança inofensiva. Antes da sua maldita doença.

Meus pés estavam doendo, assim como meu joelho, eu havia perdido o ônibus. Passava por uma rua totalmente escura, imaginando como seria doloroso chegar em casa outra vez e encontrar tudo da forma que deixei.

Escutei passos atrás de mim, o que me fez apertar o passo e morder meu lábio apreensiva. Andei quase que correndo, tentando não mostrar desespero mas na medida que escutava os passos mais perto, era inevitável não entrar em pânico.

Virei uma esquina e me acalmei ao não escutar mais nada. Mas sou surpreendida por dois homens que surgem em minha frente. Eu estava trêmula, e meu coração parecia querer pular para fora.

— O que temos aqui? — um deles questiona, me analisando com malícia em seu rosto. — Uma estrangeira?

— São essas que tem o melhor corpo. — agarrou-me pelo braço, me fazendo gritar assustada.

O homem se aproxima de mim, me sorrindo como um demônio, apertei meus olhos quase chorando e imaginando o pior. Fui arrastada até um beco escuro, o tempo todo me debatia, o que era inútil e só fazia com que me apertassem com mais força.

Meu corpo se gelou ao ouvir o barulho de zíper, tentava me debater de qualquer forma, de qualquer jeito, por puro desespero.

Nada adiantava, eles eram maiores do que eu, meu rosto já estava completamente molhado por conta do choro, tentei arranhar ou chutar, mas não conseguia nenhum outro resultado além de fortes puxões no cabelo ou tapas em meus braços. 

— Por favor, não façam isso, eu imploro! — gritei desesperada e perdida.

— Vai ser melhor se você ficar quietinha. 

Eu já soluçava, tremia, minha cabeça parecia girar e nada mais se passava nela, as mãos me soltaram acompanhado de um barulho de ferro, cai no chão sem ver nada e senti outra mão me segurando, enquanto escutava os homens berrando de dor.

— Sai daqui, rápido! Tem um carro te esperando lá fora. — era um homem.

— Q-quem é você? — perguntei traumatizada, ainda tremendo.

— Só vai, rápido! — me levantou com cuidado, pude ver a saída, correndo sem parar.

Parei em frente ao beco, onde finalmente havia luz, vendo um carro e um motorista dentro. Fechei os botões de minha blusa rapidamente ainda desnorteada e sem nenhuma reação além de chorar. 

Meu corpo estava dolorido, eu estava ofegante e me sentei no chão gelado assustada e tentando respirar fundo, abracei meus joelhos, escondendo meu rosto, não havia nada que eu poderia fazer, já que nem o rosto dos indivíduos consegui prestar atenção. Definitivamente é um absurdo uma mulher não poder nem ao menos voltar do trabalho em paz.

Quando algumas pessoas irão evoluir e aprender que mulher não deve ser um objeto para satisfazer o homem, que independente do lugar e da roupa ninguém tem o direito de nos tocar ou intimidar?

Levantei minha cabeça quando percebi que havia alguém em minha frente, o homem se abaixou, não conseguia ver os detalhes de seu rosto já que fora do beco, só havia as luzes do poste.

— Por que não entrou no carro? — perguntou calmamente, acariciando meu braço. — Está assustada ainda? — assenti desesperadamente, com medo de que fizesse algo. — Está tudo bem agora (S/N), não vou te fazer mal. 

O estranho limpou minhas lágrimas e tentava me acalmar a todo momento, sua voz passava calma mesmo sendo um tanto quanto grave. 

— Como sabe o meu nome? — questionei confusa. — Quem é você?

Kim Taehyung. — se levantou, dando a mão para que me levantasse também. — Podemos ir?
 


Notas Finais


ir onde, hein? 😱

pequenininho por ser apenas um 'prólogo', desculpem qualquer errinho, ok?

minha amiga está me ajudando nesse negócio de capa porque num sei editar :c \triste, mas quero aprender!

não sei se devo continuar! (aliás sou bem insegura) mas tomara que você que leu tenha gostado por enquanto. 💋


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