História Dangerous Castle - Capítulo 46


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Categorias Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Magnus Bane
Tags Clace, Malec, Sizzy
Visualizações 69
Palavras 1.011
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 46 - Capítulo 45


Fanfic / Fanfiction Dangerous Castle - Capítulo 46 - Capítulo 45

 

Capítulo 45

Mentiras necessárias.

 

Passaram-se duas semanas...

As coisas estavam tranquilas, Valentim estava sendo vigiado vinte e quatro horas, enquanto Jace estava sendo vigiado pelos homens de Queen Seelie, todos sabiam que isso iria acontecer, todos sabiam o que tinham de fazer e Magnus gostava da sensação de que estar voltando aos trilhos.

Magnus sabia que Malcolm deu alta para Alec e isso o estava deixando preocupado, já que com toda certeza Alec iria começar a executar o seu plano.

Para todos os efeitos, ele tinha voltado da missão por ter sido baleado, óbvio que Maryse estava desconfiada e ela não iria sossegar, enquanto não o visse.

O promotor abre a porta e deixa Alec adentrar o seu apartamento, eles ainda não tinham voltado ao Brooklin e Magnus desconfiava que eles teriam que arrumar um novo lugar.

-Tudo bem? –Pergunta, observando Alec se sentar.

-Sim. –Responde, suspirando. –Só espero que ela chegue logo... Quero ter uma conversa com Valentim ainda hoje. –Comenta, alisando o rosto.

-Já mandou pegá-lo? –Pergunta, deixando a mala em cima do sofá.

-Desde a madrugada. –Responde, dando de ombros.

-Ok... Nós vamos depois que a sua mãe sair daqui. –Avisa, apontando em direção a Alec.

-Eu vou... Você não. –Garante, negando com a cabeça.

-Isso não está em discursão, Alexander. –Garante, taxativo.

Alec arqueia a sobrancelha, analisando-o com atenção e quando percebeu que Magnus não iria recuar, revira os olhos e dá de ombros.

-Esteja pronto para matar, então. –Manda, abrindo a sua jaqueta de couro, no segundo que alguém toca a campainha.

Magnus segue em direção à porta e assim que abre, Maryse segue direto em direção ao filho, puxando-o para os seus braços, dando-lhe um abraço apertado e o enchendo de beijos.

-Tudo bem, querido? –Pergunta, alisando os cabelos de Alec, olhando-o nos olhos e soltando um suspiro.

Magnus sente alguém tocar em seu braço e assim que vira a sua cabeça, encontra Max, analisando-o com cuidado.

-Ele está mesmo bem? Eu sei que ele diria qualquer coisa para não preocupa-la. –Diz, inseguro.

-Ele está bem... Foi algo leve, mas que o deixará fora de combate por um tempo. –Mente, suspirando.

Não era uma total mentira, Alec necessitaria ficar fora das ruas por um tempo, ele precisava de repouso, precisava que os seus pontos não abrissem.

-Ok. –Sussurra, aliviado.

Max se junta a Maryse e Magnus segue em direção à cozinha e começa a preparar um café... Até que sente que está sendo analisando.

-Eu faço isso. –Diz Alec, tomando o lugar de Magnus.

-Alexander. –Resmunga, revirando os olhos.

-Amor, ninguém mexe na minha cafeteira. –Afirma, semicerrando os olhos. –Fora que o seu café é horrível. –Afirma, roubando um selinho de Magnus e tomando a frente da situação.

Magnus segue em direção à sala e encontra Maryse com uma expressão emburrada.

-Ninguém mexe na cafeteira dele. –Comenta, alisando o seu rosto. –Ele é teimoso, o que eu posso fazer? –Pergunta, cruzando os braços.

-Vai ficar tudo bem mesmo, não vai? –Pergunta Maryse, aproximando-se de Magnus, com um olhar bastante preocupado.

 

***

 

Alec sente que está sendo observando, ele vira-se e encontra Maryse o analisando.

-Acabou de colocar o pó? –Pergunta, aproximando-se dele.

-Sim... Ótimo, sai daí. –Diz, tirando Alec da cozinha e fazendo-o se sentar. –Fique ai! –Manda, apontando em direção ao filho, enquanto seguia em direção à cozinha. Alec revira os olhos, pegando o seu celular e encontrando uma foto de Valentim e o aviso da morte de um dos seus homens.

-O que foi? –Pergunta Magnus, sentando-se ao lado do homem, alisando o seu rosto com a ponta dos seus dedos.

-Tudo resolvido. –Responde, suspirando. –Mande o chefe se preparar... Quero fazer a troca ainda hoje. –Revela, olhando-o nos olhos.

-Vou telefonar para Lydia. –Revela, levantando-se e seguindo em direção à varanda.

Alec observa Magnus por um tempo, até que Max aparece ao lado de Maryse com uma bandeja com as xicarás de café.

-Problemas? –Pergunta Maryse, analisando o filho com cuidado.

-Algo com um caso que ele está envolvido. –Responde, suspirando. –Como está Madzie? –Pergunta, analisando-a.

Para Maryse, Alec tinha sido ameaçado e não queria expor isso no trabalho, então, não foi difícil convencê-la a manter a farsa da doença de Madzie.

-Com saudades. –Responde, suspirando. –Mas eu entendo que não queria que ela o veja desse jeito, por causa de Maia e Jordan. –Revela, sentando-se ao lado do filho.

-Não quero que ela tenha medos desnecessários. –Comenta, pegando a xicará de café e tomando um bom gole. –E como está? –Pergunta, recebendo um suspiro em resposta.

-Acostumando-me com Johnny, com a ideia de que sou uma mulher divorciada. –Comenta, encostando a sua cabeça no ombro do filho. –É complicado para mim, mas eu vou seguir em frente. –Sussurra, fazendo com que Alec encare Max e o mesmo levanta-se e segue em direção à cozinha.

-Johnny e Max não tem nada haver com o relacionamento do papai. –Lembra, aconchegando-a em seus braços.

-A minha parte racional sabe disso. –Diz, olhando-o nos olhos.

-Ok. –Sussurra, beijando os cabelos de Maryse, observando-a entrelaçar os seus dedos nos dele.

-Pode não sair em missões tão cedo? –Pede, murmurando.

-Posso. –Diz, voltando a beijar os seus cabelos.

Alec ficou alisando as costas da mãe por um tempo até que ela adormece. Magnus aparece, pega a xicará de café e coloca em cima da mesa, observando-os com um sorriso nos lábios.

-Preciso ir. –Diz, seguro e Alec nega com a cabeça.

-Não vai sozinho. –Garante, taxativo.

-Não há escolhas quanto a isso querido... O chefe já sabe onde ele está. –Afirma, aproximando-se de Alec e beijando a sua testa. –Nós nos encontramos na troca... Querem falar comigo primeiro. –Avisa, contra a pele do policial.

-Tome cuidado. –Manda, olhando-o nos olhos.

-Vou tomar. –Garante, afastando-se de Alec e seguindo em direção à porta.

Atraindo a atenção de Max, já que ele sai da cozinha e encara Alec, com uma expressão confusa.

-Aconteceu alguma coisa? –Pergunta, com um copo de água na mão.

-Só trabalho. –Responde, mentindo.

-Vocês só pensão em trabalho... Nunca vi. –Resmunga, voltando para a cozinha.

 



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