História De Volta a Gravity Falls - Capítulo 18


Escrita por: ~ e ~Starborboleta15

Postado
Categorias Gravity Falls
Personagens Candy Chiu, Dipper Pines, Gideon Gleeful, Grenda, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Personagens Originais, Soos Ramirez, Wendy Corduroy
Tags Gravity Falls
Visualizações 742
Palavras 3.141
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Ecchi, Festa, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E ai galera, voltei com mais um capítulo da nossa fic. Quero agradecer muito por todo o apoio: 190 OMFG!!!!!

Espero que gostem. Boa leitura.

Mr.Virus

Capítulo 18 - Alihan a ilha


Mabel On:

Ainda não acreditava no que havia acontecido, se é que realmente aconteceu. Ai meu deus, essa dúvida está acabando comigo. Pensei na cena novamente, Candy... Se eu não a conhecesse diria que é outra pessoa. Ela conseguiu implantar a dúvida no coração de todos, ela está realmente atrás de Dipper... mas a que ponto... eu realmente fiquei preocupada, ela meio que estuprou meu irmão, ou não... maldita dúvida. Entretanto, Candy não era a única que me deixava com uma dúvida na minha cabeça, havia outra pergunta me atormentando: Como Wendy sabia da maneira que meu irmão se vestia enquanto dorme?... Um pensamento pervertido tomou minha cabeça, será que eles já... e logo fui tomada por um sorriso, bom isso eu pergunto depois... no momento vou aproveitar essa viagem. Estávamos indo para o Pier, precisaríamos do barco para ir pra ilha. Estava meio chato então decidi puxar papo numa tentativa de melhorar o clima, até porque ele estava estranho e tenso.

Mabel: Wendy – Chamei a sua atenção, enquanto ela dirigia.

Wendy: Diz Mabel.

Mabel: Vocês alugam esse barco direto?

Wendy: Não, não alugamos ...

Dipper: Não? – disse ele virando-se para participar da conversa.

Wendy: Não, a “Bolha” é da minha família.

Dipper: “Bolha” ?

Wendy: É o nome do barco.

Mabel: Achei bonitinho. 

Wendy: Foi inspirado em um desenho que eu assistia quando criança, era o nome de uma baleia que o personagem principal andava e morava.

Mabel: Ja assisti algo assim... Qual era o nome...

Dipper: As aventuras de Flap Jack – disse ele imitando a abertura com uma vozinha fina parecida com a do apresentador. Todos começamos a rir, ficou realmente muito igual.

Mabel: Esse mesmo, bom desenho.

Wendy: Pois é ... Ah chegamos.
O pier de Gravity Falls, ai ai ainda me lembro  de quando trouxemos Mermano aqui. Como será que está a família dele? Mermano era um sereio que salvamos a muito tempo atrás, da piscina pública de Gravity Falls,  e que me deu meu primeiro beijo ,e em Dipper também. Como, aquilo sim foi engraçado, ele teve que fazer um boca a boca para salvá-lo. Saímos do carro todos. Usávamos o carro de Wendy, no carro estava eu, Dipper, Wendy, Pacifica, Grenda e Candy. Não demorou muito para eu ver perto do Pier uma dupla de garotos que nós conhecíamos bem: O namorado de Wendy e Bender. Não preciso dizer que eu fiquei muito feliz em ver Bender né. Então um pensamento veio forte na minha cabeça, posso me aproximar mais dele nesse acampamento, Mabel você é um gênio... 

Dipper On:

Claro né, adivinha pra quem sobrou a tarefa de descarregar as bagagens? Lógico, o Dipper. Se bem que eu estou até feliz, não tenho que ficar perto de Candy, e acho melhor ficar um pouco longe da Pacífica, aposto que ela quer me matar. Mano, Candy me fudeu de um jeito que eu não esperava, o quê deu nela? Hey relaxa, Dipper relaxa, é só deixar pra lá que tudo se resolve...

[...] : Dipper – uma voz do além veio quebrar o meu pensamento me fazendo tomar um susto e soltar um grito, quando percebi quem era eu comecei a suar de nervoso, era Pacífica com uma cara muito irritada. 

Dipper: Ah! Oi Pacifica – eu dizia gaguejando não sabia o que falar, seu olhar era paralisaste e eu sentia que estava ferrado de diversas maneiras.

Pacífica: Precisamos conversar. – Meus amigos homens de todas as partes do mundo, vocês sabem muito bem que quando uma mulher vira para você e fala “Precisamos conversar”, ai sim pode ter certeza que a coisa não esta preta, esta muito pior que isso. Nesse momento a voz de Bilper ecoou em minha cabeça com a seguinte frase “Fudeu pra você rapaz”. Pois é, até Bilper sabia disso. Suspirei já assumindo a culpa e continuei.

Dipper: O que gostaria de conversar? – disse sem fazer muito contato visual e terminando de tirar as bagagens.

Pacifica: Quero deixar claro que não estou com raiva de você.  – parei de arrumar as coisas e olhei para ela com a dúvida estampada em meu rosto, eu não estava entendendo nada.

Dipper: Se não está com raiva, então porque essa cara? Não me diga que é ciúmes? – ela corou e virou o rosto.

Pacifica:  Não é isso. Estou com raiva dela... 

Dipper: Porquê?

Pacifica: Você ainda pergunta? – verdade: ela meio que dormiu comigo, e não sabemos o que mais ela fez. Pensando nisso cheguei perto de Pacifica e beijei ela, não foi um beijo demorado mais foi apaixonante assim como o da primeira vez. Ela ficou surpresa com a cena, e acho que ninguém viu, estavam todos distraídos perto do barco. Ela ficou vermelha e disse – Aquela vez no lago você disse que me amava, era verdade?

Dipper: Não se lembra da resposta? É claro,  eu te amo!

Pacifica: Se você me ama, me promete nunca me trair com ninguém?

Dipper: É claro que eu prometo. – E novamente a beijei, ela respondeu meu beijo com um abraço e depois um sorriso. Nisso ela foi embora, e um calafrio tomou conta do meu corpo, anunciando assim a sua chegada... ele surgiu logo após eu tirar a última bagagem, ele estava atrás dela em sua forma demoníaca, o quê acabou me dando um susto que me fez cair no chão. Enquanto ele caía na risada, eu fiquei observando-o enquanto trocava sua forma, para o seu “natural” , e como sempre ele começou a falar:

Bilper: Dipper, Dipper, Dipper, você é tão ingênuo. Você deveria saber mais de que o amor é apenas uma ilusão, e estar apaixonado é uma doença.

Dipper: Humpf. O que você sabe sobre sentimentos humanos?

Bilper: O suficiente para saber que vocês vivem em uma ilusão.

Dipper: Não, o que eu sinto é real! – disse eu gritando com ele.

Bilper: Nada é real Dipper. O universo é apenas uma ilusão. – disse ele enquanto seu corpo ia mostrando imagens aleatórias do mundo e de tudo em sua volta, e lentamente aquilo ia me absorvendo, até que eu fui sugado para dentro do seu corpo. Por muito tempo, ou não, vaguei através de dimensões, em uma velocidade alarmante até que finalmente me choquei com o chão, mas eu ainda estava em pé. Olhei para os lados, estava tudo normal. O QUE RAIOS ACONTECEU?! Eu analisei tudo enquanto pegava a última bagagem, desconfiando de tudo. Ainda não sabia se era realidade, mas parecia. A minha cabeça estava confusa, continuei andando, até colocar a última mala para fora, e chamei a galera:

Dipper: Pessoal!!! As malas!! – todos vieram e cada um pegou sua mala, e finalmente pude ver o barco. Ele era longo, parecia ser usado em viagens turísticas. Espera um pouco, isso não é um barco, é uma escuna muito bonita. Sua carcaça era de madeira branca com contornos vermelhos e ela tinha duas elevações. A superior era onde ficava o capitão e a outra parecia ser onde os convidados ficavam. Possuía também um saguão, onde o pessoal estava, ele também tinha um grande mastro no meio, e bordado na carcaça estava escrito: “A Bolha”. Após um tempo admirando eu me juntei a todos que estavam lá em cima.

 

Mabel on: 

Quando Dipper chegou todos estavam no saguão analisando o barco, por mais que o barco não seja de luxo ele deve ter custado bem caro. Talvez ele não fosse para muitas pessoas viajarem, mas um casal pode facilmente viver boas aventuras aqui dentro. Nos ajeitamos na parte de baixo do barco, lá tinha um local parecendo um sala, e uma porta onde Wendy disse que era o quarto. Ficamos a vontade no barco enquanto Wendy conduzia a todos nós para a ilha. Aproveitamos a viagem tirando fotos, rindo e zoando, e em um momento quando o vento começou a aumentar eu sai correndo para a ponta do barco, cheguei o mais perto da ponta que eu consegui e gritei o mais alto que eu pude:

Mabel: I’M THE KING OF THE WORLD!!!!! – eu estava aproveitando o vento em meus cabelos, mais o local era meio escorregadio e acabei escorregando eu me vi indo de encontro com a água, mas não aconteceu, senti algo me segurando.

[...]: Sabe você deveria tomar cuidado onde se aventura – eu senti algo me puxando, e logo senti algo encostando no meu corpo, logo os cabelos loiros foram possíveis de ver. – Por favor Mabel, vai acabar se machucando – Era Bender, consegui ver seu lindo sorriso, que o sol deixava ainda mais brilhante, celestial. Ele me pegou e esticou os meus braços em forma de crus, segurou minha cintura o que me deixou sem graça e ficou ali do meu lado aproveitando o momento. A cena estava linda até que uma certa voz veio atrapalhar...

Dipper: Oh!!! Se vocês continuarem nesse romance ai, o barco vai afundar ein. – todos ao redor riram, enquanto eu e Bender coramos um pouco. Mandei ele calar a boca o que fez Dipper cair na gargalhada, eu ia bater nele quando Wendy gritou:

Wendy: Terra à vista!!!! – depois ela virou para o namorado e disse - Cara sempre quis gritar isso. – disse ela em meio a uma risada.

De longe conseguíamos ver aquele pedaço de terra coberto por lindas árvores. Era uma paisagem magnífica, difícil de ver uma presença da civilização ou qualquer interferência humana, realmente um paraíso. Fomos recebidos por aquelas águas cristalinas e aquela praia linda de areia branca que parecia ser fofa. Além disso, conseguíamos ouvir a sinfonia dos animais presentes ali, olhei para trás para ver a reação do pessoal. Todos estavam com os olhos brilhando, de pouco em pouco Wendy foi aproximando da ilha, lá tinha um pier, talvez fosse a única coisa humana ali.

 

Dipper On: 

Wendy: Bem vindos a Alihan, seu nome original. Dipper acho que você vai gostar daqui.

Achei estranho, mas estava curioso. Bom, eu já ia mesmo explorar essa ilha, ela parece muito interessante...
Wendy: Irei te mostrar o nosso guia, ele é um nativo dessa floresta, aqui é um lugar mágico nos dois sentidos. – eu fiquei curioso – Poucos sabem desse lugar, eu e meu namorado somos os poucos de Gravity Falls que sabemos dela.

Pegamos as nossas coisas e caminhamos em direção a floresta. Todos estavam adorando o local, era um paraíso na terra, eu estava calmo mas desconfiado, tinha a ligeira impressão de estar sendo vigiado, estranho, mas ignorei e voltei a prestar atenção nas peculiaridades do local. Andamos mais um pouco até que Wendy parou, ela olhou para uma árvore e caminhou em direção a ela, onde encostou sua mão e fechou os olhos. Ficamos observando, ela falava algo, não conseguimos escutar, mas não demorou muito para ela sorri e se afastar. Ela ficou encarando a árvore ... por uns 10 minutos!!!

Dipper: Wendy o que você está fazendo ? – perguntei com bastante curiosidade.

Wendy: Chamando nosso guia. – respondeu ela tranquilamente.

Pacifica: E o que isso tem haver com a árvore ? – disse intrigada.

Wendy: É o único meio de falar com eles rápido.

Candy: Eles quem? 

Wendy: O povo da floresta – eu ia questionar, mas fui silenciado por umas alterações na árvore. Ela parecia se remoer, como se algo fosse pular de dentro dela, ela mexia de um lado para o outro, e em meio a algo semelhante a um parto vimos a árvore abrir uma passagem e de lá sair uma criatura que eu nunca havia visto na minha vida. Ele tinha olhos verdes, lindos como se fossem do tom mais forte dentre todas as clorofilas das folhas, eles eram vivos, esmeraldas naturais, trajava roupas esverdeadas por debaixo da armadura de madeira. De resto, era como um humano, exceto pela sua cabeça na qual havia chifres, ou melhor, galhos saindo de sua cabeça em formato de coroa, e partes de madeira saindo do seu corpo. Ele não era humano, mas então o que era?

[...]: Wendy !!!! – disse ele de braços abertos e com um sorriso no rosto.

Wendy: Driall !! Como é bom te ver .– disse ela abraçando o mesmo, ela virou para todos... – Galera esse aqui e o Driall, ele é o dono dessa ilha.

Driall: Wendy já lhe disse, não sou dono de coisa alguma, tudo isso pertence a Natureza, assim como eu pertenço. – ele virou e olhou para todos e continuou.– Eles são seus amigos? Sejam todos bem-vindos a Alihan, o meu lar. Será uma honra para mim tê-los como meus convidados, tudo na ilha é da natureza, não tem nada de ninguém. Então frutas e plantas comestíveis podem ser pegas a vontade, entretanto gostaria de pedir que não peguem mais do que o necessário pois saibam que existem outros. – seu pedido era sincero e seu jeito de falar era doce e calmo, eu ainda estava analisando aquela criatura.  Driall era algo que eu não conhecia, e eu aposto que sua conexão com a natureza é muito mais do que apenas animal e ambiente. Depois de um tempo percebi que ele estava me olhando e me perguntou:

Driall: Algo lhe aflige? – ele me perguntou sério e com uma voz melancólica. Antes que eu pudesse responder Wendy tomou a frente 

Wendy: Ele é um estudioso, e nunca havia visto alguém da sua espécie, foi ele quem eu havia te falado.

Driall: Ah o estudioso – disse ele surpreso, ele se aproximou, colocou a mão no meu ombro e disse – serei grato em dividir minha cultura e lhe ensinar tudo sobre essa ilha e os animais que estejam aqui, mas quero que prometa que do mesmo modo que eu lhe ensinar quero que me ensine, e que não irá usar isso contra nós, exceto, é claro, quando for necessário para a sua sobrevivência – Me surpreendi com a forma com que ele foi direto, mas concordei com os termos. Não quero destruir eles, apenas conhecer essas criaturas, e se é uma troca de conhecimento que ele deseja, é o que terá.

Dipper: Tudo bem – ele me deu um sorriso.

Driall: Eu sei que você é puro Dipper, sua alma diz isso, mesmo que ele não seja tanto assim. – Eu e todos ficamos surpresos. Como ele sabia do meu nome e  como ele sabia de Bilper? Ta certo, quem não sabia do Bilper ficou sem entender, mas todos se surpreenderam com a revelação do meu nome. Ele olhou para meu rosto com um sorriso e completou – Primeira lição sobre nós: Conseguimos ver as auras das pessoas, sejam elas boas ou más – ele passou os olhos pela galera e disse – Muitos de vocês tem auras boas, alguns também possuem auras caóticas.  – Eu abaixei a cabeça, sabia que ele estava falando de Bilper – e ainda um que possue alma maligna... – todos se entre olharam – mas o mesmo não fará nada nessa ilha ou será punido. - Ele estava de olhos fechados, para não entregar quem era .– Ele abriu os olhos e falou. -  Vamos? Deixarei vocês em um lugar bem legal para acampar. Ah, e cuidado com as árvores, elas podem ser um Ente. – Começamos a caminhar pela floresta e parecia que as plantas saiam da sua frente, mas a pergunta estava fritando o meu cérebro: “O que é esse Ente?” Não aguentei e sedi:

Dipper: O que são Entes?

Driall: Bem... – ele pensou – Eu não sei explicar, para nós são os mais sábios e muitas vezes aqueles que nos ensina, nossos professores, nossos cuidadores. Eles são árvores muito antigas, mas que estão vivas e compartilham sua sabedoria conosco.

Dipper: Gostaria muito de conversar com um deles. – Disse anotando um rascunho rápido, em meu bloco de notas, sobre os Entes.

Driall: Não se preocupe, irei te apresentar a Deku, a árvore mais antiga aqui de Alihan. Meu amigo e protetor. – Quando terminou estávamos embaixo de uma árvore, uma macieira carregada de maçãs, elas eram vermelhas e gigantescas. Seus galhos poderiam facilmente acomodar uma pessoa, mas era impossível de dormir, era perigoso cair. Bem, isso foi o que eu pensei – Essa aqui será a árvore de vocês.

Grenda: Como assim ? Achei que íamos dormir em barracas ?

Driall: Se vocês quiserem.– ele balançou os braços e a floresta recuou deixando um espaço perfeito para acamparmos – Se quiserem fazer uma fogueira, por favor peguem os galhos no chão. – disse ele meio sem jeito. – Agora se quiserem dormir na árvore... – ele fez alguns movimentos e a árvore cresceu um pouco mais e os galhos formaram ninhos, cada um de acordo com a proporção de nosso corpo. Ficamos surpresos com a modificação.

Pacifica: Como você fez isso ?

Driall: Bem, quando você conhece a natureza e vive em harmonia com a mesma, ela começa a te enxergar como um amigo, e como todo amigo podemos pedir uns favorezinhos de vez em quando. – disse ele sorrindo e dando umas risadinha. 

Depois de terminar ele ensinou como subir uma árvore e cada um se dirigiu para seu galho. Depois ele terminou dizendo:

Driall: Preciso resolver umas coisas na floresta, fiquem livres e a vontade para fazer o que bem quiserem. Se precisarem de algo, basta colocar a mão em uma árvore e me chamar, e eu aparecerei. Tenham cuidado e respeitem a natureza.

Dipper: E Deku, quando poderei conhece-lo?

Driall: É exatamente isso que eu irei resolver. – dei um sorriso – Enquanto isso, acho que tem uma espécie que você gostaria de estudar, nós a chamamos de Galhadas, elas estão... – ele deu uma volta e apontou para uma direção ao sudeste – pra lá, são criaturas pacificas se parecem com cervos, e a fêmea tem uma seiva com um sabor maravilhoso.

Dipper: Obrigado eu irei, dar uma olhada. – ele me deu um adeus, entrou em uma árvore e sumiu. Todos estavam juntos na árvore e começamos a conversar.  Wendy foi a primeira a perguntar:

Wendy: E ai galera o que acharam até agora?

Mabel: O lugar é lindo – disse com os olhos brilhando.

Candy: Não tem muitos insetos, ainda bem – disse em um sorriso.

Grenda: Eu to afim de explorar e to com fome. Acho que está na hora do almoço.

Bender: Eu também,  vamos preparar algo.

Candy: Mas para isso precisamos de fogo.

Pacifica: Quem vai pegar os gravetos? 

Mabel: Eu vou – disse sendo a primeira a descer.

Grenda: Eu vou também – não aguento ficar esperando.

Bender: Eu também vou! – disse ele indo atrás. Eu estava anotando sobre o que eu havia aprendido e observado, mas ainda assim não havia titulo ou um nome para chamá-los. Estava perdido em meus pensamentos quando Pacifica apareceu.

Pacifica: Esta fazendo o quê ? – disse ela ao lado do meu galho.

Dipper: Eu estou anotando sobre os Entes e sobre ele. Quer me ajudar ? – os olhos dela brilharam.

Pacifica: Claro. – e ficamos ali conversando por algum tempo quando Candy desceu e saiu por ai. Ninguém entendeu, mas também ninguém perguntou. Wendy estava com o namorado e eu estava escrevendo com a Pacifica, provavelmente deve ter ido atrás das amigas... como estará a Mabel ?



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