História Death Flowers - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Ariana Grande, Justin Bieber
Tags Criminal, Romance
Visualizações 14
Palavras 1.319
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ooi gente, espero que gostem da minha mais nova fanfic. Boa leitura, amo vocês 😘💕

Capítulo 1 - Prólogo


Bato o meu pé contra o chão de maneira impaciente, já fazia quase duas horas que meu pai está numa reunião com sócios no escritório da mansão, sabia que aquilo devia ser importante mas ao mesmo tempo quero que acabe logo para ele poder cumprir o prometido e ir junto comigo levar flores no túmulo de mamãe, hoje faz exatamente três ano desde sua morte devido ao câncer. Suspiro e abaixo o rosto olhando para as flores brancas que estão em meu colo, eram suas favoritas e isso apenas já faz meu coração se apertar de tanta saudade, confesso que apesar do tempo ainda não me conformo com o fato que não pude dizer o quanto lhe amava, afinal papai havia internado a mesma numa clínica longe daqui dizendo que iria ser a melhor solução... Não foi, infelizmente.
       Ouço a porta do escritório sendo aberta e me levanto rapidamente para poder olhar na direção, dela saía três homens de terno e com uma expressão séria, um deles o mais velho falava algo mas assim que seus olhos foram na minha direção se calou automaticamente. Mordo o lábio inferior nervosa pois algo nele não me fazia sentir confiança, porém meu pai logo surge atrás deles e vêm até mim com um sorriso sem mostrar os dentes e uma expressão preocupada.

        ─── Filha, surgiu uns problemas que preciso resolver com urgência, então peço que vá indo para o cemitério com Derrick, encontro você mais tarde lá.

     Sua voz estava calma porém eu podia sentir um tom apreensivo e de ordem em suas palavras, ele estava agindo estranho e aposto que tinha haver com aqueles homens estranhos de terno. Abro minha boca para protestar porém papai põe à mão em meu ombro e puxa meu corpo de maneira sutil contra o seu num abraço cuidadoso para não estragar as flores que estão em minha mão esquerda.

        ─── Eu te amo filha, agora vá que mais sócios meus estão chegando para uma outra reunião.

       ─── Tudo bem papai, eu aguardo você lá, por favor não demore.

        ─── Não irei demorar, prometo!

      Com um beijo em minha testa ele me solta de seu abraço, respiro fundo e dou um sorriso discreto caminhando para a saída da mansão, evito olhar aqueles homens pois sentia que seus olhares estão em mim, abro a porta e saio com pressa descendo os degraus e vendo Derrick segurando a porta da Ferrari preta. Minha vida é cercada de luxo e dinheiro, afinal meu pai é um dos homens mais ricos de Los Angeles entretanto eu não sou aquele tipo de patricinha esnobe, apesar que as vezes sei ser bastante chata como dizem meus amigos que são obrigados a conviver comigo todo dia.
       Entro no carro e coloco as flores ao meu lado enquanto ponho o cinto de segurança, a porta e fechada e eu apenas enxergo o vulto do motorista dando a volta e se pondo ao seu posto, a Ferrari da partida e nós seguimos em direção ao cemitério. Encosto a cabeça no vidro e observo o tempo lá fora, as nuvens cobriam o sol dando um ar mais monótono à este sábado, talvez até mesmo chovesse mais tarde.

         ─── Chegamos Senhorita, quer que eu lhe acompanhe?

      Pego as flores e abro a porta da Ferrari, o vento gélido bate contra meu rosto fazendo meu cabelo ser jogado para trás dando uma bagunçada, simplesmente fecho a porta ignorando a pergunta idiota​ de Derrick, obviamente que eu não queria ele junto comigo quando chegar ao túmulo de minha mãe. Olho à entrada do cemitério e seguro mais forte as flores enquanto tomo fôlego para entrar, realmente todo ano aquela situação era difícil mas o que dificultava ainda mais é não ter meu pai ao lado, balanço a cabeça para afastar estes pensamentos e adentro o cemitério indo em direção à um dos mais belos túmulos que tinha no local.

         ─── Oi mamãe
       Digo parando enfrente ao túmulo.
         ─── Trouxe suas flores favoritas....
        Me agacho pondo as flores perto de seu nome
         ─── Queria tanto que você estivesse aqui comigo, papai vive focado no trabalho e até hoje ele deixou de vir junto comigo por causa disso... Mas não se preocupe ele prometeu que vai vir, então vou esperar por aqui e te contar como tem sido este meu ano.

      Enquanto falo vou me sentando na beirada do túmulo e acariciando a lápide que dizia "Mulher e Mãe Maravilhosa", havia acontecido tantas coisas e eu precisava contar para ela minha eterna confidente, então começo a falar tudo sentindo meus olhos aguando e as lágrimas escorrendo mais ainda sim um pequeno sorriso em meus lábios, pois sabia que seja onde ela estiver jamais iria querer me ver infeliz.
      Sinto algo gelado caindo sobre meu corpo e abro os olhos devagar, ainda estava no cemitério e provavelmente já era muito tarde pois as luzes estão acesas. Levanto e olho ao redor, havia dormido sobre o túmulo de minha mãe e confesso que apesar da superfície ruim tinha me sentido em paz como se a mesma estivesse me abraçando, passo a mão em meu cabelo e olho para o céu a chuva que caia começava a aumentar.

        ─── Preciso ir mamãe... Porém logo eu volto, te amo para sempre!

    Digo com a voz rouca e chorosa, sabia que aquela dor não iria melhorar e a sensação de perda só aumentaria se continuasse aqui. Me viro e saio correndo entre os túmulos em direção à saída, logo que estou fora abro a porta da Ferrari de maneira bruta e a bato fazendo um forte barulho, ouço Derrick dizer algo mais não presto atenção apenas balanço a cabeça.
     O dia tinha passado voando, meu corpo estava molhado devido a chuva que tomei, papai tinha faltado com sua palavra e não veio ao cemitério ver mamãe... Isso me deixava com muita raiva, o trabalho idiota dele não devia ser mais importante que a própria família, pego meu celular e desbloqueio a tela procurando o contato dele e pondo para ligar, a chamada chama três vezes e cai na caixa postal, olho a tela com raiva e jogo no chão do carro encostando minha cabeça no banco e fechando os olhos.
     Meu corpo e brutalmente jogado para o lado arrancando um grito de meus lábios, abro os olhos vendo o carro rodando na pista e batendo contra a proteção, porém isso não para e ele continua rodopiando. O cinto de segurança prendia meu corpo o que impedia muitos movimentos, a lataria do carro se amassa prendendo minhas pernas e a parte lateral da minha cabeça bate contra o vidro me deixando zonza, eu iria morrer....tento gritar mais não consigo de tanto desespero, as lágrimas se misturam com o sangue que escorre dos cortes na cabeça. O carro tinha parado mais eu não conseguia soltar o cinto pois estou de ponta cabeça e muito menos retirar  minhas pernas que foram presa entre o banco da frente e a porta, a dor era insuportável e o medo maior ainda, tento empurrar a porta mas não consigo... Olho para a frente e vejo Derrick desmaiado com a cabeça no volante onde escorria sangue, estou consciente entretanto não sei até quando pois a perda de sangue era muita, e além de tudo isso sinto o cheiro de gasolina....eu iria morrer.

        ─── Merda!

    Ouço uma voz masculina e a porta do meu lado é aberta, viro o rosto e vejo uma figura jovem de olhos castanhos claros me encarando, um arrepio percorre meu corpo e o coração acelera porém o contato visual não se prolonga muito, ele empurra o banco da frente tentando afastar um pouco para soltar minhas pernas, o espaço era pouco porém consigo colocar esforço retirar, a dor aumenta ainda mais e eu solto um gemido vendo tudo começar a escurecer, entretanto ao fundo antes de desmaiar ouço um xingamento acompanhado de meu nome "Jéssica", dito por aquele estranho.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, desculpe qualquer erro na escrita pois sou iniciante ❤


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