História Decaídos e divididos - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Dor, Drama, Ilha, Revelaçoes, Romance, Sala, Sobrevivencia, Suícidio
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Palavras 814
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Sci-Fi, Sobrenatural, Survival, Suspense, Violência
Avisos: Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


A ilha o paraíso infernal

Capítulo 2 - Ilha (Cris)


Muitos sobreviventes, todos os estudantes, mas o piloto e o copiloto não tiveram a mesma sorte. Algo curioso eu não encontrei corpo de nenhuma aeromoça... Resultado temos um total de 64 estudantes, 3 inconscientes e 12 ferimentos leves, mas nenhum ferido gravemente. Conclusão nenhuma pessoa com mais de 17 anos no então novo território. Os representantes das salas estão agora reunidos discutindo a queda do avião. 

Bom que grosseria eu nem me apresentei não é, me chamo Cristhoper Woem, tenho 15 anos isso se deve a eu ser um ano adiantado no colégio, não pretertenso a nenhum grupo social. Nem as ricos ou os valentões, e muito menos os populares. 

— Ei Cris!!! — Marcos veio correndo 

Ele é Tiago são meus amigos mais próximos. As garotas me chamam de o solitário... Um titulo mais do que justo, não me orgulho muito mas e o meu apelido. 

— Cris pode cuidar dos inconscientes por um tempo? — ele estava ofegante 

— ta claro — dei uma espiada a área dos feridos estavam numa cabine quase intera do avião. 

Dei uma rápida corrida e vi a frente do local, uma garota morena de olhos castanhos claros, era até alta mas todos são altos para min. 

— ei cadê o Marcos? — ela perguntou 

— ele me pediu que o substituísse por um tempo — ela pareceu desapontada 

— olhe tenho que ir em um lugar... — ela me deu um olhar cauteloso — se tentar abusar de alguma delas, eu juro que te esfolo 

— que graça... — ela foi embora me deixando sozinho 

Avia duas garotas no chão, e um cara também no chão, reconheci uma garota da minha sala, qual era o nome mesmo... Sara... Não Sam a fotografa. A pancada não avia sido forte só tinha um galo na cabeça, a outra menina tinha cabelos longos e loiros, era a pintora da classe B. Emily. O outro eu não conheci, era da sala B tambem. 

Após, 20 minutos estava perdendo a paciência, onde estava Marcos ou a garota? Notei um movimento era Sam, emfim estava despertava. 

— O que... — ela colocou a mão no galo — por que... Jess ela está bem? 

— Bom não sei que e Jess más todos estam bem — dei uma olhada nela era até bonita tinha uns 16 anos 

— onde estamos? 

— não tenho certeza mas provavelmente em uma ilha no meio do caminho para Europa — ela olhou para as mãos 

— minhas coisas? 

— com o pessoal da sala C — dei de ombros — eles estão os distribuindo

Emily se levantou, estava chorando, olhou em volta suspirando.

— Onde eu estou?!? — os olhos verdes estavam vermelhos graças ao choro 

— B-Bem... — como explicar isso sem ela entrar em choque? — numa ilha entre Madri e São Paulo... 

— o que — ela falou baixo quase inaldivel 

— estão todos bem — Sam abriu um sorriso falso e tranqüilizador — vai dar tudo certo...

— não, e são essas as palavras  — interropi — olha essa ilha e imensa, isso e bom e totalmente ruim, bom uma ilha pequena abriga pouco ou nenhum animal, mas essa tem até espaço para abrigar uns vinte aviões desse... 

As duas me encaravam atentas como se aquilo fosse uma aula, e eu falace uma matéria difícil de entender. 

— pare com esse pessimismo! — Sam sorriu — caralho, tente sorrir aumentos uma vez!!!

— olha só vamos ao assunto — Emily não estava coçando os cabelos ruivos — vamos ser resgatados não é? 

— bem na melhor das hipóteses — falei — uma semana para nos encontrarem, na pior... 

... 

Depois de todos acordarem, Tiago, Tomás e Karla( os representantes) fizeram uma reunião geral 

— Pessoal!!! — gritou Tomás — oução por favor 

— nos dividiremos, em três acampamentos —  Karla falou — cada qual com sua turma 

— com trabalho em equipe não temeremos nada — Tiago falou 

— por que seguiremos suas ordens — alguem na multidão falou 

— por que e necessário para sobreviverem! — Tomás  retrucou — vamos pessoal não se percam nesse caminho tão insolente. 

... 

Demoramos umas 4 horas para levantar nosso acampamento, seis tendas, três masculinos e três femininas com uma fogueira no meio. Por sorte eu fiquei na tenda de Tiago. 

As horas voaram e já era noite, meu medo de ter um pesadelo era maior que o medo da ilha.

Mas dormi mesmo assim.

...

Novamente o mesmo sonho, meu pai lia aquele jornal imenso, mamãe estava na cozinha, eu brincava com meus brinquedos no quintal tinha 5 anos, fui correndo até a casa abandonada do bairro entrei e acabei despencando em um buraco que não acabava, quando finalmente cheguei ao fundo acabei acordando.

Era noite ainda umas 3:00, ouvi um barulho lá fora, como algo arranhado o chão. Um relâmpago mostrou a silhueta de algo grande e corcundo. Acabei voltando a dormir. 

 





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