História Descobrindo o amor- Dramione - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Visualizações 153
Palavras 3.120
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 16 - Capítulo 16


JUSTIN

Odeio estudar. Para que estudar depois da guerra? Sobrevivemos não foi? Acho que o jeito como nos viramos e lutamos já provou que não precisamos mais de estudos, que enfrentamos qualquer coisa.

Depois que Voldemort foi derrotado, não tenho medo de mais nada.

Termino o jantar e quando vou subindo vejo Hermione Granger vindo em minha direção. Sempre a achei a mais gata de todas e imagina eu pegando ela? A heroína? Com certeza me trará muitos benefícios, mas como ela é certinha com certeza não vai querer nada comigo já que esta namorando Draco Malfoy.

Hermione me puxa e juntos vamos para o seu apartamento. Uau o que está acontecendo? Sinto coisa boa vindo, provavelmente está solteira de novo, bem na verdade mulher comprometida ou não, não me importo de dar uns beijos ou outra coisa.

Ela não me deixa falar e também não diz nada, nem consigo ver o seu rosto direito. A única coisa que Hermione faz é tirar toda minha roupa, ficar de calcinha e sutiã e me entrega algo para beber.

Cada um com suas esquisitices.

Por gentileza, aprendi quando agrado minhas garotas, sempre recebo algo em troca. Bebo esse negócio gosto e deito-me na cama, esperando-a.

O que essa vagabunda está fazendo comigo? Não consigo respirar, estou sufocando. Tento virar para o lado e vomitar o que bebi, mas é tarde demais, vejo uma luz branca se aproximando.

DRACO

O resto da tarde sinto algo incomodando meu coração, não sei o que é. De acordo com Nott estou virando mulherzinha e ficando muito sensível.

A Weasley me chama séria e única coisa que consigo pensar é em Hermione.

– O que foi? – pergunto já preocupado.

– Nada. Só queria te pedir desculpas por aquele dia. Estava sendo uma amiga insensível e péssima para Mione. Percebi que ela anda estranha, mas com o meu término com o Harry fui egoísta e pensei só em mim.

Nunca pensei que um dia falaria isso para um Weasley. Merlin como o mundo dá volta e quando digo que o feitiço virou contra o feiticeiro, realmente virou e daqueles fortes.

– Olha Weasley...

– Pode me chamar de Gina.

– Gina... o Potter é um imbecil por ter largado de você. Se Hermione gosta de você, que escolha eu tenho se não gostar também? Você estava passando por uma fase difícil, tudo bem.

– Uau nunca pensei que ouviria isso de você. Espero que eu esteja acordada.

– Não se acostume com isso.

– Nem você achando que sou boazinha.

– Sei.

– Obrigada.

– Não há de que.

Olha já paguei todos os meus pecados. Estou sendo bonzinho para quem sempre humilhei e detestei e agora estou dando conselhos. Não há mais nada que falte, já paguei minha divida.

Não vejo Hermione no jantar então digo para os garotos que vou chamá-la para comer, deve estar com fome.

Ao abrir a porta do apartamento não acredito no que vejo.

Hermione está seminua, de sutiã e calcinha com Justin da Lufa-Lufa bem na cara de pau.

– Hermione vai me explicar ou o que? Nunca pensei que você teria coragem para isso.

– Draco...

Viro-me para ir embora. Qualquer lugar menos aquele com ela. Meus olhos enchem de lágrimas, mas não vou chorar em sua frente. Depois de tudo, como ela tem a coragem de fazer isso comigo?

Estou chegando ao sétimo andar, na Sala Precisa, preciso ficar sozinho, mas Hermione me alcança.

– Draco... por favor me escute!

Viro-me para ela e a mesma está chorando e vestida.

– Não tenho nada para falar com você. – minha voz corta como faca.

– Draco eu não sei o que aconteceu. Seja o que for, não era eu.

– Era quem então Hermione, me fala porra! – estou com sangue nos olhos e não consigo mais controlar o que faço ou o que digo. Preciso descontar tudo e a única pessoa que merece meu veneno está em minha frente. – Nunca deveria ter me envolvido com você, essa laia sua. Você não passa de uma sangue ruim imunda! Não é só seu sangue que é sujo! Você inteira, alma, corpo, tudo! Se arrependimento matasse estaria morto agora! – Hermione começa a chorar sem parar, desta vez sinto prazer em ver suas lágrimas. – Você é uma vadia suja e não quero nunca mais ver você, nada! Fica longe de mim! agora queria que você tivesse morrido naquele acidente, estaria mais feliz em ver você enterrada do que agora!

Viro as costas, mas Hermione segura meus braços, sua voz embargada e implorando:

– Draco, por favor! Não faça isso comigo! Eu juro que não fiz aquilo! Nunca faria isso com você!

Sem me controlar, tiro suas mãos imundas de mim, agarro seu pescoço o apertando e a prenso contra a parede:

– Tira suas patas imundas de mim! Se chegar mais uma vez perto de mim, juro por Merlin que vou te matar! – estou com tanta raiva que lhe dou um tapa forte na cara, fazendo desequilibrar. Minha mão fica marcada em seu rosto.

Ela está ficando sem ar, então a solto. A Sala Precisa abre a porta e a última cena que tenho é de Hermione tossindo e chorando ao mesmo tempo enquanto cai no chão.

...

Hermione Granger é como uma granada. Explode pessoas a sua volta e isso que aconteceu comigo. Estou desmembrado, meu coração está estilhaçado e acho que não consigo mais respirar.

Só quero ir embora e nunca mais ter que vê-la.   

...

Ao amanhecer resolvo sair do meu segundo esconderijo. Quando vou chegando ao meu apartamento Blás me espera aflito e preocupado:

– Draco ainda bem que te encontrei.

– Não quero falar sobre isso...

– Do que você está falando?

– Estou falando da Hermione.

– Ficou sabendo então?

– Nunca pensei que ela teria coragem de fazer isso comigo.

Blás enruga a testa e pergunta mais preocupado do que estava antes:

– Do que você está falando?

– Da traição dela. Ela me traiu com Justin.

Blás fica de boca aberto e acho que parou de respirar. Agora é a minha vez de ficar com duvida:

– E do que você está falando?

– Você não sabe?

– Se você desembuchar talvez eu saberia.

Blás respira fundo e fala tudo de uma vez.

– Hermione assassinou Justin, Draco. E nesse momento ela está na sala da Diretora.

Eu fico pasmo. Eu ouvi isso certo? Me desequilibro e tenho que sentar no chão. Blás senta em minha frente e continua:

– Desculpa te dar a notícia assim, cara. Sei como está sendo difícil para você ainda mais pelo que me contou agora pouco. Mas tem mais.

– O que falta agora?

– Hermione vai ser julgada e depois expulsa de Hogswarts.

– O que?

...

Não me importo com nada, saio apressado de onde estou e ignorando os gritos de protesto de Blás.

Chego e bato à porta da Minerva. Minutos depois uma senhora com a expressão severa e de poucos amigos.

– Preciso que se retire imediatamente senhor Malfoy. Estou numa situação muito séria aqui dentro que precisa ser resolvida.

Olho por sobre o ombro de Minerva e vejo Hermione chorando sem parar. Está com o uniforme um pouco rasgado.

– Minerva...

– Sei que estavam namorando senhor Malfoy, mas não vou permitir que se aproxime. – Minerva chega para frente fechando a porta atrás de si. Ela fala baixo. – ela sempre foi a minha aluna predileta, sempre teve bom coração. – Minerva não consegue segurar suas lágrimas e a minhas querem sair também, mas consigo deixá-las presas. – não sei o que aconteceu, mas não vou aceitá-la em minha escola. Hermione é uma assassina. É triste e doloroso

– O que vai acontecer com ela?

– Sua varinha será tirada e quebrada. Não poderá nunca mais ter outra e não será mais bem vinda aqui e nem qualquer vilarejo mágico. Voltará para o seu mundo. Mas como tenho bom coração, deixarei tudo debaixo dos panos porque se essa informação vasar minha escola poderá ser prejudicada e Hermione será perseguida eternamente.

– Posso falar com ela? – Minerva me olha já fazendo que não com a cabeça, mas insisto. – Por favor, Diretora. Preciso pelo menos me despedir. Ela está sem a varinha então não fará nada comigo.

– O senhor tem cinco minutos.

– Não precisarei mais que um.

– Tudo bem. Esperarei aqui fora caso precise algo.

– Obrigado.

Entro na sala e me aproximo de Hermione. A mesma vira-se para mim e chora mais ainda. Seu rosto está vermelho e inchado.

– Dra-draco... – ela soluça e mal consegue falar. Sua voz está fraca. – você não acredita, acredita?

– Tem provas Hermione. Não há no que acreditar. Não há mais nada que possamos fazer.

Hermione chora mais ainda.

– Vim ver pela última vez a cara do monstro que você se tornou.

Hermione me encara com uma cara de que acabei de matar quem ela mais amava, sua cara de dor e sofrimento me deu vontade de beijá-la e abraçá-la, mas me contenho.

Sem conseguir ficar mais tempo ali, viro mais uma vez as costas para mulher que me fez feliz e vou embora.

Não consigo respirar. Vou para a torre de astronomia.

HERMIONE

Por que isso está acontecendo comigo? O que fiz para merecer tudo isso?

O modo como Draco fez comigo antes de entrar na Sala Precisa fez com que meu coração evaporasse. Só sinto dor, mais dor e mais dor. E um buraco negro que só deixa destruição.

Depois que ele entra para a sala fico caída no chão como uma cachorrinha de rua que ficou sem comida e sem um lar.

Não me importo se estou me humilhando, só quero meu Draco de volta para mim e explicar que não dormi com o Justin.

Se pelo menos eu lembrasse de algo. Como explicar algo de que não lembro?

Depois de muito tempo, resolvo voltar para o nosso apartamento e esperar Draco se acalmar para tentar conversar, mas ao chegar lá vejo Minerva e todos os meus amigos me encarando. Todos com cara de terror para mim.

– O que houve? – pergunto para Pans.

– Fica longe de mim! – Pans grita se afastando.

Todos começam a me xingar de assassina e que deveria morrer. Todos menos Astória. E Blás.

Astória chora em silêncio sem parar e não consegue me encarar.

Queria que ela acreditasse em mim.

Blás me olha como se devesse acreditar em mim ou nos outros. Vejo que seus olhos estão vermelhos também. Por favor amigo acredite em mim! penso com todas as minhas forças.

Não entendo, o que está acontecendo?

Gina se aproxima de mim e sorrio fracamente para ela pensando que irei ganhar um abraço, mas a única coisa que recebo é outro tapa na cara e palavras pesadas:

– Não acredito que você conviveu comigo e com minha família. Você deveria ter morrido junto com seus pais. Você é o maior desgosto que tive até hoje? Como eu te odeio Hermione Granger!

Começo a chorar descontroladamente sem entender.

Viro-me para Minerva e digo:

– Diretora, o-o que está acon-acontecendo?

– Não se faça de vítima senhorita. Olhe então você mesma para ver se refresca sua memória.

Entro no apartamento e quase desmaio. Justin está sem coberto do corpo para baixo com um lençol, e do corpo para cima está com os olhos abertos em uma expressão de horror.

Justin está morto!

Cubro minha boca com as mãos, dobro meus joelhos e caio no chão:

– Juro que não fiz isso! Por favor acreditem em mim!

Minerva vira a cabeça de Justin para o lado me mostrando minha assinatura feita com algo afiada.  Há meu nome escrito com seu sangue em sua nuca.

Minerva toma minha varinha e ordena para que eu a acompanhe em sua sala.

Antes de sair Blás chora quando diz:

– Ficarei aqui para avisar Draco. Espero que seja tudo mentira Mione.

...

Quando chegamos a sua sala, ela entra e fala com desgosto e voz embargada:

– Estou tão decepciona com você senhorita Granger. De todos nunca pensei que você seria capaz de uma crueldade dessas.

– Professora não fui eu...

– Basta! Poupe-me de suas mentiras! Encontrei a faca debaixo do seu travesseiro. Conversei com o conselho e depois que for julgada, você não será mais uma bruxa e não pertencerá mais ao nosso mundo.

– Diretora por favor... – começo a chorar.

...

Draco vem me ver. O ódio que está em seu rosto e sua repugnância em estar perto de mim me mata mais um pouco.

– Vim ver pela última vez a cara do monstro que você se tornou.

Foram suas últimas palavras.

Não precisou me bater, nem fazer nada, bastou dizer algumas palavras para me machucar e me matar.

...

A Diretor Minerva me acompanha ao meu julgamento.

Ela foi discreta hoje cedo e não deixou ninguém saber disso e da minha partida além dos meus amigos. Ou ex amigos já que todos me odeiam.

– Se perguntarem direi que você está com problemas de saúde.

– Ok.

Me sento na cadeira central e o Ministro da Magia começa com o tribunal.

Irei resumir o que aconteceu.

Fui culpada com provas e como segurança para os outros alunos e também professores e funcionários, o melhor a ser feito é tirar e quebrar minha varinha. Eu não pertencerei mais ao mundo bruxo. Poderei visitar, mas praticar magia nunca mais. Fui expulsa de Hogwarts.

Saindo do tribunal, eu e Minerva fomos para uma rua onde faz parte do meu mundo, ou seja onde os trouxas frequentam.

– Sinto muito pelo fim que levou senhorita Granger.

A voz de Minerva é cortante. Está sofrendo, mas não como eu estou.

– Diretora?

– Sim?

– Posso pedir uma última coisa? Antes de nunca mais a senhora me ver? – sempre pensei isso e sempre quis ter tido a oportunidade, nunca pensei que seria nessas circunstâncias.

– Seja rápida, não posso demorar...

– Posso te pedir um único abraço?

Minerva pensa sobre meu pedido e considera. Abre seus braços e eu vou ao seu encontro. Não me importo em derramar as lágrimas e digo baixinho:

– Obrigada por tudo Diretora. A senhora sempre foi a mãe que não tive e lhe sou grata por tudo que fez por mim. Também por hoje.

Sinto também as lágrimas da diretora caindo em minhas costas e a única coisa que ela diz antes de desaparecer é:

– Adeus senhorita.

...

Só quero minha cama e me acabar de tanto chorar. Mas antes de eu ter isso, preciso de um lugar para ficar e é onde já comprarei uma casa.

Sorte que meus pais me deixaram uma pequena fortuna antes de tudo.

Passo ao banco, faço um cheque com uma quantia boa e vou a caça.

Depois de muitas horas procurando uma casa ideal a corretora me mostra a perfeita para mim.

Uma linda casa com tijolos brancos de frente para o lago. Compro-a imediatamente e antes de da corretora me dar a chave ela pergunta preocupada:

– Desculpa me intrometer, mas a senhorita está bem? está muito pálida e com hematomas e olheiras profundas...

– Estou bem, só passando por momentos difíceis de saúde e pessoais... – corto-a educadamente. Não preciso que me digam que estou acabada e sofrendo, não quis me olhar no espelho para me assustas. Mas acabo que estou assustando os outros.

– Então aqui será o lugar perfeito para repor energias e descansar. Deixarei meu cartão caso precise de algo, ou uma companhia para bar. – Isabelle me dá um sorriso e uma piscadela.

– Muito obrigada. Pode deixar que será a primeira que chamarei.

Depois do negócio ser fechado, resolvo comprar um carro, onde será melhor para eu me locomover e alugo um caminhão para pegar minhas coisas e os móveis de minha antiga casa.

Depois de tudo despejado dentro de minha nova casa, penso eu começar a arrumar tudo amanhã. Preciso deitar.

Antes de subir as escadas, escuto um barulho na porta da frente e ao ver o que é, vejo que saõ algumas cartas.

Pego a primeira carta e é da Sra. Weasley:

Gina acabou de me contar. Não acredito que te dei amor, um lar por um ano. Nunca mais chegue perto da gente sua assassina! Estou sem acreditar até agora.

Molly e famlía.

Enxugo minhas lágrimas e vou para  aproxima carta.

Mione te conheço desde o primeiro ano e não pensei que você seria capaz de algo tão baixo e cruel. Eu não acreditei no começo, pensei que fosse uma cilada para você, mas fui a Hogwarts pessoalmente e fui comprovado e informado de tudo.

Por favor que eu esteja sonhando, uma pessoa como você capaz de fazer algo como aquilo? Mereceu ser tirada sua varinha. Não consigo pensar e dizer que você merece mais, porque continua sendo uma irmã para mim, a minha Hermione, mas confesso que por um bom tempo não quero ouvir falar de você.

Pensar que minha melhor amiga cometeu assassinatos e dizem quem faz uma vez pode fazer de novo. Espero que não.

Rony.

Mancho a carta de tanto chorar. É uma injustiça o que estou passando. Eu sou inocente, mas como provar se não tenho forças e nem ideia de como fazer tal ato?

Abro a última carta já imaginando de quem seja e a leio:

Hermione Granger matou uma pessoa? Sei que a guerra muda as pessoas, algumas ficam violentas e outras ficam mais meigas, mas nunca imaginaria que ela transformaria você a nesse ponto. Esperava que tudo fosse um engano e uma piada de mau gosto com você, mas ao ir ver tudo com os meus próprios olhos me deixou primeiramente em choque, depois chorei como nunca chorei em minha vida toda. Por último fico arrasado e decepcionado.

Acabei de perder minha melhor amiga ou melhor minha irmã. Não consigo pensar ou fazer nada, só vem você com um olhar cruel e cheio de sangue na minha mente e em meus sonhos.

Por favor que isso seja só um pesadelo.

Como conviverei com isso agora? Está difícil de ingerir.

Espero que Hermione Granger não seja o monstro que todos, inclusive eu estejam pensando. Por favor me prove ao contrário.

Harry Potter.

Não consigo respirar. Estou tremendo de tanto chorar. Por favor que isso seja um pesadelo.

Passo minha noite no chão, segurando as cartas e as lágrimas sem parar de descerem. Penso que o dia de amanhã poderia ser melhor, mas é claro que não.

Quando se vive no inferno não há dias bons. Há dias piores e amanhã enfrentarei um dia pior.

Apenas preciso decidir se vou querer continuar vivendo depois de tudo.

Consigo dar uma cochilada, mas me vem na cabeça todos os meus amigos e pessoas de que gosto me chamando de assassina e desejando minha morte. Depois sonho eu me casando com Draco Malfoy, mas meu vestido está cheio de sangue e quando olho para trás havia matado todos meus amigos.

Acordo assustada, enjoada e passando mal, estou suando e tremendo sem parar.

Me encosto no sofá e penso em Draco. O buraco em meu coração se desperta fazendo-me senti-lo. O que será que Draco está fazendo?


Notas Finais


E ai o que acharam disso tudo?
Hermione e seu destino
Atitudes de Draco e Minerva
Espero que tenham gostado ( e que não desejem me matar kkkk ou bater kkk)
Beijos até já já


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