História Desejo Proibido - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Eliane Giardini
Tags Anabeatriznogueira, Elianegiardini, Maitêproença, Natáliadovale, Romance
Visualizações 33
Palavras 3.179
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Demorei, mas voltei!!!
Pelo celular é horrível para escrever e postar porque não tem os moldes que estipulei para cada capítulo, mas baseei-me pelo número de palavras do capítulo anterior.
Espero que gostem e até a próxima!!!

Capítulo 11 - Capítulo 10


L: Oi, Lu.

 

Lu: Como você está depois de sair do anonimato? 

 

L: Um pouco estranha, mas logo me acostumo. E você, o que está fazendo?

 

Lu: Estou num barzinho com uns amigos.

 

L: Amigos, é? – Disse com tom de malícia.

 

Lu: sabe como é, né? – Riu. – Você não vai acreditar quem acabou de chegar aqui e muito bem acompanhado. – Louise riu do seu jeitinho de falar, Luíza estava um pouquinho alterada pela bebida.

 

L: Quem? – Não resistiu à curiosidade.

 

Lu: Aquele fotógrafo maravilhoso. Como é mesmo o nome dele? – Tentava se lembrar.

 

L: Danilo. – Completou a fala da irmã. – Com quem ele está?

 

Lu: Aquela modelo que sempre sai na sua revista, uma que é nojentinha.

 

L: Leandra? – Perguntou com medo da resposta. Uma inquietação fora do comum tomou conta de seu corpo.

 

Lu: Sim, essa mesmo. Ela não perde tempo... Meu Deus!

 

L: O que foi?

 

Lu: Eles se beijaram.

 

_______

 

Lu: Amiga? Louise? - Silêncio na linha. - Será que a ligação caiu? - Levou o celular até seu campo de visão e notou que a chamada havia encerrado.

- Aconteceu alguma coisa? - Inquiriu um dos homens que estava na mesa.

Lu: A ligação deve ter caído. É difícil o contato na região dos lagos, sempre cai a ligação ou ela segue péssima.

- Não, espera! - Disse apressado. - Espera ela retornar. - Ela pareceu hesitar, mas resolveu esperar.

Seguiu batendo papo com os amigos e esqueceu-se de olhar o telefone. Louise realmente desligara, não suportando a ideia que passou-lhe pela cabeça. Recusava-se a acreditar, sequer a cogitar e, para extravasar a raiva, arremessou vários objetos contra a parede.

L: Calma, Louise, muita calma! - Passou a mão pelo rosto e pelos cabelos, penteando-os para trás. - Se ele achou que iria me passar para trás não me conhece.

Arrumou a bagunça que fez e foi à cozinha fazer um lanche. Por volta das oito da manhã desperta mais animada, espreguiçou-se e foi fazer sua higiene matinal. Optou por vestir uma roupa mais confortável para a pequena viagem que faria e, quando chegasse em casa, trocaria de roupa. Contactou um serviço de transporte de carros para voltar para o Rio.

F: Achei que não viesse direto para cá. - Cumprimenta a filha quando esta chega em sua casa.

L: Vou ter que passar uns dias aqui, lembra? - Ela assente. - Tem algum problema, mamãe? - Pergunta sentando-se em um dos sofás, o menor, da ampla sala de estar de estilo clássico, onde a cor natural da madeira e as cores claras dos estofados e das paredes constrastam com as enormes janelas e porta com vista para o belíssimo e bem cuidado jardim, após deixar sua bolsa na poltrona próxima.

F: Não há problema algum, muito pelo contrário, gosto que fiquem aqui, assim não me sinto tão abandonada e sozinha nessa casa enorme. - Sentou-se no sofá grande que ficava próximo, de costas para a porta que dava para a área externa da casa.

L: Ah, mamãe, não faça assim. - Foi ao encontro dela no outro sofá. - Sem drama, dona Fiorela, sabe que não dá para ficar aqui todos os dias por ser mais longe da revista. - Se aconchega no colo da mãe.

F: Deixa eu fazer os meus dramas em paz! - Exclama antes de depositar um beijo na testa de Louise. - Elisa e Luíza também vem?

L: Não sei, mas acho que sim. Nosso apartamento vai entrar em reforma. Vou buscar umas coisas lá que vou precisar e depois vou para a revista.

F: Almoça comigo?

L: Óbvio! - Acaricia o braço da mãe. - Pergunta logo, mamãe. - Percebe a inquietação dela através da respiração.

F: Por que brigaram? Não adianta dizer que não, conheço bem as filhas que tenho. - Louise levanta e apoia a cabeça no braço que havia colocado no encosto do sofá.

L: A culpa foi minha, mãe. - Confessa depois de um longo suspiro. - Descontei nela a raiva que senti de mim por ter sido tão fraca.

F: O motivo dessa fraqueza se chama Heitor Montenegro? - Louise desencostou-se, endireitando-se no sofá. - Você sabe que sei cada passo que dão e o motivo para isso. Depois do sequestro da minha primeira filha, prefiro saber de todos os passos de vocês. Tu sabes que a falta de notícias de Helena ainda me dilacera a alma. Essa angústia de não saber o paradeiro dela me faz agir assim tanto com Elisa quanto com você e Luíza. Vocês duas não são, apenas, minhas filhas de sangue como Elisa. - Tenta conter as lágrimas que brotaram de seus doces olhos.

L: Eu sei, mamãe, por isso não me oponho. Sei que te deixa mais tranquila. - Faz carinho no rosto da mãe e limpa algumas lágrimas que escorreu. - Sim, o motivo de minha fraqueza foi Heitor. Ele foi lá, conversamos sobre nossa filha, que não sei como descobriu e também não me interessa, e depois... - Mordeu o lábio inferior e fixou os olhos na mãe.

F: Entendi... E depois?

L: Elisa me ligou dizendo que estava indo para lá e eu a destratei sem querer. Fiquei nervosa, não queria que ela o visse ali. - Respira fundo. - Me senti suja, tão indigna de ter sido fraca e ter me entregado ao homem que destruiu minha vida sem dó nem piedade.

F: Você ainda ama esse homem?

L: Eu não posso amar um homem que me fez tão mal, mamãe. - As lágrimas que tentava conter desceram uma por uma. Eram lágrimas de raiva por amá-lo ou por ter se entregado? 

F: Eu não perguntei se podia amá-lo.

L: Não, claro que... - Hesitou por um instante. - Eu estou tão... Sei lá, mamãe, eu não sei. A única coisa que sei é que não é amor. Não pode ser.

Atirou-se nos braços da mãe e deixou que os choro saísse e aliviasse o coração dessa encruzilhada que havia se metido. Almoçaram juntas e depois Louise seguiu para o trabalho, deixando para passar no apartamento depois, já que estava atrasada. 

Preferiu ir vestida como estava, com um vestido longo de alças finas e tecido leve, com decote discreto e detalhes azul. A cintura era demarcada pelos detalhes do próprio vestido. Usava um colar de cristal gota simples, brincos e pulseiras da mesma coleção do colar, seus cabelos longos estavam soltos com cachos mais abertos e retocou a maquiagem leve, realçando os olhos verdes. Nos pés optou por usar uma sandália aberta com um um pequeno salto.

Quando chegou na revista os funcionários vieram cumprimentá-la e não deixaram de reparar na roupa da chefe. Após um pequeno bate-papo, entra em sua sala sendo acompanhada por sua assistente. Deixa sua bolsa em cima de sua mesa e caminha até o frigobar para pegar uma água. Quando, enfim, se senta, observa sua assistente olhá-la de um jeito estranho.

L: O que foi? Algum problema?

Assistente: Suas roupas! - Disse quase mecanicamente apontando para ela. - Você nunca vem assim tão despojada. 

L: Não deu tempo para trocar, además está um calor insuportável lá fora. Por que o espanto?

Assistente: Você sempre vem com roupas mais sóbrias para cá. É raro vê-la com roupas claras, acho que é isso.

L: Estou em uma nova fase. - Mexendo nos papeis que estavam espalhados na mesa. - O que temos para hoje?

Assistente: Só a reunião que começará daqui a pouco, mais precisamente em dez minutos - olhou em seu relógio - e alguns recados.

L: E Elisa? - Perguntou ignorando a última informação.

Assistente: Foi almoçar.

L: Sozinha? - Questionou enquanto firmava uns documentos pendentes. 

Assistente: Não. - Organizava os documentos à medida que a chefe assinava.

L: Sabe me dizer com quem?

Assistente: Ela disse para a assistente dela que almoçaria com um amigo dono de uma agência de modelos.

L: Estranho... - Sussurrou.

Assistente: Disse alguma coisa?

L: Não, nada. E o recados? - Retirou os óculos e bebeu um pouco de água.

Assistente: São da parte de Bernarda Montenegro. - O gole de água que bebeu desceu queimando ao misturar-se com o amargor trazido com aquele nome que acabara de ouvir.

L: O que ela queria? - Tentou não transparecer o nervosismo que veio em companhia a curiosidade.

Assistente: Falar com você, só deixou esse número - entrega o papel com os dígitos - e pediu que entre em contato com ela o quanto antes. É uma senhora bem grosseira, me destratou quando não passei seus contatos.

L: É típico dela. - Olhando o pedaço de papel, recordava desse número. - Era só isso? - Permanecia olhando aqueles dígitos.

Assistente: Leandra procurou por ti e o fotógrafo também. - Louise respirou fundo ao lembrar-se da ligação da noite anterior. - O que queriam?

Assistente: Não disseram. Sua irmã, Luíza, confirmou que irá passar no apartamento à noite. - Olhou no relógio. - A reunião começará em três minutos, vamos?

Louis assente, pega sua pasta com as pautas da reunião e segue, juntamente com a assistente, para a sala de reuniões. Cada um senta em seus devidos lugares e a reunião começa. Precisavam decidir a próxima capa, os novos rumos da revista, a festa que comemoraria seus dez anos e os impactos da revelação das verdadeiras donas. 

Nem Elisa nem Louise disfarçavam que estavam  brigadas, já que mal se olharam, causando estranheza nos demais presentes. Essa situação acabou gerando pequenos conflitos, resultados das divergências de opiniões das duas, dificultando o andamento da escolha dos detalhes da festa que aconteceria no sábado. Também ocasionou no prolongamento da reunião que parecia - e precisava, pelo o adiantar da hora - ser rápida.

Cansada dessas discussões desnecessárias, Louise passou a concordar com a irmã em alguns pontos e assim a reunião pode seguir com relativa tranquilidade. No final restara somente as duas na sala. O silêncio predominante na sala de tamanho médio, atrelado a desconforto provocado pelas provocações e divergências que protagonizaram aquela reunião, parecia ter forças para mover as paredes, tornando o espaço sufocante para ambas.

L: Posso falar com você? - Levantou-se de sua cadeira que estava na outra extremidade da mesa e parou próxima a da irmã.

E: Se for para tratar de assuntos pessoais, não. - Nem sequer levantou a cabeça.

L: Tudo bem, você é quem sabe. - Afastou-se e ensaiou uma volta para seu lugar, mas deteve-se​ ao ouvir a irmã.

E: Não dê uma de vítima, Louise. - Guardava os documentos na pasta, ainda sem olhar para a irmã que estava incrédula com o tom e com o que acabava de ouvir.

L: Eu não estou me vitimizando, apenas acatando seu pedido. - Disse ao virar e encontrar os olhos da irmã. - Poxa, Elisa! - Suspira fundo. - Eu sei que pisei na bola, mas não precisava dessa demonstração na frente de todos, fazendo birra. Muito menos vir com essa grosseria toda que não faz parte de você. - Elisa suspira, de certa forma Louise estava certa.

E: Louise, aqui não. Quando formos buscar as coisas no apartamento conversamos. - Passou pela irmã e deu-lhe um beijo na bochecha.

L: Só diz que me perdoa, por favor. Detesto brigar contigo, ainda mais pelo motivo que foi. - Segura a mão de Elisa que estava no outro lado de seu rosto.

E: Você sabe que te perdoo. Deixa eu resolver isso aqui para logo irmos para o apartamento.

As duas saem abraçadas de lá e só se separam quando Louise chega em sua sala. Entra tão distraída que não percebe que esperavam-na lá. Só repara quando olha para a mesa e vê a pessoa ali, olhando-a fixamente. Depois do leve susto, ela repara bem nele e no olhar malicioso que ele lançava-lhe. Estava usando uma calça preta de coro, justa ao corpo, uma blusa azul marinho por baixo do blazer preto. Os cabelos acompanhava o corte da moda e o sapato também era na cor preta.

L: Precisa de alguma coisa? - Teve que passar por ele para pôr na mesa e inalou o perfume forte e característico dele. Preferiu ficar de costas.

D: Sim, fazer algo que estava com muita vontade de fazer naquela festa - aproximou-se -, depois dela e, principalmente, hoje. - Afastou os cabelos dela para o lado oposto que sorvia o cheiro do perfume que ela usava mesclado ao cheiro natural de sua pele. - Sabe o que mais? - Disse ao pé do ouvido.

L: O que? - Mordeu os lábios para manter o autocontrole. 

D:  Você fica sexy com esses óculos, ainda mais quando morde os lábios ou a caneta. - Estava prestes a se deixar levar, mas lembrou-se do que ouviu de Luíza na noite anterior.

L: Interessante saber disso, mas e daí? - Andou em direção à toalete que havia ali, afastando-se dele.

D: O que houve? - Perguntou confuso, puxando-a mais para perto, mas ela se solta e continua seu caminho.

L: Guarde seus charminhos para as modeletes nível Leandra. - Ele encostou-a no batente da porta.

D: Então é isso? - Colou as testas uma na outra.

L: Isso, o que? - Sua respiração já estava agitada.

D: Ciúmes. - Roçava seus lábios nos dela.

L: Deixa de... - Ele nem esperou ela terminar de falar e abocanhou seus lábios. Por mais que sua cabeça negasse, seu corpo reagia contrariamente e ela deu passagem para que a língua dele invadisse sua boca. O espaço pequeno da porta possibilitava que seus corpos se esfregassem, na tentativa de abrandar o calor que emanava de seus corpos.

Assistente: Louise? - Pergunta, parada na porta.

L: Sim? - Os dois haviam se assustado. A sorte deles é que havia uma pequena parede que impedia de vê-los ali da porta. - Estou no banheiro, o que houve?

Assistente: Elisa pediu para avisar que faltou acertar um detalhe e estão vindo para cá. Você sabe onde está o Danilo?

L: Não. - Disse nervosa e sem pensar. Danilo a olhou confuso.

D: Como vou sair daqui? - Diz sem produzir som, ao fazer a leitura labial do que ele disse, ela prontamente arrumou uma solução.

L: Luana, trás um café pra mim, o daqui não está bom e avisa a todos que estarei esperando.

Assistente: Já trago. - Ela sai e fecha a porta.

L: Te vira e sai já daqui. 

Empurrou Danilo e entrou no banheiro fechando a porta logo em seguida. Passou a toalha no rosto após jogar água nele. Esforçava-se para se acalmar, mas sentiu um incômodo em sua parte íntima. Levantou o vestido para ver o que era e foi quando sentiu sua calcinha encharcada. Decidiu tirá-la, mas quando foi pegar outra no armário que ficava do lado de fora da toalete, ouviu um burburinho anunciando que o pessoal entrava na sala. Abaixou o vestido e deixou a calcinha ali.

E: Está bem? - Ao ver a irmã se aproximar com uma cara não muito boa.

L: Sim, só estou um pouco mareada e com dor de cabeça. - Senta em sua cadeira, olhando pra todos.

Assistente: Aqui seu café. - Apontou para a xícara com o líquido escuro.

E: Está passando mal e vai beber café?

L: Por favor, devolva a Elisa empresária, doutora Elisa. - Disse arrancando a risada de todos ali. Quando sentiu uma mão levantando seu vestido, assustou-se e deixou a caneta que segurava cair no chão.

E: Meu Deus, mulher, que houve? Que cara é essa? 

 Louise abaixou para pegar a caneta e viu Danilo escondido no vão debaixo da mesa, que servia para acomodar suas pernas, com um olhar e um sorriso malicioso. Não acreditou no que estava acontecendo, nem no que estava para acontecer. Só de pensar nisso, uma descarga de adrenalina percorreu por todo o seu corpo.

L: O vestido enroscou na sandália e acabei batendo o joelho na mesa ao tentar tirar. - Mentiu. Pôs a caneta na mesa e levantou o vestido, era a deixa que Danilo queria. - Pronto, vamos começar.

E: Devia trocar essa mesa, não tem liberdade para mover as pernas com ela. - Estava desconfiada.

L: Farei isso.

Assistente: Alguém viu o Danilo?

L: Não faço a mínima ideia. - Respondeu após senti-lo sugando-a.

Assistente: Ele disse que viria para cá porque queria falar contigo.

L: Não tinha ninguém aqui quando cheguei.

Assistente: Deve ter ido já.

A pequena reunião era para acertar justamente a permanência dele e alguns detalhes da iluminação da festa que faltou averiguar. Louise fazia um esforço para concentrar-se, mas a língua de Danilo devastando-a impossibilitava o menor resquício de concentração. Concordava com tudo e já estava prestes a perder-se.

- Acho melhor deixarmos isso para amanhã, Louise não está nada bem. - Disse um dos colunistas. - Está até suando com o ar ligado. - Apontou para ela e, em seguida, para o ar condicionado.

E: Vamos deixar para amanhã. - Sua desconfiança aumentou.

L: Eu peço desculpas, pessoal. - Secava o suor que escorria em seu rosto com um dos lenços que ofereceram. Eles foram saindo um por um, só restando as irmãs, aparentemente. - Você não vai? - Quase desistindo de tentar se controlar.

E: Ele está aí, não é? - Pronuncia sem emitir som.

L: Não entendi. - Tentava disfarçar que rebolava contra a boca de Danilo.

E: Jura que não entendeu? - Estreitou o olhar para ela.

L: Juro. - Quase soltou o grito que queria dar quando Danilo introduziu dois dedos em seu sexo. - Vai arrumando suas coisas que já estou indo.

E: Sim, eu vou. Melhoras, maninha. - Jogou um beijo no ar.

Quando Elisa deixou sua sala foi como se levasse com ela todos seu autocontrole junto. Acionou o botão que ficava próximo a sua mesa, trancando a sala. Levou uma de suas mãos até a cabeça de Danilo e puxou os cabelos, levando sua cabeça o mais proximo possível de seu sexo e levantou uma de suas pernas. Seu abdome subia e descia evidenciando o descontrole de sua respiração, já não raciocinava mais e sentiu seu estômago se contrair.

L: Ai, meu Deus! - Gritou ao ser atingida por um orgasmo insano. Jogou a cabeça para trás em busca de ar. Nem viu que Danilo havia saído do lugar que estava, só percebeu quando a cadeira foi movida e quando foi beijada em seguida.

D: Sinta seu gosto e vê se é páreo para essas "modeletes nível Leandra". - Repetiu a fala dela e foi em direção ao banheiro. Ela tomou fôlego e começou a organizar suas coisas, depois de ter destravado a porta.

E: Vamos? - Assustou-se quando abriu a porta intempestivamente. - Te assustei? - Riu se aproximando.

L: Um pouco. - Olhou para o banheiro e depois para a irmã. - Vamos, temos pegar as nossas coisas. - Levantou com dificuldade pois suas pernas estavam bambas.

E: Deixa eu ver se estou bem no espelho do banheiro.

L: Não! - Deu a volta rápido e arrastou a irmã para fora da sala. - Vamos logo, tenho assuntos sérios para tratar contigo.

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...