História Desejo sincero. - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~likes2

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Au!kids, Crianças, Nsonic, Sereias, Tritões
Visualizações 7
Palavras 1.031
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Fantasia, Ficção, Fluffy, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oie, essa é a nova fic do projeto. Espero que gostem, eu gostei bastante do tema e espero que possam se divertir com a leitura. Vai ser mais suave das que eu escrevi até agora...

Capítulo 1 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction Desejo sincero. - Capítulo 1 - Capítulo 1

E mais uma vez a família de Minkee se mudará. O menino tinha apenas 9 anos e estava prestes a completar seus 10. E ainda sim, a semana antecedente ao seu aniversário fora só empacotamento de caixas e correria para se mudarem. Seus pais pareciam nômades, nunca se estabeleceram definitivamente em um local e as oportunidades de emprego faziam com que se mudassem muito rápido.

Agora se dirigiam para o nordeste da Coreia do Sul, próximo a praia de Sokcho. Estava tendo uma demanda muito grande para casas próximas ao litoral. Que aguentasse a maresia do local. Seus pais ambos arquitetos compraram a ideia e arrumaram um terreno para construção de seu primeiro projeto.

Ao cair da noite, o pequeno adormeceu meio as bolsas e caixas. O menino foi erguido pelo pai durante o sono e posto com todo carinho sobre o banco do carro. Parecia dormir como um anjo sobre o estofado de couro do carro. Os pais andam pelas ruas escuras na noite calma, o ronco do motor era a única coisa que se ouvia durante o trajeto.

As horas voavam pela viagem, assim como o vento que batia contra os vidros do carro com uma pressão enorme. Assim que o sol começou a sair, o vermelho e laranja pintam a  tela azul com seus maços brancos fofinhos. A senhora Jun, dormia ao banco do co-piloto, enquanto o menor despertava-se pouco à pouco no banco de trás.

- Bom dia, pai! - A voz de sono e os cabelos desgrenhados eram características latentes no visual do menino, o pai o olhar pelo retrovisor com um feliz. - Onde estamos?

- Não muito distantes da nossa nova casa. - Casa essa que ainda faltava muita coisa para ser chamada realmente chamada de "nossa". Embora, nenhuma tenha realmente sido. Eles duravam pouco tempo em um só lugar.

O Brilho da água começa a ser mais visível, o barulho das ondas e o cheiro da água ficavam cada vez mais fortes. Muitos diziam que qualquer criança gostaria de olhar o mar... acredite, estão certo!

O pequeno Jun, inclina-se para frente com um sorriso sapeca no rosto. A mãe acorda no susto e o pai gargalha com a ação da esposa. Foi uma alegria espontânea dentro do carro com sorrisos sinceros e  algo que não poderia ser comparado com qualquer outro.

A casa era modesta e dava em frente ao mar, com escadinha e tudo. Estacionam na casa e descem tirando as coisas da mala do carros, enquanto as pessoas do frete colocavam a mobília para dentro.

Aos poucos e em certa lentidão, os entregadores terminar seu trabalho. A família entra na casa, os pais começam a arrumação e o seu filho começa a explorar pelo terreno novo. A casinha de madeira era aconchegante e meio pequena para o que estava acostumado. Mas a vista do sol que acabara de se levantar e não estava no seu auge era estonteante.

A água estava cristalina e a luz que ela refletia era quase divina, haviam 2  cadeirinhas no deck exterior do novo lar. Os quartos não eram espaçosos, mas conseguiram abrigar toda a antiga mobília e ainda ter um certo espaço para que fosse aproveitado.

O menino não tinha muito o que fazer, nunca teve muitos amigos, isso se os teve! Acabara sempre ficando sozinho... não tivera uma oportunidade de estudar como outras crianças, fora criado com seus tutores. As crianças com quem brincou eram vizinhos temporários ou em festas que seus pais raramente frequentavam.

...

O dia tedioso enfim se passou, agora a luz que o sol disponibiliza para a lua tomava o céu negro. A luz prateada acompanhada de pequenas luzes que ao longe pareciam douradas, enfeitavam o céu como uma ornamentação celeste.

Ainda não era tão tarde quando o pequeno Minkee brincava com os pés na água do mar que seguia devagar com a maresia suave, agarrava seu peixinho de pelúcia com uma força infantil. Mas necessária para poder segurá-lo e deixar com que caísse na água e fosse levado. As ondas quebravam ao longe e vinham rentes aos pés do garoto, a brisa que elas traziam eram calmas e relaxantes.

- Minkee, está na hora de entrar meu anjo! - A formosa mulher ainda na flor da idade, exclamava da cozinha onde preparava algo que não sabia-se como poderia ser chamada de comida. - Eu estou preparando seu favorito, salada de frutos do mar.

- Mãe, já disse que gosto do papai cozinhando. Mas enfim, vamos arriscar... - o garoto levanta e seca os pés na toalha que tinha deixado na cadeira do lado de fora.

A mesa estava pronta, aparentemente comestível... Mas vai saber! A senhora Jun,preparava a mesa orgulhosa do que tinha conseguido fazer. Ali iriam eles se aventurando pelo desconhecido e tentando ver se a comida se sairia bem. Mesmo que não, eles provavelmente fingiram que estaria para que ela ficasse um pouco feliz, ela ao menos se esforçava.

 

...

 

O jantar passa sem grandes mudanças, a comida estava ao menos comestível desta vez. O garoto se dirige novamente para o lado de fora da casa, estava sentado quando pega umas das várias conchas e joga longe no mar. Uma vez o tinham contado que se jogasse uma concha de volta no mar ela concederia um desejo pela grande bondade feita.

 

- Eu queria ter um amigo que não tivesse que abandonar! - O garotinho declarou perante um mar imenso, mas nada aconteceu. Como já era tarde da noite o menino subiu para seu quarto em busca de dormir um pouco. Pela manhã deveria arrumar as coisas de sua mudança mais uma vez.

 

A cama do pequeno tinha uma bela vista para o mar, ele se deita já com seu pijama e fica olhando a imensidão do mar. Seus olhos começavam a fechar um pouco quando ve uma silhueta ao longe saltar sobre a água e mergulhar novamente.

 

Como toda boa criança, já imaginou que seu desejo fora atendido, desceu em uma velocidade impressionante para o deck que se formava sobre as água na varanda da sua casa. O pequeno chega e se sente impressionado com o que avista, sem acreditar no que seus olhos lhe mostravam.


Notas Finais


Espero que tenham gostado sinceramente e que queriam continuar lendo. Devo escrever apenas mais um capítulo, mas planejo contar a historia nele (talvez fique extenso). Bom, se gostarem e quiserem ler mais alguma coisa minha, tenho mais fanfics. Contudo, elas tem o linguajar um pouco diferente.
Gente, sem que eu esqueça. Queria agradecer a 0Haira0 por ter me ajudado betando. Além de pedir desculpas caso eu tenha exagerado em algo na história.
Ahhh é, antes que eu esqueça. Leiam também as outras fics do SweetWriters, é um projeto que eu estou amando participar... espero que gostem deles.
Bjss e até a próxima. Tio LikeS2!


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