História Desejos Ardentes - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Dragon Ball
Personagens Goku Black
Tags Goku Black, Hentai, Íncubus
Visualizações 148
Palavras 1.324
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá!!!!!! Queria ter postado essa história no Halloween, porém, não deu. Quem leu a primeira história, havia deixado uma dúvida, se ele voltaria ou não para buscar o que pertencia.. Pois é.. Ele estava esperando o momento certo.. Eis que um dos irmãos Incubus retornou!

Capítulo 1 - Capítulo I - Reencontro


Ele estava ansioso.  Começava a pouco tempo uma existência estabelecida no mundo humano, deixando para trás o submundo trevoso onde nascera. Também conseguiu atravessar sem muitos problemas por sua maturidade sexual. Uma mudança a qual sua raça passa, entre a idade de um jovem filhote a um adulto e completo. Mudança perigosa que poderia fazê-lo se tornar um monstro maníaco que opera apenas pelo instinto – foder quantas fêmeas fosse possível, sem se importar com nada mais. Sexo e reprodução. Agora, poderia engravidá-las também, caso não se prevenisse. Não farejasse o cheiro de sua fertilidade.

Convivia quase que diariamente com seus dois irmãos, mesmo a contragosto. Black sentia necessidades. Precisava se alimentar. Ele precisava causar alguma dor. Ele precisava trepar. Sentindo o ar, pegou o cheiro de chuva recente, os odores rançosos de urina velha. Asquerosos. Ele retirou algum fiapo imaginário de sua blusa, enquanto a noite mais escura pranteava no horizonte, escondendo-o nas sombras, trazendo junto um vento sufocante do quente Outubro que fazia no momento, brincando com seus cabelos negros e espetados. Fazendo aumentar a temperatura em suas veias.

Poder subiu através de Black, adrenalina e relâmpagos de calor cruzavam sua pele. Sua tatuagem daemones, sua história genealógica demoníaca, pulsava da ponta dos dedos da mão direita até o ombro e pescoço, e todo o caminho para o lado direito do rosto, onde os glifos negros marcava-o como demônico pós – X’genêsis.

Humanos pensavam que era uma tatoo maneira, os demais ficavam horrorizados. Os seres humanos eram estupidamente tensos.

Havia retornado. Há um ano ele a conheceu.  A possuiu. Ela se entregou de boa vontade e com muito ardor que uma fêmea tão carente como estava, poderia oferecer. Ele a tem observado. Pacientemente, como um predador espera o bote certeiro para atacar sua caça. Ele sorriu ao lembrar de seu anel. O mesmo que estava no dedo anular da mão direita dela. Ele disse que viria buscá-lo. Uma isca. Seus lábios contraíram-se em um sorriso malicioso.

A tola humana não sabia que usando seu anel, a faria sempre receptiva a ele. Um elo de ligação através de um objeto. Artifício tão antigo, usado pelos demônios.... Assim como Kakaroto , seu gêmeo, que deixou cair seu cordão no quarto da fêmea que ele transara. Propositalmente.

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Anne estava aproveitando literalmente a viagem que fizera, depois de meses de planejamento. Visitando pontos turísticos da deslumbrante e histórica cidade. Estava hospedada em uma pousada, com uma vista paradisíaca. Uma cidade que a noite ardia com os barzinhos e algumas danceterias. Estava acompanhada de sua melhor amiga, a mesma doidivanas que tinha a péssima mania de deixá-la sozinha, quando em momentos inoportunos.  Ela fora arrastada a um clube gótico. Ela não gostava nem um pouco. Mas foi convencida, pelo clamor de sua amiga, que havia conhecido um belo rapaz e marcaram de se encontrarem no O Alquimista, que nesta noite tocava a música Euro- Goth, que prometia atrair figuras de hábitos extravagantes e sexys. Tardiamente, ela se deu conta que era Halloween.  Olhou para o anel que usava. O mesmo que ele deixara, naquela noite incrível de tórrido sexo. Não soubera dizer o porquê, depois de meses daquele encontro explosivo, resolvera usá-lo. Talvez para senti-lo por perto. Cretino! O cara simplesmente evaporou desde então.

A música ressoava nas paredes do lugar, tão alto que interferia com as batidas de seu coração, sobressaltando sua pulsação em um ritmo desigual, caótico. O odor de perfume, suor e sexo deixavam o ar denso, acelerando sua líbido.

Ela se moveu com esmagamento de corpos na sala de baile, indo como uma maré para o objeto de desejo de sua carente amiga.  Ao se cumprimentarem, ele as levou a um canto reservado.  Pelo menos o cara se vestia com bom gosto, e realmente bonito, com seu cabelo negro e brilhante, chegando até os ombros, lábios carnudos e rubis, num rosto pálido que culminava seu look.

Enquanto eles engatavam uma conversa, Anne olhava atentamente aos grupos de jovens que balançavam seus corpos suados freneticamente. Como sempre, ela sentia-se deslocada. Alguns acenos em sua direção, a qual ela respondia sutilmente com um balançar negativo da cabeça.

-- Que anel interessante.

-- Um presente de um amigo – ela disse a Marcus, o rapaz que as acompanhava.

Ela se sentia incomodada. Angustiada. Sorrindo docemente, ela se levantou. – Vou pedir mais bebida. – Algo brilhava diante dela. Não. .. dentro dela. Uma explosão de música pop estalou em seus ouvidos, repetindo-se em alguma parte dentro de sua cabeça. Uma onda de náuseas fez com que ela explodisse em um suor frio. Instintivamente, ela alcançou o anel, deixando que o frio metal a confortasse. Exceto que, o conforto era de breve duração. O anel brilhou intensamente, a deixando apavorada.

Ela estava no meio do caminho, perdida entre a cacofonia de sons estridentes, quando sentiu alguém apertando seu bíceps.  Não. A pessoa mais inimaginável, estava diante dela. Poderoso e com um sorriso sardônico e de olhar intenso.  A tensão encheu o ar, crescendo opressivamente. Uma energia estática se formou entre os dois, ignorando as pessoas ao redor. Como que somente  eles estivessem protegidos dentro de uma bolha da perturbação externa do ambiente. De repente, uma rajada sinistra de energia rodou sobre ela, seguida por várias pequenas descargas elétricas.  Ela estava a ponto de perguntar se alguém mais o sentia, mas por suas expressões, entregues ao som ambiente, não mesmo.

-- Solta. O. Meu. Braço – ela disse em um tom áspero, parecendo mais alterada do que gostaria de transparecer.

Ele balançou a cabeça. – Eu acho que não. – disse com sarcasmo – Temos muito que conversar.

Anne tentou se esquivar, mas Black segurou com mais força, obrigando a segui-lo. Ela tentava empurrar para longe, mas ele continuava apertando, até olhar para ela – um olhar que dizia  “Não brinque comigo”, enquanto as pessoas ao redor dançavam.

Ele puxou Anne para um banheiro e trancou a porta, estreitando os olhos para ela. – Você acha que sou repugnante, agora?

-- Extremamente – ela deu um passo atrás – Você desapareceu e nunca entrou em contato comigo, desde aquela noite. – Ela parou – Espera, como você sabia o que pensava a seu respeito?

-- Temos que conversar, morena.

-- Se você sequer tentar colocar suas mãos em mim, eu vou gritar.

-- Eu não duvido disso – A sombra de um sorriso roçou seus lábios, mas não permaneceu. – Foi você que me chamou – ele apontou com um movimento do queixo para o anel – Ao pô-lo em seu dedo, abriu uma conexão entre eu e você. Um elo.

-- C-como assim? – ela respirava ruidosamente – Quem ou o que é você? Deve ser um cara fodidamente casado!

Ele riu.

-- Você está tornando muito difícil falar com você agora ...—ele aproximou e seus lábios estava quase roçando contra os dela.

-- Eu não sou tecnicamente estúpida, Black!

-- Não esqueceu meu nome! – um brilho divertido passou pelo seu bonito rosto.

-- Isso é porque você não está fazendo nenhum sentido, porra, para esforçar e entender – Ela se libertou de suas mãos e se dirigiu para a porta, mas ele a agarrou pelos ombros e a bateu contra a parede.

Ela ofegou ao olhar diretamente em seus olhos. Estavam dourados, como ouro maciço – Diabos! Olhe para mim. Preciso mesmo dizer o que sou?

Controlando o medo, ela disse com frieza – Eu te sugiro que se afaste de mim. Agora.

Black lançou uma maldição, passando suas mãos por seu cabelo – Humana irritante. – Ele rangeu através de seus dentes – De fato, gostaria de explicar a situação.—esfregou as têmporas, considerando quanto podia revelar.

-- Sabe? Não precisa dizer. Deixe-me ir – ela deu de ombros, tentando colocar a melhor cara impassível, ignorando as batidas fortes de seu coração.

-- Sou alguém que está além da sua compreensão.—ele correu um dedo pelo seu rosto

-- Tenta – ela arqueou suas sobrancelhas.

Suor umedeceu o rosto de Black.

-- Sou um Incubus – E você, minha cara Anne, será sempre o meu prato principal, que eu mais gostarei de degustar. 


Notas Finais


Beijos e até o próximo!


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