História Despedida de Solteira - O Casamento - Capítulo 18


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Categorias Camila Cabello, Demi Lovato, Fifth Harmony, One Direction, Shawn Mendes
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Demi Lovato, Dinah Jane Hansen, Harry Styles, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais, Shawn Mendes, Zayn Malik
Tags Camren, Camren G!p, Lauren G!p
Visualizações 785
Palavras 1.475
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ecchi, FemmeSlash, Festa, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey babys, como estão? iiiiihhhhhhh aaaaaahhh uuuuuh eu to feliz asyhasyahs

quem eu acabou de fazer uma prova de espanhol e apresentar um seminário? Isso mesmo, yo misma, entónces ESTOU MUITO FELIZ, AAAAH PORQUE sei que tirei uma boa nota pelos coments do prof uhuhuhuh, amém!"

Agora é se concentrar em entrega de artigos, trabalhinhos em sala e algumas ultimas provas, além da consulta ao medico :( e meu período na facul acaba AAAAUIIII kkk

aproveitando que estou muito feliz, e espero que também estejam, vamos a mais um cap

estão prontas? SIM, CAPITÃO ♫

Boa leitura!
P.S: Ainda tem mais uma parte dessa inauguração maravilhosa pra vocês, hihihi <3

Capítulo 18 - 2 meses e 4 dias depois... (parte 3)


Fanfic / Fanfiction Despedida de Solteira - O Casamento - Capítulo 18 - 2 meses e 4 dias depois... (parte 3)

– Pai... – murmurei tão baixo que, pela distância que nos separava, com certeza não me escutou. Se é que o que via era mesmo real. Ainda pensava que estava vendo coisas quando, de repente, percebi alguém passando um braço ao redor dos ombros dele.

Era a minha mãe. Eu acho. Ela estava diferente. Aliás, ambos estavam muito diferentes da última vez que os vi.

Balancei a cabeça, absolutamente certa de que estava ficando louca. Achei que tinha tomado muito Chablis para uma só noite. Virei o rosto e passei as mãos pelos cabelos. Fechei os olhos com força e inspirei todo o ar que meu pulmão permitiu. Depois, soltei-o devagarzinho.

Tomando coragem, voltei a observar os fantasmas do meu passado: para minha surpresa, ainda estavam lá, porém se aproximavam lentamente, como se estivessem receosos. Meu pai chorava não tão silenciosamente. Seus gemidos e soluços foram aumentando na medida em que ficava mais próximo. Fechei e esfreguei os olhos, tentando parar de ver miragens. Quando os abri de novo, de nada havia adiantado.

Quando papa desistiu de se aproximar devagar e praticamente se atirou em meus braços, chorando e falando coisas ininteligíveis por causa dos soluços constantes, percebi que não estava sonhando. Aquilo acontecia. O impossível estava acontecendo.

Mí hija! Mí hija... Mí hija... – ele sussurrava desesperadamente, apertando-me a carne, ficando na ponta do pé a fim de passar seus braços no meu pescoço. Inclinei-me no impulso, e então ele começou a me beijar no rosto. Suas lágrimas quentes se encostaram a minha pele. – Minha filha, me perdoa... Perdoa o seu pai. Estou tão orgulhoso de você, minha filha. Como está linda!

Suas palavras vieram acompanhadas de um desespero completo, uma urgência que mal pude assimilar. Eu ainda estava estática, o choque absoluto não me permitiu sequer abraçá-lo de volta. Só o fiz quando senti que também estava chorando. Assim que o envolvi em meus braços, achei que o mundo poderia acabar: eu morreria feliz e satisfeita. Plena. A felicidade havia me encontrado e então nada mais poderia exigir da vida, pois seria absurdo e impensado que pudesse existir algo que eu quisesse que não fosse o que tinha naquele instante.

Nada falei. Apenas chorei baixinho nos braços do meu pai, com olhos fechados e os dentes se apertando um contra o outro com bastante força. Toda a dor de anos simplesmente foi embora. Pensei que seria impossível me livrar dele depois de sofrer tanta rejeição – a raiva, o orgulho e a incapacidade de perdoar se dissiparam, e então só queria a minha família de volta.

Foi pensando nisso que ergui meus olhos, observando por trás dos ombros do papa. Minha mãe nos encarava de perto. Ela estava tão mais velha! O cabelo outrora grisalho agora não parecia natural visto que ela o pintara para parecer mais nova. Mais rugas haviam surgido aqui e ali, a aparência cansada aumentou consideravelmente.

Mama me olhou seriamente quando a observei. Não falou nada. Manteve o rosto rígido, fechado e impassível, como sempre. Eu sinceramente poderia lhe dizer mil coisas: enumerar todos os absurdos que fez comigo, jogar na sua cara toda a tristeza que senti o tempo todo por causa de sua rejeição, falar o quanto a achava detestável, sei lá, mandá-la embora. Mas não pude. Não dava.

Poderia tê-lo feito, mas tudo mudou de um segundo para o outro. As peças do meu quebra-cabeça interno se modificaram a partir do momento em que ela ergueu uma mão e apertou meu ombro. Provavelmente o gesto mais carinhoso que me ofereceu em pelo menos quinze anos. Sua expressão se tornou uma careta profunda com milhares de rugas sobressaltadas. E então seus olhos profundamente verdes – os mesmos que eu havia ironicamente herdado – ficaram brilhantes por causa das lágrimas que ela teimaria não derrubar até o fim. Aquilo só me fez chorar com ainda mais força. Um soluço imenso explodiu, partindo do fundo da minha alma.

Papa ainda me abraçava forte, pendurado no meu pescoço como se quisesse fazer dele seu novo lar. Com uma mão mais livre, puxei a minha mãe para mais perto, obrigando-a a fazer parte daquele abraço. Ela veio timidamente, desviando os olhos e dando batidinhas nas minhas costas. Notei quando uma quarta pessoa se juntou a nós: era a Taylor, que já chorava freneticamente.

De novo achei que o mundo poderia acabar. As pessoas mais importantes da minha vida estavam ali. O meu recomeço seria mesmo um belo recomeço. Procurei na minha memória alguma coisa que eu tenha feito para merecer tanta alegria. Acho que o destino cansou de me dar coices.

Aleluia!

– Senti tanta saudade, filha... – papa falou, um pouco mais calmo.

Ele se afastou um pouco, mas nosso abraço não findou. Já mama se afastou completamente, apenas se mantendo próxima. Ainda estava muda. Pegou um lenço do bolso do terno cinza que meu pai estava vestindo e o ofereceu a ele.

– Eu também – admiti baixinho, a voz falhando.

As pessoas estavam começando a parar para nos observar, o que me incomodou um pouco. Procurei me acalmar, apesar de ser algo quase impraticável, pois a emoção que sentia era tanta que chegava a me tirar o fôlego.

– Onde está a Camila? – perguntou meu pai, sorrindo e chorando ao mesmo tempo enquanto me observava, alisando o meu rosto como se buscasse reconhecimento. Sem dúvidas eu era uma mulher diferente da idiota de sete anos atrás.

– Camila? – Fiz uma careta. – Como você sa...

– Tudo isso aqui foi por causa dela, Lolo – respondeu Tay, ainda muito emocionada. Estava maravilhosa como sempre. – Ela tomou a iniciativa de procurar nossos pais e convidá-los para a inauguração.

Balancei a cabeça, incrédula. Camila tinha feito aquilo tudo às escondidas? Nós mal falávamos sobre isso, pois sempre procurei evitar o assunto. Ela sabia que tudo ainda me magoava, mas mesmo assim decidiu apostar suas fichas. Foi um risco imenso, precisou de uma coragem que nem pude calcular.

Aquela informação me fez amá-la em um nível tão grande e insuportável que não evitei tornar a chorar como uma criança. Meu coração bateu tão acelerado quanto foi possível, e fiquei agradecendo internamente pela grande sorte que tive. A vida me deu um presente maravilhoso chamado Camila Cabello, portanto só podia agradecer e jurar cuidar dela para sempre.

– Estou tão feliz por você, minha filha. – Papa voltou a chorar, abraçando-me forte de novo. – Não aguentava mais ficar longe... Rezei todos os dias para que ficasse bem! Graças a Deus... – Ele começou a me apalpar em diversos pontos. – Graças a Deus você está bem, inteira, linda como sempre... Minha filha...

Depois de alguns minutos abraçando e beijando o meu pai, busquei ficar mais calma. Mama e Taylor, bem como o Ricardo – eu nem tinha visto ele antes –, estavam vendo as primeiras fotografias que havia logo no início, pareciam entretidos. A emoção de tê-los ali jamais cessaria, porém eu precisava encontrar a Camila. Queria beijá-la como um louca. Mal podia esperar até que a inauguração acabasse e pudéssemos voltar para a nossa casa.

Sendo assim, deixei papa com o pessoal e prometi que voltaria logo, trazendo a Camila. Sentia que precisava conversar melhor com meus pais, mas não era uma boa ideia fazê-lo naquela noite. Afinal, seria uma conversa bem difícil. Só queria curtir a presença deles, o resto que ficasse para depois. Procurei pelo lado de fora do estúdio, mas não a encontrei. Começava a ficar preocupada de verdade quando, circulando pelo lado oposto do estúdio, encontrei-a saindo do banheiro feminino.

Estava conversando animadamente com alguém, de um jeito distraído. Linda demais. Aquela noite não era minha, era dela. A filha de uma mãe tinha preparado tudo com perfeição; não devia estar admirado com sua capacidade de pensar em tudo, mas era difícil acreditar que uma mulher tão mágica era minha.

Nem olhei para os lados, corri até ela e, com pressa, tomei-lhe pela cintura. Prendi seu rosto no meu e beijei sua boca com toda paixão que ardia no meu peito. Camila, mesmo tomada pelo susto do meu ato repentino, correspondeu ao meu beijo. As pessoas ao nosso redor deviam estar me achando uma louca, mas tudo bem, era exatamente assim que eu me sentia. Aquela mulher tirava o meu juízo.

Quando enfim resolvi largá-la, ela me mostrou um sorriso bobo e logo virou o rosto para o lado.

– Desculpa, ela é meio incontrolável às vezes – falou para alguém.

A montanha-russa emocional voltou com força total quando conferi com quem Camila estava falando. Abri os olhos ao máximo e precisei de alguns segundos para entender que aquilo ainda não era um sonho. Um sonho que estava se tornando pesadelo. A surpresa foi tanta que puxei Camila com força e a coloquei atrás de mim, protegendo-a acima de tudo.

– O que faz aqui? – perguntei baixinho, foi um rosnado que ela certamente ouviu.

Na minha frente, com um sorriso doentio nos lábios, a ministra masoquista dos infernos se materializou.


Notas Finais


Se encontrarem algum erro, já sabem, três ficas pra revisar, atualizem a página.
eitaaaaaaaaaaa, que vai ter barraco? Eu que pergunto a vocês, hahaha!
Gostaram da Laur se reencontrando com seus pais? Finalmente esse cap em?! hahaa
agora o que irá acontecer com a nossa Anastasia (ministra louca tarada)?
Falando nisso, já viram o nome trailer de 50 tons? Arrasou demais, vinhado.
Espero que tenham gostado. Boa semana pra vocês, pessoal! :D


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