História Destino? - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7
Personagens Chanyeol, D.O, Jackson, J-hope, Mark, Personagens Originais, V
Tags Kyungyeol, Markson, Vhope
Visualizações 9
Palavras 923
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meus queridos, aqui estou novamente com um capítulo para vocês e realmente espero que gostem.
Como prometido postarei dois capítulos hoje, paumas para mim que consegui a tempo👏.
Bom, uma ótima leitura.

Capítulo 7 - Uma noite de afeto ( parte 2 )


Fanfic / Fanfiction Destino? - Capítulo 7 - Uma noite de afeto ( parte 2 )

Em muitos momentos de nossa vida encontramos complicações pelo caminho, os problemas, as mentiras, acontecimentos lamentáveis e é nesses momentos que parece que é o mundo contra você. Acabamos por não confiar em ninguém, nos sentimos só e nos fazemos sós mas tem uma coisa que nunca devemos esquecer, não estamos sozinhos.

P.O.V Hoseok

Dirigia lentamente pelas ruas escuras. Pensando no dia que tive acabo sorrindo de lado.

" Foi um dia divertido."

Realmente divertido, mas eu sabia que tinha que voltar para minha realidade.

Paro na frente de uma casa de estrutura média. O ambiente estava bastante tranquilo, uma noite realmente vazia.

Saio de meu carro e entro nessa mesma casa, dentro estava como fora, escuro e vazio. Acendo a luz e dou um grande suspiro enquanto me sento no sofá que está no centro da sala de frente a TV.

Olha ao redor para confirmar que não a ninguém e para minha insatisfação era o caso.

" Ele deve ter ido novamente."

Dou mais um suspiro.

" Irei espera-lo, só espero que nada tenha acontecido dessa vez."

Decido esperar ali mesmo, porém estava cansado e com isso acabo apagando. Me acordo com um estrondo ao qual me assustou, olho em direção ao barulho e vejo um homem caído do lado de fora de frente a porta que agora se encontrava aberta.

Corro para ajudar assim o levantando com dificuldade mas logo ele me empurra.

— Me larga.

Ele se encontrava em um estado lamentável, seus cabelos negros estavam uma bagunça, suas roupas sujas e rasgadas e possuía uma garrafa de cachaça em suas mãos, além de estar nitidamente bêbado.

— Pai. — Falo num quase suspiro o olhando com pesar.

— QUÊ? — Fecha a porta com dificuldade. — ALGUM PROBLEMA?

— Você foi beber de novo.

— E O QUÊ VOCÊ TEM COM ISSO, AM?

— Chega pai, vamos me dê isso.— Estendo minha mão.

Ele nada me entrega somente me dar um olhar vazio.

— Cada dia que passa, mais se parece com sua mãe. — Ele tinha um olhar de dor mas logo muda para um de ódio. — Aquela puta. — Fala e dá um grande gole da cachaça.

Novamente dou um grande suspiro e vou em sua direção puxando a garrafa de suas mãos.

— O que pensa que está fazendo? Me devolva isso, vamos. — Estende sua mão esperando que eu entregasse.

— Já bebeu muito hoje pai, tá na hora de parar.

— E quem é você pra me dizer o que fazer muleque? —Ele tenta pegar a garrafa com brutalidade.

— Não pai. — Puxo para que não o pegue. — Chega de beber por favor, só por hoje.

Ele range os dentes e fecha sua mão logo inserindo um soco em meu olho esquerdo. Souto de imediato a garrafa que cai derramando seu conteúdo no chão, cambaleio pra traz com a dor e tontura repentina. Coloco minha mão em meu olho machucado, tentando conter a dor que vinha do local.

— É isso que dá você não respeitar seu pai muleque. — Ele pega a garrafa do chão e dá mais um gole do que restou.

Não falo absolutamente nada, somente vou em direção a porta e pego uma chave de meu bolso.

— ISSO, VÁ, NO FINAL VOCÊ É COMO SUA MÃE, NÃO PASSAM DE DOIS INGRATOS.

Destranco a porta e a abro.

— Quando terminar de beber. — Falo sem olha-lo. — Por favor, vá dormir, boa noite.

Não deu tempo para que fale, fecho a porta e quase instantaneamente sinto as lágrimas se formarem em meus olhos, e a ardência em meu olho não me deixou esquecer o ocorrido.

Vou até meu carro e antes que eu entrasse ouço alguém gritar meu nome. Quando olho na direção da voz vejo um Taehyung correndo até mim. Ele para a minha frente e pega uma grande quantidade de ar.

— V — Falo quase inaldivel.

— Vim ver...como estava.

Ele olha pra mim me analisando e assim que olha para meu rosto arregala as olhos. Ele segura em meus ombros com muito cuidado.

— Hobi, o que aconteceu? —Pergunta preocupado.

Me lembro de meu pai e sinto uma dor horrível, sentia meu chão cair junto com minha lágrimas.

— Eu, eu falei algo ruim?— Fala com preocupação.

— Não, você não fez nada.— Tento limpar as lágrimas que não paravam de cair.— Tae, você poderia me deixar sozinho?

Ele não responde, ao invés disso ele me abraça me envolvendo completamente em seus braços, por algum motivo seu toque fez eu me sentir confortável, sentia como se toda a angustia que sentia estava sendo segurada por mãos, mãos que não eram minhas.

— Hoseok. — Fala ternamente.

Eu aperto o abraço a medida que minhas lágrimas engrossavam.

— Taehyung.— O chamo em uma quase súplica.

— Sim, eu estou aqui. — Acaricia minha cabeça. — Só, por favor, não chore.— Ele aperta mais o abraço e eu sinto gotas mornas caírem sobre meu ombro. Ele estava chorando.

Dou um pequeno sorriso da situação.

— E você tá chorando por...?— Desfaço o abraço.

Tentava me acalmar para as lágrimas pararem de cair.

— Desculpa.— Escondo meu rosto com minha mãos. — Não quero de preocu...

Não consigo completar a fala pois Taehyung me puxa a um novo abraço e me apertando com força chora.

— Não chore, Hobi, não sei o que aconteceu, mas você pode fazer o que quiser, grite comigo, me bata, desconte em mim, só por favor. — Ele segura meu rosto me fazendo olha-lo. — Não chore, isso não posso suportar. — Ele me abraça novamente, com força e cuidado, como se eu fosse uma jóia que ele precisava proteger e eu repito o ato.

"Quando achei que não tinha pra onde ir, você vem e me puxa para seu terno mundo."



Notas Finais


O que acharam? Gostaram?
Bom, espero que sim, e sobre o próximo capitulo, postarei a noite pois como escrevo no celular é um pouco mais complicado.
Novamente recomendando essa incrível fic e sei que também iram gostar, seu nome é amores cruzados, ela é Sexing, SeokHui, Zikyung e ela possui mensão de Lumin.
Aqui está o link.
https://spiritfanfics.com/historia/amores-cruzados-sexing-10562139


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