História Destino, ou pura coincidência...? - Capítulo 23


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Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


"A calmaria... precede a tempestade."

Bom... mais um cap.
Não vou enrolar muito aqui hoje rsrsrs...

Boa leitura! (Qualquer coisa... por favor, comentem se quiserem!) Bjs, desculpe se tiver erros.

Capítulo 23 - Descobertas Dolorosas.


Fanfic / Fanfiction Destino, ou pura coincidência...? - Capítulo 23 - Descobertas Dolorosas.

     

"Incrível como nossa vida pode virar de cabeça para baixo, em menos de um dia..."




     (Visão Nicolas)


- "Ei... eu... Te amo também..." as palavras dele giravam em minha mente, enquanto sentia ele me tocar... era bom ser amado, sentir que outra pessoa te ama assim... nunca senti nada igual. E nunca imaginei que alguém chegaria a sentir isso por mim.

- ahh... - Um gemido baixo escapa da minha boca quando ele morde levemente meu pescoço. 

Seus olhos brilharam ao se encontrarem com os meus.

- Esse barulho foi fofo... - Diz depois de uns segundos.

- O-Obrigado... - Sinto meu rosto ficar vermelho e começar a esquentar.

Respira profundamente em meu ouvido, ficando mais próximo, sinto sua bermuda, com um certo volume encostar na minha, apertando o local. 

Logo... Um espasmo estranho em meu corpo, devagar ele aperta o local novamente, gemendo baixo em meu ouvido. Sinto um prazer quente percorrer todo meu corpo, e lentamente ele começa a friccionar nossas partes, já enrijecidas, aperto suas costas... e ele minha cintura, nos movimentando devagar... era incrivelmente bom.

Mas... Meu corpo se arrepia quando sinto duas mãos quentes entrarem por debaixo da minha camisa. 

Os hematomas! Eu tenho que dizer não, NÃO, NÃO!

- Isaac.. espera! - Peço tentando segurar a camisa.

Mas meu coração dispara, quando sinto minha blusa ser levantada, até chegar próximo do meu peito. O medo e a vergonha tomam conta de mim... Agora já era. Não dá para voltar... ele vai me odiar... o que eu vou dizer? 

Uma parte da minha cabeça dizia : chega de mentira, só chega... e meu coração queria  apenas fugir.

- Nicolas...? - A voz seria dele me causa mais nervosismo. 

 Porque... eu fui deixa-lo ver...? Eu não posso coloca-lo em mais problemas... mesmo que eu queira dizer a verdade... mesmo que eu queira ficar com ele, mesmo que eu tenha que voltar para casa. Não posso... Tenho que sair daqui, o que estava pensando esse tempo todo!? Ele não pode ficar com alguém que só mente... eu vou acabar o prejudicando de novo! Eu só pensei em mim... em mim...

.

.

.

   

          (Visão Isaac)      


Observo sua pele branca e lisa, e depois, reparo em alguns hematomas... fracos, mas visíveis.

Sinto meu coração bater mais forte, e meu sangue ferver... o que é isso!? Nicolas... fico parado alguns segundos, e percebo que a respiração dele começou a ficar descompassada. Ele sabia o que estava acontecendo... e nunca havia me dito, que apanhou de alguém... Preciso acalma-lo, não ve-lo chorar de novo...  ou fugir. 

- Nicolas...? - Chamo por ele, que estava com os olhos esbugalhados encarando o teto. 

Quando, de repente ele abaixa a blusa agressivamente,  e me tira de cima dele. - Nicolas!? Eí! NICOLAS!? - Chamo assustado, ao ve-lo levantar da cama, e sair pela porta do quarto. O quê está acontecendo com ele?

- Eí! NICOLAS! - Grito segurando seu braço. - O que foi? - Pergunto preocupado. Tentando olhar para ele, mas sempre me evitava.

- Para... - Pede baixo.

- Por favor, olha para mim...!  - Suplico, mas ele simplismente tenta se afastar.

- Me solta!

- Não! Me explica o que é isso! 

- NÃO! ME SOLTA AGORA! - Ele grita, olhando para mim, nunca o vi gritar dessa forma... me olhava desesperado.

- Nicolas por favor, por favor...  deixe eu te ajudar pelo amor de Deus! - Peço tentando reaproximar. Mas ele me empurrou, evitando me olhar, tentou se afastar. 

Eu não posso deixar as coisas assim...

- NÃO! NÃO POSSO, ME PERDOE... Você não entende... - Grita, começo a ver seus olhos brilhando. Ele ia chorar... e eu não posso fazer nada. Porque sinto que ainda está tudo errado... Não entendo nada que está acontecendo, ainda não entendo ele completamente. Ele tem medo de algo... e eu não consigo ajuda-lo.

- O que está acontecendo!? - Olho para trás, largando os braços de Nicolas por conta do susto,  me deparo com minha mãe nos pés da escada aparentemente assustada. Escuto passos, de Nicolas, entrando no quarto e voltando com sua mochila, apressado, passa por mim, tento segura-lo mas ele desvia, e quando ia correr atrás dele, sinto alguém me segurar.

- Espera filho... - Minha mãe diz, com os braços me apertando.

- O que você ta fazendo!? - Pergunto irritado, escuto o barulho do portão fechar, ele tinha ido embora mesmo... - Me solta!  - Grito tentando me desvencilhar dos seus apertos.

- Deixe ele ir! DEIXA ESSE GAROTO! - Berra irritada.

- NÃO! EU VOU ATRÁS DELE! - Me solto por completo. - Entenda ao menos uma vez... eu GOSTO DELE! VOCÊ NÃO VAI MUDAR ISSO! - Grito com todo o ar dos meus pulmões. E começo a correr para o lado de fora.

-Ótimo.. Nós vamos sair dessa cidade. - Ela diz baixo, furiosa. Ignoro e continuo a correr, mas suas palavras repetiam em minha mente... eu já sabia o que significava. Mas agora, Nicolas era mais importante... Não posso perder esse menino também.

Corro o mais rápido que minhas pernas permitiam naquele momento. Olho para todos os lados, onde ele tinha se metido? 

Vejo uma sombra dobrar uma esquina próxima a praça, quase no final da rua. Longe de onde eu estava, mas disparo naquela direção na esperança de que seja ele...

.

.

.

        (Visão Nicolas)


Corro como se minha vida dependesse disso, eu só corria, não pensava,  mas sabia que aquele homem ia me matar, tudo isso por que menti, e não quero magoar umas das melhores pessoas da minha vida. E de certa forma estou fazendo isso agora...

Paro em frente a porta da minha casa, sabia que se não entrasse agora Isaac acabaria vendo. 

"De que ia adiantar...? Se eu estiver bem, daqui ate lá, ele vai me ver na escola. A não ser que faça ele se afastar de mim... Sinto um forte aperto no coração só de pensar nessa possibilidade. Mas talvez seja necessário.."

Eu sei do que meu pai é capaz, e não quero que ele machuque Isaac também...

"Já perdi minha mãe... meu avô, um único amigo que já tive... ele não morreu, só... foi embora, perdi um pai, que nunca tive... e agora Isaac. Mas... Portanto que ele fique bem, e longe de mim, me esqueça... talvez fique tudo bem."

Tiro a mochila das costas, para pegar as chaves...

Em meio aos meus pensamentos, a porta de casa se abre, me deparo com...

- Você... - Meu pai cheirava a alcool. Ele fica agressivo, insano e depravado...

 Sinto um braço forte me agarrar, me jogando para dentro de casa. Minha mochila caí dos meus braços, ficando provavelmente lá... e a porta tinha encostado, ficando aparentemente entre aberta, talvez Isaac não a veja... 

- Ahh! - Gemo de dor, quando minhas costas batem no chão com toda a força. Assustado olho para cima. - Calma pai... eu voltei! -Digo colocando os braços sobre o rosto quando as mãos dele se aproximam. Seus dedos levantam meu queixo,  fazendo-me  olhar para ele contra vontade. Tinha medo de receber um soco a qualquer momento...

- Veja o que arranjei.- Diz. Levantando a blusa, vejo uma arma presa a calça.

- Não... - Digo em pânico, onde esse louco arranjou isso!? Sei que ele tem muitos amigos por aí... caras que tem arma, mas ele deram uma arma para um maluco... e agora ele vai me matar. Tento me afastar, mas ele me segura pelos braços tentando me imobilizar. 

- Estava pensando em acabar com tudo isso... - Diz frio. Passando olhar sobre mim.

Não conseguia falar, nem fugir, seria essa a minha morte mesmo... que bela merda de vida...

- N-Não faça isso... - Peço, mas minha voz saí como um chiado. 

- Não, meu bem... eu queria acabar tudo, para mim. - Fala, ainda me encarando, ele queria se matar... Não a mim.

 Fico quieto o observando. Não sabia o que fazer... 

- Mas mudei de ideia. - Diz me soltando. 

- O-Oque...? - Pergunto trêmulo. Ele retira do bolso um papel amassado, e me entrega. - O que é isso? - Pergunto sem entender.

- VEJA! - Ordena mpaciente. - Um homem... veio me mostrar isso ontem... 

Apressadamente, abro o papel, tentando ler com a tremedeira graças ao meu nervosismo. Sinto como se novamente, tudo ao meu redor estivesse desabando...

- Co-como assim...?  - Questiono após um tempo lendo. Não pode ser...

- É... - Ele susurra baixo. Novamente me sinto sendo jogado no chão, ele havia me empurrado com toda a força. Bato na parede, deslizando, chego ao chão. Não tento me levantar, só fico parado. Não chorava, só sentia a dor... todo tipo de dor. Minha cabeça agora martelava, junto com as costas que já deviam estar de outra cor, por conta das pancadas, e meu coração...

 - Você não é meu filho... - Diz.

E em menos de um segundo ja estava na minha frente, eu podia ver raiva em seus olhos, que ia ser descontada em mim. Sinto sua mão em meu pescoço, apertando lentamente.

- A culpa é sua...- Fala sua voz  estava fraca, com ódio...

- Não... Não é - Tento responder, enquanto seguro seu pulso tentando afastar do meu pescoço, que agora já me impedia de respirar.

- É SUA! - Grita

- N-Não... ela não ia querer que você fizesse isso... - Digo, tentando tirar sua mão do meu pescoço.

- FODA-SE O QUE ELA IA QUERER! ELA MORREU, E AINDA ME TRAIU! - Berra, praticamente cospindo as palavras em mim. - Ela me traiu... com algum filho da puta! 

- Não...- Susurro, estava quase sufocando. Queria mesmo morrer... mas não, não assim. 

No fundo sentia raiva, ela traiu ele... com o algum homem... e morreu, ele enlouqueceu, e agora eu estou aqui em suas mãos...  queria matar ele.

Mas ficava triste quando lembrava de Isaac... não consigo... ainda sou um fraco.

Coloco uma mão em seu rosto - Por favor... - Susurro. Ele me encara... como se também não soubesse o que fazer. 

Sinto meu pescoço se soltando lentamente, um grande alívio para meus pulmões, respirei fundo, tentando recolocar ar novamente. 

Ele ainda me encarava, quando respira profundamente, coloca uma mão em meu pescoço delicadamente, nunca tinha me tocado assim... e se aproxima devagar, sem tirar os olhos dos meus, me beija. Como se eu fosse outra pessoa... Não tinha raiva... Porque ele está fazendo isso!? 

Seus lábios pressionavam o meu delicadamente, enquanto segurava meu pescoço.

Não tiro a mão do seu rosto, fecho os olhos e finjo que quem me beijava, não era um homem adulto que eu pensava ser meu pai. Finjo com todas as minhas forças que era Isaac, pelo menos ele não estava me batendo... ou matando.

- Nicole... - Susurra baixo de olhos fechados. Onde minha mão estava sobre seu rosto, sinto molhar. Ele chorava...

- Não... - Susurro Calmamente. - Não sou a Nicole. - Digo, e ele me olha de novo. Apenas me encarava, quando seu rosto se contrai em raiva de novo. Lentamente ele pega a arma e a tira da cintura, não sabia se ele ia me matar, ou se matar, só queria que isso terminesse... fecho os olhos lentamente, como se tudo agora... estivesse acontece em pequenos milésimos de segundos.

- AAH! - Escuto ele gritar, e o barulho de algo sendo jogado no chão. 

Mas havia sido tudo tão rápido...

Abro os olhos assustado, e tudo parecia surreal demais... Isaac estava em cima dele, batendo sem parar, com uma das mãos, e a outra segurava e afastava o braço que tinha a arma.

E em menos de uma segundo, Isaac é jogado no chão, começando a apanhar o dobro, com inúmeros socos na cara, podia ver sangue brotar de varias feriadas que iam se formando. Os dois se jogavam pelo chão, e no meio deles uma arma....

- NÃO! - Me levanto rapidamente,  correndo até eles - SOLTA ELE! - Berra tentando tira-lo de cima de Isaac, que levava socos um atrás do outro.

 Mas ele me da uma forte cotovelada na barriga e me empurra ao chão. Isaac aproveita para tentar tirar a arma da sua mão, e os dois começam a se embolar.

O que ele está pensando... um menino contra um homem...

Minha cabeça bate na mesinha de centro, tudo a meu redor gira,  enquanto ouvia os barulhos das pancadas, levanto novamente ignorando a dor latejante, tinha que chegar lá... Tudo menos Isaac... tudo o que eu quero é que ele fique bem, e agora  está apanhando de um cara adulto e agressivo... Não eu não posso deixar. Agarro com dificuldade uma garrafa grande de vidro, que estava próxima a meus pés, vou direção a eles. 

"Tudo aconteceu tão rápido..."

Não tive tempo, corria em direção a eles, só pensava que precisava ajuda-lo, nem que tivesse que matar esse homem.

...

Quando escuto um barulho alto, que arrepiou meu corpo por inteiro, fazendo com que eu parasse estantaneamente. Isso não podia estar acontecendo... por uns segundos tudo havia parado para mim, ao meu redor.

Um tiro...

Não conseguia me mover, fico estático,  meu coração disparava a mil, sinto lágrimas em meus olhos, afinal... meu cérebro já sabia o que tinha acontecido... mas não queria acreditar.

Vejo os dois pararem de se mexer, Isaac que estava em baixo, não se movia... assim como eu... mas eu tenho que ir.

 Implorava para minhas pernas se moverem,  em vão... o corpo não queria ouvir meus comandos... Porque estava com medo do que ia ver.

Quando o homem... olha para trás, seus olhos se encontram com o meu igualmente assustado. Não importava mais nada agora, se o tiro foi sem querer, se ele é meu pai ou não... meu sangue começa a ferver, e finalmente me movo, em direção ao homem que agora me encarava... sem pensar, bato a garrafa com toda a força em sua cabeça, o empurro para longe de Isaac que ainda permanecia parado. Bato de novo... e de novo, e de novo... não conseguia me controlar mais, por tudo que ele havia me feito... por Isaac... irei bater, de novo... e de novo...

- Nicolas.. - Uma voz fraca e baixa me chama, me fazendo parar, sinto lágrimas brotarem em meus olhos, solto a garrafa que bate no chão rachada, esfrego as mãos sentindo molhada, de sangue. Olho para trás, ele estava no chão, e sua blusa, antes branca agora tinha uma mancha vermelha que parecia aumentar, corri até ele tentando enxergar em meio as lágrimas que agora escorriam sem parar.

- Isaac... me perdoa... - Peço soluçando. Coloco a mão pressionando a ferida. - SOCOOORRO! ALGUÉM POR FAVOR!? - Grito o mais alto que consegui. Alguém tinha que ter um celular... precisava da ambulância, tinha que ter alguém... por favor... 

- ALGUÉM ME AJUDA! POR FAVOOOR! - Grito desesperado. Olho para ele que ainda respirava, pressiono mais a ferida impedindo que mais sangue saísse.

- Eí.. - Ele me chama, segurando meu braço. Ignoro não conseguia raciocinar. Não dava... juro, juro por Deus, não posso perde-lo, vai ser a gota d'agua ve-lo morrer... Não conseguia olhar para seu rosto, machucado por conta das pancadas... tinha que ajuda-lo.

Quando a porta da frente se abre. Fazendo meu coração pular.

- ISAAC? NICOLAS? VOCÊS ESTÃO AQUI!? - Escuto Haru gritar. Berro em resposta, ele entra e me encara assustado. - O que houve? ISAAC!? - Vejo seu rosto se contrair e agonia e medo.

- LIGA PARA A AMBULÂNCIA! SÓ LIGA PARA A AMBULÂNCIA E PARA A POLÍCIA! - Grito, e rapidamente ele pega o aparelho no bolso e começa a discar, tremendo. - Isaac... fica aqui por favor... - Peço derramando lágrimas sobre ele. Que ainda segurava minha mão.

- Você está bem..? - Pergunta com a voz baixa e rouca.

- Não! Pare de se preocupar comigo! SE PREUCUPE COM VOCÊ! - Grito com falta de ar, sem tirar os olhos do ferimento.

- Olha para mim... - Ele pede, e assim o faço encontrando seus olhos castanhos, que resistiam a ficar abertos. - Eu vou ficar bem... 

Diz me acalmando, mas volto a ficar nervoso quando ele tosse,  fazendo uma expressão de dor.

- Meu Deus... - Digo. Ele volta a olhar para mim, e depois para Haru que estava parado atrás de mim. E dá um sorriso... parecido com o das primeiras vezes que eu o vi. Um sorriso tão simpático e bondoso...

E ao longe escuto barulhos de sirenes, Haru corre para a porta, ouço ele gritar para os carros provavelmente os chamando. Volto minha atenção a Isaac que permanecia olhando para mim, respirando com dificuldade.

-Fica aqui.... -Repito passando uma mão pelo seu rosto sujo de sangue. Não consigo suportar a idéia de perde-lo... como pude deixar isso acontecer? 

- Não se culpe... - Diz, como se soubesse o que se passava em minha mente...

- Shh... Não se preucupe, não estou... Só se acalme e fica tranquilo, longe de qualquer luz no fim do túnel que aparecer. - Peço para ele, ainda acariciando seu rosto.

- A minha luz é você... - Diz sorrindo. Apertando minha mão que tremia.

Aproximo meu rosto com cuidado, e o beijo, temendo que fosse a última vez.


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