História Devil's Heart - Capítulo 34


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Amor, Demonios, Dor, Fantasmas, Gay, Horror, Inveja, Medo, Psicopata, Suicida, Suícidio, Survival, Suspense, Terror, Tortura, Tragedia, Traição, Universo Alternativo, Violencia, Visual Novel, Yaoi
Visualizações 50
Palavras 7.473
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Colegial, Comédia, Crossover, Drabble, Drabs, Drama (Tragédia), Droubble, Ecchi, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Harem, Hentai, Josei, Lemon, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Orange, Poesias, Policial, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Seinen, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Slash, Sobrenatural, Steampunk, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi ^^ voltei :3 super rápido heuehe sqn :z

Gente por favor, prestem bem atenção no tempo que se passou na história para depois não comentar que está errado e tals... certo? E... não me venham com "Você não mostrou o Eduardo e o Bernard, ou a Alexia depois do tempo ter passado" por favor hein, lembrem-se que a história principal nao é a deles, os mostrarei sim mas não antes dos principais, espero que tenham entendido :3

Obriagdo pela atenção e espero eu gostem do capítulo ^^ desculpem qualquer erro no capítulo :)

~ Boa Leitura ~

Capítulo 34 - Despertar


Fanfic / Fanfiction Devil's Heart - Capítulo 34 - Despertar

Sabia o garoto que se não fizesse algo naquele momento acabaria morrendo porém, ele não faria nada que já não quisesse fazer a Erick, empurrou Louise bruscamente tirando-a de sua frente e logo seus olhos se fizeram vermelhos, antes que o outro pudesse pensar em puxar o gatilho sentiu as chamas baterem contra seu peito, o fazendo cair.

- Achou mesmo que me mataria? - Questiona Evan ainda com uma de suas mãos levantadas em direção ao garoto agora caído, em um dos cantos do quarto.

Olhou para sua arma que havia caído longe, até pensou em pegar e tentar mais uma vez atirar em Evan novamente porém, ao ver o garoto se aproximar lentamente desistiu e levou seu olhar para aquele que tinha um sorriso de canto, estampado em seu rosto. Louise se encontrava de olhos arregalados enquanto olhava para Evan.

- Você parece estar com medo agora, certo? - Indagou curvando-se e aproximando do garoto que o olhoava assutado, Erick tinha olhos arregalados e sua respiração ofegante em meio ao desespero do que seguiria. - Agora... nós vamos acertar algumas coisas que você me causou, eu poderia até ter te matado com um único golpe mas não fiz, saber porque eu não fiz? - Evan puxou a blusa já rasgada de Erick, pegando um pedaço e pano.

- Você não fará isso Evan, é melhor chamarmos a polícia e deixar que eles resolvam. - Ela se aproximou dos dois e logo teve o olhar de fogo do garoto, seus olhos eram intensamente brilhantes, Evan não tinha como intenção matar Erick.

- Certo, eu não vou matar ele, vou apenas descontar o que ele fez ao James. - Erick logo sentiu suas mãos quentes encostando em sua pele para amordaça-lo. - Você pode até gritar, mas eu não te aconselharia fazer isso. - Suas mãos foram levadas para o ante braço do outro que logo soltou um leve gemido ao se contocer, sentindo sua pele sendo queimada, Louise estava apavorada com o que via, com a frieza do jovem garoto.

Aproximou-se e segurou Evan por sua camiseta.

- Pare, por favor! - Teve a atenção de Evan mais uma vez, o mesmo sorriu e de canto encarando Louise por alguns segundos enquanto escutava Erick choramingar, devido a dor imposta a seu corpo.

- Ele fez isso ao James, merece sofrer, então sugiro que você tire sua mão de mim pois se eu tocar em você, vai se arrepender e garanto que não vai gostar muito. - logo foi solto pela advogada que se aproximou e cama onde estava sua bolsa e a pegou, enquanto Evan voltou a sorrir subindo suas mãos cada vez mais pelo braco daquele que tentava gritar. - Sabe Erick, eu tive alguns problemas com seu pai no passado mas eu juro que nunca foi a minha intenção te causar mal, afinal eu te ajudei a encontrar o seu irmão, não foi? -

A cada toque de Evan os gritos abafados pela amordaça seguiam, e cada vez que o garoto de olhos vermelhos tirava sua mão da pele de Erick para buscar outro lugar em seu corpo, o policial conseguia ver sua pele sendo arrancada como uma espécie de gosma desrretida em meio ao sangue, o deixando pasmo devido ao estado em que seu corpo estava fcando.

- Evan eu chamei a policia, eles estão vindo, você não precisa torturar ele. - coloca seu celular em sua bolsa e a aproxima novamente do garoto que sorria sentado no chão do quarto, como se estivesse brincando com algo muito divertido.

- Que pena, mas tudo bem. - Falou sendo irônico. - Tenho tempo de queimar ele o suficiente para pagar pelo que fez antes que a polícia chegue aqui. -

Louise olhava apavorada para o policial gritando no chão do quarto enquanto a risada e Evan se misturava com a fumaça clara que subia a cada toque que agora, era feito em seu peito. Não podia acreditar que o filho teria se apaixonado por alguém tão perverso quanto Evan, que poderia proferir dor a segundos ainda com um sorriso estampado em seu rosto.

Após alguns minutos se levantou lentamente e seguiu até o banheiro ainda sem olhar para Louise, estava boquiaberta ao ver o estado em que Erick havia ficado, pensou em se aproximar para ajudar o policial mas assim que viu Evan voltar ao quarto com seus olhos já negros, destruiu. Aproximou-se de Erick e curvou-se, tirando sua mordaça.

- Agora acho que estamos todos mais aliavidos, não? - sendo irônico olhou rindo para Louise que não respondeu, se sentou em sua cama após, tendo o olhar e Erick que o encarava, deixando visível o ódio que sentia pelo garoto.

- O que vai dizer para explicar o estado dele quando a polícia chegar? - pergunta ainda olhando para Erick que soltava leves gemidos devido a dor. - Você não deveria ter feito isso, isso é cruel e desumano Evan. -

- Eu deveria, eu poderia, eu fiz Louise! - Evan ri fraco, e se ajeita na cama. - Vou dizer a verdade quando eles chegaram, eu fiz o que foi necessário para me defender, afinal foi legítima defesa, ele que entrou aqui apontando uma arma para mim. -

- Não vai convencer ningu... - ia dizer a advogava mas foi interrompida pela xerife que entrou rapidamente no quarto, se aproximou de Erick enquanto os dois a olhavam sem dizer nada.

- O que aconteceu aqui? - se vira para os dois próximo a cama.

- Você... não tem como mentir agora, desgraçado! - Diz sorrindo e pausadamente enquanto olhava para Evan que retribuia o olhar. - Conte a ela que você é uma aberração da natureza. -

- Do que ele está falando? Preciso de explicações agora! - se aproxima da cama onde Evan estava, o olhou esperando alguma resposta do mesmo, quase como se suspeitasse de algo.

- Eu estava apen... - Louise logo interrompe o garoto.

- Foi uma raio! - diz tendo o olhar da xerife e ao mesmo tempo o de Evan que sorriu disfarçadamente, vendo a advogada tentando mentir. - Ele entrou aqui tentando atirar no Evan, após isso um raio entrou pela janela e o acertou. -

- Como isso é possível? - pronúncia se aproximando da janela no quarto, a qual era grande e estava aberta. - Vocês tem certeza? -

- Sim! - Louise diz tentado maior firmeza em sua resposta, porém a xerife se vira e encara Evan como se duvidasse.

- Era exatamente isso que eu ia dizer, foi um raio que queimou o corpo dele, afinal como poderíamos ter feito isso? - questiona sem fazer esforço algum para mentir pois havia se acostumado com aquilo, conseguia ser verdadeiro apenas com uma pessoa porém, essa não se encontrava ali no momento. - Você vai demorar para levar ele daqui? Estou doente e preciso repousar, ainda mais agora, depois de ter uma arma apontada para minha cara. -

Louise o olhava como se estivesse surpresa por tamanho cinismo da parte do garoto, a xerife então ajudou Erick se levantar, sentindo aquele cheiro que carne quente que seu corpo soltava, pediu a Louise que pegasse a arma no chão do quarto e assim ela fez enquanto Evan assistia o policial o olhar, deitado em sua cama se controlava para não rir, Louise agradeceu o trabalho da xerife que logo saiu o local e fechou a porta deixando os dois a sós.

- Como você pode ser tão... desprezível? - questiona ainda procurando uma palavra para classificá-lo. - Digo... cínico seria melhor, o que o James viu em você? -

- Vai fazer a boazinha agora Louise? - se levanta da cama e caminha em direção a Louise. - Você me ajudou no passado, sabia que eu era um assassino e ainda assim me ajudou, bem vinda a realiza querida e você... está tão enfiada nisso quanto eu. - Gargalhou debochando em seguida.

- Eu não estou em nada, você era inocente porém, depois do que fez hoje acabo de mudar tudo o que pensava sobre você. - Louise teve um pouco de medo da reação do garoto mas mesmo assim, manteve suas palavras firmes.

- Já que o que pensa sobre mim mudou, porque mentiu para a xerife? - Indagou o garoto olhando para Louise que se afastou um pouco ao ver seus olhos se tornaram vermelhos novamente. - Eu não sou seu inimigo Louise e não quero que tenhamos problemas, assim como não quero causar dor a ninguém que não entre no meu caminho. -

- Menti sim mas não por você, pensei no meu filho e no que sentiria quando acordasse e descobrisse que você foi preso, por isso menti mas não ache que ele não saberá disso. -

- Louise eu não quero discutir com você pois você é a mãe do James, certo? Semdo assim... faça o que quiser. - Se vira e volta a deitar na cama, enquanto seus pensamentos ainda viviam na dor que causou a Erick, relebrando o prazer do ato. - Eu não sou uma pessoa ruim, afinal eu não saio fazendo mal a ninguém mas sinceramente Louise, eu estupraria o estuprador exatamente como torturaria o torturador, me julgue se quiser. - deu os ombros sorrindo de canto.

- É mesmo? Você é um torturador, gostaria de ser torturado? - se aproxima de sua poltrona e senta-se. - Eu trouxe alguns lanches mas agora acho que nem consigo comer depois de ver a pele dele derretendo como queijo. - Levou uma das maos a boca ao sentir um enjoo muito forte devido a lembrança recente do que Evan havia feito a Erick. - Já volto. - falou antes de sair correndo em direção ao banheiro.

- Eu estou sendo torturado, todas essas merdas são bem pior do que qualquer tortura física, eu realmente não ligo para as outras pessoas e quero que elas se explodam porém, sempre tem algum demônio para me atrapalhar. - se levanta e segue até o banheiro que tinha a porta aberta. Louise se levantou e lavou sua boca. - Você está bem? -

- Sim mas duvido muito que se importe. - passou por ele sem o olhar e se sentou novamente na poltrona do quarto. - Acha mesmo que conseguiria fazer o James feliz, agindo dessa maneira? -

- Eu me preocupo com você Louise e sinceramente, você já está me irritando, afinal me chamou de desprezível, de cínico e até agora eu tenho relevado para não discutir com você. - se aproxima olhando para ela fixamente, vendo-a franzir o cenho e devolver o olhar. - Se ele esteva comigo até antes dessa porra toda acontecer, é porque eu acho que eu consegui fazer ele feliz, não? -

- Talvez não seja porque te ame e sim porque queira cuidar do primo apenas. -

- O que? - Questiona franzindo as sombracelhas. - Quer saber Louise, eu não vou duscutir com você pois não posso me irritar muito e pelo visto você consegue fazer isso bem rápido. - diz Evan e se vira caminhando até a porta.

- Você não pode sair, onde você vai? - Louise se levanta na tentativa de impedir o garoto mas o mesmo saiu sem dizer mais nada.

Seguiu caminhando até a sala do doutor onde bateu algumas vezes na porta e o viu abrir em seguida.

- Boa noite Evan, como está? - Estende a mão para ele que logo a aperta. - Os remédios fizeram a dor passar? Sente-se. - diz puxando a cadeira para o garoto que logo se senta.

- Sim, obrigado por tudo doutor, gostaria de saber quando vou receber alta e poder ficar com o James, afinal até agora, não pude vê-lo direito. - Encara o doutor que pegou alguns papéis em sua mesa.

- Eu acho que você está bem, pelo que vejo nos resultados do seus exames Evan, poderá ter alta e voltar para casa hoje se desejar. - Responde ele passando um papel com uma caneta sobre o mesa. - Assine aqui por favor. -

- Certo mas eu não quero voltar para casa, quero ficar com ele, eu preciso ver o James doutor. - Assina rapidamente e volta a olhar para o homem a sua frente.

- Lamento mas isso não será possível, o estado dele é grave. - Evan rapidamente pareceu ficar nervoso, e se levantou.

- Então quer que eu vá ara casa sem saber o que está acontecendo com ele? Como vocês podem não permitir que eu o veja, sou a porra da familia dele! - cerra os punhos encarando fixamente o doutor que se levantou.

- Calma, eu não disse que você não por ficar aqui e aguardar alguma melhora, só disse que não por ver ele nesse momento, se tiver paciência poderá vê-lo em breve. - fala sendo o mais paciente possível. - Porque você não vai para casa e descansa essa noite, amanhã poderá voltar aqui e eu direi se houve alguma melhora. -

- Certo, eu vou aceitar isso, afinal eu posso conviver com a merda de vida que agora tenho sem ele. - diz se virando para a porta.

- Até amanhã Evan. -

- Até! - abre a porta e deixa a sala, caminhou um pouco até o quarto onde estava e logo pegou as sacola que estava sobre a cama. - Vou para casa, você vem comigo ou vai ficar aqui? - se vira para ela que se levanta, sem entender muito bem.

- Mas você não recebeu alta. - Responde pegando sua bolsa sobre a poltrona.

- Sim, acabei de receber a porra da alta mas um grande não para ver o James, que vontade de matar esse filho e puta de doutor! - se vira para sair dali, Louise se aproxima e os dois saem juntos.

- Evan, desculpe por ter te ofendido, não foi a minha intenção, eu sei que o James estava feliz com você. - diz ela caminhando até a porta de saída daquele hotel, Evan a olha parecendo não entendê-la muito bem, afinal estava dizendo vários insultos a ele até pouco tempo atrás e agora se desculpa,do nada.

- Não esquenta, tudo bem, afinal eu sei que o que tivemos foi real. -

Chegaram juntos ao estacionamento e logo Evan colocou no carro da advogada, as sacolas que trazia.

- Desculpe por ter feito você ver aquilo, eu só quis descontar o que ele fez ao James, achei que ficaria feliz em me ver vingar o que ele fez ao seu filho. - termina abrindo a porta do carro e entrando assim como Louise.

- Eu ficaria feliz se você fizesse o que o James te diria para fazer, ele Jamais torturaria alguém. - liga o carro, tirando os dois rapidamente dali. - O James teria feito o certo, chamado a polícia e deixar a justiça resolver tudo. -

- A justiça não resolve nada Louise, eu sei disso e você também. - sorriu fraco de suas palavras. - Tudo bem, admito que estava errado mas podemos manter isso entre nós apenas? -

- Sim, tudo bem até porque, tenho alguns assuntos mais importantes para falar com você. - Louise diz olhando brevemente para o garoto enquanto dirigia. - Quando você foi entregar o resgate para a Angel naquele dia, tinha um homem na sua casa Evan. -

- O que? - questiona assustado, olhando para Louise. - Quem era? -

- Eu não sei, ele estava com uma máscara estranha então não pude ver o seu rosto, acho que ele queria alguma coisa pois estava bagunçando o quarto todo, quando me viu apontou a arma para mim e deixou a casa. - explica vendo Evan arregalar os olhos e logo após aparecer se entristecer. - O que foi? -

- Depois você quer que eu seja paciente e chame a polícia, viu só como é minha vida? - cerra os punhos socando fraco uma de suas coxas. - A porra dos problemas parecem me procurar, eu só quero ficar tranquilo sem ninguém me atrapalhar mas parece que é impossível. -

- Você suspeita quem poderia ser? - Louise coloca uma das mãos sobre o ombro do garoto apertando o local levemnete. - Essas coisas acontecem com todo mundo, não se preocupe Evan. -

- Podem até acontecer mas comigo é pior, e não , eu não sei quem possa ser. - abaixa sua cabeça e ergue suas mãos fazendo-as encontrar seu rosto. - Estou cansado e ainda tem o James que não acorda, isso é uma droga! -

- Mas ele vai acordar calma, também tem algo melhor que quero te dizer. - exclama ela se virando bremevemte para o garoto que parecia estar triste. - Eu falei com o irmão da Angel, acho que logo você estará com seus filhos. - sorri fraco ao dar a notícia que pareceu não empolgar muito o moreno.

- Sim, isso é até bom Louise mas de que adianta se ele não acordar para ficarmos juntos? - sente as lágrimas começaram a escorrer devagar por seu rosto, sentindo mais uma vez em meio as milhares que já havia sentindo, a falta que fazia James próximo a ele, para abraçá-lo forte.

Evan já havia passado por bastante coisas tristes, desde a morte de sua mãe ou a traição de Angel mas talvez a que mais magoasse o garoto fora James estar em coma, se sentia sozinho e sem ninguém com quem pudesse contar sem ter o rapaz com seu moicano espetado por perto.

Após chegarem em casa, Evan notou que tudo estava arrumado novamente na cozinha que o mesmo tinha destruído antes, agora estava tudo normal e colocado em seu lugar.

- Eu arrumei tudo o que estava bagunçado, espero que não se importe. - Louise entra na casa onde logo Evan notou que até a maçaneta da porta estava como nova. - Achei que daria muito trabalho para fazer sozinha então chamei uma amiga minha para ajudar. -

- Não me icomodou, muito obrigado por isso Louise. - Evan se senta em uma das cadeiras na cozinha. - Eu ia arrumar mas você me poupou o trabalho. -

- Tudo bem, eu não fiz sozinha. - Louise diz se sentando junto a ele. - Posso ficar aqui se quiser, acho que é melhor ficarmos juntos até tudo se resolver. -

- Certo Louise, eu vou tomar um banho e depois falamos. - se levanta e logo o garoto começa a subir as escadas, assim que termina escuta a campainha tocar, então se vira para a porta.

Encontrou logo Louise caminhando até a porta, abriu a mesma e encontrou Bernard, que não parecia muito feliz mas mesmo assim, estava com os sobrinhos nos braços.

- Eu posso conversar com você? - questiona olhando para ela que logo assentiu e cedeu passagem ao garoto que seguiu até a sala, Evan desceu as escadas e se juntou aos dois. - Bom que está aqui Evan, também quero falar com você. - Bernard se aproxima do outro que olhou para a criança nos braços do loiro. - Pegue seu filho. - viu Evan sorrir, assim como Louise que havia visto o garoto sempre triste ou irritado nos últimos dias.

- Porque você trouxe eles aqui? Eu achei que você como sua irmã fez, iria querer brigar por eles na justiça. - diz Evan se sentando ao lado de Louise.

- Não, eu achei muito errado o que ela fez também. - se senta na poltrona da sala e logo encara Evan. - Pegue o Vincent Louise. - rapidamente ela se levanta e aproxima-se dele pegando o bebê, volta a se sentar em seguida, próximo a Evan. - Tem algo que quero pedir a você Evan, eu posso cuidar do seu terceiro filho, como pode ver eu não o trouxe e tenho um motivo para isso, quero ficar com ele, afinal também somos a familia dele. -

- O que? Não! - se levanta rapidamente, claramente irritado e encarando Bernard. - Eu quero os três, vocês não tem direito sobre eles, são meus! -

- Evan, calma, pode ser uma boa idéia, afinal assim você pode encerrar de uma vez por todas esse assunto, se o Bernard ou a avó dos seus filhos quisessem entrar com um pedido para ver as crianças você teria que ceder, e pelo jeito que tenho visto você, suspeito que não vá querer compartilhar seus filhos com ninguém, certo? -

- Claro, eles são meus filhos e agora que a mãe não está mais entre nós, devem ficar os três comigo. - se senta novamente ainda encarando Bernard. - Quando a vaca da sua irmã pegou três, eu não fiquei indo na sua casa e muito menos pedi para que pudese ver eles, fiquei sozinho, sem os meus filhos então agora, vocês não tem que querer porra nenhuma. -

- Não é assim Evan, afinal eu não concordava com o que a Angel fez e também, a minha mãe se apagou muito aos netos, ela acaba de passar por um momento muito delicado então acho que é bom ficar perto dele agora. - Bernard diz apoiando os cotovelos sobre sua pernas. - Por favor, a Louise disse que poderíamos entrar em um acordo e por isso eu vim, se quiser deixar ele com a avó, prometo que não pediremos dinheiro e nada igual para cuidar dele. -

- Não sei, é o meu filho, eu sempre quis eles comigo. - se levanta rapidamente e logo em seguida Louise. - Vocês não tem direito algum sobre eles. -

- Evan eu estava lá, e vi o que aconteceu com a mãe do Bernard, foi grave realmente e também... se ela cuidou dos netos até agora, com certeza deve ter se apegado a eles. - o olha e vê o garoto praticamente a amaldiçoar com os olhos.

- Então você quer ficar com o meu filho? Porque? Me dê apenas um bom motivo. - Bernard se levantou encarando Evan, respirou fundo.

- Eu não quero que pense que estou tentando roubar o seu filho, só quero que ele também conheça a familia dele ficando com ela, afinal você iria permitir que a guarda fosse compartilhada? Porque eles não tem apenas você de família. -

- Jamais, mas eu vou fazer assim Bernard, vou pensar e depois te dou uma resposta, certo? - estende a mão para o loiro que logo a aperta.

- Tudo bem, agora vou ter que dizer pra ela que nunca mais verá os netos, vai ser difícil mas vou ter que fazer. -

- Você os trouxe sem contar para sua mãe? - questiona a advogada encarando o garoto.

- Sim, ela não iria querer se separar dos netos então eu apenas os trouxe. - coloca as mãos nos bolos. - Mesmo tendo feito errado acho que foi a primeira coisa correta que fiz, ainda que da maneira errada. - Bernard se aproximou mais uma vez dos sobrinhos que estavam com os dois presentes ali e se despediu dos mesmos, trazendo em sua mente a angústia de saber que nunca poderia ter o que Evan tinha agora, uma família com Eduardo pois o mesmo já ha vi ficado no passado triste do garoto que se despediu de Evan e Louise, deixou a casa dirigindo seu carro em seguida.

Evan por sua vez, pareceu ficar mais feliz tendo os filhos por perto porém, sabia que não era a mesma coisa sem James, seu coração ainda que um pouco menos triste sons parecia sangrar sem James junto a ele, seus olhos cheios de lágrimas ao olhar para o filho indicavam felicidade e tristeza ao mesmo tempo.

Louise disse que permaneceria na casa junto ao garoto que logo indicou o antigo quarto de James a ela, os dois jantaram juntos e após conversaram um pouco ainda cuidando daqueles que Louise também considerava seus netos afinal, James os considerava seus filho e os amava muito.

Nas duas semanas seguintes os dois se revezaram para ficarem no hospital, ainda que por pouco tempo porém, todos os dias estavam presentes tentando ver o garoto ou apenas ficar com ele por um minuto que fosse, não era possível mas isso não fez com que os dois parassem de estar presente ali naquele local, todos os dias, sem exceção!

Abaixado enquanto limpava com um pano o balcão do bar, tinha seus pensamentos voltados para Bernard que não via a semanas, sentiu um leve toque em seu ombro então se virou vendo Alexia que sorria pra ele.

- E aí coisa maluca, como você está? - se levanta e rapidamente abraça a garota forte a tirando do chão por alguns segundos. - Senti saudades da sua cara feia. - ri fraco ao olhar para ela que sorriu também.

- Eu estou bem e você? - Indaga dando a volta no balcão onde sobre a pia pegou um pano para ajudar o amigo que limpava o local. - Eu estava aqui ontem a noite, como pode ter sentindo minha falta? - questiona rindo assim como o garoto que logo a olhou, ainda sorrindo.

- Mas eu senti, acho que quando estou com você não penso em qualquer outra coisa. - se levanta e faz a volta no balcão, se juntando a garota que ajeitava algumas coisas sobre a pia. - Você me faz bem. -

- Digo o mesmo a você, mesmo que a gente tenha se conhecido de uma maneira meio estranha. - ela ri fraco ao lembrar do acontecido com Bernard. - Você ainda pensa nele, por isso gosta que eu fique perto de você, não é? -

- Pior que sim, ainda penso nele as vezes mas acho que vai passar e vou conseguir esquecer o que tivemos no passado. -

- Hey, é claro que vai amigo. - passa suas mãos pelo ombro do garoto, o virando para ela, seus olhos eram tristes, como sempre afinal estava constantemente pensando em Bernard, ainda não o havia esquecido por completo. - Logo você vai encontrar alguém que vai te fazer esquecer tudo isso por completo, não tem só ele de homem no mundo, pode acreditar em mim, certo? - termina abraçando o garoto que sorriu ao retribuir.

- Certo, eu acho que já estava na hora de teminar mesmo. - Eduardo se senta e logo é acompanhando pela garota que para ao seu lado, não se senta, apenas passa seu braço por cima do ombro do amigo. - Você é minha amiga agora, a gente tem se visto todos os dias então... acho que me sinto a vontade para te perguntar uma coisa. - Levantou seu olhar para ela ao seu lado, que esprava a pergunta de Eduardo retribuindo o olhar. - Você se aproximou de mim por culpa do que aconteceu... ou algum tipo e sentimento assim? -

- Não! Claro que não! - responde arregalando os olhos com tamanho absurdo. - Eu quis ser sua amiga porque você é legal comigo desde o primeiro momento em que tem conheci, depois do que aconteceu me aproximei sim mas foi só pode imaginei eu havia ficado triste e precisava da minha ajuda. - Eduardo pareceu entender os motivos da garota que o olhando explicou e logo após, puxou um dos bancos e se sentou ao seu lado. - E também tem mais um motivo, quem não gostaria de ter um amigo que tem um bar, e pode fazer uma festa quando quiser? - questiona o fazendo rir assim como ela, de suas palavras.

- Então tudo bem, você me ajuda a limpar e nós faremos uma pequena festa, topa? - estende a mão para ela que logo assenti a apertando.

Eduardo rapidamente pulou o balcão do bar e ligou a música, já que sua mãe nao estava em casa naquele momento, se aproximou do balcão começando a dançar assim como a garota que sorria trocando olhares com ele, os dois começaram a limpar o local ainda escutando a música e dançando ao ritimo da mesma, após, beberam um pouco porém, nada muito forte, apenas cerveja.

Após algum tempo tudo estava limpo no local, os dois estavam um pouco altos já, devido ás bebidas que haviam tomado, continuaram dançando pelo salão enquanto se olhavam, uma música lenta começou então Eduardo parou porém, parou por apenas alguns segundos, pois sua amiga o tirou para dançar.

- Eu não sei dançar musica lenta. - disse sorrindo para a garota que o olhava com certo brilho no olhar.

- Mas você vai, vem comigo, basta seguir os mesmo passos. - Alexia pega a mão dele, coloca sobre sua cintura, sentiu ele logo firmar seu toque e tentar acompanhar os passos dela que sorria gentilmente. - Viu? É só acompanhar sua parceira. -

- Claro, você sabe dançar já eu não . - ergueu o olhar de encontro ao dela que sorria fraco, encarando cada detalhe no rosto de Eduardo, bem próximo ao seu.

- Eduardo deixa eu te perguntar uma coisa, porque você ficou comigo naquela dia? - questiona sorrindo para o outro que logo desfez seu sorriso e a encarou sério, pensando em algo ou no motivo.

- Eu não sei o que deu em mim, acho que foi sua culpa. - ela sorri fraco e logo questiona o motivo. - Porque você é especial, acho que não conheci outra garota como você. -

- Eu sou especial porque tenho o melhor amigo do mundo. - abraça Eduardo que logo retribui envolvendo seus braços na cintura da garota. - Você me beijatia novamente então? - sussura ao ouvido do outro que se arrepiou por completo, escutando a voz doce de sua amiga porém, o que sentiu foi logo interrompido.

- Meu celular, preciso atender. - a solta pegando seu celular em seu bolso rapidamente pois logo pensou que poderia ser Bernard, seu coração disparou, apenas por imaginar que seria o garoto loiro. - Droga! - Diz vendo o nome na tela do celular, era Erick.

Depois de que Erick foi preso, Eduardo recebia ligações do irmão quase sempre, caminhou rápido até o som e o desligou antes e atender.

- Porque demorou para antender ? -

- Calma, eu precisei desligar a música aqui pois estava muito alta, o que voce quer? Tudo bem aí? -

- Claro que não está tudo bem Edu, eu preciso que traga algo pra mim. -

- O que? Porque não pediu antes de eu ir aí? Já podia ter levado na última visita. -

- Não acho que será tão fácil trazer o que eu quero aqui, é uma pessoa . -

- E quem é? -

- Louise, ela é uma advogada, é mãe do e James. -

- Não, Erick eu não vou me metee nisso, já conversamos e você tem que esquecer tudo isso, você precisa pagar pelo que fez para que assim consiga seguir em frente quando sair daí. -

- Edu, você viu como eu fiquei depois do que ele fez comigo, eu te expliquei, agora tenho a aparência de um monstro, será impossível recomeçar. -

- Você foi atrás dele porque quis matar ele, acabou dando errado e por isso ficou assim Erick, você começou com isso e não ele. -

- Está defendido ele? Claro, você está do lado dele, como todos. -

- Não, eu estou do seu lado, sou da sua família, eu tento te aconselhar mas você não me escuta, esquece o Evan, droga! -

- Você vai fazer o que te pedi? -

- Não vou fazer, farei o que for para o seu bem, no próximo dia de vista iriei te ver, certo? Erick? Erick? ... Droga! -


Eduardo tinha visto como estava seu irmão, já estava quase recuperado porém... sua aparência tinha mudado drasticamente, o mesmo não via Evan a muito tempo, porém prometeu ao irmão, que faria algo assim que encontrasse o garoto e cabelos cumpridos.

Eduardo não concorda com o irmão na maioria das coisas pois sempre pensou que quem estava errado era Erick e não Evan, desde o acontecido pensou que Erick teve apenas o que foi buscar, porém por insistência do policial acabou prometendo algo não tão bom.

- Porque está com essa cara triste? Era ele? - Alexia se aproxima do amigo que permanecia olhando pra o celular em suas mãos enquanto pensava. - Porque você não esquece ele? Afinal, se não te quer mais deixe para trás. - pega o celular do garoto que a olha.

- Não era ele, era o meu irmão. -

- Sinto muito pelo seu irmão. - Passa seu braço por cima do omrbo do amigo e logo os dois seguem até o balcão, enquanto Alexia olhava o celular de Eduardo. - Ahaaaa... você ainda tem o número dele, como auer esquecer ele desde jeito? Se apegando as coisas que eram dele. -

- Sim, eu tenho mas mesmo que quisesse me livrar de tudo que me lembra ele, não poderia pois a escola de música, por exemplo, foi ele quem me incentivou a etudar lá. - Eduardo se senta após pegar uma garrafa e logo a abrir. - Devo sair e escola também gata? - ri de sua própria pergunta.

- Não, você não queria ir, eu que incentivei você a começar as aulas. -

- Sim, não queria ir porque estava muito triste porém, quem me fez querer ir e fazer o exame da escola foi o Bernard. - Eduardo diz olhando para sua amiga que coloca o celular sobre o balcão e o empurra para ele.

- Certo Edu, mas você precisa esquecer ele. - Olha para o garoto e nota que pareceu ficar triste. - Eu te ajudei já, apaguei o número dele pra você, obrigado. - ela ri fraco.

- Nossa que grande feito. - Eduardo finge estar supreso e a faz rir. - Eu posso até quebrar meu celular, e não ver nenhuma foto dele nunca mais, não vai adiantar pois ele vai estar nas minhas lembranças. - leva seu olhar para o chão abaixando sua cabeça, Alexia. logo percebe.

- Hey, Edu. - toca o rosto do garoto fazendo com que ele a olhasse. - Você não precisa ficar triste, quem perde é ele, você é tão maravilhoso que eu não consigo achar uma palavra para descrever. - sorri fraco em seguida e vê um sorriso de canto se formar no rosto dele, bem levemente.

- Você está dizendo isso para me fazer ficar feliz, eu sei. - Olha para a garota que sorri mais abertamente.

- Na verdade não, eu estou dizendo o que acho do meu melhor amigo, você é maravilhoso e lindo, qualquer um teria sorte em te ter como namorado. - em seguida ergue sua mão para ele. - Vamos esquece ele, certo? Toca aqui melhor amigo. - Diz sorrindo assim como ele que toca levemente a mão dela. - Topa dançar mais? - questiona olhando para ele que se levantou, sorrindo.

- Vamos. - pula o balcão e se junta a garota que ligou o som do local.

Os dois pareciam estar bem, agora eram amigos e depois de algumas semanas, se tornaram ainda mais amigos, Alexia não ficava um dia sequer sem ver Eduardo pois ia sempre ao bar, onde acabou conhecendo a mãe do garoto que a princípio simpatizou com ela rapidamente.

Assim como para Eduardo e Alexia o tempo contou rápido para Evan que logo viu mais uma semana se passar enquanto aguardava ao lado de Louise, melhoras de James, os dois nunca tinham pensamentos negativos em relação ao menino e ainda iam todos os dias ao hospital onde o doutor mal aguentava ver a cara dos dois e ouvi-los perguntar por James Hemmings.

Um mês se foi enquanto ainda aguardavam melhores de James, os dois comemoraram o aniversário dos filhos de Evan, apenas entre eles mesmos e ainda que não tivessem James ali com eles, tiveram a presença do tio dos garotos, Evan conversou com Bernard naquele mês e aceitou o acordo afinal, estava tentando se manter longe de problemas então aceitou para não traçar uma guerra com a família da mãe das crianças.

Dois meses a foram e nada de James mostrar apenas um mínimo sinal de melhora que fosse, Evan começava a se entristecer e achar que o garoto não acordaria mais porém, ainda assim, não dizia o que pensava para Louise, se manteve firme ao lado dela, tentando ver James todos os dias no hospital.

Três meses se foram e em mais um dia comum em que Evan deixou os filhos com Louise na velha casa do hotel para ir ao hospital ver se James havia acordado, acabou conseguindo o que tanto queria, pela insistência dos dois de todos os dias perguntarem se podeiam ver James, o doutor acabou cedendo a eles uma visita diária já que os mesmos revezavam entre si, as idas ao hopital, Evan rapidamente derrubou algumas lágrimas ao entrar no quarto onde o garoto estava já faziam meses.

Curvou-se tocando o rosto do garoto levemnete e aproximou seu rosto do dele, beijando suavemente e pedindo quase que em sussurros para que despertasse, o que não aconteceu, então segurou sua mão que logo notou estar fria.

- James, eu preciso de você, por favor acorde bebê. - logo que não teve resposta encostou seu rosto na curvatura do pescoço do garoto levemnete, enquanto derrubava algumas lágrimas sentindo o cheiro de seu corpo e dos abraços apertados que o garoto lhe dava.

A visita naquele dia foi interrompida pelo doutor que havia avisado que eram apenas quinze minutos dentro do quarto, logo que Louise soube que poderia ver o filho ficou empogada para o dia seguinte, assim que o dia amanheceu ela saiu da velha casa na beira e estrada, rumo ao hospital, onde ao chegar conseguiu logo falar com o doutor que a levou ao quarto do filho, onde permaneceu por quinze minutos ao lado de James.

Os meses seguiram passando e com isso a esperança no coração dos dois diminuia lentamente mas nunca chegava a se apagar por completo, quando completou por fim, nove meses que haviam estado indo todos os dias ao hospital, o doutor convocou os dois até o hospital por meio de uma ligação.

Ainda era bem cedo e chovia um pouco em Devil's Heart, porém os dois tinham que estar ali, seguindo as ordens do doutor, Evan estava com Vincent nos braços e Louise com o pequeno James, ambos agora tinham um ano de idade, caminharam juntos até a sala no final do corredor onde entraram e se sentaram a frente do médico.

- Então, porque queria nos ver doutor? - Louise questiona olhando para ele que passa uma das mãos por seus cabelos levemente grisalhos, coçando-os devagar.

- O James mostrou algum sinal de melhora? - Evan logo encarou o doutor que respirou fundo procurando um jeito de começar a falar, escolhendo bem suas palavras.

- Não, o estado dele continua o mesmo e por isso chamei vocês aqui. - Pega um um exame e coloca de frente a luz que acendeu em sua mesa. - Esse é o cérebro do paciente, e como pode ver, essa mancha não deveria estar aqui... -

- O que ele tem? O que é isso? - Evan interrompe olhando com os olhos arregalados para o doutor que pede calma.

- Isso siginifica que ele teve traumas no cérebro, os quais não é possível identificar ao certo o que é pois o paciente não está conicente, mas não foi só por isso que eu chamei vocês aqui, quero dizer... até foi mas também tem outra coisa. - parou de falar encarando Louise que esperava as palavras dele com ansiedade.

- Fale doutor, logo! - Diz ela se levantando, visivelmente irritada com a enrolação para dizer. - Eu preciso saber o que está acontecendo. -

- Tudo bem, sente-se por favor. - ela logo assentiu, voltando a a sentar, sua repiracao estava ofegante em meio ao nervosismo e ansiedade. - Devido ao trauma no cérebro dele e também ao tempo que se encontra sem nenhuma melhora, o que é bem estranho para um paciente em coma, suponho que ele não vá mais acodar, eu lamento informar isso... mas não existe mais chances. -

- O que quer dizer com isso? - Evan aperta o filho levemente em seus braços ao sentir algumas lágrimas escorrerem por seu rosto.

- Quero dizer que todos os médicos do hospital se juntaram e chegamos a conclusão após estudar o caso, que existe apenas 1% de chance do paciente acordar e sendo assim, melhor seria deixar ele descansar e vocês também pois precisam disso. -

- Então ele tem chances de acordar, poucas mais tem. - Louise diz se levantando, chorava assim como Evan que buscava em sua mente um ponta de esperança para acreditar que aquela notícia não era real.

- Ninguém vai tirar ele dali ou desligar os aparelhos dele, eu sei que ele vai acordar! -

- Veja bem Evan, seria melhor pois vocês teriam por fim uma resposta, o sofrimento acabaria, tanto o de vocês quanto o dele. - logo vê Evan a levantar, o olhar irritado.

- VOCÊ NÃO VAI MATAR ELE, EU SEI QUE O JAMES VAI ACORDAR! - bate forte na mesa, derrubando algumas coisas que ali haviam e assustando um pouco o doutor, os três olharam para a porta sendo aberta bruscamente por uma enfermeira.

- Doutor o paciente do quarto 603, é uma emergência! - Diz ela antes de sair sendo seguida pelo doutor.

Louise e Evan sabiam exatamente que o quarto e James era o 603 então seguram pelo corredor, caminhando rápido mas foram barrados pelos seguranças que tinham ordens do doutor para não deixar ninguém seguir por ali.

Evan rapidamente discutiu como sempre faz, com um dos seguranças que barrava sua passagem, Louise estende sua mão colocando no ombro do garoto que se virou para ela e logo entendeu que não adiatanava se irritar, os dois tinham que aguardar.

Depois de praticamente uma hora de espera, o doutor se juntou aos dois novamente, dessa vez no corredor mesmo.

- Evan, eu tenho que informar ao dois o que aconteceu. - Olha pra os dois que anos tinham seus olhos cheios e lágrimas e estavam muito aflitos com a sustação. - O Paciente acordou, Evan fez bem em dizer que não queria desligar os aparelhos, afinal ele parece estar bem agora e aparentemente não apresenta problema algum. -

Evan logo abraçou forte Louise, em meio ao sorriso que se formou em seu rosto que quase a esmagou, de tanta felicidade.

- Podemos ver ele? - Louise questiona e o doutor logo assenti.

- Vou levar vocês até o quarto. - acompanhou os dois até o quarto e logo que entraram viram James, Evan não conseguiu esconder o sorriso ao ver o garoto bem novamente, exatamente como Louise que ainda derramava algumas lágrimas devido ao quase milagre que havia acontecido.

- Vou deixar vocês a sós. - o doutor os deixa então Evan assim como Louise se aproxima da cama, recebendo o olhar indiferente de James.

- James você finalmente acordou. - Evan tentou pegar a mão do garoto que logo recuou, rapidamente o garoto estranhou o ato. - O que aconteceu? - Olha para James que mantinha a olhos fixos em Evan e logo após em Louise.

- Quem são vocês? - Evan e Louise se olham e logo percebem o que estava acontecendo ali.

- James eu sou sua mãe, você não se lembra de mim? - questiona vendo o garoto que rapidamente a olha por alguns segundos, sem responder nada.

- Desculpe eu não me lembro, podem me deixar sozinhos por favor? - pede encarando Evan que tinha seus olhos tristes e parecia não acreditar que havia sido esquecido. - Eu preciso ver o doutor, estou confuso. -

- Como você pode não lembrar de mim, olha eu estou com o Vince, se lembra dele? Diz que se lembra por favor James... - mostra o filho a James que logo balança a cabeça negativamente. - Você não pode ter me esquecido! - Evan segura o braço dele que pareceu se assustar com o toque forte.

- Evan não, eu acho melhor irmos falar com o doutor, ele deve ter perdido perdido memória. - Louise pega o braço de Evan que logo se vira para ela, olhando-a com os olhos cheios de lágrimas. - Eu sei que você está triste mas temos que ter calma, vem, vamos falar como o doutor. - Passa seu braço pela cintura do garoto que mesmo sem querer decide acompanhá-la então os dois se viraram para a porta.

- Então vai desistir de ficar perto de mim tão rápido Evan? - rapidamente os dois se viram novamente, olhando para para James.

Notas Finais


Obrigado por lerem e espero que tenham gostado :3
Até o próximo capitulo e... Bjinhos de luz 😘❤


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