História Divinal - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens Jackson, J-hope, Jimin, Jin, Jinyoung, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Demon, Taekook, Vkook
Visualizações 12
Palavras 2.032
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


» Boa leitura <3

~ Bem vindos a Divinal!

Capítulo 2 - Kim Taehyung.


Fanfic / Fanfiction Divinal - Capítulo 2 - Kim Taehyung.

Eram exatamente cinco da manhã o relógio ecoava aquele típico som, o sono estava à me evitar desde o momento que eu permiti um completo estranho entrar na minha casa.

E eu ainda precisava pensar sobre o assassinato que ocorreu, porém esse cara ficava me deixava sem um mínimo de concentração.

Eu ficava observando seus poucos movimentos, ele estava fixado na televisão e seus olhos rolavam a cada movimento que a pantera cor de rosa fazia, seus olhos eram praticamente pretos, seus cabelos avermelhados eram sedosos e eu me perguntava oque um cara - consideravelmente atraente estaria precisando de uma casa.

Nem o questionei sobre o que haverá acontecido antes de estarmos aqui, sobre a luz roxa, conclui ser algo de minha cabeça.

— Você vai ficar me encarando mesmo? — ele pronunciou e rodou seu corpo para minha direção fixando seus olhos sobre mim.

— Você me deixa desconfortável. — voltei meus olhos para o caderninho para não olhar diretamente a ele.

— É normal os homens ficarem nervosos ao meu lado. — disse se gabando.

Eu não pronunciei mais nada, tinha que me focar somente no caso e apenas isso, do que a pouco eu faria o tal Taehyung ir para outro canto.

A mulher estava pendurada e com algumas marcas religiosas fazendo apologia a Lucifer então poderia ser qualquer cético que exista nessa cidade, porém ela não parecia ter sido morta para algum tipo de ritual, era como se fosse deixada ali somente por ficar, talvez algum tipo de aviso para alguém? E esse alguém deverá trabalhar na área industrial já que não é todo o tipo de pessoa que passar por ali, a perícia disse que o horário da morte foi as uma hora e eu cheguei apenas quarenta minutos depois ou seja o assassino ainda poderia estar pelas redondezas da fábrica se não fosse rápido o suficiente para sair dali.

— Jungkook, essa coisa aqui ta fazendo barulho. — Taehyung me tirou das minha conclusões e apontou para meu celular, caminhei até o aparelho e havia somente umas mensagens de Baek.

[Det. Baek]

Jeon já estou no trabalho, seria bom se você também estivesse aqui.

Tenho mais algumas pistas sobre o caso.

Vejo você.

Era uma boa notícia que ele possuía mais informações e eu daria as minhas conclusões.

— Taehyung, preciso que você vá embora agora. — disse me levantando e arrumando minha bolsa. — Eu vou sair e não te deixarei aqui na minha casa, já te dei um tempo e você já pode ir agora. — ele somente se levantou e caminhou até a porta sem dizer nada, foi mais fácil do que pensei.

Meu veículo parou exatamente a frente da delegacia, Taehyung estava no banco ao lado, ele quis porque quis vir até aqui comigo - isso no mínimo explica ele não ter dito nada mais cedo -, insistiu feito uma criança e eu também não estava afim de ficar discutindo então deixei que viesse, aproveitaria para fazer alguém ajudá-lo.

Tinha umas dez pessoas parada em frente e choravam, algumas até levantavam o tom de voz com os policiais, realmente todas estavam de luto, só me perguntava se era por conta de Elgin e também se ela era estrangeira e estava aqui por pouco tempo como tantas pessoas - se realmente ela fosse o motivo - apareceriam por aqui logo cedo.

— Foi um dos Park. — Baek surgiu e me desconcertou com sua frase.

Os Park eram uma das famílias mais ricas da cidade e uma das mais famosas por terem uma palavra sobre anjos que faziam qualquer tipo de pessoa acreditar, elas acreditavam nas palavras em que qualquer Park dizia possuíam uma grande legião de seguidores religiosos. E eram super importantes para atrair mais pessoas para a Coréia, essa coisa de marketing.

Um religioso morre e um dia atrás uma mulher foi morta fazendo apologia a Lucifer pareciam mortes interligadas, talvez sejam.

— Eu talvez possa saber quem seja o assassino. — Taehyung pronunciou se aproximando de nós.

— Quem é ele? — Baek se aproximou se inclinando para sussurrar no meu ouvido.

— Depois eu te explico. — o respondi discretamente. — Como você pode saber? — voltei a atenção para Taehyung e Baek também. Talvez ele comesse a ser mais interessante se puder ajudar nisto.

— Huh, não sei. — esse cara só pode ser louco. — O que? Eu não estou falando com vocês. Só pensei alto.

— Então você está praticamente omitindo algo da polícia? — Baek questionou e foi correspondido com um sim. — Não tem como se acreditar nisso.

— Digamos que eu tenha meus motivos.

— E aonde ele estaria agora? E qual seu nome? — questionei.

— Vocês são os policiais aqui, podem resolver seus próprios casos e não precisam de minha ajuda, a não ser que queiram vender suas almas. — disse sem ser irônico? Okey ele é realmente louco. — Agora eu vou me alimentar. Garoto, Jungkook, obrigado pela cama. — ele disse e sumiu na multidão em um piscar de olhos.

— Pelo visto você teve uma boa noite não é? — Baek disse e eu soquei levemente seu ombro ficando corado. — Bem esse cara não deu informações concretas, então vamos descartar, deve estar querendo nos distrair.

— Okey. Você já avisou a família da mulher sobre sua morte? — desviei o assunto.

— Não, eu estava pensando em nós dois irmos até lá e também tirarmos algumas respostas, eu soube que a família dela a acompanhou até Seul e também sei onde moram. — começamos a andar para dentro da delegacia esbarrando em algumas pessoas que reclamavam ou faziam escândalo.

— O que esse bando de gente quer? Já sabem que um dos Park morreu não tem para que ficar aqui.. — parei por um momento, e pensei um pouquinho mais. — Espera; qual Park morreu?

— Park Jimin.

Baekhyun estava nesse momento pesquisando alguns dados no computador sobre Elgin e eu sobre o Park Jimin.

Pelo oque eu vi até agora ele era um dos filhos mais velhos e era o cara que diziam ser um dos próximos anjos, toda essa besteira divinal. Isso explicava o tanto de gente inconformada que se formava pelo lado de fora.

O tal Jimin na verdade foi morto na noite anterior de Elgin em torno das seis horas, mas o horário da morte foi as três. Isso acabava por reforçar um pouco a minha teoria já que as três horas é considerada uma hora sobre demônios e espíritos - realmente inacreditável -. O corpo foi encontrado por dois garotos em uma floresta tanto quanto plana e não se havia nenhum tipo de marca no corpo do garoto, ou seja, foi uma causa natural a morte, se não um assassinato muito bem premeditado. O que eu me perguntava era o motivo do seu corpo estar na floresta e me fazia desconfiar de ser algo normal, era um local tanto quanto específico para se morrer.

Acessei os dados.

Park Ji-min.
Nascido: Busan, Coréia. 1995
Irmãos: Não Corresponde.
Crimes: Sem antecedentes.

É parecia que por aqui nada de interessante iria haver, as coisas seriam melhor explicadas pelas pessoas que viviam ao seu redor.

— Baek. — o cutuquei e ele gemeu um 'hm' em resposta. — Vou pesquisar mais afundo sobre o caso do Park, para tentar sabe, acalmar as pessoas sobre o assunto. Talvez visitarei os familiares.

— Mas nós não iriamos hoje ir na casa de Elgin? — questionou abrindo a pasta da mulher em seu computador.

— Sim, mas o Park é famoso e tals quanto mais rápido isso resolvido menos dor de cabeça. Não aposto nada que logo saíram noticias falsas na internet e repórteres iram preencher este local.

— Certo. Espero que você consiga boas respostas. Logo direi as informações que eu consegui, eu te disse mais cedo. — assenti e nos despedimos e eu me retirei do local.

Os Park's tinham uma puta de uma casa.

A entrada possuía um chafariz belo e dois bancos na extremidade. A entrar na casa tudo era em tons brancos e haviam fotos em todos os cantos, uma estátua de alguns metros do Jimin que possuía asas e estava meio que inclinada sobre um pedestal, eles realmente pareciam levar a sério esse lance de anjos.

Em casa somente estava a senhora Park, o pai de Jimin havia se retirado para tomar um ar dizia ela, mas duvido muito, ele só deve estar arrumando um jeito para fugir de todas essas pessoas e também tendo seu luto em paz.

Uma grande parte da cidade parecia chorar pela perda.

— Pode se sentar. — a mãe de Jimin me levou até uma sala e apontou para um sofá.

— Muito obrigado por me receber em sua casa e se disponibilizar a responder algumas perguntas. — fui educado ao máximo, afinal ter que passar pela tristeza de perder um filho e depois ter repórteres em sua casa e um oficial querendo respostas deve ser no mínimo desconfortável. — Então, no dia 14 de maio onde foi o último local que viu Jimin e a que horário?

— Nós tivemos uma briga — pegou uma foto do garoto que estava sobre uma mesinha e a encarava ao falar. — Jimin estava diferente. Nossa família sempre foi muito religiosa como você deve saber, mas ele estava... se desvirtuando? Eu não sei direito. No mesmo dia em torno das oito da noite ele chegou fazendo perguntas estranhas como "Por que nós sempre precisamos culpar alguém pelos pecados humanos?" "Por que os demônios são ruins e os anjos bons, quem escolhe isso? ninguém nunca soube quem é o ruim ou o bom da história, não há provas." — pegou outra foto que Jimin estava acompanhado. — Eu até estranhei pois ele nunca foi de tocar nesse tipo de assunto, o quê eu quero dizer é que Jimin sempre foi um bom garoto e de igreja, mas este garoto — mostrou-me o garoto da foto. Era um garoto tanto quanto pálido de cabelos pretos e um olhar... profundo? — Ele apareceu e as coisas começaram a mudar, o meu garoto começou a fazer coisas estranhas, beber e outras desse tipo. Esse cara realmente foi um verdadeiro demônio na vida do meu filho.

Eu até pensei em perguntar mais sobre o garoto, porém a mulher deu a entender que ainda não tinha acabado.

— Então na noite do... acontecido — ela quase não formulou a frase, não conseguia e sua voz era trêmula. — Eu joguei as coisas erradas que ele fazia e meu marido fez o mesmo, Jimin ficou tão nervoso. Ele subiu para o quarto e alguns minutos depois desceu e saiu como um furacão pela porta, mas seu rosto estava vermelho e de seus olhos caíam lágrimas, aquela cena cortou meu coração, porém antes que ele realmente saísse da casa eu tive uma conversa com ele no quintal.

— Jimin! Volta aqui! — corri até ele e segurei seu braço.

— O que você quer em? Vai jogar tudo na minha cara? Ou melhor na do do meu amigo né? porque todo mundo nessa casa é assim sempre precisa achar alguém para não culpar a si mesmo — ele soltou seu braço de mim com brutalidade e aumentou seu tom de voz enquanto se afastava lentamente.

— JIMIN! Não é assim você sabe muito bem — eu gritava totalmente nervosa. — Você conheceu esse garoto e começou a questionar e até defender a criatura em que nossa família odeia! Você começou a mudar totalmente sua religião e esse garoto fez essa desgraça na sua vida e você estava cego com essa amizade e acreditou em suas mentiras, quem ele pensa que é?

— Quem sabe não é, mamãe? — ele suspirou e olhou para mim bem no fundo de meus olhos e se aproximou. — Quem sabe eu não tenha conhecido o próprio demônio.

— Essa foi a ultima coisa que ele disse antes de sair empurrando tudo a sua frente com brutalidade, inclusive eu. — ela disse e percebi que seus olhos pesavam. E se tem uma pessoa que agora me daria mais respostas que ela era o tal amigo de Jimin.

— Qual era o nome do garoto em que Jimin falava? — está seria minha ultima pergunta e eu a deixaria em paz. Já estava sofrendo demais ao tocar neste assunto.

— Eu não sei direito, era algo como, hm, talvez.. — pensou por um momento. — Kim Taehyung?


Notas Finais


» Esse capítulo possuí realmente bastante informações - ou quase isso?
» Enfim espero que tenham gostado.

~ Até!


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