História Doce Esquizofrenia - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Jikook, Kookmin, Namjin, Psiquiatria, Vhope, Wtfuckook
Visualizações 66
Palavras 2.826
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hellooo Hellooo
Eis mais um capitulo, e olha, iremos apreciar muito Jikook hoje
Espero que gostem ;)

Capítulo 7 - Jimin


Fanfic / Fanfiction Doce Esquizofrenia - Capítulo 7 - Jimin

Eu não sei o que escrever hoje, olho para o meu caderno e para folha em branco e lembro do meu passado, eu nunca consigo me lembrar direito sobre o que realmente aconteceu, eu não sei se foi real, ou só é mais uma alucinação da minha cabeça, as vozes sempre me dizem o que aconteceu, mas será que é verdade? Será que aquilo realmente aconteceu? Estou deitado agora, olhando para o teto do meu quarto no hospital e pensando, será que vou ficar pra sempre aqui? Ou um dia vou poder ir embora? Eu não sei o que faria se um dia fosse embora do hospital, talvez eu iria gostar, ou talvez eu voltasse pra cá novamente

Minha vida é cheia de “talvez”, isso dá pra perceber cada vez que escrevo diariamente aqui no meu caderno, não gosto de chamar de diário, é coisa de menina, cada página é um sentimento diferente, cada história é uma vida diferente, uma vida de mim mesmo, agora percebam que mesmo não sabendo o que escrever, eu já escrevi o bastante, isso é louco, assim como eu.

 

* * *

 

– Você precisa tomar seus remédios Jimin, porque não os quer tomar? – uma enfermeira me perguntava pela 5° vez quando apareceu em meu quarto naquela manhã –

– Eu não quero

– Mas você precisa, porque está assim? Olha ... se você tomar seu remédio, prometo que te dou uma folha para desenhar, o que acha?

– Eu não sou uma criança

– Você tem que tomar os remédios

– Eu não quero

– Ok, chamarei o doutor Connor – ela saio do quarto –

 

* * *

– Doutor Connor, está muito ocupado? – falou a mesma enfermeira, batendo na porta do consultório minutos depois de sair do quarto –

– Daqui a pouco tenho paciente, mas qual o problema?

– Jimin

– O que tem ele?

– Está se recusando a tomar os remédios

– Mas porque? Jimin nunca foi assim – ele se levantou de sua cadeira, indo para a porta – Jungkook, venha comigo – se virou para o garoto que apenas observava a conversa –

– Ok

 

~

– Jimin ... – ouvi a voz do doutor Connor – O que está acontecendo? Você nunca foi assim – ele falou, enquanto continuei deitado em minha cama – quer conversar comigo?

– Não

– Se você tomar seu remédio, eu prometo ... – o interrompi –

– Vocês só vivem prometendo coisas sem valor, me prometa outra coisa – falei olhando para o doutor, por fim –

– O que quer que eu faça?

– Me deixe sem os remédios

– Isso eu não posso fazer, você sabe, os remédios te ajudam ... porque está com isso na cabeça agora?

– Porque não quero mais toma-los

– Me peça outra coisa, talvez eu possa te prometer

– A verdade

– Sobre o quê?

– Minha mãe

– O que tem sua mãe Jimin? – o doutor me olhou, e pela primeira vez vi em seus olhos um sentimento de pena, ele sabia que eu não gostava que sentisse pena de mim –

– Ela está viva, não está? – doutor Connor me olhou sério –

– Porque está me perguntando isso?

– Eu a vi

– Onde?

– Aqui no hospital ...

– Quando?

– Ontem á noite, a gente não ... não conversamos, mas eu a vi

– Ok, você tomou seus remédios ontem? – o doutor me perguntou, não respondi nada, eu não queria mentir pra ele, a verdade é que eu não tinha tomado meus remédios ontem, e nem anteontem –

 

– Eu vim pessoalmente dar os remédios a ele doutor – falou a moça enfermeira que estava ao lado do Jungkook –

– Foi capsula? – ele perguntou á ela –

– Sim – ela respondeu rapidamente –

– Jimin ... – doutor Connor se virou para mim novamente – onde estão os remédios? – não respondi e para a minha surpresa, o doutor chegou mais perto e levantou meu travesseiro, encontrando assim os comprimidos que eu não havia engolido – você não tomou ontem e nem anteontem, não é? – ele falou olhando pela quantidade –

– Sim

– Porque você não quer tomar mais os remédios?

– Eles me deixam vazio e idiota

– Eles te ajudam, você não gosta das vozes, não é? Então, os remédios te ajudam a não ouvi-las

– Você não respondeu sobre a minha mãe

– Tome os remédios que eu te conto

– VOCÊ VAI MENTIR MAIS UMA VEZ!! – gritei como se estivesse faltando ar em minha garganta –

– Você não confia mais em mim? – perguntou ele –

– Minha mãe me disse para não confiar – sussurrei –

– Não dê ouvido as suas vozes – ele falou –

– Mas não foram elas, foi a minha mãe ...

– Ok, fique aqui, voltarei depois – ele falou se levantando da beira da minha cama, e saiu levando junto a moça enfermeira, apenas Jungkook demorou a sair –

 

Fiquei imóvel na cama, respirei fundo, minha cabeça doía, era consequência da ausência dos remédios, não tinha percebido que Jungkook ainda estava em pé no quarto ...

 

– Foi você quem desenhou? – olhei para Jungkook que havia me perguntando, e afirmei com a cabeça – posso ver? – ele perguntou indo para perto do meu mini criado mudo, onde estavam alguns desenhos de aquarela – é aquarela, não é? – falou pegando os desenhos e folheando –

– Sim, eu gosto de pintar

– Eu também gosto, mas na verdade eu não pinto com aquarela, eu só desenho, que flor é esta? – perguntou olhando para a pintura –

– Smeraldo

– Smeraldo ... – ele repetiu – ficou bonito

– O que você gosta de desenhar? – perguntei olhando para ele –

– Ah várias coisas, mas algumas vezes eu desenho mais personagens de game

– Game? O que é? – ele me olhou surpreso, mas depois mudou sua expressão –

– É como se você fosse ... não, espera, é como se você conseguisse controlar a vida de uma pessoa, que na verdade é o personagem, ai pode ser em vários mundos

– Eu sou um personagem

– Não, você é uma pessoa real, personagens são criados

– As vozes me controlam, então eu sou um personagem

– Ok, então ... eu serei um também – ele riu de um jeito amigável –

– Porque quer ser um? – perguntei –

– Só para você não ficar sozinho

 – Eu sempre fui sozinho – falei olhando para o nada, tentando desligar a minha mente de algum jeito – eu tinha a Sumi, mas ela foi embora, não quero que as vozes vá embora também

– Por isso você não quer mais tomar os seus remédios? – ele perguntou e eu fiquei calado – você acha que as vozes são suas amigas?

– Você tem amigos? – perguntei curioso, ignorando a pergunta dele –

 – Sim ...

– Eles te dizem o que você deve fazer? Como ... como as minhas vozes?

– Se eles me dissessem o que fazer o tempo todo, como suas vozes, eu não faria

– E o que você faria?

– Tomaria meus remédios

– Você toma remédios? – o olhei –

– O quê? Não, eu quis dizer ... quis dizer como se fosse você, que você tem que tomar seus remédios, entendeu?

– Eu ficaria vazio novamente

– Você pode preencher com outra coisa, por exemplo, pintando

– Eu gosto de pintar – me assustei quando a porta do quarto se abriu de novo, era a moça enfermeira, chamando o Jungkook para sair do quarto –

– Até mais Jimin – ele falou e ia saindo –

– Quer levar um?

– Um desenho?

– Sim ... eu posso pintar outro – falei e dei o desenho de um coelho que eu havia pintado, um coelho colorido, com flores, eu gostava de pintar flores –

– Obrigado – falou saindo do quarto –

 

* * *

O dia passou corrido ontem, e eu não fiz nada a não ser me sentar no pátio do hospital, ir ao refeitório, e fiquei pensando no que o Jungkook me disse sobre eu preencher o vazio das vozes pintando, resolvi pintar o que eu estava sentindo no momento, mas nada saia, Jungkook parecia ser um cara legal, e ele sempre vinha conversar comigo, o que era estranho, porque apenas Sumi fazia isso, talvez Jungkook possa ser meu amigo, como Sumi era, estou escrevendo agora em meu caderno, resolvi escrever apenas isso hoje, porque era importante falar sobre Jungkook [...]

 

* * *

 

– Jimin ... – acordei com a moça enfermeira entrando no quarto – hora do seu remédio, levante-se – me levantei ficando sentado na cama – prometa que vai engolir os remédios, está bem?

– Sim, eu irei toma-los, doutor Connor está chateado comigo? Ele não veio me ver ontem depois que saio

– Não Jimin, ele não está chateado com você, mas você não pode parar de tomar seus remédios

– Como você sabe que ele não está chateado? – perguntei abrindo a boca e engolindo a 3° pílula –

– Ele me disse ... ontem aquele garoto, Jungkook, ficou conversando aqui com você, não foi?

– Sim, ele é legal

– Você se sente bem com ele? Porque se não se sentir bem, peço para que ele não venha mais

– Não, ele é legal, ele me disse que se tivesse amigos como minhas vozes, ele tomaria os remédios, e me disse para preencher o vazio pintando

– Que bom que ele te aconselhou, não faça mais isso, ok?

– Sim – afirmei com a cabeça e ela saiu do quarto –

 

Pátio do hospital                 10:15 AM

 

– Jimin ... – me virei no banco, e era o Jungkook – olha o que eu trouxe! – falou me mostrando alguns desenhos –

– Foi você que fez? – perguntei –

– Sim ... esses são personagens de um jogo chamado overwatch

– Eles são bonitos

– São só uns rabiscos, mas eu gosto deles – ele se sentou ao meu lado no banco, e seu braço tocou no meu, me afastei rapidamente, não gostava de toques, não gostava de contatos físicos, eles me deixavam nervoso – Você quer ficar com algum desses? – ele perguntou por fim, se afastando um pouco de mim –

– Eu posso? – afirmou com a cabeça, e eu escolhi um desenho que era diferente dos outros, este era apenas um garoto de costas tocando um violão –

– Ah este não era para esta ai no meio ... foi um desenho que fiz a muito tempo

– Eu gosto dele ... é bonito

– Você gosta de violão?

– Sim, ele faz um som legal de se ouvir, as vezes, alguns enfermeiros tocam aqui no pátio para a gente em alguma festa comemorativa, você toca violão?

– Sim ... as vezes, tocar me ajuda a esquecer dos problemas, eu sempre gosto de tocar a minha música preferida

– Qual?

– We don’t talk anymore ... você tem uma música preferida?

– Não, eu apenas ouço o que tocam aqui no hospital ...

– Ah, eu acho que ... espera – então vi Jungkook mexer em seus bolsos, e de lá tirar um fone de ouvido, e imediatamente o plugou em seu celular – olha, quer ouvir?

– Sim ... – então ele me passou os fones, e apertou o play em seu celular –

 

– E então, o que achou? – me perguntou depois que a música parou de tocar –

– É uma música muito bonita, eu gostei muito

– Eu também gosto muito dela, quer ouvir outra?

– Sim ... We don’t talk anymore

– Mas você acabou de … está bem – então ele apertou o play novamente –

 

* * *

Depois de conversar comigo no pátio, Jungkook foi chamado pelo doutor Connor e eu havia permanecido no mesmo lugar, ainda com  aquela música legal na cabeça, músicas eram legais de se ouvir, eu queria poder ouvir mais, mas aqui não podemos ter celulares, ou qualquer outro aparelho que toque música, temos apenas livros, livros eram legais também, eu gostava de ler, mas eu queria ouvir música de novo, com frequência [...]

Voltei para o quarto depois de já está cansado da luz do sol, os enfermeiros me trouxeram de volta, me sentei na cama, queria fazer algo ... decidi desenhar coisas relacionadas a música que Jungkook tinha me mostrado, já que eu não podia ouvi-la, olhei para o teto, tentando buscar alguma lembrança, comecei a desenhar quando vi algo escuro no canto do quarto, fiquei encarando aquele canto e uma sombra estava se formando, desviei o olhar rapidamente, não queria ficar medo, depois de uns segundos senti minha respiração ficar mais ofegante quando a silhueta já estava formada, peguei meu cobertor e me enrolei nele, não queria ver ... Não é real, não é real, fiquei repetindo várias vezes enquanto mantinha meus olhos bem fechados

 

– Não é real, não é real

– Jimin ...

 

 Meu coração parou por um instante

 

– Jimin ... – ouvi aquela voz me fazia querer chorar, eu a reconhecia, mesmo depois de anos sem ouvi-la, mesmo depois dela ter partido antes de me ver crescer –

– Mamãe? – tentei falar ainda embaixo do cobertor –

– Sim Jimin ... – Meu coração acelerou, a primeira vez que a vi, ela não tinha falado nada, apenas ficou me olhando com uma feição triste, eu queria abraça-la, mas ela tinha sumido antes d’eu tentar falar alguma coisa, senti sua mão tocar em meu ombro por cima do pano grosso do cobertor, quis me afastar pelo toque, mas fiquei paralisado, aos poucos, ela foi puxando o pano e eu apenas deixei, ainda de olhos fechados, enquanto o pano estava deixando descoberto já meus braços e pernas, lágrimas queriam descer, e eu não sabia o porque eu estava querendo chorar, fui respirando fundo em cada pensamento sobre o que eu falaria quando a visse assim que aquele pano saísse de mim, o que eu faria quando o cobertor me deixasse vê-la, com uma última puxada, o pano caiu sob o lençol da cama, me virei, era ela, ainda reconheço seu rosto, seus cabelos ondulados que eram em um tom acobreado, sua pele branca que parecia ser de porcelana, seus olhos ainda iguais aos meus, só que eram menos gordinhos, ela vestia uma camisola branca, seus cabelos estavam em perfeito estado, apenas manchados com sangue, e sua cabeça ainda sangrava – 

 

– Me deixa te abraçar? – ela me perguntou abrindo seus braços, e eu á abracei, eu não gostava de contato, mas confiava nas pessoas em quem eu abraçava –

 

– Chim Chim, era assim que eu te chamava quando você era pequeno, você deve não se lembrar, era muito novo – ela falou, quando nos afastamos e sentamos na cama –

– Eu não consigo me lembrar de muita coisa, e quando lembro, eu não sei se realmente aconteceu

– Me desculpe Jimin

– Não se desculpe mamãe

– Eu fui fraca, e te deixei sozinho

– Eu não estou sozinho, eu tenho o doutor Connor

– Não gosto do doutor Connor, mas se você gosta dele ...

– Ele cuida de mim

– Então, eu não falarei nada ... como você está querido?

– Bem ... voltei a tomar meus remédios e me sinto melhor, mamãe ... a senhora está realmente aqui?

– Eu estou onde você quer que eu esteja Jimin

– Outras pessoas podem te ver? Doutor Connor não acreditou em mim quando eu disse que te vi anteontem

– Ninguém precisa saber que estou aqui, vamos deixar apenas para eu e você, será o nosso segredo, esta bem?

– Está bem ... eu guardo segredo

– Eu sei que guarda meu amor – ela tocou em minha bochecha – sinto sua falta

– Eu também sinto a sua, ah hoje eu escutei uma música muito bonita, e estava tentando representar ela com um desenho, quer ver?

– Mamãe precisa ir agora, você precisa descansar

– Você vai voltar amanhã?

– Se você quiser que eu volte, eu volto

– Eu quero ...

– Então, eu estarei aqui ...

–  Amanhã te mostro o desenho então

– Verei com muito carinho meu amor, eu te amo – ela falou encostando seu nariz junto ao meu, e balançou as pontas, como um beijo de esquimó, logo me veio á mente a faísca de uma lembrança, sempre fazíamos aquilo quando eu era pequeno –

– Eu também te amo – estava de olhos fechados, e quando abri, mamãe já havia ido embora, mas não para sempre, não como antes –

 

* * *

08:15 AM

 

– Jimin ... – era o doutor Connor, ele tinha ido ao refeitório naquela manhã, se aproximou de mim enquanto eu estava sentado em uma mesa –

– Não está chateado comigo? – perguntei quando ele se sentou na cadeira, em minha frente –

– Não Jimin, eu nunca fico chateado com você, eu sabia que você iria tomar os seus remédios, sempre confio em você, e também, já agradeci ao Jungkook pelo o que ele fez

– Jungkook é legal, ele me mostrou uma música bonita

– Que bom que gosta do Jungkook, ele é muito gentil ... Jimin, eu queria conversar com você

– Mas não estamos em consulta doutor – sussurrei para ele –

– Eu sei, eu quero te falar sobre sua mãe

– Eu estou onde você quer que eu esteja – olhando para o nada, repeti as mesmas palavras dela na noite anterior –

– Jimin? – ele falou estalando os dedos em minha frente –

– Olá doutor

– Porque falou isso?

– Isso o quê? – eu não podia contar o meu segredo com a mamãe –

– O que você acabou de dizer

– Sobre a música que o Jungkook me mostrou? É uma música bonita

– Você sabe que pode confiar em mim para tudo, não sabe?

– Sim ...

– Está bem, quando estiver pronto para me contar tudo, estarei te esperando – ele falou se levantando da cadeira –

– Doutor Connor ... – o chamei –

– Sim? – ele me olhou –

– Quando teremos comemoração aqui no hospital? Eu gostaria de ouvir música no violão novamente

– Podemos organizar, acho que todos irão gostar de ouvir música e se alegrar, não fazemos uma festa a muito tempo

– Sim, todos vão gostar ... e doutor – o chamei mais uma vez – Obrigado por ... – fui interrompido por um grito vindo do corredor do hospital –

 

[...] 


Notas Finais


Me contem o que acharam do cap, sempre fico feliz em ver os coments
E fiquem de olho, o próximo capitulo pode vim mais rápido do que pensam haha !!
tt: @wtfuckook

Até qualquer dia mores!


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