História Doces Intenções - Shawn Mendes - Capítulo 1


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Categorias Barbara Palvin, Cameron Dallas, George Clooney, Harry Styles, Justin Bieber, Nash Grier, One Direction, Pretty Little Liars, Sabrina Carpenter, Shawn Mendes, The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Barbara Palvin, Cameron Dallas, Caroline Forbes, Ella Montgomery, George Clooney, Harry Styles, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Klaus Mikaelson, Liam Payne, Louis Tomlinson, Nash Grier, Niall Horan, Personagens Originais, Sabrina Carpenter, Shawn Mendes
Tags Shawn Mendes
Visualizações 1.359
Palavras 2.566
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Minha primeira fic 🎉 QUALQUER ERRO ORTOGRÁFICO POR FAVOR ME AVISEM

Capítulo 1 - Contract


Fanfic / Fanfiction Doces Intenções - Shawn Mendes - Capítulo 1 - Contract

Point Of Views - Ashley Salvatore 

Nova York, Manhattan - EUA - 13 de agosto, 2017.  

Mais um dia normal em NY, mais um dia em que terei de por a máscara de garotinha perfeita e sorrir para todos os convidados.

Mantenha uma boa postura, Ashley.

Cabeça erguida, Ashley.

Comporte-se como uma dama, Ashley.

Segure a taça de forma correta, Ashley.

Seja perfeita, Ashley.

A voz da minha mãe ressoava em meus ouvidos de forma baixa me fazendo respirar cada vez mais fundo. 

Passar uma boa impressão. Foi exatamente o que me foi ensinado desde criança. Provavelmente quando eu era apenas um feto e minha mãe já colocava músicas clássicas e um fone de ouvido em sua barriga para que eu pudesse ouvir. Não que eu goste desse tipo de musica, até gosto, mas bem, não tanto. Eu tinha apenas 4 anos, nem ao menos sabia escrever, mas eu já sabia que manter a postura em qualquer situação é essencial, qual mão deveria pegar a faca ou o garfo, quais talheres existiam e em qual situação deveria usá-los. Aos 10 eu já era bilíngue, aos 15 já conhecia ao menos 4 idiomas, e sabia de cor todos os países, já havia visitado a maioria. Eu fui criada para ser perfeita, mas essa era a última coisa que eu realmente gostaria de ser.

Não que eu tenha algo para reclamar sobre minha educação, sei que tenho sorte de nascer entre a elite de Manhattan, mas claro, tudo tem seus pontos negativos.

A música alta tinha o poder de me deixar com ainda mais dor de cabeça, eu sentia que ia explodir a qualquer momento, já podia sentir o efeito que meus saltos do solado vermelho-sangue causavam em meus pés, minha mandíbula já doía de tanto sorrir, o cheiro e o gosto do vinho tinto eram as únicas coisas que me mantinham em pé, e é claro, a voz irritante da minha mãe no meu ouvido, ditando o que exatamente eu deveria fazer.

— Sorria, querida. — minha mãe sussurra em meu ouvido tentando disfarçar.

— Já fazem 2 horas mãe, me deixe ir para o quarto, por favor. — eu suplico e ela me olha como se eu tivesse pedido algo absurdo.

— Você só pode estar brincando Ashley, sabe o quanto seu pai esperou por esse dia, não pode simplesmente sumir assim. — ela respira fundo. — É um contrato muito importante, você sabe.

— Eu sei, é só que eu... — respiro fundo enquanto ela me olha atentamente. — Tudo bem. Vou atrás do Louis.

Saio a procura de Louis, meu primo. Tudo que eu queria fazer é sair e respirar um pouco, as vezes é cansativo tentar ser perfeita demais. Esse é o lado ruim das coisas, as pessoas pessoas vêem perfeição em mim e então elas esperam apenas perfeições de minha parte, e é sufocante viver às expectativas de outras pessoas.

— Filha, vem aqui. — meu pai me chama e eu vou em sua direção.

— Oi, papai. — pela milésima vez sorrio para ele e as pessoas a sua volta.

— Essa é minha filha Ashley. — ele me apresenta para todos à sua volta. — Ashley, esse é o dono das empresas Mendes. — ele aponta para um senhor não tão velho. — Sr. Mendes, Manuel Mendes.

— É um prazer. — ele estende sua mão e me cumprimenta.

— Igualmente senhor. — sorrio meigamente para ele.

Meu pai e Manuel engajam uma conversa nada interessante para mim e só depois de algum tempo percebo a presença de duas outras pessoas, uma menina e um menino. A garota parecia ser mais nova que eu, lhe daria uns 15 ou 14 anos, ela usava um vestido branco que destacava o seu corpo, um salto preto e parecia ser muito meiga e calma. O menino se mantinha sério, sua feição não era das melhores, seu jeito era largado, ele tinha um brinco em sua orelha, seu cabelo era bagunçado, suas roupas pretas nada formais que mostravam varias tatuagens em todo o seu corpo.

— O que foi? — ele diz rudemente. — A princesinha nunca viu tatuagens na vida?

— Não te interessa, seu rude. — digo rapidamente.

— Rude, sério? — ele diz entre risadas. — Nem ao menos sabe xingar alguém.

— Saber eu sei, e muito bem, apenas tenho algo chamado educação que provavelmente você não deve conhecer. — bato de frente.

— Educação eu tenho sim, mas só uso com quem merece, e não com metidinhas que usam Louboutin e se acham no direito de olhar...

— Cale a boca, Shawn. — a menina o interrompe. Shawn que nome feio e esquisito, combina com o dono. — Meu nome é Aalyah, prazer. Você é muito linda.

— Obrigada, igualmente. — sorrio sincera. — Você também é muito linda, e no caso, gentil diferente do seu namorado.

— Namorado? — ela olha pra ele e ambos dão risada. — Deus me livre, já não suporto como irmão, imagina como namorado.

— É, deve ser torturante. — digo balançando a cabeça e o vejo revirar os olhos, tosco. — Bom, vou procurar meu primo, espero te ver novamente Aalyah. — ela sorrir. — Apenas você.

— Também espero te ver novamente, princesinha. — ele diz irônico.

— Prefiro ficar cega antes disso. — apenas lhe dou as costas, se não estivéssemos aqui eu gostaria muito de poder dar dedo pra ele.

Vou atrás de Louis e finalmente o acho, esse lugar é tão grande que é possível se perder. Meu pai está comemorando o fechamento de contrato com as indústrias Mendes, que é uma das mais conceituadas do Canadá e graças a filial em LA isso foi possível, pelo que eu sei o Sr. Mendes resolveu trazer a central de seus patrimônios para cá, e vir morar por aqui. Só espero não encontrar mais esse Shawn, NY não é tão pequeno assim. Bom, isso é o pouco que sei, meu pai não me deixa saber de todas as coisas ligadas as indústrias, eu fui criada apenas para ser perfeita, já Richard, meu irmão, foi criado para assumir os negócios de família.

— Louis, pelo amor de Deus vamos dar uma saída daqui rapidão, nem que seja um rolê no jardim. — eu falo rápido em forma de súplica.

— Vamos. — ele ri. — Mas tem que ser rápido antes dos seus pais perceberem.

— Tudo bem. — puxo ele até a porta e nós entramos na cozinha, os cozinheiros estranham, mas não dizem nada, logo depois abrimos a porta que dá acesso ao jardim, essa casa é imensa. — FINALMENTE AR FRESCO.

— Você ainda não se acostumou com essa vida? — ele da risada enquanto me seguro nele para tirar meu salto.

— Não. — bufo e sento no balanço que havia ali e quase não me cabia. — Com a parte boa sim, com a ruim não. — digo arrancando risadas dele.

— Esse balanço nos traz ótimas lembranças. — me olha.

— Como por exemplo o dia que você me empurrou tão rápido que eu escorreguei, caí de boca no chão e quebrei o dente? — pergunto rindo.

— A sua cara foi a melhor. — balança a cabeça. — Se quiser podemos fazer parte dois.

— Ah, não mesmo. — empurro ele rindo. — Era tudo mais fácil quando nós éramos crianças, não tinha cobrança.

— Sempre teve. — ele ri e eu também. — Mudando de assunto, e você e o Styles?

— Eu e o Harry não temos nada sério, não vamos ter, só ficar, sem estragar amizade. — pisco para ele.

— Essa é minha garota. — solta uma risada. — Agora acho melhor você colocar esse salto aí e a gente voltar lá pra dentro.

Apenas concordo e é exatamente isso que fazemos, graças a Deus ninguém sentiu nossa falta, até porque não demoramos muito. Já estava perto de chegar a meia noite e nada disso acabava, amanhã seria o primeiro dia de aula e eu já sentia que ia me ferrar pelo horário. Meu pai, como sempre, iria fazer um breve discurso e depois disso eu poderia ir para o quarto, com muita sorte.

— Senhores, primeiramente eu gostaria de agradecer a presença de vocês nesse dia que é realmente importante para a Diamonds Império. Eu, como eventualmente, faço um breve discurso. — quase dou risada quando ele diz 'breve'. — Agora não seria diferente. Mas dessa vez gostaria de chamar meus filhos, Ashley e Richard. Meu futuro sucessor fará as honras.

Por um segundo penso que é brincadeira até que caio na real e vejo que Richard já está lá na frente e todos se viram para mim, eu rapidamente me levanto e vou até seu lado, a família mendes também estava na frente, de forma que eu acabei ficando ao lado de Shawn.

— Boa noite. — Richard começa. — É um honra poder falar aqui na frente de todos e em nome da Diamonds Império que um dia eu poderei comandar. Eu tenho em mente continuar a honrar o nome de minha família, desse Império e principalmente meu pai, que deu seu sangue e todo o seu esforço para que isso pudesse existir. Esse contrato de hoje é um grande avanço para as empresas, não só para a Diamonds como também para os Mendes. Obrigada pela presença de todos. — ele se vira para o Sr. Mendes. — E pela confiança. — ambos sorriem, e Richard se vira para mim. — E claro, quando comandar não poderei fazer isso sem o apoio de minha irmãzinha Ash.

Como é costume meu pai e Manuel Mendes vão a frente e assinam o contrato na frente de todos, que os aplaudem e brindam. Logo em seguida o champanhe é aberto e posto nas taças das famílias Mendes e Salvatore, que brindam juntos, as famílias se misturam e se abraçam.

— Eu não vou te abraçar. — Shawn avisa para mim.

— Não lembro de ter pedido abraço algum. — sorrio e tomo mais um gole.

— Você é marrenta demais. — ele termina a taça dele e logo em seguida puxa a minha e toma.

— Sem educação. — digo boquiaberta e ele ri.

— Ainda está com gosto na minha boca, quer beijar para sentir? — Ele diz.

— Pra quem não queria me abraçar você está bem assanhadinho. — digo. — Mas dispenso.

— Você quem sabe, eu não vou perder nada. — ele pisca.

— Vejo que vocês viraram amigos. — meu pai surge do bueiro.

— Sim, sua filha é incrível, senhor. — Shawn me puxa para um abraço, qual o problema desse garoto?

— Não posso dizer o mesmo. — sussurro.

— Você disse algo filha? — meu pai pergunta e Shawn me olha torto.

— Aalyah e Shawn são pessoas incríveis, foi isso que eu disse papai. — sorrio e meu pai se convence.

— Bom, vou falar com os de mais, fico feliz de se darem bem. — ele vai saindo mas eu o puxo.

— Eu posso ir para o quarto daqui a pouco? Amanhã tenho aula. — peço.

— Pode sim filha, eu havia me esquecido. — ele sorri e eu comemoro internamente.

— Você é louco. — digo para Shawn assim que meu pai sai.

— Ele deve ter ficado furioso com isso. — da risada.

— Como assim? — pergunto.

— Não faço o tipo de garotinho perfeito. — sorri. — Sou o pesadelo do seu 'papai'. — imita minha voz.

— É o meu também, acredite. — reviro os olhos.

— Pelo menos teve a sorte de me abraçar e sentir o meu cheiro. — ele diz convencido.

— A sorte é sua de ter me abraçado. — digo. — Já zerou a vida, pode dizer que já abraçou a menina mais linda do mundo.

— Do seu mundo só. — sorri.

— Bom, era você quem estava querendo me beijar, então...

— Cala a boca. — ele fala.

— Como se você mandasse em mim. — devolvo impaciente.

— Se você fosse minha mulher com certeza eu mandaria. — seu tom é arrogante.

— Nesse caso agradeço a Deus o fato de não ser 'sua mulher'. — enfatizo. — Porque mesmo se eu fosse, você não mandaria em mim.

Nós estávamos quase berrando e tão perto que eu gostaria muito de empurra-lo.

— Ei, vocês dois, parem. — Aalyah intervém. — Para de ser assim Shawn.

— Eu não tenho culpa se essa garota se acha o centro do mundo. — ele diz ainda olhando pra mim.

— Eu é que não tenho culpa se você é bipolar e sem educação. — respiro fundo e me afasto. — Aalyah, você é incrível, nem parece ser irmã desse embuste.

— Obrigada. — ela ri. — Agora se acalmem, por favor.

— Não tem como ficar calmo perto dessa garota Aalyah, o nariz todo empinado, ela se acha demais, puta que pariu. Só o olhar dela de julgamento me da ânsia.

— Quem é você pra falar alguma coisa de mim? — ele abre a boca mas eu o interrompo. — Cala a boca, é uma pergunta retórica seu idiota. Você trocou três ou quatro minutos de conversa, mal me conhece e já se acha no direito de tirar conclusões? Para quem está reclamando do meu "olhar de julgamento" você está me julgando demais. Agora me da licença porque você está na minha casa e nem respeito você consegue ter. Eu vou me retirar disso aqui e espero que esse contrato não me faça ter que olhar na sua cara mais vezes que o necessário. — respiro fundo. — Já você Aalyah, seria um prazer nos conhecermos melhor. Agora vou para o meu quarto, espero que aproveite, até mais e boa sorte com esse embuste.

Ela da risada da minha última frase, me abraça e logo em seguida eu passo pelo Shawn fazendo questão de dar um leve empurrão nele com meu ombro. Ele está mexendo com a garota errada. Me despeço de todos, principalmente de minha mãe e de Louis.

Vou para o meu quarto e assim que entro fecho a porta e vou para o banheiro. Retiro minha maquiagem e minha roupa, logo depois entro na banheira e deixo a água quente relaxar cada músculo de meu corpo. Assim que termino, coloco meu pijama, que por acaso, era personalizado de meu malvado favorito. Arrumo meus materiais e separo minhas roupas de amanhã, quando me dou conta de que já é 1 da manhã.

Assim que me deito percebo uma sacola em cima da cama, abro-a e havia o seguinte bilhete:

"Essa gargantilha é para minha menininha perfeita. Essas pedrinhas brilham, mas não chegam nem ao seus pés. — Papai."

Abro a caixinha preta e me deparo com uma linda gargantilha com alguns detalhes em diamante, havia um pingente no meio onde ficava uma pedra maior lapidada num belo coração. Eu amo o meu pai, ele sempre sabe exatamente o que me agrada. Ele me conhece perfeitamente bem, até mesmo os meus gostos. Guardo minha gargantilha e volto para a cama.

Espero o sono chegar em meio aos meus pensamentos e toda a raiva que sinto por Shawn Mendes, um garoto arrogante, prepotente e bipolar, dos olhos castanhos quase esverdeado e que me tira a paciência como ninguém.

 


Notas Finais


Espero imensamente que gostem...


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