História Doces Sonhos! - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink
Personagens Jennie, J-hope, Jimin, Jin, Jisoo, Jungkook, Lisa, Personagens Originais, Rap Monster, Rosé, Suga, V
Tags Ação, Blackpink, Bts, Chaennie, Lisoo, Terror, Vkook
Visualizações 27
Palavras 2.893
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, Magia, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá Candys, amores obrigada pelos favoritos, pelo carinho. Mais um capítulo quentinho pra vocês

Espero que estejam gostando do jogo tanto quanto eu. Até porque nunca uma fic me inspirou a compor (sim aquela é uma composição original minha) mas aconteceu. Rsrsrs.

Então vamos deixar de enrolação e ir pra o que interessa.

Capítulo 4 - Game play.


Fanfic / Fanfiction Doces Sonhos! - Capítulo 4 - Game play.

- Seus personagens estão prontos, bom jogo e boa sorte.

....

Jin estava em sua sala quando o telefone tocou, ele apertou no viva voz. 

Jin - Sim Jane.

Jane - Senhorita Manoban deseja vê-lo.

Jin - Deixe-a entrar e chame meu irmão até aqui.

O moreno levanta de sua cadeira e vira para admirar a vista, ele escuta a porta abrir e sorri. 

Jin - Tão rápido Manoban, você foi muito bem recomendada e agora vejo o porquê. - Ele vira frente a ela. - Uaaau não sabia que era tão linda. 

Ls - Não vim aqui para ser elogiada senhor Kim, sou profissional.  E então, quem é o alvo? 

Jin - Sente-se senhorita Manoban, esperaremos meu irmão chegar para nossa reunião. 

Lisa senta frente a mesa e Jin continua de pé, ele estuda todo o corpo da loira que o olha com uma sobrancelha arqueada. 

Ls - Algum problema senhor Kim? 

Jin - Nunca havia prestado atenção no seu corpo, mas também não sou tão culpado assim, Kim Jennie chamava muita atenção. 

Ls - Não sei do que está falando mas peço mais respeito de sua parte. 

Jin - Desculpa, pensamento em uma garota linda que conheci outro dia. 

Namjoon entra na sala e estranha a presença da garota a sua frente. 

Rm - Estágiaria nova? 

Jin - Não querido irmão, Lisa Manoban a garota que vai se livrar da nossa caçula. 

O loiro vai até Lisa e lhe estende a mão. 

Rm - Prazer Senhorita Manoban, sou Kim Namjoon é uma honra conhece-la. - Ele sorrio meigo. 

Lisa levantou e cumprimentou o homem lhe retribuindo o sorriso. Jin percebeu um clima entre os dois e não gostou muito do que viu.

Jin - Achei que era profissional Manoban.

Ls - E sou, que mal há em retribuir um sorriso? 

Rm - Desculpe os modos de meu irmão senhorita, é inexperiente e não sabe distinguir um simples sorriso de um flerte. 

Jin - Chega Namjoon. Acerte logo o trabalho com ela. 

Rm - Sente-se senhorita. 

Ele puxa a cadeira para Lisa e ela senta, depois ele puxa uma outra cadeira e senta ao lado dela. 

Rm - Então senhorita Manoban... 

Ls - Pode me chamar de Lisa. - Sorrio simpática 

Rm - Lisa, nós queremos que você dê um fim na vida da nossa - Jin olhou para ele com a cara fechada - minha irmã. O nome dela é Kim Jisoo, estou com todos os horários e informações sobre ela numa pasta mas está na minha sala. 

Ls - Então vamos até lá. - Lisa levanta. 

Jin - Não precisa se incomodar. - Ele aperta um botão no telefone. - Jane venha aqui. - Segundos depois a mulher entra na sala. - Namjoon. 

Rm - Jane meu anjo, faça um favor, vá até minha sala e pegue uma pasta vermelha que está escrito "Projeto 2019" está  encima da mesa.

A mulher acentio e saiu, Lisa voltou a sentar na cadeira e Jin a olhar para a paisagem fora do prédio. 

Rm - Aceita um cafezinho Lisa? 

Ls - Claro!

Namjoon vai até a máquina e prepara um café para ela, Jane chega e lhe entrega a pasta. 

Rm - Obrigado Jane, te devo um almoço. - Ele pisca para a secretaria que fica corada. 

Jin - Nos dê licença Jane. - A mulher sai da sala. 

Rm - Aqui está Lisa. Tudo o que eu consegui para facilitar seu trabalho. 

Ls - Foi muito atencioso senhor Kim. - Disse analisando os papeis. - Bastante atencioso pelo que estou vendo. - Elogiou.

Jin - Dê as ordens Namjoon. 

Rm - Eu queria deixar ao seu critério como irá mata-la, mas meu irmão tem pressa e quer que seja rápido e silencioso. Eu optaria por algo mais demorado e doloroso. 

Ls - Como uma tortura? 

Rm - Não! Como uma sedução desencadeando uma paixão tão avassaladora que faria ela querer se humilhar, implorar, se arrasta e se matar. 

Jin - Não tenho tempo nem paciência para isso. 

Ls - Um tiro no crânio com uma sniper é o suficiente? 

Jin - Sim! Foi por isso que lhe procurei, soube que nunca perdeu um alvo enquanto esteve com uma sniper nas mãos. 

Rm - Isso é tão simples que é broxante. - Ele olha para Lisa e fica vermelho - Desculpe pela palavra senhorita, pensei alto.

Ls - Tudo bem, tranquilo. 

Jin - Já que tem o material e as ordens só está faltando minha parte. - Ele senta na cadeira e da gaveta puxa um talão de cheques. - Dê o preço. 

Ls - Meio milhão de dólares em dinheiro. 

Rm - Nos dê 24 horas e terá seu pagamento amanhã a esta hora. 

Ls - É um prazer fazer negócios com vocês. - A loira se levanta e estende a mão para Namjoon e depois para Jin. 

Lisa saiu do prédio com a pasta vermelha em mãos, ela entra em seu carro e dirige até o apartamento onde estava hospedada. Lá ela troca de roupa e pega uma maleta preta, ela volta para o carro e dirige até a faculdade que Jisoo cursava. Estacionou o carro por perto e entrou com um aluno a quem ela enganou dizendo que havia ido visitar o namorado. Depois disso procurou o prédio de Jisoo e logo a avistou, ela andou a manhã toda pelo campus até que achou o lugar perfeito. Ela tirou a arma da maleta e a montou, colocou fones de ouvido e olhou no relógio, faltava dois minutos para Jisoo sair, ela calibrou a sniper e aguardou pacientemente. 

....

Povs Jisoo. 

Estava tudo muito calmo naquela manhã até que a vi. Ela tinha uma maleta preta nas mãos e um olhar diferente, um olhar que estremecia até o mais corajoso dos homens. Eu a segui por um tempo mas desisti quando vi a pasta vermelha em suas mãos. Minha intuição estava certa, ela havia ido ali para matar alguém e esse alguém era eu. Pego meu celular e ligo pro meu motorista. 

Jh - As ordens patroa. 

Js - Hoseok, fica alerta, assim que minha mensagem chegar vem imediatamente. 

Jh - Sim senhora. 

Eu saio da sala no meio da aula alegando estar enjoada, andei pela cantina e fui até o prédio da arquitetura, de lá avistei ela indo pro prédio de Direito, eu a segui, ela estava tão focada no que iria fazer que não percebeu minha presença. Ela monta a arma, coloca um pirulito na boca e deita no chão, estava tão sexy com aquela arma enorme nas mãos. 

" O que você está pensando Jisoo, ela veio aqui para te matar. "  - pensei. 

Faltava 2 minutos para minha saída quando ela colocou os fones de ouvido e mirou em direção a saída do meu prédio. Resolvo então ir até ela, tiro meus saltos ficando descalça, coloco meu material do lado e da bolsa tiro um revólver calibre 22, sim eu ando armada desde que li o projeto 2019. Respirei fundo e fui até ela na ponta dos pés, engatilho a arma, me abaixo e coloco a arma em sua cabeça. Ela era tão fria que nem pareceu se assustar, puxo a arma dela pro lado e quando percebi que ela ia virar me levantei e pisei em sua nuca. 

Ls - Esperto. 

Ela tinha uma voz tão sexy que me deixava desconcertada. Me abaixo rápido pra tirar o fone quando ela virou frente a mim, num reflexo coloco a arma em sua Testa sentando em seu abdômen. 

Ls - Wooowww, é você?! - Agora sim ela parecia assustada. 

 - Quanto Namjoon te pagou? 

Ls - Não sei do que você está falando... 

- O projeto 2019 são informações sobre mim, meu irmão tinha isso em seu cofre até ontem a noite e agora está com você. - pressionei a arma na testa dela. 

Ls - Meio milhão de dólares. Sabe que se não puxar esse gatilho é uma mulher morta não é? 

- Não sou assassina. - Respiro fundo  tirando a arma da cabeça dela e sento ao seu lado. 

Ela senta me olhando Confusa, e ficou mais ainda quando eu lhe entreguei sua arma e puxei o pirulito de sua boca colocando na minha. 

- Não entendo os motivos dele, nem julgo sua profissão, não vou impedi-la,  só seja rápida. 

Ela aponta a arma pra mim e respirou fundo, fechei os olhos esperando o disparo mas não o obtive. Olhei para ela que ainda apontava a arma para minha cabeça e deixei cair uma lágrima. Ela abaixa a arma e respirou fundo novamente parecia estar nervosa. 

- O que está esperando? 

Mais uma vez ela aponta a arma para mim e suspira, as mãos dela tremiam, pude ver que ela tinha dificuldade para respirar e estava suando bastante, ela abaixa a arma e a joga para o lado. Ela engatinha em minha direção e pega o doce da minha boca e coloca na dela.

Ls - Eu não consigo. - Disse sentando na minha frente. 

- Coloca os fones... 

Ls - Não é isso. Eu nunca fiquei cara a cara com uma vítima. 

- Então mata covardemente.

Ls - Não é covardia proporcionar uma morte indolor e inesperada. Covardia é apontar esse rifle pra sua cabeça e saber que sua vida deve estar passando pela sua mente. 

- Você tem razão. - Suspiro.

Ls - Você vai me fazer perder muito dinheiro, minha fama vai por água abaixo. 

- Como você se chama? 

Ls - Lady Gaga Presley McCartney. 

- Sem palhaçada. - Tentei não rir 

Ls - Lisa. 

- O que vai fazer comigo Lisa? 

Ls - Não sei! - Ela começou a desmontar o rifle. 

O sol se pôs e a noite começava, ela colocava a arma desmontada na mala junto com o fone e o projeto 2019.

- Posso te pagar um drink?

Ls - Sair pra beber parece uma boa idéia. - Ela sorrio fraco. 

Fui até minhas coisas e calcei meus saltos, guardei minha arma na bolsa e peguei meu material. Nós descemos juntas e ela me levou até seu carro.

Ls - Você vai comigo? 

- Por que não iria? 

Ls - Por que sou uma assassina, uma desconhecida. 

- Se quisesse já teria me matado, mas se não quer ser vista comigo eu entendo. - é, eu fiz drama. 

Ela abre a porta do carro e faz sinal pra mim entrar, Confesso que estou bastante nervosa mas ela não parecia que iria me matar. Decidi entrar no carro e mandei uma mensagem para Hoseok o mandando ir para casa já que iria sair com uma pessoa. 

Ls - Então, você me convidou mas eu que vou dirigir... 

- Me leva pra um lugar que você frequenta e lá eu pago seus drinks.

Ls - Você não vai querer ir. - Ela gargalhou. 

- Por que? 

Ls - Frequento lugares vulgares.

- Eu nunca estive em um, então pode ser uma boa hora para uma primeira vez. 

Ls - Ok, mas não abre agora, só as 9... O que faremos até lá? 

- Não posso te levar pra minha mansão, nem pro meu Apê. Por que não vamos pra sua casa? 

Ls - nunca levei alguém pra lá 

- Então hoje é a noite da primeira vez. - Sorri tentando ser engraçada.

Ela acentio e começou a dirigir, derrepente ficamos caladas e aquilo já estava me chateando, ela estava séria, pensativa, parecia estar em outro lugar. 

- Está chateada por que arruinei sua fama? (sutil) 

Ls - Não! Apenas pensando no dia. A noite chegou e eu estou aqui dirigindo com uma companhia. Isso não acontece sabe. - Ela pausa e respira fundo - Eu sempre estou sozinha no fim do dia, por isso frequento esse tipo de lugares.

- Não é diferente de mim, tenho dois irmãos que me odeiam, não tenho namorado nem amigos. Eu só estudo, e estudo, não saio por medo de me desfocar da minha carreira. No fundo somos iguais. 

Novamente o silêncio se fez, nós chegamos no prédio, ela estacionou o carro e logo subimos para o sétimo andar. Ela segura firme a maleta e mastigava o plástico que tinha sobrado do pirulito, o elevador abre e ela vai até a segunda porta a esquerda. 

Ls - Bem-vinda. - Disse abrindo a porta. 

Era confortável e aconchegante apesar de ser pequeno, não tinha uma decoração padronizada mas era bonito. Ela pede meu casaco e o coloca num cabide. 

Ls - Fica a vontade, quer um suco?

- Uma água. 

Ela vai até a geladeira e trás duas garrafinhas de água, ao me entregar uma me pede licença e leva a maleta consigo para onde eu acho que deve ser o quarto. Puxo meu celular e atualizo minhas redes sociais, aquilo sempre me distraía, muito tempo depois ela surgiu vestida toda de preto. 

- De quem é o velório? - Brinquei.

Ls - Do primeiro que me encher meu saco. - Ela parecia chateada. 

- Está brava, é comigo? 

Ls - Não! Só não estou confortável com a idéia de que perdi um trabalho. - Ela senta ao meu lado e suspira - vai ser difícil achar contratantes depois disso. 

- Por que faz isso? 

Ls - Porque é o que sei fazer de melhor. 

- Aposto que não, mas deve ser no que você quis se especializar.

Ls - Melhor não falarmos deste assunto. Ainda estou assimilando o que aconteceu. 

- Eu vi você pelo campus, pode ser maluquice mas sonho com você todas as noites e nunca havia te visto até hoje. Você só me disse seu nome mas eu sei que é Lalisa Manoban. 

Ls - Wooowww, você é o quê? Paranormal?

- Eu sei que é estranho, mas eu só sei. Na verdade seu nome verdadeiro é Panpriya, vc é tailandesa e sabe rimar como ninguém. Também é bastante sentimental e carinhosa e odeia gente autoritária. 

Ls - Vc tem muita informação aí. - Ela estava nervosa. 

- Eu te segui até ver o projeto na sua mão, então comecei a me sentir mal, pedi pra sair da sala quando vi você indo pro prédio de Direito, a segui e fiquei observando até você colocar os fones, foi quando tomei coragem para ir até você. 

Ls - Isso foi descuido meu. Sempre fui muito cautelosa com essas coisas e baixei a guarda quando vi seu histórico. Te substimei.

O silêncio sufocador se fez novamente e então eu o quebrei.

- Me leva pra longe, vamos de táxi, enchemos a cara pra esquecer isso e amanhã pensamos no que vamos fazer.

Ls - De acordo. - Ela sorri fraco. 

Nós levantamos e ela abriu a porta para mim, e foi assim ao entrar e sair do táxi, na boate e no banheiro, sempre me tratando como se fosse um cavalheiro. Já havíamos bebido muito, bem pelo menos eu já, quando dei por mim estava com a cabeça pesada e tonta, tinha uma garota dançando semi nua no meu colo, olhei para o lado e vi Lisa sendo levada por um homem. 

- Amor você pode me dar licença? 

A garota acentio e saiu do meu colo, puxei uma nota de 100 e coloquei na calcinha dela. Tentei segui-los mas os perdi de vista, já estávamos perto da saída de trás da boate então imaginei que eles poderiam ter ido por ali. Como um cão farejador segui o caminho e ao abrir a porta constatei que estava certa. O homem chutava a costela dela que já tinha o rosto inxado e cospia sangue pela boca. Meu sangue ferveu diante de tal covardia e sem pensar duas vezes puxa minha arma da bolsa e engatilho, me aproximo lentamente e coloco a arma na cabeça dele. 

- Mãos para trás e sem gracinhas. 

O homem tentou virar para me desarmar mas caiu morto. Disparei por puro reflexo, Lisa levantou e pegou a arma da minha mão. Ela está falando comigo mas eu não estou conseguindo entender nada a pôssa de sangue começa a se formar ao redor da cabeça do homem, eu começo a me distânciar dele, logo sou colocada em um táxi, Lisa continua falando comigo mas ainda estou sem entende-la. O táxi chega no prédio de Manoban e sou arrastada pro elevador, ela torna a falar comigo e até me sacode algumas vezes, eu começo a escutar a voz dela. 

Ls - Por favor fala comigo. 

- Eu...eu.

Ls - Isso, reage. 

Ela me leva pro apartamento e me senta no sofá, sai rápido e volta com uma garrafinha de água. 

Ls - Meu Deus você está muito trêmula. - Ela pega na minha mão e me dá a garrafa. - Bebe isto, é agua, vai ajudar a seçar a adrenalina do seu corpo.

Olho para a garrafa e não consigo beber, eu quero chorar, gritar mas não consigo. O medo tomou conta de mim mais uma vez e então apago por um instante. Acordo deitada na cama com ela dormindo ao meu lado, já havia se limpado, trocado de roupa e tinha um curativo na testa. Lembro do homem morto e enfim consigo chorar, me encolhi abraçando o travesseiro chorando baixinho para não acorda-la. Eu tinha um enorme buraco no peito, minha barriga doía, os soluços já se faziam presentes quando senti um abraço quente e protetor envolver meu corpo. 

Ls - Sei exatamente como está se sentindo. Pense apenas que salvou minha vida, pode chorar e até gritar gritar a vontade. Meu quarto é isolado, ninguém irá escuta-la a não ser eu.


Notas Finais


Pronto Candys, se der posto outro ainda hoje.


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