História Dominatrix (Ivan G!P) - Capítulo 9


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Palavras 980
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que estejam curtindo pessoal!!!!!

Capítulo 9 - Capítulo 8


Simone fora a única a não se preocupar com as posses dele. Ela simplesmente o aceitara

pelo que ele era, não pelo que ela poderia usufruir. O que elevava o número de pessoas

que haviam agido assim para um total de duas. Simone e vovó.

– A sua gatinha já chegou? – perguntou a avó, olhando pelo saguão. – Será que eu não

a vi chegando?

– Foi por isso que você voltou mais cedo? Vai tentar dar uma de cupido de novo?

Olha, vovó, eu não tenho uma gatinha. Eu só estou aqui para ajudar mamãe e papai antes

que eu fique ocupado demais para vir para casa.

Vovó balançou a cabeça, um olhar de censura nos olhos brilhantes.

– Ivan, eu enxergo as coisas. E vejo que em breve você vai estar dando uns pegas na

gatinha.

O queixo de Ivan caiu.

– Dando uns pegas? Onde você anda aprendendo essas coisas?

Ele ignorou o comentário sobre “enxergar” coisas. Vovó tinha mania de se achar a

vidente. Ela afirmava ter sonhos premonitórios e vivia carregando um baralho de tarô. E

para desgosto dos pais de Ivan, ela gostava de montar uma mesa no saguão do hotel e

oferecer leituras para os hóspedes crédulos. Recentemente, vovó havia levado seus dons

estrada afora, numa tentativa de complementar a renda da aposentadoria apostando em

cassinos. Até agora, ela havia feito três viagens para Las Vegas e cinco para Reno, e o

máximo que ganhou foi um enorme macaco de pelúcia vestido como o pianista Liberace.

– Admita, você está aqui para encontrar seu verdadeiro amor – cutucou a avó,

enganchando a mão no braço dele para ser guiada para fora, até seu chalé num terreno

particular ali perto.

A imagem de Simone surgiu na mente de Ivan. Mas não era em amor que sua imaginação

estava interessada, uma vez que ela estava nua e relaxada em sua cama.

– Nada de amor verdadeiro, vovó. Eu não tenho tempo. – Ou, mais precisamente, o

amor não tinha tempo para ele. Ivan tinha tentado se apaixonar, ele realmente quisera

acreditar no doce mito das emoções incondicionais. Mas o amor, tal como sua infância,

sempre vinha com um preço: dinheiro, favores, contatos.

Vovó fungou e empinou o queixo fino.

– O amor não tem hora para acontecer, sabe. Seria bom você encontrá-la nesta semana,

antes de arriscar tudo nesse seu negócio maluco.

– Eu pensei que você gostasse de apostas. – Foi tudo o que ele disse. Ivan ouvira todos

os motivos pelos quais sua família não queria que ele prosseguisse com seus planos.

Quatro gerações dos Garcia tinham administrado o hotel e agora era responsabilidade dele

mantê-lo na família. Seus pais até iriam tolerar que ele não trabalhasse diretamente dentro

do hotel, mas a tradição familiar exigia que ele ajudasse a manter o negócio à tona nesse

período econômico tão difícil. Blá-blá-blá.

Mas quando suas férias terminassem, na próxima segunda-feira, ele faria a maior

mudança de sua vida adulta. Ia largar o conforto do emprego bem remunerado na Leeton

Games e investir todos os seus recursos para iniciar a própria empresa. Anos de sonhos,

meses de planejamento, e era hora de agir. Um manto familiar de tensão estava sendo

colocado em seus ombros e Ivan tentava se desvencilhar dele. Afinal de contas, o dinheiro

não o preocupava muito. Nem o risco, muito embora este fosse imenso, considerando

que o sujeito que havia elaborado seu plano de negócios e que deveria entrar como seu

empresário tinha desistido da empreitada, citando preocupações sobre ter de abrir uma

empresa sem poder usar o título principal de Ivan para chegar à fama. Seu pseudônimo.

Mas Ivan tinha um acordo com a Leeton Games. Quando ele havia começado lá, o

pseudônimo tinha sido uma ideia sua, mas a notoriedade que ele construíra ao longo dos

anos atraíra um monte de elogios para a empresa. Em troca de abrir mão de todos os

direitos em cima do pseudônimo, e para manter o silêncio durante três anos, eles

pagariam a ele o suficiente para lhe garantir uma vida confortável durante um ano, até que

ele estabelecesse sua nova empresa.

Ivan tinha fé suficiente em suas habilidades e em seus talentos para saber que a empresa

de computação gráfica iria decolar.

Mas era uma pena que seu alterego, Gandalf, tivesse de ser jogado na pira do sacrifício

em nome de um seguro empresarial.

– JÁ CONSEGUIU encontrar o Gandalf? – perguntou Jeiza no viva-voz do telefone. Suas

palavras soaram impacientes, o tom equivalente a um empurrão irritado na costas de Simone.

Simone fez uma pausa na desarrumação das malas para balançar a cabeça diante do

telefone.

– Estou aqui há uma hora, Jeiz. Não é como se o cara fosse estar usando uma placa ou

algo assim. As maiores empresas de jogos têm tentado descobrir a identidade dele há

anos e não conseguiram. Mas você acha que tudo que eu preciso fazer é passear no hotel

e, puf, ele vai se materializar? Eu sou boa, mas não tanto.

– Se tem alguém que pode fazer isso, esta pessoa é você – insistiu Jeiza. – Mas você

tem de conversar com as pessoas. Você sabe disso, certo? Você saiu fazendo perguntas ou

simplesmente fez o check-in e tomou um atalho para se esconder no seu quarto?

– Eu conversei, eu perguntei. Estou tentando, tá bom? – O tom irritado de Simone

contrastou fortemente com o pânico subjacente na voz de sua cunhada. Simone respirou

fundo e tentou se acalmar. – Não se estresse tanto, tá legal? Se o cara estiver aqui, eu vou

descobrir. – Simone se lembrou da informação de uma das gêmeas a respeito de Teresa

Roberts, porém descartou a ideia. Gandalf tinha de ser um cara.

– Qual é o seu primeiro passo? O que você vai fazer esta noite?

Simone fez uma careta. Tinha esperanças de que Jeiza não fosse perguntar isso. Ela

odiava momentos do tipo eu-te-disse. Na esperança de evitar mais um, ela falou rápido:

– Pensei em ficar no meu quarto esta noite. Você sabe, fazer um pouco de pesquisa na

internet, fazer contato com algumas pessoas do ramo e ver se elas têm alguma pista. E eu

ainda preciso descobrir como convencer o tal cara a trabalhar para Zeca, uma vez que eu

encontrá-lo. Tenho algumas ideias, mas preciso refiná-las antes de eu levá-las a Zeca, já

que a empresa e o dinheiro são dele.



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