História Dreams. - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Dreams, Hoseok, Jeongguk, Jimin, Namjoon, O Menino Dos Meus Sonhos, Seokjin, Soulmates, Taehyung, Taekook, Yaoi, Yoongi
Visualizações 20
Palavras 2.875
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


heey, cá estou de volta!!! espero que gostem de mais um capítulo que demorou um pouco para ser concluído. até o próximo e não se esqueçam de dizer o que acharam, críticas são bem-vindas. 💖 amo vocês, paosinhos.

Capítulo 5 - Cigarro.


Fanfic / Fanfiction Dreams. - Capítulo 5 - Cigarro.

Levantei com o despertador digital emitindo um som horrível, suspirei com um pouco de raiva e desliguei-o, olhando o horário que marcava, ainda falta uma hora para eu entrar na escola. 

Entrei no banheiro, percebendo meu reflexo no espelho, eu estava com olheiras feias, mas não me importo muito com essas porcarias. Lavei meu rosto para acordar e bufei, tomando conta que eu sempre fazia isso e nunca me ajudava a ficar acordado nas aulas. 

Me arrumei com uma roupa qualquer do meu guarda-roupa — na verdade com a primeira roupa que vi —, eu odeio ficar perdendo tempo com minhas fardas para ir para a escola. 

Entrei na cozinha com um sorriso aberto para minha mãe que preparava o café. Aposto que meu irmão está dormindo e não existe coisa melhor do que acordar sem ver a cara idiota dele. 

 — Meu filho. — Falou assim que me viu entrar. — Semana passada eu fiquei tão confusa com você. 

 — Por quê? — Perguntei simples, procurando por alguma fruta. 

 — Você falando que sua namorada te traiu com o seu irmão. — Estava preparando o café para meu pai que já havia chegado da tal viagem. Afinal faz uma semana que ele viajou e uma semana que eu levei Taehyung para a casa dele. 

 — Porque ela me traiu com ele, ué. — Fui sincero, dando de ombros. Peguei uma maçã da porta da geladeira, e dei a primeira mordida enquanto olhava para minha mãe que não estava entendendo nada. 

 — E você continua com ela? — Franziu os cenhos. 

 — Sim, mãe. Eu a amo. 

 — Mas e ela? Te ama também? — Abaixei a cabeça, bufando. 

 — Ela nunca sentiu algo por mim. — Me virei, e deixei minha mãe um pouco confusa na cozinha. 

Saí para fora de casa com raiva, por que se meter aonde não é chamada? Porra, eu não ligo se a Jennie me ama ou não, tanto faz, eu apenas quero meu reconhecimento. É pedir demais? 

 — 

Senti mãos pela minha cintura, eram tão finas e macias que relaxei nos braços da pessoa que me pegará no flagra. Eu estava exatamente aonde não deveria estar: fumando um cigarro na sala de trigonometria — matando a aula, enquanto vejo as notificações do twitter. 

 — Meu amor.. — A voz de Jennie me tirou do transe. Ela deixava beijos molhados no meu pescoço, parecia estar carente de atenção por mim. 

 — Hm, anjo? — Perguntei, arfando ao sentir sua mão pelo meu abdômen. Jennie sempre soube como me enlouquecer. Os toques dela são como os deuses para mim, tão gostosos e suaves. 

 — Eu quero que você me foda aqui. — Murmurou, descendo suas mãos para minha virilha, me olhava com seu olhar sacana. Por mais que nosso namoro seja uma farsa, eu gosto de foder com ela. 

 — Seu pedido é uma ordem. — Disse jogando o cigarro fora e colocando-a na mesa de algum professor — que eu realmente não me importo quem é —, desci minhas mãos para sua bunda farta dando um leve tapa naquele local, deixando-a gemer baixinho meu nome enquanto apertava meus ombros implorando para eu a tocar. 

 — Vocês deveriam voltar para a aula. — Ouvi a voz mais atormentante que conheço, tão atormentante quanto o dono. Kim Taehyung havia chegado num ótimo horário. 

— O que faz aqui? — Revirei meus olhos, ajudando a garota a descer da mesa, ela devidamente estava irritada igual a mim. 

— Eu estava passando pelo corredor para procurar o professor Hyung-Sik! E aí ouvi alguns gemidos estranhos que vinham dessa sala, eu não pude evitar ver quem era, fico sempre de olho em tudo como ajudante do diretor da escola. — Obviamente estava mentindo, Taehyung pode saber ler, mas não é um bom aluno. 

 — Ah, claro. Eu vou embora. — Ouvi minha namorada falar, deixando um selinho em meus lábios e sussurrando "mais tarde continuamos com isso" antes de partir para fora. 

 — O que realmente veio fazer aqui? — Mordi meus lábios franzindo o cenho. 

 — Então parece que eu interrompi algo... — Mudou de assunto com facilidade, eu conseguia ver o jeito como ele gostava de confundir minha cabeça. — Sua namorada é realmente uma piranha. 

 — Não acredito que veio aqui me atormentar. 

 — "Oh, Jungkook me foda." — Fez uma voz fina claramente zombando com a minha cara. — Como ela não percebeu que você é viado? 

 — Ela não percebeu porque eu não sou. — Dei uma risada fraca, mandando uma piscadela para ele. 

 — Ah, vamos, Jeongguk. — Ele me puxou pelo braço, caminhando até o corredor onde não havia ninguém, estavam todos em aula. 

 — Para onde está me levando? — Perguntei, fazendo o mesmo olhar para mim com uma expressão de tédio e bufar. 

 — Dá para parar de ficar falando e deixar eu te levar para um lugar legal? 

 Assenti com a minha cabeça, concordando. Ele voltou a caminhar, me segurando com brutalidade, pareciamos estar indo para a saída da escola, mas a porta da saída fica sempre fechada então os alunos saem pela entrada. Nunca entendi porque ninguém deixa a saída aberta. 

Taehyung largou meu braço, levando suas mãos para o bolso da calça da onde tirou uma chave dourada, parecia que ele havia a roubado. Ele segurou a maçaneta da porta de saída e abriu-a com a chave, por incrível que pareça eu nunca tinha vindo para a parte de trás da escola. Tinha uma escadinha de pedra para descer e muitas árvores pelo local que era coberto por gramas. Acho que ninguém nem vem muito aqui. 

Kim fechou a porta, e sentou no primeiro degrau, me fazendo sentar ao lado dele. Bufou, tirando um maço de cigarros do bolso me dando um sorriso sarcástico. Ah, aquele sorriso demoníaco. 

 — Jeongguk... — Fez um biquinho forçado. — É uma pena que não temos um isqueiro aqui, não? 

 — Eu te emprestaria se você não fosse um babaca. — Dei de ombros, tirando o meu isqueiro do bolso traseiro. — acho que eu guardo tudo no bolso traseiro da jeans. 

 — Seja legal pelo menos uma vez comigo que você será feliz de ter me conhecido. — Respondeu me fazendo sentir um derrotado chato, então apenas entreguei o isqueiro para ele que parecia um pouco mais contente comigo. 

Ele abriu o maço, tirando apenas um cigarro e colocando-o entre os lábios, deixou a caixinha ao lado, pediu para eu acendê-lo, então eu o fiz, assistindo o garoto fechar os olhos segurando o cigarro com os dedos enquanto estava em sua boca. Uma cena sexy devo acrescentar. 

 — Não vai acender um para mim? — Taehyung abriu os olhos e suspirou fundo, negando com a cabeça. Lembrei que havia deixado o meu pacote na sala onde eu estava prestes a foder com a minha namorada. 

 — Não, você e eu vamos dividir esse cigarro. — Explicou, deixando-me boquiaberto.  

— Que nojo, cara! Nem com os meus amigos eu faço isso. — Fiz uma careta vomitando vendo Kim revirar os olhos para mim. 

 — Se você quiser vai ter que dividir, eu não vou te dar os meus cigarros. E outra, dividir cigarros não significa nada, não pense que quero algo com você. — Como alguém consegue ser tão irritante? 

 — Por que me trouxe para cá? — Tentei mudar de assunto, sentindo o vento bagunçar meu cabelo, estava um dia com ventos fortes e particulamente eu gostava desse clima meio frio. Pra mim sempre achei o frio uma das melhores estações. 

 — Queria te mostrar o quão esse lugar é bom. — Explicou-se. — E também eu não poderia perder a chance de atrapalhar sua quase-transa com a Jennie. 

 — Taehyung nem tem nada demais aqui! — Apontei para as árvores, reclamando. — Olha só, estamos em um lugar normal como os outros, qual a importância disso? 

 — Quando eu era pequeno eu vinha aqui para sentir a brisa das árvores e olhar os pássaros que cantavam, eu sempre achei eles bonitos. — Soltou a fumaça pela boca, me entregando o cigarro. Peguei-o, ainda receoso, mas me deixei levar e coloquei-o aos lábios ouvindo Taehyung contar sua história. — Às vezes ainda venho para fumar sozinho e pensar nos problemas, é uma delícia ficar aqui sentado sentindo o ar e só relaxando. 

 — Já trouxe alguém aqui? 

 — Não, você é o primeiro, se sinta honrado. — Isso realmente me surpreendeu. 

— Por que eu? — Me senti interessado na sua escolha, poderia trazer qualquer um, mas me trouxe. 

 — Porque eu queria te agradecer por ter me tirado da boate e me levado para casa, eu não estava nada bem aquele dia então obrigado. — Falou, retirando o cigarro da minha mão e colocando em seus lábios carnudos e rosados. — Desculpa por te evitar essa semana, eu não sabia o que dizer, estava meio envergonhado com tudo. 

 — Você me ignorou? Eu nem percebi. — Menti. A verdade era que eu tinha percebido, eu falava "oi" para ele nos corredores e ele nem me notava, eu tentava seguir ele para falar com ele, mas ele corria de mim e até queria mandar mensagem, mas não tenho o número dele. 

 — Jeongguk, você é um péssimo mentiroso, já te disse isso? — Taehyung riu de mim, fazendo eu rir com ele. 

 — Eu não minto mal. — Fiz birra, cruzando os braços enquanto o menino na minha frente sorria sem motivo soltando a fumaça com aquele cigarro pressionado nos dedos, já estava na metade. 

 — Mente sim, mente tão mal que eu sei que o boato de você ter ficado com o Jimin é verdade. — Ergueu os cenhos, me deixando sem palavras na boca. 

 — Ficamos só uma vez para eu experimentar, e eu não gostei! Eu até falei para ele que gostava de garotas com peitos e tudo mais. — Dei de ombros, deixando Taehyung continuar rindo de mim. 

 — Dúvido que não goste de chupar algum pau. — A cada dia que se passa percebo que o odeio cada vez mais. 

 — Eu não gosto, Tae, poderia ser menos irritante quanto a isso? 

 — Não me chame de Tae, Jungkook, é ridículo. — Parecia sério e seu olhar estava mais irritado que antes. 

 — Você pode me chamar de Jeongguk, mas eu não posso te chamar de Tae? Que eu saiba todos os seus amigos te chamam assim. 

 — Sim, todos eles me chamam assim porque são meus amigos, você não é meu amigo. — Jogou o restinho do cigarro na grama abaixo da escada. — Só nos ajudamos quando precisávamos e tanto faz.

 — Quando você me ajudou? — Ri irônico. 

 — Quando eu te levei para a casa no dia em que estava bêbado e você retribuiu o favor semana passada, estamos quites, só isso, não passa de mais nada. — Levantou da escada, me puxando para levantar junto. — Vamos, eu não quero me atrasar para a próxima aula, e agora eu ficarei bem longe de você. 

 — Por que não quer ficar perto de mim? — Tentava entender algo, mas a mente só não processava tudo que Taehyung me fala. 

 — Porque eu vou te machucar de alguma forma, eu não quero isso. 

 — 

A última aula havia acabado e eu estava muito feliz por poder sair da escola — na verdade eu matei quatro tempos, deixando para ir no último, já que Taehyung práticamente me empurrou para a sala de aula. 

Estava no meu armário, jogando os cadernos ali dentro, esperando por Jimin, que sempre ia embora comigo nas quartas e quintas-feiras, e hoje é quinta, então iríamos juntos. Ele mora na rua paralela da minha ficando mais fácil de voltar. 

 — Jungkookie. — Jennie me chamou, fazendo eu a olhar. Por incrível que pareça ela e Park estavam juntos, que estranho, Jimin não aguenta ficar em algum lugar com a minha namorada por dois minutos, por que ele iria estar andando com ela agora? 

 — Oi, meu amor. — Abracei-a tentando mostrar afeto e a garota simplesmente bufou, afastando-se de mim. — Eu ainda estou triste por não termos conseguido terminar aquilo que começamos! Seu amigo chegou na hora errada. — Voltou a aquele assunto do Taehyung, ele realmente havia sido um incômodo no momento. 

 — Seu amigo? — Jimin perguntou fechando o armário dele. — Qual amigo? 

 — Kim Taehyung. — Jennie falou antes que eu pudesse responder. — Agora parece que meu namorado anda com o pessoalzinho que vende drogas. 

 — O Tae.. — Lembrei o que ele falou do nome e limpei minha garganta. — O Taehyung não é assim. 

 — Todos são, você não sabe a hora e nem o momento que irão mostrar a verdadeira face. — Ela falou me deixando nervoso, eu sabia que Kim não era desse jeito, ele poderia ser um pouco babaca, mas é legal e divertido às vezes, até um pouco sentimental. 

 — Meu amor, eu e Jimin temos que ir. — Respirei fundo, puxando o garoto pelo braço enquanto ela me deixou um beijinho na bochecha gritando "Tchau, garotos!" Que menina insuportável. 

 — Por que você a namora? Ela é tão idiota, me veio falando mal de Hoseok, eu queria bater nela, mas fiquei na minha porque não queria que ela falasse algo para você. — Park e eu caminhavamos para fora da escola, e ele mais uma vez me lembrando o quão chata e ruim minha namorada é. 

 — Você sabe porque eu namoro ela, eu vou ser o rei do baile esse ano, Jimin, fique apenas vendo. — Argumentei, deixando um sorriso ladino escapar no meu rosto, seria tão bom ganhar a coroa, eu poderia ouvir todos gritando meu nome e me amando, eu realmente precisava disso. 

 — Esqueça essas porcarias, você apenas vive para tentar ser popular. — Deu de ombros, cabisbaixo. Parecia chateado comigo, ele realmente odiava quando alguém falava mal do Hoseok, e eu não posso negar, eu também odiava, ninguém deveria falar mal de um dos meus melhores amigos, ele é incrível quando não está chapado. 

 — Me desculpa. — Pedi, deitando minha cabeça em seu ombro. 

 — Tudo bem, você irá terminar com ela assim que acabar esse ano, e estaremos morando juntos em um apartamento, iremos fazer faculdade e casar com homens bonitos, quero dizer... — Começou a rir sozinho. — Eu com um homem e você com uma mulher. 

 — Ainda bem que consertou a frase pensei que você estava duvidando da minha heterossexualidade. 

 — Eu? Duvidando da sua heterossexualidade? Nunca. Você é o cara mais hétero do mundo. — Parecia estar sendo irônico então eu apenas ri junto com ele. 

 — Você é o melhor amigos de todos.. — Suspirei. — Eu prometo terminar com aquela garota idiota quando chegar o final do ano. 

 — Eu acho que você tem mais chances com o Taehyung do que com ela! — Falou sério, fazendo-me levantar do ombro dele. 

 — Kim está fora dos meus alcances, acredite ele não quer nada comigo. — Fui sincero e dei de ombros. 

 — Como você sabe? E afinal, por que se interessa tanto com isso se não quer nada com ele? — Me questionou. 

 — Eu não quero nada, você que me perguntou! — Teimei, olhando pelas casas do meu bairro, eram lindas, tem uma tão maravilhosa, eu ia brincar na frente dela porque dizia que era onde eu iria morar quando crescesse e me casasse. Tantos sonhos quando pequeno, agora eu sou uma decepção para todos. 

 — Eu só estou brincando, idiota. — Reclamou comigo. — Deveria começar a levar as coisas na esportiva. 

Não falei nada, apenas continuei caminhando ao lado de Jimin enquanto olhava pelas casas, logo avistando a minha, droga, eu teria que ver meu irmão. Ele é tão imbecil, eu não aguento mais passar dias com Yoongi, tudo ele implica comigo, tudo sempre sou eu o problema, se ele soubesse o quanto me irrita.. Eu gostaria às vezes que ele sumisse novamente. 

 — Vou indo, Jungkookie. Até amanhã. — Disse, e deu dois tapinhas no meu ombro esquerdo. 

Parei em frente a minha casa, suspirando, entrar ali e saber que teria que almoçar e ver meu irmão era uma tarefa demasiada difícil. 

Balancei a cabeça afastando esses pensamentos da minha cabeça e entrei em casa, já conseguindo ouvir uma discussão da minha mãe e do meu pai vindo do andar de cima, acho que minha mãe suspeita que ele a trai. E bom, ela está certa. Eu soube disso há um ano atrás quando estava voltando para casa, minha mãe deveria estar no trabalho, então eu vi uma menina com ele no carro, mais tarde descobri que era uma de suas secretárias, ele a mandou embora na semana seguinte e depois arrumou outra para transar. 

Subia escadas e vi que a porta do meu quarto estava aberta, o que eu achei estranho pois de manhã eu havia a fechado. Olhei para a cama onde tinha um bilhete escrito em branco, estava dobrado. Eu me aproximei tomando em mãos o pequeno papel e abrio-o, um pouco ansioso. 

 "Me encontre hoje a noite na antiga sorveteria que íamos quando crianças, quero conversar conversar com você. – M." 



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