História Drippin' - Capítulo 16


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Categorias Bruno Mars
Personagens Bruno Mars
Tags Bruno Mars
Visualizações 25
Palavras 2.112
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Não tirem os pobres patinhos de suas mães.

Capítulo 16 - Esses Lençóis


Diana on

‎Fiquei mais ou menos cerca de uma hora e meia naquele lugar, tirando fotos, respondendo perguntas, recebendo instruções, todas essas coisas. Eu não estava cansada porque eu queria muito aquilo, desde cedo. Eu acho que eu era a pessoa mais empolgada lá.

‎– Então vocês entenderam, não é, meninas? Voltem na semana que vem. Obrigado pela presença de todas. – Alex falava enquanto deixávamos o lugar – Especialmente a sua – disse com os lábios enquanto eu saía. Abri um sorriso tímido e ele riu escandalosamente.

– Como você acha que foi? – uma garota que estava comigo me perguntou.

‎– Acho que eu fui bem. – sorrio.

‎– Eu tô ansiosa.

‎– Não se preocupa. – digo quando vejo o ônibus que eu pegaria se aproximar – Tchau.

‎Fiquei encostada na janela. Gostava de refletir ali – quem nunca fez isso ouvindo música triste? – precisava pensar sobre o que tinha acontecido mais cedo.

‎– Eu só posso ser uma idiota – reclamo comigo mesma.

‎Eu não devia ter feito o que eu fiz. Não sei o que deu em mim, eu simplesmente precisei dele, sentir o beijo dele.

‎– Eu não gosto dele – concluí.

‎Mas mesmo assim, não conseguia parar de pensar. Era errado, ainda mais por ter dado esperanças pra ele. Afinal, nós dois sabemos que isso não vai acontecer. Eu precisava de um jeito pra me desculpar com ele, mas é óbvio que ele não acreditaria em mim. Eu não gosto dele. Não? Não mesmo. Sério? Sim. Não gosto dele.

Katherine on

‎– Chato.

‎– Poker.

‎– Chato.

‎– Banco imobiliário.

‎– Chato.

‎– Truco.

‎– Você sabe que eu sempre ganho. – me debruço no sofá.

‎– Você tá muito exibida. – semicerra os olhos.

‎– Ah, Kameron, fala sério! Vocês todos perdem pra mim. – Phil ri.

‎– Então me diz um que você não sabe jogar.

‎– Hm... Nenhum.

‎– Ahhh!!! – reclamam em coro.

‎– Vamos jogar jogo do bicho.

‎– Como é que é isso?

‎– Cada um escolhe um bicho.

‎– Leão. – anotava no caderno.

‎– Cobra – ri e anotei.

‎– Cabrito.

‎– Dragão – Bruno diz num tom elevado.

‎– Ahhh!!! – reclamamos em coro e ele ri.

‎– Phil ficou com leão, Jam é a cobra, Phred é o cabrito, Kam é um ornitorrinco, Bruno é o dragão. Lembrem bem dos seus bichos.

‎– E você é o que?

‎– Uma vaca. – Bruno brinca.

‎– Eu sou um escorpião.

‎– Hm, perigosa. – rimos – e agora o que a gente faz?

‎– É assim: eu sou o escorpião. Eu vou falar um dos bichos que estão aqui. Aí, tipo, eu falo cabrito. O Phred responde "cabrito não", aí eu falo "o que, então?", aí ele fala nome de outro bicho. E assim vai.

‎– Ahhh... – fazem coro.

‎– Eu começo. Leão.

‎– Leão não.

‎– O que, então?

‎– Cabrito.

‎– Cabrito não.

‎– O que, então?

‎– Pato.

‎– Saiu! – rimos do Phredley. – escolhe outro, Phil.

‎– Dragão.

‎– Dragão não.

‎– Que?

‎– Saiu também! – rimos.

‎– Mas por quê?

‎– Você demorou pra falar e ainda falou "Que?". Tinha que ser "o que, então?" – Phil reclama.

Ficamos brincando e reclamando até as seis horas. Os meninos já tinham ido embora – a grande maioria.

‎– Eu não quero ir embora. – Bruno cismava.

‎– Por quê?

‎– Porque não.

‎– Tá, que seja. Eu tô indo pra casa da Diana. Ela tem muito o que falar. Toma as chaves e por favor, não dêem uma festa aqui. – joguei as chaves na mão do Kam.

‎– Pensando bem eu vou embora também. – Kameron se levanta.

‎– Oba, vou ficar sozinho. Ainda bem que trouxe camisinha. – o fuzilo com os olhos – Tô brincando! Quer dizer, não a parte da camisinha, mas eu não vou trazer ninguém aqui.

‎– Por que diabos você trouxe camisinha? Bruno, quando eu chamei vocês pra cá eu não disse "suruba".

‎– Ah, eu pensei que a gente fosse pra alguma balada depois...

‎– Tá, tá. Tchau.

‎Diana on

‎Eu tinha pegado o ônibus pra ir pra casa da Kat. Eu sempre conto tudo pra ela, cada detalhe idiota da minha vida.

‎Cheguei na casa dela é tava tudo apagado, achei estranho.

‎– Pensei que você ia pra casa da Diana.

‎– Bruno?

‎– Diana?

‎– O que você tá fazendo aqui?

‎– Eu passei a tarde toda com a Kat e os caras.

‎– E cadê "os caras"? – digo quando acendo a luz.

‎– Foram embora. Aliás, a Katherine também. O que deixa apenas eu e você sozinhos. – sorri

fechado.

‎– Tá, então eu vou embora. – apago a luz e me direciono à porta.

‎– Não. Nem pensar. – nega e me puxa pelo braço até o sofá.

‎– O que?

‎– Precisamos conversar. Não se faz de desentendida. – se sentou no sofá à frente. A luz que entrava pela janela me deixava ver relativamente o seu rosto.

‎– Escuta, Bruno – suspiro – eu sei o que você tá pensando agora, mas, não é bem assim. Eu me deixei levar, sim, mas isso não significa que eu...

‎– Você o quê? – faz um sinal pra eu continuar.

‎– Eu não...

‎– Você não... – se aproxima de mim.

‎– Não quero isso. – se senta no mesmo sofá que eu.

‎– Não quer o quê? – me olha duvidoso.

‎– Isso – era incrível como ele me tirava as palavras.

‎– Eu não consigo te entender.

‎– Bruno, eu não quero nem sinto vontade de ficar com você. Aquele beijo foi... Foi – tentava achar palavras pra explicar.

‎– Foi ótimo.

‎– Sim – admito – mas eu não quero que se repita. Eu não acho que daria certo...

‎– Para – coloca o indicador nos meus lábios – você sabe que só está se torturando. Você quer sim. Você quer sentir de novo.

‎– Para – pedi.

‎– Foi incrível, foi delicioso, e você mal espera pra provar de novo.

‎– Bruno.

‎– Eu sei, Diana. Eu sinto o mesmo. Eu quero te sentir de novo, sem preocupações. É tudo o que você faz. Vive um pouco no presente – se aproximava de mim.

‎– Chega.

‎– Admite, Diana. Você está sedenta por mim – avança em mim e começa tudo de novo. Toda aquela droga que me viciou mesmo eu tendo provado uma vez.

‎Eu senti novamente aquele beijo sufocante que me fazia implorar por mais. Eu me rendi, de novo.

‎Ele me beijou calmamente, passando a língua pela minha boca, me fazendo sentir todo aquele momento.

‎– Não fuja do que sente. – sussurrou quando saímos do beijo.

‎– Eu não vou fugir. – passo a mão pelo seu rosto mal iluminado pelo brilho da noite.

‎Ao ouvir isso ele me atacou de novo. Me beijou com fogo, sem ter de onde tirar o ar.

‎Me pegou no colo, ficando entre minhas pernas.

‎– Você consegue sentir isso? – desliza a mão pelas minhas costas e enfia por dentro da blusa. – Você sabe onde eu quero chegar – passa a mão pela alça do meu sutiã.

‎– Bruno, não. É muito cedo...

‎– Shhh... – me beijou de novo – Não foge, Diana. Eu esperei tanto tempo por isso...

‎– Eu também – admito pra ele o que não queria admitir nem pra mim mesma.

‎Ele abre meu sutiã e vai retirando vagarosamente, me deixando excitada. Eu aproveito pra desabotoar sua camisa.

‎– Eu sei que você quer – lambe meu pescoço antes de começar a beijar e chupar com força.

‎Começo a rebolar quando o sinto acordado, ainda coberto pelo tecido da calça.

‎– Não faz isso que eu não me responsabilizo pelos meus atos. – reclama.

‎Ele me levanta e começa a subir as escadas apressadamente.

‎– Pra onde você tá me levando? – rimos enquanto ele subia as escadas me carregando.

‎– Eu vou te levar pro paraíso – abre a porta do quarto de hóspedes com urgência e bate logo em seguida.

‎Gemi quando ele me prendeu na parede.

‎– A gente tá na casa da Katherine – falo quando consigo sair do beijo dele.

‎– Hm – reclama e volta a me beijar.

‎– Ela vai chegar – o afasto de novo.

‎– Não vai não – abre o zíper da sua calça.

‎– Bruno!

‎– Você não está falando meu nome do jeito que eu queria.

‎– Deve ser porque a dona dessa casa vai chegar daqui a pouco e... – me cala com um beijo fervoroso.

‎ Ele me desprende da parede.

‎– Chega de falar. Eu só quero ouvir você gemendo pra mim. – fui atirada na cama com tanta força que até pensei que ela se quebraria. Bruno sobe na cama e vai se aproximando lentamente de mim. – Eu quero tocar você inteira – desliza a mão pela minha coxa ainda coberta pela calça – mas assim não dá – passa a mão pelo zíper da minha calça – Eu vou ter que tirar toda a sua roupa – abre o zíper da calça e começa a tirar lentamente, descendo conforme ia tirando a minha calça.

‎– Anda logo com isso – sobe as mãos até a minha blusa.

‎– Eu disse que eu vou ter que tirar toda sua roupa – diz e rasga minha blusa ao meio com as duas mãos, deixando meus seios já sem sutiã amostra.

‎– Eu adorava essa camisa!

‎– Uma pena – tira o resto que sobrou dela e cai de boca nos meus seios e eu imediatamente solto um gemido.

Ele chupava e lambia um enquanto apertava o outro sem a mínima delicadeza. Para e levanta a cabeça.

‎– Eu disse que vou ter que tirar toda a sua roupa – passa a mão pela calcinha antes de retirá-la. Eu tiro sua camisa já desabotoada e ele ri. – Ainda não – acaricia levemente a minha virilha. Enfia dois dedos na minha vagina e me faz gemer. Ele me masturbava fazendo movimentos lentos e torturantes. Ele queria me provocar. – Eu vou te chupar todinha – sussurra no meu ouvido e começa a descer.

‎ Ele parou entre as minhas pernas e ficou encarando com um sorriso malicioso. Cheira minha buceta antes de enfiar a língua com vontade e me chupar, me fazer gemer, gritar o seu nome, puxar o seu cabelo com força. Ele sabia usar aquela língua.

‎ Eu estava quase gozando quando ele parou.

‎– Eu preciso de você agora – eu disse, ofegante.

‎– Eu sei – tirou as calças enquanto eu o encarava com luxúria.

‎– Você tá muito vestido – reclamo, impaciente.

‎– Vem tirar – se deita na cama, olha pra cueca (que tinha um belo volume, aliás) e dá uma risada sacana.

‎Eu tiro a cueca dele sem a menor paciência e mordo o lábio inferior quando vejo o tamanho da carrot. Ele ri e levanta uma embalagem de camisinha. Abro e coloco rápido, já indo sentar quando ele me vira bruscamente e se coloca por cima de mim.

‎– Vai, Bruno – choraminguei.

‎– Você não tá com medo da Katherine chegar? – levanta uma sobrancelha, rindo.

‎– Vai, porra! – grito e espalmo seu peito.

‎ Quando ele escuta isso ele invade sem dó. Gemo enquanto ele mete com força em mim.

‎– Mais rápido – ordeno e ele obedece. Ele acelerou as estocadas enquanto chupava e mordia meu pescoço. Eu me agarrava nos lençóis e gemia de prazer.

‎ Me sinto contrair e uma onda de calor passa em meu corpo, explodi. Bruno continua estocando e logo goza também.

‎Se joga na cama. Estávamos encharcados de suor e ofegantes.

‎ – Isso foi incrível – quebra o silêncio.

‎– Foi – abro um sorriso.

‎Katherine on

‎"EU VOU TER QUE CHAMAR OS WINCHESTER PRA CAPTURAR ESSE DEMÔNIO DESAPARECIDO OU O QUÊ?!" já era a vigésima mensagem que eu mandava pra ela – sem contar as vezes que eu liguei – então resolvi ir pra casa. Ela devia estar se divertindo em algum lugar.

‎– E sem mim, pra constar. – reclamo pro nada e deixo a casa dela – Nem a porta da casa dessa vagabunda devia trancar.

‎Já em casa eu entrei e ouvi um barulho um tanto quanto... constrangedor?

‎– Filho da... – nem completei e já ouvi a vagabunda gritando. – Desprezível. – indignada estou.

‎O que fazer agora? Vamos repassar: eu vou pra casa de uma vaca que nem o celular presta pra atender, tomo vácuo, volto pra casa e agora aquele imbecil tá comendo uma vadia lá em cima. NA MINHA CASA!

‎ Invadir o quarto com um massarico ou pegar o extintor de incêndio e dar na cabeça dele? – não o que tem dentro, bater com o extintor mesmo!

‎Me sento no sofá.

‎– Ainda tem a audácia de deixar o sutiã no meu sofá! – reclamo quando vejo aquilo no sofá e me levanto imediatamente. Vai saber onde mais eles...

‎– Bruno! – meu sangue ferve só de ouvir aquela... Ah!

‎– Mas que porra – reclamo comigo mesma.

‎ Por que eu estou com tanta raiva?

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Notas Finais


O que vocês acham que a Katherine vai fazer?


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