História Em seus Braços - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Devil May Cry
Personagens Vergil
Tags Devil May Cry, Romance, Vergil
Visualizações 35
Palavras 1.845
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Capítulo Único


A chuva havia caído antes mesmo de termos chegado ao velho chalé,mas quando chegamos estávamos ensopados.

-Vou pegar uma toalha para você.-falei ao homem atrás de mim,o mesmo se limitou apenas a acentir.

Fui até o armário e peguei duas toalhas voltando ao homem de cabelos brancos e lhe entregando uma das peças. Me dirigi até o banheiro e tomei um banho quente,meus músculos relaxaram de imediato mas meus pensamentos,esses foram parar no mestiço que aguardava do lado de fora. Terminei meu banho o mais rápido que pude e sai com a toalha no corpo,os olhos do meio dêmonio caíram sobre mim e pude sentir meu rosto corar de imediato,o homem respirou fundo e entrou no banheiro.

Dava para notar que ele não era do tipo que gostava de passar horas falando do seu dia ou da sua vida,isso irritava bastante,mas ainda sim era um charme que só ele tinha. Me peguei pensando nele novamente e agora com um sorriso em meus lábios,balancei a cabeça espantando os pensamentos e logo fui me trocar.

(...)

Seus passos ecoaram pela cozinha que tinha pouca iluminação,levei meus olhos ao filho de Sparda sorrindo e suas feições eram as mesmas de sempre,sérias.

-Pode se servir.-falei em um tom calmo e baixo.

-Estou sem fome.-sua voz era carregada de seriedade e um traço de tristeza.

-Você não pode ficar sem se alimentar Vergil. Eu sinto muito pelo que aconteceu a Dante,mas a vida tem que continuar. É melhor para você.

-O que você sabe que é melhor para mim? Não passa de uma humana inútil,sozinha no mundo.-suas palavras foram como facas em meu peito. Engoli em seco a vontade de chorar e o encarei com um sorriso sarcástico.

-Tem razão,mil perdões oh poderoso filho de Sparda,a intenção não era lhe ofender ou irritar.-sai de trás do balcão e andei na direção do mestiço,o encarando séria-Mas lembre-se que assim como essa humana inútil,você também está sozinho no mundo.

O olhar de Vergil ainda era sério,mas podia-se ver uma ponta de surpresa causada pelas minhas palavras. Dei as costas ao homem indo até o único quarto daquele chalé,coloquei uma roupa confortável e me deitei na grande cama de casal.

Suas palavras haviam me magoado e muito,mas eu não iria mostrar o quão abalada eu havia ficado,pelo menos não com lágrimas. Eu tinha que me mostrar forte. Resolvi deixar tudo pra lá e dormir um pouco,fechei os olhos relaxando o corpo no colchão macio,mas senti a presença de Vergil no quarto. O mesmo estava parado no batente da porta,seu olhar era de arrependimento.

-Sinto muito pelo que disse,eu não queria ... Te magoar.-suas desculpas eram sinceras e isso era nítido em sua voz.

-Tudo bem.-sorri de canto.

Vergil respirou fundo e saiu do quarto,decidi ir até a cozinha e comer alguma coisa,mas então vi o homem de cabelos brancos deitado no sofá. Seu rosto sereno,a tranquilidade estampada em cada músculo.

-Vai mesmo ficar ai me olhando?-tomei um susto e percebi que estava sendo observada.

-Desculpa.-baixei o olhar e fui até a cozinha.

Estava distraída,completamente perdida em pensamentos e então senti braços contornarem minha cintura,me assustei um pouco e acabei batendo com as costas no peito de Vergil.

-Não queria te assustar.-sua voz soou baixa em meu ouvido e um arrepio percorreu meu corpo.

-Tu-tudo bem.-respondi ainda surpresa pelo ato repentino do homem.

Consegui sair de seus braços e voltei o mais rápido que pude para o quarto,nem me preocupei em apagar as luzes. Um relâmpago cortou o céu levando embora a energia do local,eu estava no completo breu,andei pelo quarto a procura de velas e assim que as achei,acendi pelo menos umas três.

Me virei para a porta encontrando os olhos de Vergil focados em mim,um novo arrepio percorreu meu corpo,pensamentos completamente impróprios se passaram em minha mente e cada fantasia que tive com o mestiço vieram de uma só vez.
Seus passos eram firmes em minha direção,e eu,sem pensar muito nos atos,corri em sua direção. O homem me pegou no colo logo selando nossos lábios em um beijo quente e selvagem.

-Isso é loucura.falei ofegante olhando para as orbes azuis que eu tanto amava.

-É a melhor loucura que eu já cometi e não sei por que demorei tanto.-um leve sorriso brotou em seus lábios.

Sorri para o mestiço que me carregava até a cama,meu corpo foi posto sobre a mesma devagar. Vergil logo tirou minhas roupas,devagar e beijando meu corpo,seus olhos correram pelo mesmo,agora nu,e um brilho surgiu em suas orbes azuis ... O desejo puro.

-É tão linda.-o homem sussurrou e um sorriso malicioso cresceu em seus lábios ao focarem em meu rosto,que mesmo com a pouca iluminação viasse o mesmo muito corado-Está com vergonha?

-Um pouco.-respondi tímida e evitando o olhar nos olhos.

-Olha pra mim.-sua voz soou doce e autoritária,no mesmo instante olhei em seus olhos azuis,agora escuros pela luxuria-Eu não vou te machucar.

-Sei que não.-sorri para o mestiço tocando seu rosto,vi seus olhos se fecharem e delicadamente puxei seu rosto selando nossos lábios mais uma vez.

Minhas mãos começaram a percorrer seus braços,passando para o peito definido indo até a barra de sua camisa e puxando a mesma. Com a ajuda de Vergil tirei a parte de cima de sua roupa,o mais alto voltou a me beijar pressionando o corpo ainda mais sobre o meu e pude sentir seu membro rígido,involuntariamente acabei soltando um gemido baixo,o que acabou por agradar o homem.

O mestiço parou o beijo ofegante e se colocou de pé a minha frente tirando o resto de suas roupas,o desejo e a luxuria já mexiam com cada célula do meu corpo,mordi o lábio em provocação ao homem,o que deu muito certo,pois o mesmo voltou a se colocar sobre mim o mais rápido possível.

-Eu quero você.-Vergil sussurrou em meu ouvido beijando meu pescoço,senti todo meu corpo se arrepiar apenas com o contato de sua pele com a minha e com o tom de sua voz.

-Você já me tem.-sussurrei de volta e me atrevi a arranhar suas costas,juntamente dando uma leve mordida em seu pescoço.

Meu pequeno ato fez um grande efeito no mestiço,que se arrepiou em cima de mim e soltou um gemido rouco em meu ouvido. Foi quase impossível não soltar uma risadinha maliciosa. Vergil pressionou o corpo no meu,acarretando em seu membro me penetrando,o que fez com que eu soltasse um gemido alto de dor e prazer. O mestiço parou,seus olhos focaram em mim com certa preocupação,respirei fundo o olhando,acariciei seu rosto e o puxei para mais um beijo.

Nos beijávamos com avidez,o tesão mexia conosco de uma maneira que eu nunca imaginei,Vergil ainda permanecia parado com medo de me machucar. Movi meu quadril de encontro ao seu,o mestiço suspirou sentindo o contato,não posso negar que o mesmo aconteceu comigo. Meu movimento desencadeou nos movimentos dele,foi como uma permissão e um pedido mudo para que ele não parasse enquanto não chegássemos ao fim.

-Eu amo você.-sua voz soou baixa em meu ouvido e um suspiro escapou por meus lábios.

-Também amo você.-fui de encontro com seus lábios novamente. Nunca me cansaria de beijá-lo.

Seus movimentos eram precisos,as estocadas fortes e ritmadas com o movimento de nossos corpos em sincronia. Vergil parava o beijo para buscar ar e deixar que eu respirasse,mas ainda sim,aproveitava para morder e dar chupões em meu pescoço,com toda certeza ficariam marcas roxas no mesmo. Seus gemidos roucos me excitavam cada vez mais,meus dedos se encaixavam em seus cabelos brancos os puxando levemente,eu fincava minhas unhas em seus braços e costas os marcando,ou não,já que por ser meio demônio sua cura era rápida.

-Pan ... dora.-o mestiço gemeu meu nome de uma força deliciosa.

Puxei seu corpo de encontro ao meu pela cintura,prendi minhas pernas ao redor de seu quadril e inverti nossas posições,suas mãos apertaram minha cintura com força fazendo um gemido um tanto alto escapar de meus lábios,mordi o mesmo olhando nos olhos azuis do homem sob mim. Comecei a me mexer devagar,o provocando e me pareceu que havia dado certo,pois Vergil gemia baixo,manhoso,apertava os olhos e mordi o lábio com força. Me curvei até tocar os lábios em seu peito e senti seu corpo se arrepiar,sorri maliciosa e completamente satisfeita.

-Não faz isso.-sua voz era ofegante,um sussurro sexy que provocava cada vez mais meu lado pervertido.

-Então o que eu faço,oh poderoso Vergil Sparda.-sussurrei em seu ouvido do modo mais provocante que pude e mordisquei sua orelha,pude sentir suas mãos em minhas coxas apertando as mesmas.

-Me fode. Quero você me fodendo,caso contrário ...-seus olhos estavam mais escuros que antes e seu sorriso ... pura malicia-Eu fodo você.

Ri baixo maliciosa me afastando devagar do mestiço,finquei as unhas em seu peito o arranhando e comecei a rebolar no membro completamente rígido e pulsante do homem. Vergil gemia alto e rouco,mordia o lábio inferior até sangrar,uma prova de que eu estava o excitando e fazia tudo certo,cavalguei em seu colo apoiando minhas mãos em seu peito,meus gemidos eram altos como os dele.

-Merda,não ... aguento mais.-o mais alto me prendeu ao seu corpo invertendo novamente nossas posições.

Vergil estocava mais rápido e mais forte,nossos gemidos eram ainda mais altos,nossos corpos suados,juntos,como nunca pensei que pudesse ser real e então ... O ápice. Havíamos chegado ao nosso limite juntos,gememos o nome um do outro juntos,nossas respirações descontroladas. O mestiço deitou ao meu lado de olhos fechados e tentando voltar a respiração normal.

Eu fiquei calada,apenas controlando a respiração e olhando para o teto,pensando em tudo aquilo que havia acontecido e pensando em vários "será..."

"Será que essa foi a nossa única noite?" "Será que vamos ficar juntos depois disso?"

-Está quieta demais.-sua voz estava menos ofegante que antes,virei me para o mais alto encontrando suas orbes azuis.

-Só estou pensando.-desviei minha atenção dele o mais rápido que pude,não conseguiria ficar o olhando sem que as dúvidas me assombrassem. Senti seus dedos tocarem meu rosto com carinho-Não faz isso.

-Não fazer o quê?

-Não faz com que eu me apaixone ainda mais por você.

-Você estava tão entorpecida no nosso ato que se esqueceu do que eu disse.-nossos olhares estavam focados um no outro,Vergil se aproximou ainda mais de mim,colando nossos corpos mais uma vez-Eu amo você Pandora,nunca fui de expressar meus sentimentos mas percebi,que se não fizesse isso com você em algum momento eu a perderia. Eu amo você sua humana frágil ... Eu amo você.

Os lábios do mestiço tocaram os meus,um beijo cheio de paixão,um beijo que mostrava o amor que ele sentia por mim,retribui ao seu carinho sem pensar duas vezes,todo o amor que eu sentia por ele depositado naquele ato,seus braços abraçaram meu corpo como se ele estivesse com medo de que eu desaparecesse. Afundei meus dedos em seus cabelos brancos o puxando para mim.

Paramos o beijo por pura falta de ar,nossos olhares se focaram um no outro mais uma vez e um sutil sorriso iluminou o rosto do mestiço,o mesmo me acolheu em seus braços e ali fomos juntos para o mundo dos sonhos com a certeza de uma coisa ... Não estávamos sozinhos no mundo,pois tínhamos um ao outro.

 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...