História Emiliain - Quando A Ficção Se Torna Realidade - Capítulo 21


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Categorias As Crônicas De Gelo e Fogo (Game of Thrones)
Personagens Arya Stark, Brandon "Bran" Stark, Brienne de Tarth, Cersei Lannister, Daenerys Targaryen, Davos Seaworth, Euron Greyjoy, Jaime Lannister, Jon Snow, Jorah Mormont, Melisandre, Samwell Tarly, Sandor Clegane, Sansa Stark, Theon Greyjoy, Tyrion Lannister, Yara Greyjoy
Tags Drama, Revelaçoes, Romance
Visualizações 6
Palavras 870
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 21 - Parte 21


Como é tão bom voltar para casa, forma de dizer, para o hotel. Ver as mesmas pessoas com quem trabalho junto a tantos anos e a mesma equipe de filmagens me deixa mais à vontade. Emilia está mais emocionada da última vez que a vi. Como chora, parece um bebê manhoso. E isso por que é a mais animada da nossa turma, mais extrovertida, mais sorridente, risonha. Ela me solta logo que a maioria das pessoas ali no ambiente faz fileira para me cumprimentar. Nunca me senti tão mimado em toda a minha vida. O que é isso? Cerimônia por acaso? 
- Oi, querido. - Fala Gwen quando é a vez dela de me abraçar e me beijar no rosto - Seja bem-vindo de volta. Estamos tão felizes por estar melhor. 
- Obrigado por me salvar. - Sorrio docemente, Emilia que está perto de nós nos escuta - Fico te devendo. 
- Não precisa. - Ela faz um gesto de bondade - Só de estar bem é o bastante. 
A Sophie me abraça com muita força, ela mostra um alívio que eu nunca tinha visto também. A Emilia não sai de perto de mim. Aparenta esperar algo e bate o pé contra o chão, ansiosa. O Liam aperta a minha mão quanto o John, os dois me abraçam igualmente com firmeza e o Peter solta um fundo suspiro e me abraça sem pressa, me falando palavras tão bonitas. 
- Senti tanto sua falta.. - O resto das palavras me toca profundamente por dentro - Meu irmão, meu amigo. Gosto demais de você, é a melhor pessoa que conheço. 
Fico extremamente lisonjeado até na alma. Isso me deixa sem palavras. Somente sorrio, muito agradecido. O último que me cumprimenta é o Kris. Ele já estava ansioso desde nem sei quando. 
- Que medo que tivemos. - Admite ele seriamente e com a mão em meu ombro - Tem idéia disso? Nada tem graça sem você. Nada faz sentido sem você. 
- Nunca pensei nisso. - Confesso, sincero e olhando para baixo - Só pensava em acabar com tudo de uma vez. Mas, acabei machucando vocês também. Espero que me desculpem. 
- Não se desculpe. - Fala, honesto - Está bem? Depois a gente conversa. Como voltou? 
- O médico me trouxe. - Falo brevemente - Quero que conheçam ele depois. Teve que sair para uma emergência, infelizmente. 
Ele me dá um tapinha nas costas, sorrindo. Eu olho para ela por fim. Percebo como quer falar comigo. Isso eu sei. 
- Podemos falar em particular? - Me pergunta, mordendo o lábio inferior.
- Por que não? - Digo, sorrindo. 
A última coisa que ouço vem do Kit, perto do Peter. 
- Para onde eles vão? - Pergunta, curioso.
Não vemos ele fazer tal gesto, mas, seu gesto possivelmente é de alguém que não sabe para onde vamos e nem quer saber, nos deixando na privacidade. Ela segura na minha mão, agindo normalmente. Saímos para a área de lazer. E damos uma boa caminhada até o jardim florido. O espaço é belo, bem aberto e cheio de vida. O vento fresco bate em nossos cabelos e sobre nossos corpos. 

O Iain está tão bem. Voltou do hospital mais forte, mudado, mais racional. Nem parece ele. Parece outro Iain. Mas, eu sei que é ele. Sua experiência não foi nada boa e nada agradável. Ele solta a minha mão levemente, ficando de frente para a vista do horizonte, se segurando na sacada de pedra. 
- Você falou sério quando disse que me amava? - Pergunta seriamente, calmo.
Eu ponho a minha mão sobre a dele. 
- Falei. - Olho para o horizonte e para ele - Eu... te amo também. 
Ele me olha, perplexo. Eu aperto meus lábios. Ele inclina o corpo, ficando de costas para mim. 
- Me pedia várias vezes para não fazer isso. - Assumo sem esconder nada dele - Mas, eu quero. Eu quero que isso dê certo. Depois de tudo que passamos, é difícil demais não te amar. É como fingir que nada aconteceu. Aconteceu. E... 
Ele solta um ar pesado pelo nariz e pela boca, engolindo em seco. E se vira na minha direção, nem muito devagar, nem muito rápido.
- Eu não brinquei quando falei que não vou deixar você ir embora. - É o resto das minhas palavras que vêm em soluço - Não quero... 
Sem muito sacrifício, é ele quem me abraça. Consigo sentir ele tremer o mesmo que eu. 
- Se não quer, eu não vou. - Fala carinhosamente - Eu estou aqui, não vou sair, Emilia. 
Essa dor é mil vezes pior. Você ama alguém demais e se ela vai embora, você carrega pelo resto da vida. Principalmente se essa pessoa é alguém com quem você convive a anos, não dias, nem meses. Mas, sim, anos. Sem mais, nossos rostos ficam tão perto, que nossos lábios se encontram numa fúria, força, ardência e saudade. Dá para sentir até o gosto das nossas lágrimas se misturarem aos nossos beijos. São lágrimas quentes e salgadas. Perdemos a noção do tempo, sozinhos ali na natureza. Só sei o quanto é gostoso demais. Sentir ele novamente comigo, não tem preço. E é ele, eu amo tanto ele. 








Notas Finais


Em cada momento, eu choro, não nego. Tanta emoção junta... <3


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