História Erro - Capítulo 7


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Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.119
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Harem, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpem a demora pra postar! Eu fiz esse capitulo hoje pela manha mas a minha internet parou e ele apagou sem eu ter salvo! Ai eu fiquei com raiva e só acabei de refaze-lo agora ;-; porém aqui esta ele!!

Capítulo 7 - Capitulo seis - Amélia - parte um


O sol literalmente havia acabado de subir ao céu em todo seu esplendor enquanto eu se quer tinha fechados meus olhos para descansar, não consegui dormir direito pensando naquele maldito diário...Amélia, que é você? As perguntas sem respostas rondavam minha mente inquieta me deixando cada vez mais curiosa, me levantei da cama onde KIra ainda dormia, sim, tivemos que dormir na mesma cama pois ele falou que nenhum dos outros quartos deveriam ser usados, não discuti, porém não preguei p olho durante toda a noite.

Comecei a vasculhar a estante na qual eu imaginava que Kira  havia posto o bendito diário, e como eu pensava, ali estava ele, entre dois grossos e corpulentos livros de gramatica, o que me dava dor de cabeça apenas de pensar, peguei o diário e sai em passos silenciosos do quarto, fechei a porta com cuidado e comecei minha busca por um local onde pudesse ler aquele diário sem ser incomodada, antes que pudesse descer por completo as escadas, percebi que a casa não estava fazia, havia do lado de fora um carro diferente, os lençóis sobre os moveis haviam sido retirados e a casa estava completamente limpa.

Com cuidado e extremamente atenta desci as escadas e olhei ao redor tentando localizar o possível “intruso”, nada na sala além de um chão assustadoramente limpo e brilhante, caminhei até o jardim e ainda não havia nada, porém, as plantas e flores estavam molhadas, sinal de que alguém as regou, caminhei até a cozinha e avistei um homem de costas para mim, até onde pude perceber, ele era alto, ele tinha um corpo magro e cabelos loiros bagunçados e rebeldes, ele parecia usar um avental, quando o homem foi se virar eu me escondi atrás de uma viga perto da porta, com o canto do olho pude ver seus olhos azuis e suas feições gentis, o mesmo carregava um sorriso animado em lábios, porém o que mais me chamou atenção foi seu avental, que dizia “ Beije o cozinheiro”, tentei conter o riso mas o mesmo foi mais forte que eu, comecei a gargalhar chamando atenção daquele linda tentação...Quer dizer, daquele homem cof cof...

Ele olhou para mim de forma curiosa, bom, não é pra menos, não tomo banho a três dias, devo estar um caco, abri um sorriso sem graça tentando evitar confusão para o meu lado:

-Você acordou! O Kira já está de pé também? – ele perguntou sorrindo para mim, calma...Ele sabia que estávamos aqui? Eu devo ter dormido e não percebi...

-Anh...Não, só eu acordei, e desculpe a invasão na sua casa...-disse sem graça, se bem que a culpa nem era necessariamente minha

-Não tem problema...Essa casa estava quieta tempo demais, bom, o café já vai sair, parece que você não toma banho a alguns dias, eu te mostro onde fica o banheiro – disse ele tirando o avental e me guiando escada acima – Você se parece com minha irmã, digo, seu rosto, me faz lembrar dela quando ela ainda estava viva

-Ah...Sinto muito – disse me sentindo culpada por faze-lo lembrar de coisas ruins

-Não se preocupe – ele sorriu novamente – Amélia era uma boa garota e lembrar dela me faz feliz – ele disse parando em frente a uma porta – aqui é o banheiro, tem toalhas no armário, quando acabar pode colocar uma das roupas de Amélia, acho que cabem perfeitamente em você...Ah, e não diga a Kira que eu estou em casa, ele tem um sério complexo de irmão – o loiro coçou a nuca sem jeito

-Qual seu nome? – perguntei

-Akane, bem vinda a mansão Miller Alice.

Fechei a porta do banheiro após entrar, depois de muito tempo eu finalmente achei uma pessoa racional! Se eu estiver sonhando, por favor não me acorde! Suspirei e comecei a me despir, liguei o chuveiro e entrei de baixo do mesmo deixando a agua levar de mim a sujeira e as preocupações. Ao acabar de me limpar, peguei uma tolha no lugar onde Akane disse que estariam, me enrolei na mesma e corri até o quarto onde a suposta Amélia ficava, bom...Agora eu sei por que Kira tirou o diário de minhas mãos tão rapidamente, porém agora estou sozinha e livre para lê-lo...Deixei esse assunto de lado até o momento certo e abri o grande guarda-roupas, peguei um vestido branco de alças finas que ia até os joelhos, ele tinha um laço nas costas mas fora isso o único detalhe mais elaborado dele eram as pérolas na bainha que davam-lhe um toque de classe, a tintura branca de meus cabelos estava desbotada pelos dias em que não a retocava, por isso meus cabelos naturalmente pretos estavam começando a aparecer na raiz, parei de me olhar no espelho antes que tivesse um treco com aquela raiz chamativa, sai do quarto e deixei o diário embaixo da cama, assim quando quisesse poderia lê-lo, desci as escadas e percebi que na mesa de centro tinha um café da manhã básico preparado, havia café, torradas, geleias variadas e frutas sobre a mesa, além de um bolo clássico de cenoura com calda de chocolate, só a visão daquele pequeno “banquete” já me dava agua na boca, arrumei a postura e fui até Akane:

-Obrigada por me deixar usar seu banheiro e pelas roupas também! – disse sorrindo realmente feliz por ter encontrado uma pessoa gentil nesse fim de mundo que se encontra minha vida, ele me analisou de cima a baixo e sem mais nem menos me abraçou:

-Você ficou linda Alice, se não fosse pelos cabelos poderia tê-la confundido com Amélia – ele disse desfazendo o abraço um pouco vermelho ao perceber seu ato súbito, eu ri baixo e fui até a mesa do café:

-Akane, você poderia me contar como a Amélia morreu? Sei que isso é um assunto delicado mas gostaria de saber mais a respeito...- disse da forma mais delicada que consegui porém acho que não tem forma delicada o suficiente para esse tipo de assunto

-Ah...Não achei que teria que contar essa história depois de tantos anos  - ele sorriu um pouco desconfortável – Na época minha mãe estava muito doente...Meu pai fugiu com uma amante levando todo o dinheiro que tínhamos incluindo os objetos de valor, o médico disse que o tratamento só era possível na capital e por um custo muito acima do que podíamos pagar, eu e Kira passamos vários dias trabalhando em qualquer lugar que pudesse nos pagar o maior valor que fosse, porém nunca era o bastante, Amélia queria ajudar mas não deixamos, ela era nossa irmã mais nova e faríamos o que fosse para mantê-la em casa com nossa mãe, mas infelizmente ela não nos deu ouvidos e procurou fazer dinheiro a seu modo e pelas nossas costas, aceitando uma oferta de nosso vizinho...


Notas Finais


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