História Estranho jeito de amar - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Malhação
Tags Bruno, Bruno Gadiol, Daphne Bozaski, Gadizaski
Visualizações 231
Palavras 923
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Escolar, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 19 - Irresponsável


Fanfic / Fanfiction Estranho jeito de amar - Capítulo 19 - Irresponsável

(Bruno)

A Daphne estava pálida, o cabelo solto, e me olhava com um olhar sereno. Minha vontade era de apenas abraça-la e não solta-la nunca mais.

_ Oi... - Eu falei tão baixo que quase nem me ouvir.

_ Oi... - Dei um sorriso bem pequeno.

_ Tá melhor? - Me aproximei dela

_ Acho que sim... - Ela evitava me olhar. Ficamos em um silêncio completo por uns dois minutos e fitava o chão até que eu quebrei o silêncio. 

_ Daphne eu... sint.... - Eu queria dizer mais ela me interrompeu.

_ Minha mãe disse que você passou a noite aqui... Obrigada -  Notei que ela temeu pelo o que eu ia falar mudando de assunto.

_ Daphne... - Tentei falar denovo.

_  A sua mãe teve aqui? Minha mãe fal... - Ela me interrompeu mais uma vez e foi aí que eu entendi. Ela tava tentando fugir da conversa sobre o bebê. 

_ Daphne para!  - Dessa vez eu a interrompi e segurei na mão dela. E ela fechou os olhos abaixou a cabeça e começou a chorar. Eu não sabia o que fazer.  O que falar com a Daphne. Eu simplesmente matei o meu desejo e a abracei fortemente e ela desabou a chorar nos meu braços.

_ Um bebê Bruno... - Foi o que ela conseguiu dizer em meio aos prantos. E meu coração se partiu. E eu senti uma lágrima percorrer meu rosto.

_ Nosso... Nosso bebê... - Sussurrei para mim mesmo. Tava sendo difícil pra gente. Nós iamos ter um bebê e não tivemos a oportunidade de conhecê-lo. Depois que a Daphne se acalmou , levantei o rosto dela e enxuguei suas lágrimas.  _ Se acalma... você ainda não tá 100% Daphne. - Ela respirou fundo e me encarou. Fui me aproximando do rosto dela até que ela se afastou.

_ E-eu tô... melhor.. - Ela disse limpando as lágrimas. _ Eu só tô... precisando de um tempo pra pensar mesmo.

_ Quer... ficar sozinha? - Franzi a testa

_ Eu acho melhor eu... ficar um tempo na casa do meu pai. - Ela disse olhando para as próprias mãos e eu arregalei os olhos.

_ QUEER??? CASA DO SEU PAI?? PORQUE???  - Eu não entendir. 

_ É melhor assim Bruno. - Ela disse decidida.

_ Mas você não precisa ir pra casa do seu pai Daphne.

_ Eu não vou conseguir ficar na sua casa Bruno. -  Os olhos dela se encheram  de água. _ Eu preciso ficar um tempo longe de tudo... e de todos... é muita coisa pra minha cabeça. Eu preciso pensar. - Ela passou as mãos no rosto.

_ Eu entendo...  - Disse seco e ela assentiu.

_ Ai... - Ela gemeu ao tentar se ajeitar na cama.

_ Espera... eu ajudo... - Me aproximei dela para concertar o travesseiro e nossos olhares se cruzaram. Ficamos nos olhando por um bom tempo até que meu celular tocou. " DROGA " Falei mentalmente.


(Chamada recebida de Camile)


Quando peguei meu celular e vi que era a Camile eu rejeitei.  Não tava afim de atender ela. Não naquele momento. Porém meu telefone tocou mais uma vez.

_ Atende logo Bruno - A daphne percebeu que só podia ser a Camile e eu fiquei sem jeito, mas foi preciso atender ou então ela não iria parar de mim ligar.

_ O que foi Camile?  - Falei em um tom nada agradável

- ****

_ Eu já disse que meu celular tava descarregado caramba. - Estava sem paciência para os dramas dela.

-****

_ Eu tô... na casa do JP fazendo um trabalho. - Menti

-****

_ Eu tô ocupado agora falow? Depois eu te ligo. - Desliguei na cara dela e respirei fundo antes de mim virar e encontrar a Daphne dormindo feito uma criança. Tão doce. Me encostei na cama e soltei um sorriso ao ve-la dormir daquele jeito. Acariciei seu rosto e depositei um beijo em sua testa.

E me lembrei do seu desespero a minutos atrás...

...

~ [...] E ela fechou os olhos abaixou a cabeça e começou a chorar. Eu não sabia o que fazer.  O que falar com a Daphne. Eu simplesmente matei o meu desejo e a abracei fortemente e ela desabou a chorar nos meu braços.

_ Um bebê Bruno... - Foi o que ela conseguiu dizer em meio aos prantos. E meu coração se partiu. E eu senti uma lágrima percorrer meu rosto.

_ Nosso... Nosso bebê... - Sussurrei para mim mesmo. ~ 

...


Depois de sair do quarto deixando a Daphne dormir. Fui até a lanchonete me despedir do pessoal e acabei dando carona aos meninos. Manu ficou no hospital pois tinha que ajeitar umas papeladas para a alta da Daphne.

Chegando em casa encontrei a minha mãe que estava sentada no sofá lendo um livro.

_ Oi filho! - Tirou o óculos ao me ver. _ Estava esperando você ou a Manu chegar. Iai? Como esta a Daphne?

_ Está melhor... Acordou. Terá alta provavelmente hoje. - Disse forçando um sorriso.

_ Ah que bom. Ligarei para a Manu avisando que Marcello irá busca-las. - Assenti sem ânimo e fui em direção as escadas. _ Filho!!

_ Oi? -  Me virei para ela.

_ Você... conversou com ela? - Eu assenti. _ E ela...? - Minha mãe fez cara de curiosa. 

_ Ah mãe.  É complicado pra ela ainda. A Daphne perdeu um bebê.  Um bebê que era meu mãe.

_ COMO É QUE É????? - Meu pai surgiu na sala dando um susto em mim e na minha mãe.  _ QUE HISTÓRIA É ESSA?


Notas Finais


RESENHA DE SPOILER:

" _ Eu vou voltar logo! Eu prometo. E ai nós vamos brincar muito. - Depositei um beijo na testa dele que puxou minha camiseta para um abraço. "


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