História Estranho jeito de amar - Capítulo 22


Escrita por: ~

Postado
Categorias Malhação
Tags Bruno, Bruno Gadiol, Daphne Bozaski, Gadizaski
Visualizações 262
Palavras 1.455
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Escolar, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 22 - Noivo?


Fanfic / Fanfiction Estranho jeito de amar - Capítulo 22 - Noivo?


(Daphne)


Enfim Janeiro. Meu pai viajou e eu fiquei em casa. Minha mãe vem quase todos os dias passar a noite comigo. De vez em quando eu durmo na casa da Gabi ou de Maju. De noite eu sempre saiu pra Dançar com o grupo. Durante o dia eu treino bastante para um teste de uma escola de dança maravilhosa da França que agora também está aqui no Brasil. Eu sei... vocês querem saber do Bruno. A última vez que eu o vi, foi quando vim para casa do meu pai. Nas festas que eu ia com a Gabi eu sempre passava saber antes se ele iria. Ouvir uma vez os meninos murmurarei que ele quase não anda mais com eles, pois a Camile não sai da cola dele e quem trazia o Lucca pra vim me visita era sempre a minha mãe.
 Eu e minha mãe estavamos assistindo a um programa em casa a tarde. Já que o meu pai tinha viajado, minha mãe ia bem cedo pra minha casa e só ia embora a noite.

_ Você podia voltar pra lá né filha? Já se passaram quatro meses,  agora você não estuda mais e a faculdade que você quer entrar fica lá perto - ((Esperta)) Minha mãe sabia muito bem como me convencer.  

_ Eu não sei se é uma boa ideia mãe - Falei ainda com a atenção na Tv 

_ Eu preciso de você filha. - Ela fez biquinho _ Até porque eu não estou dando conta daquela casa sozinha. Eles ainda não contrataram uma nova empregada. - Resmungou 

_ O QUEER?  A senhora tá cuidando de tudo sozinha???

... No dia seguinte ...

_ Olha mãe... Já vou avisando que eu só estou voltando porque não quero a senhora fazendo nada sozinha naquela casa enorme. - Deixei claro pra minha mãe enquanto colocávamos as minha coisas no táxi.  

_ Você já repetiu isso umas dez vezes. - Minha mãe revirou os olhos. _ Vou começar a achar que não é por isso. - Ela me zuou 

_ Hahaha! Engraçadinha a senhora dona Manuela. - Fiz careta pra ela que riu. Em seguida entramos no taxi.
Quando chegamos fui direto pro meu quarto guardar minhas malas e confesso que entrar novamente no meu quarto foi estranho. Rolou um flasback de tudo o que tinha acontecido no ano passado. Eu respirei fundo, guardei todas as minhas coisas de volta no guarda-roupa e fui até a cozinha. 

_ Pra onde eles viajaram? - Perguntei de boca cheia para a minha mãe.  

_ Londres, e parece que depois ião para a Disney comemorar o aniversário do Lucca. - Tinha até me esquecido. O aniversário do Lucca estava chegando e eu não tinha comprado nada.  

_ O Sr. Heitor? Na Disney?  - Gargalhei ironicamente 

_ Claro que não né - Minha mãe riu _ Ele ficaria em Londres resolvendo assuntos da empresa e depois buscaria os três. - Assenti 

_ Eles devem chegar essa semana. Pelo menos foi o que a Elizabeth disse.

_ Ah sim. - Fiz pouco caso 

_ É bom ir se preparando... Quando Elizabeth voltar, vai querer resolver fazer festa pro Lucca e aí já viu né?! Todo mundo fica louco junto com ela. - Nós riamos juntas. 


... Três dias depois ... 



(Bruno) 


 A viajem poderia está sendo ótima. Se o meu pai não tivesse convidado a Camile pra vim. Desde o dia em que meu pai me obrigou a pedir a mão da Camile em noivado, ela não saia do meu pé. Não ia em nenhum brinquedo, e só queria saber de compras. Eu perdia meu tempo de brincar com o Lucca pra ficar em loja escolhendo sapato feminino. Até sair a noite com os meninos eu não consigo mais por causa dela. Já estávamos ajeitando as coisas pois meu pai iria buscar a gente no jatinho particular dele. 

_ Mozi, qual você acha que eu devo colocar? - Camile segurava dois pares de brincos totalmente iguais. 

_ Tanto faz Camile, são idênticos.  - Falei sem me importar. 

_ Af... não sei porque eu ainda peço sua opinião. - ((rainha dos dramas))

_ Pois é.  - Debochei


... Horas depois ...

Eu tava doido para chegar em casa e ir pro meu quarto e ficar o mais longe possível da Camile. Eu não estava suportando mais ouvir a voz dela. Assim que chegamos no Brasil, o Marcello foi nos buscar. Meu pai foi direto para a empresa dele. Entramos na garagem de casa, minha mãe e Lucca caminhavam até a porta da sala e eu fiz o mesmo.

_ Bruno!! Me ajuda com as malas - Camile me chamou fazendo voz de choro. E eu não sei porque ela não foi direto pra casa dela ((Que droga)) Revirei os olhos e fui forçado a ajudar. De repente ouvir a voz do Lucca vindo da sala eufóricamente. 

_ DAAAAAAPH!!!!  - O quer? foi isso mesmo que eu ouvir? Não pode ser. Ao ouvir o que o Lucca disse eu soltei as malas da Gabi ignorando as reclamações dela por deixar ela para trás cheia de malas. Quando adentrei a sala, Lucca estava jogado por cima da Daphne, os dois caídos no chão a gargalhadas. 

_ ain...Meu Deus .. que abraço gostoso! - Daphne se sentou no chão, enchendo o Lucca de beijos.

_ Puxa... desse jeito eu vou ficar com ciúmes viu. - Minha mãe brincou colocando as mãos na cintura.
Eu não conseguia falar nada. Ouvir novamente aquela voz,  aquela risada,  eu só consegui ficar que nem um bobo parado na porta. 

_ Bruno! Você me deixou lá sozinha com esse tanto de mala! - Camile me tirou do transe,  ao entrar na sala resmungando toda desajeitada com um tanto de mala chamando atenção atenção de todos mundo. 

_ Ãnn? .... ah... Oi... foi mal... - Nessa hora Daphne parou os olhos em mim e sorriu sem jeito e eu fiz o mesmo. Sem ligar para Camile que estava ao meu lado.

_ Vamos para cozinha! Trouxe presente para todos. - Minha mãe disse empolgada, enquanto pegava algumas sacolas de presente do chão. 

_ Elizabeth... não precisava... - Manu resmungou e minha mãe riu. 

_ Para de ser chata e vamos - Minha mãe ordenou fazendo sinal para todos irem para a cozinha. Daphne saiu brincando com o Lucca no colo e a minha vontade era de ter seguido eles junto. Mais o encosto ainda estava do meu lado. 

_ Vamos pro teu quarto?  Quero tomar um banho. - Camile me deu um selinho e piscou para mim ((tome na sua casa)). Não respondi, apenas me virei e fui na frente a caminho do meu quarto.



(Daphne) 



A dona Elizabeth trouxe muitas coisas. Eu,  ela, minha mãe e Lucca estávamos na cozinha vendo todos os presente e aproveitamos para programar o aniversário do Lucca. Que já pulava de felicidade ao ouvir. 

_  Então Daphne... Vai ficar aqui em casa né? - Dona Elizabeth perguntou 

_ Sim... - Falei olhando para a felicidade do Lucca. _ Se não for causar nenhum problema. - Voltei a atenção a ela.

_ Claro que não querida! Que bom que voltou... O Lucca estava em um tédio tremendo enquanto você ficou fora. - Nós riamos. A dona Elizabeth ficou muito mais carinhosa do que já era comigo, depois do meu acidente.

_ A Camile é uma chata... não blinca comigo e não deixava o Buno blincar... Não quelu que ele case com ela... - Meus olhos arregalaram ao ouvir o que Lucca disse.

_ Casar? - Forcei um sorriso disfarçadamente e notei Dona Elizabeth trocar olhares com a minha mãe.  _ Que foi gente? - Eu olhei para as duas. 

_ Eu pensei que... a Manuela tinha te contado. - Dona Elizabeth me olhou com tristeza.  

_ Filha eu não contei porque... - Minha mãe ia se explicar com cautela e eu interrompi.

_ Gente... calma... tá tudo bem! - Rir ironicamente _ Eu não tenho nada haver com o Bruno mais. A senhora não tinha mesmo obrigação de mim contar. - Tranquilizei as duas tentando fazer pouco caso. Mais eu elas continuavam me olhando com dúvida. _ Eu vou pro meu quarto... Vamos Lucca? - Sair desviando os olhares das duas, chamando o Lucca que me seguiu.
Algo incomodava dentro de mim. Um aperto no coração. Um aperto que eu não queria sentir mas era mais forte que eu. O Bruno estava noivo. Porém eu não notei nem um pingo de felicidade na cara dele quando o vi na sala. Por um momento pensei em voltar pra casa do meu pai, porém voltei atrás.  Eu tinha que ser forte, eu nunca fui fraca,  porque agora eu ia ser? A única coisa que posso fazer é desejar que ele seja feliz. Mesmo que não seja comigo.


Notas Finais


Resenha de spoiler:

" _ Mas não é dela que eu gosto - Pronto... Foi a frase perfeita pro meu coração disparar que nem escola de samba. "


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