História Eu realmente me odeio - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Personagens Personagens Originais
Visualizações 11
Palavras 509
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia)
Avisos: Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Que criatividade pro nome do capítulo em ;-;
Tão ruim quanto o mundo

Capítulo 1 - Capítulo 1


Lá estava eu, numa sala de aula, fazendo vários nadas, esperando a professora de educação física entrar na sala. Provavelmente ela devia estar dando em cima de algum dos alunos bestas dessa escola. Eu tinha quase certeza que não iríamos ter aula hoje, aliás, estava chovendo, com certeza minha Querida professora, não gostaria de molhar seus belos cabelos. Eu não sei o motivo das pessoas odiarem tanto uma simples tempestade, ela, ela é tão poética, além do mais, ajuda na nossa sobrevivência certo ? Mesmo que eu me odeie tanto, nunca cheguei ao ponto de querer tirar a minha vida, a dos outros talvez, o que já está andando como nos meus plano, mas vamos deixar isso para outra hora. Do nada sinto algo nas minhas costas, foi algo de relance, me viro para trás, e vejo uma das minhas amigas suicidas, quase espancando um dos meninos mais idiotas da sala. Pergunto para outra amiga minha, e ela disse que ele havia jogado uma simples bolinha de papel, e tinha falado que ele tinha se confundido com o lixo, já que eu era um, eu não podia descordar dele, já que ele não falou nenhuma mentira. Fui caminhando até minha amiga, e pedi para ela parar de bater nele, eu queria ter o prazer de fazer isso, ela só ficou com raiva dele, mas respeitou meu pedido. A professora entra na sala, e fala que a gente poderia fazer o que quisesse, pois estava chovendo e não teria aula. Em segundos a turma começou a fazer uma baderna, que provavelmente dava para ouvir do outro lado do mundo. Eu só não me importei, afinal, minha opinião não iria importar mesmo. O sinal bate, um dos barulhos que eu mais gostava, eu só pensava em sair daquele lugar. A turma inteira sai correndo, esbarrando em todo mundo, eu, só fiquei sentada, esperando todos saírem, enfim, arrumei meu material, e sai daquele lugar. 

Mesmo que meu apartamento fosse longe, gostava de voltar caminhando, isso me acalmava. As gotas de chuva caindo no meu rosto, isso era bem refrescante, me fazia lembrar de momentos felizes da minha vida, mesmo que não tenha muitos.

Quando cheguei no apartamento, logo fui tomar um banho gelado para relaxar, eu realmente estava bem enxarcada, logo depois, fui para cozinha preparar algo para comer, aliás, a comida não iria se preparar sozinha. Eu moro sozinha desde os meus 16 anos, minha mãe, morreu no parto, então não pude conhece-lá, e meu pai, bom, eu tinha apenas 4 anos e estávamos voltando para casa, quando um caminhão perdeu o freio, eu estava no atrás do banco do carona, que no caso, não foi atingido, se eu pudesse, trocaria de vida com meu pai, faria de tudo para ver ele feliz de novo. Depois disso, fui levada para um orfanato, já que nenhuma pessoa da minha família morava no Brasil, fiquei lá por 10 anos, vendo crianças indo, e crianças vindo. Ninguém, ninguém mesmo queria me adotar, eu seria apenas um encosto na vida das pessoas, e concordo com elas. 


Notas Finais


Palavras repetidas de propósito
Muita preguiça de continuar, não era pra ter terminado ai kdhsksbs


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