História Eu sei que você vai lembrar - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Doctor Who
Personagens 11º Doctor, Amelia "Amy" Pond, River Song (Melody Pond), Rory Williams
Tags Amelia Pond, Amory, Amy, Amy X Rory, Rory Williams
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Palavras 2.357
Terminada Sim
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Pois é, eu não morri, nem vou parar de escrever tão cedo, pode apostar, o próximo capítulo provavelmente vai ser o último, era para esse ser o último mas ia ficar muito longo se eu colocasse tudo aqui, então, aqui está, bom proveito S2

Capítulo 5 - Parte 5


Respirei fundo e lhe dei minha longa olhada, estufei o peito, preparei as palavras para que não parassem pela metade e por fim fiz meu discurso.

*Eu não me lembro de você, nem sequer um segundo da sua existência, mas...- levei minha mão até seus joelhos, olhei em seus olhos, e pude ver que ele também olhava os meus- Vejo que oque me diz é verdade, vejo o amor em seus olhos, vejo que realmente tem algo forte e real entre nós- sorri e desviei o olhar disfarçando- Sei que... não me lembro de nada, mas,..., sei que pode me fazer lembrar- deslizei minha mão por suas pernas até sua virilha.

*N.Não...- se contraiu se afastando alguns centímetros assustado.

*Por favor-fui até seu ouvido sussurando- Último Centurião- pedi em tom carente e sedutor, pude sentir seu corpo todinho se arrepiar.

*Amy!... -protestou, mas logo sedeu ao ver meus olhos quase o mandado ficar hétero naquele momento- *E.Então prometa que será gentil- pediu parecendo assustado.

*Ahaa- soltei um sorriso irônico e o olhei de canto maliciosa- Prometo que serei a mais agressiva e impiedosa que puder!

*A.Ai... tem certeza que não se lembra de mim mesmo?

*Parece que acertei em cheio não é?- brinquei em tom de flerte.

Sem dar chance de me responder fiquei de quatro de frente para ele com minha mão esquerda segurei sua nuca o puxando, com uma leve resistência de sua parte no começo, para um caloroso e carregado de luxuria beijo que instantaneamente se tornou de língua. Sem pensar duas vezes deslizei minha mão por sua coxa, deslizei por baixo daquela sainha estranha sentindo a ereção que começava a se formar bem de leve por ali, subi por sua barriga passando por aquele peitoral coberto por uma placa dourada de um metal gelado que me causava arrepios, subi até seus ombros e acomodando minhas duas mãos sobre eles enquanto passei minha perna para o outro lado de seu corpo ficando uma de cada lado me sentando sobre sua cintura. Eu podia sentir perfeitamente a ereção que se formava por baixo do tecido de sua calça (ou algo assim) contra os lábios abertos de minha vagina tocando meu clitóris.

Sem separar nossos lábios, rasguei minha meia-calça liberando espaço para chegar à minha calcinha branca. Ele parecia, parecia não, era o passivo da relação, estava claramente em minhas mãos. Pensar que já tive medo dele.

De alguma maneira, até hoje não entendi qual, consegui tirar minha calcinha, não me pergunte como. E não acreditei quando vi, enquanto eu havia conseguido tirar minha calcinha em uma posição onde isso seria praticamente impossível sem rasga-la, o tal Último Centurião tremia tanto que não conseguia se quer tirar as roupas que o cobriam. Rindo, fui socorre-lo, era tão frágil naquele momento, tão submisso, tão indefeso, era uma tentação não marca-lo todinho sem piedade alguma, mas ao mesmo tempo, tinha uma certa dó de vê-lo daquele jeito, o ajudei a abrir o zíper da calça até certo ponto, quando vi seu pênis alí, se tornando ereto na minha frente, algo me passou pela mente, ele me parecia familiar, parecia não, era familiar, eu não acredito que eu não conseguia lembrar dele mas lembrava de seu pênis.

*W.Wou, não me diga que...

*É como se... Como se fosse a minha primeira vez, não me lembro de nenhuma sequer relação com qualquer um, mas sei que não é a minha primeira vez, eu... eu me lembro dele, não sei como, mas me lembro- tentei explicar meio constrangida.

*Bom saber que de pelo menos uma parte minha você lembra- brincou.

*Hahahah hahah- ri envergonhada da situação.

*Mas bom saber que agora acredita em mim- sorriu de canto- Você nunca foi muito de confiar em mim, sempre preferiu seguir sua extintos, quase nunca me ouvia e...

*Ái, você fala demais- o interrompi levando minhas mãos uma a cada ombro seu- Como te suportes tantei assim?

*Haha- riu baixo, pude ver uma lágrima correr de seu rosto, pensei que tivesse o deixado mal ou abalado.

*Desculpa- abaixei a cabeça envergonhada.

*N.Não! Amy, ... As lágrimas são de alegria- limpou o rosto e se virou para mim de novo.

Meu canal vaginal devia ter se dilatado mais de vinte centímetros de tão exitada que fiquei com sua fala, não tive paciência para preliminares. Segurei sua nuca o beijando vorazmente, encaixes com cuidado, encaixes a cabecinha rosada e provocante na entrada da minha vagina é quase sem previas fui descendo de vagar.

Descia lentamente desfrutando daquelas sensações que pareciam tão novas para mim, pude ver que o tal Último Centurião segurava-se e tentava se conter, fechava os olhos e suspirava com a respiração pesada.

*Relaxe- falei em tom calmo- Por que todo esse desespero?

*Para Amy!- protestou de olhos fechados- Você sabe que do quão eu me sinto constrangido em gemer- pude ver que ele apertava com força suas unhas contra a palma de suas mãos.

*Ei, não precisa se conter, estamos os dois na mesma situação aqui, não tem porquê ter vergonha- tentei fazê-lo se soltar.

*Para, segurou minha cintura me impedindo de terminar de descer, isso porque não estava nem na metade.

*Não se segure, eu quero te ouvir- lancei as mãos atrás de seu pescoço e sussurei em seu ouvido- Geme pra mim- deu um leve beijo em seu pescoço- Último Centurião- e dei-lhe um forte chupão logo por cima.

*Haan- deixou escapar.

*Isso, bom menino- provoquei.

Vendo que estava destrato e cedendo, continuei a descendo lentamente, mas dessa vez de uma forma mais rápida. Ao sentir aquele groço e pulsante membro me preenchendo e meu clitoris pressionado cravei minhas unhas em suas costas gemendo de prazer.

*Hãaan- fiz questão de deixá-lo sair justamente para provocar e mostrar que não havia vergonha naquilo.

*Hooun- pude ouvir que começava a abrir sua garganta deixando os gemidos saírem.

Senti seu membro pulsar ao me ouvir gemer para ele, aquilo era tão bom, todas aquelas sencassões novas, porém não assustadoras, parecia que havia juntado as descobertas da primeira vez, com as maravilhas da experiência.

*Amy, n.não está te machucando?- gaguejou nervoso.

*Nem perto- respondi terminando de descer.

Quando pude sentir meu quadril encontrado ao seu, ele completamente dentro de, nós dois ligados como um só, haaa, aquilo era incrível. Não pude me conter, comecei a subir e descer o mais rápido que minhas pernas aguentavam.

*Haaaan haaaan hããnn...- gemia arranhando suas costas.

*A.Amy....- ainda continha seus gemidos! Mas que teima é essa!?!?

*Para- foi só falar isso que na mesma hora parou com seus poucos movimentos e me soltou completamente ficando ofegante em minha frente olhando o chão corado e assustado- Não de se mexer seu idiota! De se conter!

Um sorriso surgiu em seu rosto, seu membro pulsava dentro de mim, e sem resistir mais começamos a nos mover, mais rápido do que antes,

*Haa- gemi de leve e dei um forte tapa em sua coxa- Anda logo meu romano.

*M.Maa...

*Ai, minha paciência já se foi- sem lhe pedir permissão comecei a ir o mais rápido que conseguia.

*A.Amy- tentava se conter.

*Por que está se segurando assim? Han?- fiz questão de provoca-lo enquanto cavalgada firme sobre ele- O forte guerreiro tem vergonha de dar alguns gemidinhos?

*Não, para!- se segurou e portando sua costa contra a parede e suas mãos  contra o chão.

Já entendi o que fazer, com uma mão desci até deu baixo ventre, era estranho de se acreditar, ele se depilava, e lá comecei a acariciar de uma forma sutil e leve, fui subindo por sua barriga, sempre se uma forma delicada em contraste com minhas fortes cavalgadas. Aos poucos pude ouvir os gemidos saindo de sua garganta, no começo leves e delicados, mas logo se tornando soltos e fortes.

*Haaaa- gemeu ao pé de meu ouvido, e que gemido lindo. 

Nossos gemidos se misturavam e ecoavam por aquela sala, o prazer nos tomava e o amor nos unia. Celeiro um beijo caloroso e cheio de paixão, acariciava seu corpos, não me leve a mal, não que eu seja de ter muitas fantasias, mas era exitante beijar um centurião.

Suas mãos tocavam com cuidado em meu corpo, até parecendo ter um certo medo. Achei que devia deixar ele decidir um pouco, levei suas mãos até meus quadris como se pedisse que ele me movesse, e assim ele fez.

Seus movimentos eram mais fortes, porém mais delicados, era mais cuidadoso, era mais gostoso. Nossos sexos deslizavam um dentro do outro de uma forma liza, o prazer que passava por nossos corpos era continuo, até que...

*HÁÁÁÁÁÁÁÁ!!!!!- gemi estridente separando o beijo em um subto, o som ecoou por todo o salão.

*O.O que foi? T.Te machiquei- gaguejou.

*AÍ!!- cravei minhas unhas em suas costas, levei meu rosto a seu ombro e então sussurei em seu ouvido- Acerta aí! Último Centurião.

O rubor em seu rosto cresceu de uma maneira assustadora, cheguei a sentir ele crescer dentro de mim. Ele tinha acertado em cheio meu ponto g, mas como ele o achou tão rápido?

Meus gemidos estridente a ecoavam pelo ambiente, subia e descia com me descabelando de prazer é gemendo alto, trocamos beijos e carícias juntos de juras de amor.

Estava gemendo com os olhos fechados e a boca aberta em O quando senti algo quente crescendo dentro de mim, louco para sair.

*U.Ulti haaaa- não conseguia pronúncia uma só palavra.

*Eu senti- sabia bem o que estava acontecendo- Consegue segurar mais um pouco?- perguntou entre roucos gemidos.

*Não muito..- foi o que consegui dizer.

Ele lambeu meu pescoço e mordeu minha orelha, como aquilo era exitante. Cravei minhas unhas em suas costas tentando me segurar.

*Deixe sair- sussurrou em meu ouvido.

Não consegui me conter, cravei minhas unhas em suas costas arqueando a coluna soltando um gemido alto e estridente.

*HÃÁÃÁÃÁÃÁÃÁÃÁ- gozei da maneira mais deliciosa da minha vida.

Ele parou de se mover enquanto eu sorria satisfeita e ofegante, se retirou de dentro de mim mesmo sem ainda ter gozado e me segurou em seus braços me aconchegado, com a outra mão se masturbação para dar logo um jeito em sua ereção.

*Você ainda não se satisfez- protestei suada e ofegante.

*Se continuassemos iria te machucar- respondeu acariciando meus cabelos.

*Então deixe que eu dou um jeito nisso- fui em direção a seu pênis latejando.

*A.Amy n.nãããã....- antes que conseguisse protestar envolvi sua glande em minha boca.

Aos poucos, consegui por quase toda a extensão em minha boca o que faltava fiz questão de usar minhas mãos. O chupava e acariciava quase ficando exitada de novo, fazia movimentos de vai e vem quase rindo dele me olhando tentando esconder suas expressões de prazer enquanto gemia alto e de uma forma gostosa de se ouvir. Não demorou muito para que ele gozasse em minha boca, subi até a sua selando um beijo o fazendo sentir de seu próprio gosto, e então me deitei em seu colo cansada e pronta para dormir.

*Estou lhe devendo um oral- foi tudo que comentou ofegante sorrindo para mim.

*Espero mesmo sentir logo essa boquinha molhadinha na minha vagina- respondi já quase pegando no sono- Mas por hoje estou casada- dei um toquinho em seu nariz- Fica pra próxima.

*Amy...- me chamou envergonhado.

*O que foi?- o olhei sorridente.

*Eu te amo...

*Eu também te amo- lhe deu um celinho- Último Centurião.

Dormimos ali mesmo, no chão frio e duro, apenas com o calor e maciez de nossos corpo.

Acordei no dia seguinte, nos braços daquele incrível homem que eu tanto amava, ele havia nos levado a uma cama de casal enquanto dormia. Naquela hora eu tive a plena certeza, eu o conhecia muito bem, e o amava de todo coração. Não havia mais dúvida alguma, eu podia não me lembrar de sequer um segundo de minha vida com ele, mas podia ter uma única certeza, aquele amor era real.

Parecia um anjo dormindo, seu descansar era tão sereno que acabei caindo no sono de novo em seu peito.

Acordei horas depois, ele não estava mais lá, nem o calor de seu corpo, nem seu sono sereno, nem seu amor, nem mesmo a marca de seu corpo sobre o lençol restava alí.

Um desespero tomou conta de meu peito, me levantei já correndo pronta para vasculhar casa cômodo daquela casa se necessário, mas não foi preciso, assim que cheguei a sala já o encontrei, já não estava mais com sua roupa de centurião, haviam diversas malas espalhadas pelos sofás.

*O.O que está acontecendo aqui?- perguntei ofegante me apoiando a parede.

*Amy!- se alegrou ao me ver- Fico feliz que tenha acordado.

*O que está acontecendo aqui!?- voltei a perguntar mais nervosa.

*Há sim, as malas- se tocou- O Doutor mandou uma mensagem, hoje ele vem nos buscar.

*Quando ele chega?- perguntei me aproximando um pouco em passos lentos.

*Não vai demorar muito pelo visto- respondeu dando dois passos em minha direção.

*Ele vai nos levar daqui?- me aproximava em passos lentos e tortos com apreensão de sua resposta.

*Vai- apenas respondeu parecendo tentar me olhar mas falhando seriamente.

*Mas...- terminei de caminhar chegando bem perto de seu rosto- Eu não quero ir.

*Temos que ir Amy- parecia meio nervoso ao falar, ele sabia muito bem do que eu estava falando- Aqui era só provisório.

*Você sabe do que eu estou falando- passei minhas mãos por seu peito subindo até seu pescoço que abracei com cuidado.

Ele não me respondeu, apenas tirou meus braços dele e se virou de costas arrumando alguma coisa qualquer nas malas. Ele sabia bem o que eu queria dizer, e claramente e com razão, não queria ouvir.

*Eu não quero ir para longe de você- disse mesmo assim, o abracei por tás.

*A.Amy... nós temos um acordo- disse limpando o rosto da lágrima que corria.

*Nós tinhamos um acordo! Eu não tenho medo de você mais, eu sei, eu te amo, eu sinto que já tivemos algo muito grande e que já fomos muito felizes juntos- fui até seu ouvido e sussurei- E podemos voltar a ter.

*Você nem sequer lembra o meu nome- retrucou e tirou meus braços de seu redor- Você não lembrou de mim, apenas se satisfez comigo e agora quer continuar assim por vários anos, até que fiquemos velhos.

*Eu te amo Último Centurião- respondi com lágrimas nos olhos.

*Ai que está- enchugou suas lágrimas também saindo daquela sala- Esse não é o meu nome.

Entendi o que quis dizer. Apesar de tudo, não podia negar, pode até ser que já tivéssemos tido algo muito forte no passado, mas hoje acabou, poderíamos reconstruir nossa vida juntos, se não fosse aquela maldita promessa que o fiz fazer.

Chorei, como eu chorei, eu chorei de por porque... Último Centurião meu grande e amor foi você.


Notas Finais


Obrigada por ler, o próximo capítulo sai logo, isso eu garanto, espero que tenham gostado desse hentai bem frajutinho, e eu queria ver com vocês, tem uma fic que eu quero postar .as eu não sei se eu posso portar, " Overgrowth- Flowerfell" sim a fic original de Flowerfell, queria ver com vocês se eu devo postar ou não.
Bem espero que tenham gostado, não reparem estou meio mal hoje.
Obrigada por lerem, beijos 😘 Mari 🍄💓💞


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