História Eurynomous Prison - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~sophiaelin

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), G-Friend, Got7, Seventeen, SHINee
Personagens BamBam, Eunha, Jackson, Jeon Wonwoo, Jimin, Jin, Jungkook, Kim Mingyu, Minho Choi, Rap Monster, Suga, V, Yerin
Tags Abo, Jackbam, Kim Min Jae, Meanie, Namjin, Sobrenatural, Suspense, Taekook, Vkook, Yoonmin
Visualizações 55
Palavras 2.611
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Fluffy, Hentai, Lemon, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Owiin, então é a nossa (minha e da sophie, sim sou eu diwonfy ksks) primeira fanfic, por favor nos deem amorzin ksksk brigada de nada. Boa leitura <3

Nome do capítulo: Bem Vindo ao inferno

Capítulo 1 - Wellcome to hell


Fanfic / Fanfiction Eurynomous Prison - Capítulo 1 - Wellcome to hell

Meus braços estavam dormentes devido ao aperto forte dos guardas - julgo serem alfas pelo seu cheiro intenso - tanto o da direita quanto o da esquerda pareciam calmos, como se tudo aquilo fosse algo que sempre acontecia, mas pra mim isto não era normal...

Me debatia para desvencilhar-me de seu aperto, mas foi em vão. Todo o meu corpo tremia por raiva e medo, fiquei aliviado pelos guardas estarem praticamente me levando no colo até a cela e os meus pés não estarem encostando no chão pois eu não conseguiria ficar de pé nem por 1 minuto sequer

- EU JÁ DISSE QUE EU NÃO FIZ NADA! NÃO FUI EU! - gritei esperneando - ME SOLTEM! - urrei de raiva, os guardas apenas me ignoram.

A minha direita posso ouvir uma risada baixa e debochada sair do guarda de longos cabelos castanhos. Rápidamente viro meu rosto em sua direção, o vejo com um sorriso irritante nos lábios .

- DO QUE VOCÊ ESTÁ RINDO? - pergunto encarando-o incrédulo. - EU... - Nem termino de falar e solto um gemido de dor, quando sinto a mão do alfa apertar mais meu braço, bem... Mais um hemetoma para minha coleção! Assim que tento me desvencilhar de seu aperto, a mão antes livre do alfa aperta com força minhas bochechas, forçando meus lábios a se contrairem e formarem um bico.

-Você acha que nós se importamos com o que você faz ou deixa de fazer? - Eu estava assustado não tive nenhuma reação a não ser ficar parado o olhando nos olhos, aquele alfa estava muito perto de meu rosto, congelei quando seus olhos vagaram em direção a minha boca. - Sabe, você tem uma boquinha muito linda, eu não me importaria de a calar - Sorriu malicioso em minha direção e eu abaixo o olhar, o guarda aperta mais minhas bochechas me forçando a o olhar novamente - Mas isso é contra as regras - diz passando a língua lentamente entre os lábios - então apenas cale esses lábios vermelho, e não me faça ter que os calar com um soco - Me solto de sua mão e abaixo a cabeça em rendição, escuto a risada dos alfas atrás de mim e ao meu lado, mas estou concentrado demais tentando conter ao máximo os minhas lágrimas.

Chorar não era uma opção! Não podia demonstrar que estava com medo, aqueles alfas nojentos não vão me ver chorar e muito menos sofrer. Nunca fui de chorar na frente de outras pessoas, não sou como os ômegas fracos e indefesos, até porque um ômega lúpus não é nem um pouco parecido com os outros. Chorei apenas 2 vezes na frente de outras pessoas depois que aprendi a ser forte. Claro que eu tenho meus medos e traumas, mas não faço questão de mostrar isso a ninguém.

Em cada corredor que passavamos via alfas me olhando sugestivamente, já estou acostumado com isso então apenas os ignorei.

Viramos em um corredor com paredes brancas e lisas, aparentemente mais afastado do resto da prisão, os prisioneiros ali presentes pareciam mais calmos e despreocupados que os de outros corredores. Os guardas cessaram os passos parando em frente a uma cela como todas as outras; altas paredes brancas com rabiscos em cinza, no canto uma "porta" de grossas barras de ferro pretas, é meio impossível ver entre as barras, ao lado da mesma há um pequeno monitor. O guarda da direita pegou meu pulso com a runa de sangue - que o irmão Shout fez em mim mais cedo - e passou pela tela do monitor, em cima da mesma uma luz verde começou a piscar e na tela que antes localizava-se meu pulso - mais especificamente a minha runa - apareceu a frase: "Acesso Liberado"

As "portas" se abriram e os guardas me jogaram com brutalidade para dentro da cela me fazendo cair de joelhos no chão duro e frio. O barulho das grades batendo atrás de mim me fizeram encolher um pouco os ombros e abaixar mais a cabeça. Me sentei no chão com meus joelhos ardento, em um vermelho forte devido ao impacto, passo as mãos de leve nos mesmos numa tentiva falha de amenisar a dor. Me levantei do chão e olhei ao redor.

A cela era pequena, a minha frente havia uma pequena cama de metal com alguns cobertores velhos em cima, um pouco afastado havia outra cama de metal, com os coberto no mesmo estado.

- Parece que vou ter companhia - Reviro os olhos e suspiro. Encostado na parede e pouco perto da segunda cama que avistei continha um roupeiro de madeira com duas portas. Fui até o mesmo e abri uma das portas.

- Isso só pode ser brincadeira - Ri debochado pendendo a cabeça para o lado - Não acredito que terei de usar isso - Murmurro para mim vendo que no guarda roupa haviam três camisetas lisas brancas que pareciam ir até a coxa, três calças de moletom cinzas, um par de tênis pretos, dois moletons basicos cinzas, meias normais pretas e box das mesmas cores, uma toalha de banho - Bem... Não tenho muito que reclamar, nunca tive roupas boas mesmo - Falo fechando a porta do roupeiro e abrindo a outra que até então encontrava-se entacta, nesta haviam as mesma peças de roupas que a anterior, a fechei.

Me sento na cama que avistei primeiro - apesar de não parecer, ela é bem confortavel. De frente para os portões da cela - e a minha diagonal - avisto uma mesa pequena de madeira branca desgastada, lembra-se a uma escrivaninha velha e simples, em cima da mesma haviam livros, revistas, lápis e cadernos velhos.

Pelo menos vou ter algo pra fazer nesse lugar - Penso enquanto deito-me na cama com os cobertores pinicando a pele esposta do meu pescoço, coloco minhas mãos sobre o rosto, suspiro e deixo que as lembranças invadam minha mente.

"- Aish... EU NÃO AGUENTO MAIS ESSA MERDA  - Gritei para Jaewoon, o mesmo estava segurando fortemente o meu pulso e me olhava com raiva.

- NÃO FALE ASSIM COM O SEU PAI GAROTO - Gritou de volta apertando mais meu pulso, fiz uma careta de dor e contorci meu braço para tentar sair de suas mãos, em vão.

- VOCÊ NÃO É MEU PAI E NUNCA SERÁ - Meu sangue fervia com a raiva e eu queria socar a cara daquele maldito que se dizia meu "pai", por mim pegava a Eunha e ia embora, mas eu não posso fazer isso...

Jaewoon dá um tapa forte em meu rosto, me fazendo cabalear, só não fui ao chão pois ele ainda estava segurando meu pulso. O mesmo mantinha a expressão de nojo toda vez que me via. Sua presença já estava sendo totalmente notada, me encolhi um pouco e o fitei, o vi abrir um sorriso satisfeito.

- SE VOCÊ DECIDIR ME ENFRENTAR DE NOVO - Falou entredentes, apertando mais o meu pulso, o local doeu e eu abaixei o olhar, Jaewoon riu sarcaticamente - Bem... Você já sabe o que acontece não é mesmo Taehyung?? - Perguntou-me, fiquei quieto com a cabeça baixa, Jaewoon pegou em meu queixo firmimente forçando-me a o olhar, fitei seus olhos e continuei em silêncio - NÃO VAI ME RESPONDER? - Gritou, a raiva o estava tomando novamente, pude ver em seu tom de voz e suas iris já avermelhadas.

- S-Sim - Respondi, o olhando com ódio e me repreendendo mentalmente por gaguejar, não podia lhe mostrar fraquessa nesse momento, mesmo sendo um ômega lupús e não querendo demonstrar que estava assustado eu tenho meus extintos e sou fraco comparado a um alfa... Oh merda.

- Que bom! Eunha irá ficar feliz - Sorriu falso em minha direção. Largou meu pulso me jogando no chão fazendo com que minhas costas batessem dolorosamente na madeira da cama, solto um gemido de dor o que só serviu para Jaewoon rir e pegar um cigarro do seu bolso acendendo o mesmo e sair andando até a sala.

A porta de meu quarto bateu com o vento forte que vinha da janela, aproveitei que estava sozinho em meu quarto e chorei.

As lágrimas começaram a escorrer dos meus olhos de uma meneira abundante. Coloquei a mão no rosto tentando abafar alguns soluços que insistiam em sair.

Eu prefiro morrer a aguentar tudo isso, mas não posso deixar Eunha sozinha, ela só tem a mim.

Meus olhos já estavam inchados e a ponta de meu nariz avermelhada. As lágrimas saíam e rolavam sem vergonha alguma, além do mais eu estava sozinho. Chorava silenciosamente - já que os soluços ja não eram mais tão altos - pra não correr o risco de ninguém ouvir. Jaewoon e Hyeon Ju ririam, Eunha ficaria preocupada e viria me ver. Não quero que minha pequena sofra então não choro em sua frente e nem fujo desse inferno com ela ou sem.

Sei que Jaewoon a mataria se eu tentasse qualquer coisa e ela não viveria muito tempo longe de casa, eu não teria dinheiro para comprar seus remédios... Ela morreria de qualquer forma, a menos que eu fique e aguente tudo por ela.

Eu a amo tanto.

Depois que Yerin morreu eu tento proteger de todas as maneiras Eunha, não quero que ela tenha o mesmo destino cruel.

Yerin morreu por minha culpa, mas Eunha não vai morrer. Nem que pra isso eu tenha de ficar preso aqui até que meus pais morrerem... Ou talvez eu.

Ainda estava sentado no chão, minhas costas já não doiam mais, estava abraçando minhas pernas, a cabeça baixa, as lágrimas molhando minha blusa e joelho.

Meu peito doía, eu queria gritar e arrancar meu coração pra tentar tirar essa dor de mim.

Minha respiração estava rápida, parecia ter corrido uma maratona.

Chorei até minha cabeça doer.

Chorei até adormecer.

Chorei até aquela voz vir em minha mente.

❀═❀═❀

- TaeTae - Ouvia uma voz conhecida me chamar. Eunha. Seu tom de voz era deseperado - Por favor - Suplicou com a voz embargada. Sento suas mãozinhas pegarem meus braços e os balançarem.

Sei que meus olhos estão abertos mas é como se algo estivesse os tampando... Está tudo muito escuro.

Me sinto feliz, não sei exatamente o porque mas eu estou feliz. Aigoo... Isso não é um bom sinal.

Não estou mais sentado no chão como havia adormecido, estou de pé segurando alguma coisa que não sei o que exatamente é. Minhas garras estão "expostas", eu sei disso! sinto algo escorrendo pelas mesmas e minhas mãos também contém algo grosso e quente, espalhado sobre ela.

Aquela voz... Ela ecoa em minha cabeça dizendo que fiz o certo e que fiz pelo bem de Eunha.

Mas o que eu fiz??

Não me lembro de nada.

Não enxergo nada. Não consigo me mexer. Oque está acontecendo??

Eunha me solta e ouço a mesma sair correndo e gritar por ajuda.

Não... Eu... Não, não pode ser!

Minhas pernas ficam bambas, caio no chão de joelhos, a coisa que antes estava em minha mão cai no chão fazendo um barulho agudo de lâmina que machuca meus ouvidos.

Espera... Lâmina?

Ouço duas pessoas se aproximarem de mim. Sei que Eunha é uma dás pelo seu cheiro familiar. O cheiro cítrico do outro no recinto invade minhas narinas... Alfa lúpus!

Sinto a sua mão direita pousar em minha bochecha e deixar uma breve caricia no lugar, seu toque era suave, quente o que me fez estremecer, logo depois de retiraras-las de minha bochecha estala os dedos bem perto de meus olhos.

Não reajo... Não tinha como... Parecia não controlar meu próprio corpo.

- Ele está desacordado - Ouço o alfa falar para Eunha. Fez-se silêncio. O alfa deve estar olhando o local, o clima ficou tenso assim que Eunha suspirou e começou a chorar baixinho.

- Foi ele que... - Pareceu-me nervoso e um pouco assustado.

- S-Sim... - Eunha vacilou e pude ouvir a mesma chorar mais e soluçar desesperadamente. 

Seu choro abafou, o alfa deve estar a abraçando.

- Eu sinto muito pequena - Falou calmo, deveria estar tentando acalmar Eunha, ela parece tão desesperada...

O colar em meu pescoço começou a pulçar, como as batidas fracas de um coração de um quase morto e logo parou quando senti alguém me fitar.

Como um flash pude ver um par de olhos negros como o céu a noite. Tão bonitos, pareciam uma galáxia, mas sem o famoso brilho das estrelas. Tão negro quanto os pelos de um lobo ou as águas dos rios a noite, olhos tão penetrantes.

- A v-voz... - Consegui falar fraco, como num sussurro, cortado me engasgando um pouco, minha respiração estava ofegante e meus olhos continuavam abertos mas sem enxergar nada - E-ela... - comecei a tossir sangue e me sentir tonto, uma fraqueza imensa tomou meu corpo e antes de eu ir ao chão pude sentir braços fortes me segurarem. Desmaiei"

- Ah, olá imprestáveis - Despertei de minhas lembranças ao ouvir uma voz, parecia eletrônica??

Ah claro, os auto-falantes que vi mais cedo quando vinha para a minha cela.

- Bem, sou o delegado Chul e vou explicar como isso funciona, prestem atenção que eu não irei repetir - Fez uma pausa, enquanto isso me ajeitei na cama, sentado na mesma. Limpei as lágrimas que saíram sem a minha permissão com as costas das mãos e comecei a bem... ahh prestar atenção.

-Essa prisão foi feita pelo governo sul-coreano para manter preso os criminosos de TODA a Coreia. Isso inclui as falhas de nosso governo para melhorar a nossa espécie, que infelizmente se tornaram aberrações... sem ofensas - Riu baixo e nasalado, segurei fortemente o colar em minhas mãos - Qualquer um pode entrar nesse lugar, mas apenas os com a minha permissão poderam sair e adivinhem?! - Riu sarcástico - Nenhum de vocês tem essa permissão. Então, todos os muros e portões, menos os de suas celas, da prisão foram enfeitiçados pelo irmão South, o mesmo que fez a runa de sangue em vocês.

Me lembrei do feiticeiro. Ele possuia olhos verde escuro e sua boca era costurada com uma linha dourada. Os cabelos prateados como um metal brilhante exposto ao sol. Era como se minha mente já soubesse o que ele queria falar, ele não falava nada apenas pensava e eu já saberia... Complicado.

- Se vocês tocarem no murro irão se queimar e vai ser como se estivessem levando choques em sua pele, então, é melhor não tentarem fugir. - Riu sinico e eu engoli em seco - Sobre as runas de sangue. Elas servem para abrir as suas respectivas celas, cada Ala tem a sua runa, então qualquer um de sua Ala podera abrir sua cela e lhe... - Fez uma pausa para pensar - visitar - Riu - As runas foram feitas com o sangue do demônio Asmodeus. Vocês podem sair a hora que quiserem de suas celas, mas se encontrarmos alguém perto dos muros, esse "alguém" vai receber uma punição além de ser forçado a ficar com alguma parte do corpo encostada no muro por 2 horas no mínimo, e tenham certeza, isso irá doer. Os banheiros vão ser "públicos", cada Ala tera o seu banheiro. As roupas que estão no armário de vocês, então, vocês vão ter de usar elas todos os dias, como bem... Um uniforme. As refeições vão ser servidas no refeitorio. Vocês comam o que quiserem, temos de deixar vocês vivos, mas a alimentação vocês que se virem e comam o tiver na cozinha. Vai ter comida claro - Tossiu - Até porque somos obrigado a alimentar vocês, já quanto a limpeza vocês se virem - Murmurou baixinho com um tom de deboche na voz. - A tarde terão atividades físicas e... Ah não me importo com isso, fazem o que quiserem a tarde, só não tentem fugir - Riu da própria piada - Como se fosse possível - Senti o colar dar duas pequenas pulçadas - E claro... Bem vindos ao inferno crianças.


Notas Finais


Então foi isso, se tiver algum erro me perdoem porque eu sou bem analfabeta ksksks triste '-'
Mas a Sophie tentou ajustar o máximo possível dos erros que eu cometi
Até o próximo capítulo que PROVAVELMENTE vai sair sábado (dia 18)


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