História Ever Since I Met You - Capítulo 26


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Categorias Once Upon a Time, Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Captain Swan, Captainswan, Once Upon A Time, Romance
Visualizações 19
Palavras 1.581
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


EAE GENTEE
Eu peço desculpas por ter sumido, mas o meu PC estava dando problema (ainda está, na verdade). Eu passei semanas pensando nesse capítulo então... espero que vocês gostem.

Capítulo 26 - Capítulo 26 - Salvation


Charlotte ON

Depois da dança eu me sentei novamente à mesa com Will e, assim que o jantar foi servido, pouco antes de eu pegar o garfo, Graham chegou com uma terrível notícia: Minha tia tinha piorado. 

Eu não podia deixar todos ali, então não o fiz, mas não consegui comer ou beber nada durante toda a festa.

Ao chegar no quarto, tirei aquele vestido branco pesado e coloquei uma camisola leve de seda.

- O que foi, amor? - Will perguntou entrando no quarto e fechando a porta.

- Precisamos ir ver minha tia. Ela piorou, não acho que ela possa viver por muito mais tempo... Will, eu quero vê-la uma última vez... Por favor.

- Claro, amor. Amanhã mesmo iremos.

- Obrigada.

Ele sentou ao meu lado na cama e me abraçou calorosamente, consolando-me. Seus braços me envolveram delicadamente, me transmitindo calor e tranquilidade, eu deitei a cabeça em seu ombro, fechando meus olhos e me permitindo relaxar por um momento.

- Vai ficar tudo bem, amor - ele disse por fim, beijando minha cabeça.

Fiquei acordada até mais tarde olhando para o teto e pensando em minha família...

Flashback ON Charlotte OFF INFÂNCIA DA PRINCESA CHARLOTTE MARIE JONES - 5 ANOS -.

- Charlie! - gritou a rainha Isabella.

A garotinha corria pelo gramado do castelo, passando a mão sobre as flores e folhas. Seu leve vestido amarelo dançava com o balanço do vento.

- Charlie! - Isabella gritou novamente.

Charlotte parou e foi até sua mãe, que sorria para ela.

- A titia quer ver você.

- Mas mamãe... Eu quero brincar - disse a princesinha.

- Logo você poderá vir brincar, meu amor.

- Mas...

- Charlotte - Erik, o rei e pai de Charlotte interviu - Sua tia chegou para ver você. Vá falar com ela.

Após suspirar tristemente, Charlotte entra no castelo.

- Ela é aventureira - Erik disse.

- Puxou ao pai - Isabella disse, dando um selinho em seu marido.

Eles entraram no castelo e foram até o quarto de sua filha, onde a mesma se encontrava brincando com uma boneca junto de sua tia.

- Lottie, veja, quem chegou - Elizabeth disse.

- Oi mãe, oi pai - a pequena disse.

- A brincadeira está divertida? - Erik perguntou.

- Muito - Elizabeth respondeu.

- Ótimo - Isabella disse.

Passaram-se as horas e eles estavam todos no jardim. Elizabeth, Isabella e Erik sentados em bancos de mármore enquanto Charlotte corria por aí.

- Eu preciso ir - Elizabeth disse levantando-se.

- Adeus, Lilibeth - Isabella disse abraçando a irmã.

- Adeus, querida - falou Elizabeth retribuindo o abraço - Adeus, Charlotte! - ela gritou.

A pequena parou de correr e acenou sorridente.

- Ela é um tesouro precioso, minha irmã - falou Elizabeth - Você sabe que...

- Sei. Sei sim. Adeus, querida irmã.

As duas se abraçaram novamente.

Flashback OFF         Charlotte ON

Eu me lembro daquele dia como se fosse ontem... Corri para os braços de minha tia, que me levou para o quarto e brincou comigo de princesa e dragão. Na época eu não sabia como ela fazia as chamas parecerem reais, agora eu sei.

Consegui pegar no sono muito, muito tempo depois, e mesmo assim, não me sentia bem. Um sentimento de culpa ainda reinava em mim.

Acordo no dia seguinte com meu marido me balançando sem parar.

- O que foi? - pergunto.

- Eu que pergunto! Você está suando frio, amor.

Só então sinto meu corpo ser totalmente retirado do estado de sono e preguiça e ser levado ao estado de pânico. Eu estava realmente suando frio, e assim que levantei da cama, corri para o banheiro para vomitar. Coloquei tudo pra fora e, em seguida, me senti fraquíssima. Claro, eu não havia comido nada na noite anterior, mas como poderia? 

- Charlotte, você está pálida! - Will disse me tirando do banheiro e me carregando de volta à nossa cama - Tem certeza que quer viajar hoje? 

- Sim, tenho certeza.

- Bom... Você é quem sabe - ele disse.

- Eu quero ir.

- Vamos levar Annelise, certo?

- De forma alguma!

- Por que não?

- Will, ela é nossa filha! Se algo nos acontecer eu não quero ela lá.

- Mas ela estará segura conosco.

- Prefiro deixá-la sob a segurança do castelo, da guarda e de Graham.

- Mas nós podemos protegê-la melhor.

- Will... Se algo acontecer conosco eu não quero nossa pequena lá para presenciar. Ficarei mais calma sabendo que ela estará aqui, sob a proteção de James, Harley, Graham, Nina e a guarda real.

- Nenhum deles pode protegê-la como você pode. Você tem magia.

- Não sei se estou em condições de usá-la.

- É... definitivamente parece que você está mais doente que sua tia.

- Então ela não vai conosco.

- Certo... Vou chamar Nina e pedir que venha lhe ajudar, depois vou avisar Graham, meu irmão e minha cunhada da atual situação e de nossas decisões.

- Por mim tudo bem - encostei seus lábios nos meus rapidamente e depois o soltei.

Minutos depois que ele saiu, Nina chegou.

- Bom dia, majestade.

- Bom dia, Nina - falei - Imagino que meu marido já tenha lhe falado o que decidimos, certo?

- Sim, majestade. Cuidarei da princesinha como se fosse minha filha.

Sorri. Nina me disse uma vez que sempre quis ter filhos, mas infelizmente, nunca encontrara o homem certo.

Vesti um vestido preto longo com mangas de renda caídas, um sapato preto com salto baixo e uma capa preta. Não coloquei tiara alguma, embora Nina insistisse.

- Vamos, amor? - Will perguntou entrando no quarto.

Assenti. Abracei Nina rapidamente, afinal, ela era, além de minha criada, minha amiga.

Enganchei meu braço no de Will e nós seguimos até o pátio do castelo. Annelise estava no colo de Harley. Eu a tomei em meus braços e a abracei com força.

- Adeus, minha querida. Mamãe volta logo.

Devolvi minha filha para Harley e fui até a carruagem. Pela pequena janela, observei minha pequena chorar no colo de sua tia e por muito pouco não desisti da viagem. Will segurou minha mão e beijou-a.

- Ela ficará bem - falou.

- Eu sei... É que dói saber que pode acontecer algo conosco e ela pode virar órfã.

- Nada vai acontecer.

- Não tem como garantir isso.

- Sim, eu sei. Mas eu acredito que nada vai acontecer.

(Quebra de tempo) William ON

Descemos da carruagem e Charlotte demorou uns bons minutos pra se acostumar com o chão novamente, o que me deixou preocupado.

Depois que ela conseguiu se acostumar, foi correndo para dentro do palácio de sua tia e foi até o quarto dela.

Eu fui mais devagar, porém, meus olhos a acompanhavam.

William OFF

Ao entrar no quarto de sua tia, Charlotte sentou-se ao lado da cama.

- Tia Elizabeth? - chamou Charlotte.

Porém a senhora não abriu seus olhos, no entanto, uma garota jovem com cabelos castanhos meio ruivos entrou e pediu que Charlotte lhe acompanhasse. Elas foram até uma sala onde havia um sofá, no qual Charlotte se sentou.

- Majestade, meu nome é Eva. 

- Minha tia... ela...

- Precisa descansar. Ela me disse tudo o que eu deveria lhe dizer quando chegasse.

- Diga.

- Charlotte... Existem coisas nesse mundo que você não sabe. Coisas sombrias. Existe uma vilã... Uma bruxa muito poderosa... Ela foi quem matou seus pais. E ela fez isso na intensão de conseguir lançar sua maldição. Mas o coração de uma fada não se deixa ser manipulado facilmente. Há boatos que dizem que ela finalmente está conseguindo o que queria. Ela irá lançar a maldição das trevas que acabará com o nosso mundo.

- E como podemos detê-la?

- Aí é que está... Você não pode. Nem eu, nem ninguém que já nasceu. Mas... - ela se aproximou e tocou a barriga de Charlotte - Aqui dentro... Estão nossas salvações. 

- O quê? Eu não estou... Não posso estar.

- Você está grávida, acredite em mim. E essas duas crianças que estão sendo geradas aí são nossas únicas esperanças.

- Mas...

- Um grande mal está por vir, Charlotte. Você precisa proteger essas crianças. Um dia, no futuro, eles te encontrarão, eles a salvarão, assim como salvarão todos nós.

- Isso é loucura! - fala Charlotte.

- Você tem se sentido mal, vomitou hoje pela manhã e demorou para se acostumar com o solo novamente. Confie em mim, você está grávida - Eva lançou um olhar para Charlotte, que finalmente estava assimilando os fatos. Ela estava grávida, e seus filhos provavelmente seriam tirados dela logo que nascessem.

Atônita, ela saiu da sala, e encontrou Will sentado com as costas encostadas na parede, mas ao ver sua esposa daquela forma, ele logo se levantou.

- O que foi? Está tudo bem? O que aquela garota lhe disse?

- Eu... Eu...

- O que aconteceu, Charlotte? - Will perguntou segurando os braços de sua esposa.

- Eu estou grávida.

Will a soltou, agora também sem reação, e voltou a sentar encostado na parede. Charlotte se juntou a ele.

- Você está grávida mesmo? - Will pergunta.

- Eu não sei... Acho que sim.

- E o que mais aconteceu lá dentro? Você saiu de lá com cara de quem viu um fantasma.

- A garota, Eva, me disse que uma maldição está vindo... E que as crianças que eu hoje carrego no ventre serão nossa única salvação.

 


Notas Finais


Charlotte:
Vestido - https://br.pinterest.com/pin/631489178972663087/
Capa - https://br.pinterest.com/pin/631489178972452156/

Sinto muito por ter demorado tanto pra postar e ainda assim o capítulo não ter sido perfeito.
Mas eu espero que vcs tenham gostado de qualquer forma.
Um bjo pra vcs.
Tchau


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